Dia Mundial do Ambiente – Secundária de Estarreja

Em comemoração do dia Mundial do Ambiente, Inês Lousinha professora de Educação Visual (departamento de Artes), numa aula síncrona (videoconferência), com o 9.º E e G, trouxe um convidado especial, André Maciel, que apresentou o seu projeto «Hortas XL» e livro digital «Germina-te» com o objetivo de incentivar os alunos a criar as suas próprias hortas, em casa.

“HORTAS FAMILIARES”, como projeto, coloca em prática um Domínio de Autonomia Curricular, DAC, com contributos para a melhoria das aprendizagens, por meio do desenvolvimento de técnicas básicas de produção, cuidados essenciais com a qualidade dos produtos para a realização de refeições mais saudáveis.

Para além de uma prévia orientação dos professores, Edgar Dias, João Ferreira, (também presentes na videoconferência) e Inês Lousinha, de uma forma descontraída e cativante, os alunos foram surpreendidos por André Maciel, também, para a planificação de uma horta, para as técnicas de preparação do solo e a importância da prática de compostagem.

Uma aula diferente, experiência a repetir, privilegiando a abordagem unificadora de interdisciplinaridade, através da articulação de conteúdos programáticos (física/química, geografia e artes), da terra para a cozinha e da cozinha para a mesa, os alunos vão começar a cultivar, cuidar, colher e preparar produtos sazonais nutritivos, num novo conceito de aprendizagem.

Prof.ª Inês Lousinha

Regresso às aulas – Agrupamento de Escolas de Estarreja

O tempo é algo que não volta atrás!

Que os ALUNOS, os PROFESSORES, os ASSISTENTES TÉCNICOS e OPERACIONAIS, sejam pacientes neste recomeço, fazendo cumprir e respeitando as regras de segurança.

Não nos esqueçamos, que o alto valor que a Escola tem na Sociedade é saber ser, também, um símbolo de normalidade.

Confiança, determinação e uma saudável e atenta aprendizagem.

NO TEMPO DE UMA PÁGINA


Em tempos de confinamento social a que obrigou a pandemia de Covid-19, “No tempo de uma página” e com tempo para imaginar, os alunos do 12.º B aceitaram o desafio de construir uma 2.ª Edição de Escrita Criativa (Found Poetry). Deram asas à sua criatividade e atreveram-se a uma escrita diferente.

Prof. Teresa Bagão

Concurso Desafio Empreende/EDU CAIXA – Barcelona | Final – Secundária de Estarreja

Atividades de mentoria no Campus de Barcelona com a nossa equipa Neptuno Speaker a participar ativamente.

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ESCOLA SECUNDÁRIA DE ESTARREJA FINALISTA EM CONCURSO INTERNACIONAL

O projeto, NEPTUNO SPEAKER – Boia de salvamento aquático (inteligente), representará a nossa Escola na grande final em Barcelona, “Concurso Desafio Empreende 2019”, dias 8 a 11 de maio. De entre 1232 projetos (submetidos em plataforma: relatórios e vários anexos técnicos), oriundos de diversos países, NEPTUNO SPEAKER está entre as 35 melhores ideias apresentadas a concurso, tendo passado por um processo de seleção baseado na norma da Fundação Europeia para a Ciência, incluída no European Peer Review Guide.

Este projeto foi um desafio aliciante para um grupo de quatro jovens, de grande exigência, praticado numa interação do saber técnico-científico assente numa abordagem exploratória e investigativa, através da metodologia proposta pela “EDU CAIXA” Fundação “la Caixa”, procurando a legitimação de uma tendência de trabalho na ESE, CULTURA MAKER, processo de aprendizagem em STEM (Science, Technology, Engineering and Math). Destaca-se como uma ação fundamental o trabalho desenvolvido em parceria com a ESTGA-UA, a comprovar a afirmação está a equipa de professores/engenheiros, Jorge Melo e Paulo Augusto.

A Câmara Municipal de Estarreja constituiu-se como uma parceira privilegiada do Núcleo de Empreendedorismo do Agrupamento de Escolas de Estarreja, e agradecemos toda a atenção dispensada ao nível da assessoria jurídica no processo de pedido de esclarecimento ao nível de registo de marca e de design no âmbito da execução do projeto. Sob o desígnio do apoio ao empreendedorismo jovem, este Município tem feito a diferença, “ousar e construir para ganhar o futuro”.

Uma boia “inteligente” que vai provocar mudanças no salvamento aquático mundial, trabalhada por um conjunto de 4 alunos do 12.º M, Curso Profissional Técnico de Gestão, Agostinho Silva, Carlos Teixeira (nadador salvador), Inês Cruz e Maria Castillo, sob a orientação de uma equipa de professores, Rosário Santos, Cristina Ribeiro, Paulo Almeida e Nuno Branco, coordenador do projeto.

Com a NEPTUNO SPEAKER “há mar e mar, há ir e voltar”.

Texto: Prof.ra Rosário Santos | Fotos; Dr. Hilário Matos e Maria Almeida

 

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Negócio inovador – Break & Coffee Bar, Lda. (PAP)

Hoje, um almoço especial no Hotel Tulip Inn. Um grupo de quatro alunos empreendedores do 12.º M, Curso Técnico de Gestão, Joana Simões, Mariana Dias, Sandra Tavares e Sérgio Pombeiro, responsáveis pela apresentação/defesa de um negócio, Break & Coffee Bar, Lda. (PAP), ousaram ter no seu cardápio, dois produtos inovadores de pastelaria com sabores e texturas à base de café. 
Desafiaram a prof.ra, Chef Liliana Oliveira, que prontamente pegou nas ideias e delineadas as receitas, chegou-se à derradeira fase de “colocar a mão na massa” …
O resultado final só podia ser, DELICIOSOS e ÚNICOS, duas maravilhas da doçaria portuguesa.
E como o segredo é a alma do negócio, só resta apreciar …

Pela ousadia, qualidade e inovação, NEGÓCIO À VISTA!

Texto e fotos | Prof.ra Rosário Santos

Alunos de Estarreja distinguidos pelo Prémio Ciência Ilídio Pinho – Notícia no site da Câmara Municipal de Estarreja

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VII SEMINÁRIO DE EMPREENDEDORISMO JOVEM de ESTARREJA e de VAGOS – 2019

Decorreu, dia 1 de fevereiro, no Centro de Educação e Recreio de Vagos, a final do “Concurso de Ideias Inovadoras de Negócio”, integrado no VII SEMINÁRIO DE EMPREENDEDORISMO JOVEM de ESTARREJA e de VAGOS – 2019, em que participaram várias equipas de jovens das Escolas, Secundária de Estarreja, Secundária de Vagos e do colégio de Calvão, defendendo projetos perante uma plateia repleta de alunos.
A cerimónia de entrega de prémios contou com a presença do Dr. João Alegria, vereador da Cultura da Câmara Municipal de Estarreja, o seu homólogo de Vagos, Dr. Pedro Miguel C. Bento e do Dr. Jorge Ventura, diretor do AEE.

Projetos vencedores:

ESTARREJA
1.º Lugar – “CHILL4LIFE” ((kit eletrónico para berços e camas diversas…) – Inês Maia | 12.º M do Curso Profissional Técnico de Gestão

VAGOS
1.º Lugar – “CASE HIT” (capa ecológica para mala de viagem com múltiplas valências) | Francisca, Nicole e Dieter | 12.º Ano de Línguas e Humanidades

Dois outros grupos em representação da Escola Secundária de Estarreja mereceram rasgados elogios, pela maneira exemplar como os alunos defenderam as suas propostas, contribuindo a objetividade e clareza da apresentação, a tranquilidade demonstrada, a apresentação e a postura corretíssimas. Um exemplo! Parabéns.

Técnico de Gestão, Programação de Sistemas Informáticos – 12.º J
– “E-FIT” (máquinas desportivas geradoras de energia) | Gabriel Valente, Fabiano Torrão e Gabriel Silva

Técnico de Gestão -12.º M
– “NEPTUNO – Castillo e Náutica” (bóia de salvamento telecomandada) | Agostinho Silva e Carlos Teixeira.

O Concurso de Ideias de Negócios Inovadores, Jovem Empreendedor de Estarreja 2019, é desenvolvido em parceria com a Câmara Municipal de Estarreja, Agrupamento de Escolas de Estarreja/Núcleo-Clube Empreendedorismo.

Porque o futuro exige um forte sentido de competências empreendedoras e adaptação à mudança, na ESE trabalha-se constantemente com o sentido de ministrar um ensino de crescente qualidade e de exigência, garantindo o reconhecimento e certificação das aptidões técnicas e profissionais dos nossos jovens.

 

Secundária de Estarreja premiada na 15.ª edição – Fundação Ilídio Pinho

15.ª Edição – Prémio Fundação Ilídio Pinho
Escola Secundária de Estarreja mais uma vez em destaque, três projetos em concurso DOIS PRÉMIOS.

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3.º prémio – 4.º escalão (3.º ciclo) | DIGITAL LOCKER – “Sistema de Reconhecimento Biométrico” – Coordenadora, professora Filipa Vidal;
Menção Honrosa – 5.º escalão (Ensino Secundário) | “JOYBIKE e TRIREK” – A mobilidade como fator de inclusão e instrumento de humanização – Coordenadora, professora Rosário Santos.

Nesta Mostra Nacional, outro projeto esteve a concurso, o Projeto “INTELLIGENT COOLCAR” (5.º escalão), coordenado pelo professor Samuel Pereira e que recebeu rasgados elogios pela originalidade e utilização que virá a ter na indústria automóvel.

Pelo terceiro ano consecutivo, o Agrupamento de Escolas de Estarreja se destaca pela sua dinâmica e ações promotoras da educação para o empreendedorismo, práticas alicerçadas nas interligações do conhecimento científico e inovação tecnológica. Porque o futuro exige um forte sentido de competências empreendedoras e adaptação à mudança, os grupos de trabalho afetos aos projetos, trabalharam com o sentido de apresentar ideias/produtos inovadores, de qualidade, garantindo o reconhecimento e certificação das aptidões técnicas e profissionais dos nossos jovens.
Em destaque estiveram os seguintes alunos:

PROJETO DIGITAL LOCKER: Pedro Manuel Oliveira Matos e Nuno Francisco Tavares da Silva do 11.º F.
PROJETO JOYBIKE e TRIREK : Inês Valente Maia (12.º M ) e Tânia Manuela Baptista Amador 12.º H referente ao ano letivo 2017/2018;
PROJETO INTELLIGENT COOLCAR: Daniel Pinto da Silva e Nelson José Pinho de Oliveira do 12.º G.

Para o Agrupamento de Escolas de Estarreja, este é mais um reconhecimento público, fruto do trabalho entusiástico de docentes, alunos e direção, numa escola que cada vez mais se afirma na região pela qualidade do seu ensino, produzindo projetos singulares, soluções empreendedoras de base científica e inovação tecnológica. Destaca-se como uma ação fundamental o trabalho desenvolvido em parceria com a ESTGA-UA, a comprovar a afirmação está a equipa de professores/investigador, Mário Rodrigues, Jorge Melo e Paulo Augusto.

Para além das individualidades, Presidente da Fundação Ilídio Pinho, Ministro da Educação e Ciência, Delegada Regional de Educação do Centro, de vários ex-ministros e da entusiástica visita do primeiro-ministro, tivemos ainda a presença marcante do nosso Diretor, Dr. Jorge Ventura.

Nesta ESCOLA, SONHAR não é proibido… e a ambição é a porta do SUCESSO para todos os seus alunos!
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A professora Rosário Santos, enquanto coordenadora do Núcleo de Empreendedorismo, agradece à Câmara Municipal de Estarreja, aos colegas Samuel Pereira, Nuno Branco e João Joana os contributos e colaboração prestada na concretização dos três projetos. 
Agradece reconhecidamente todo o suporte prestado pela ESTGA-UA, DGEsTE/Direção de Serviços da Região do Centro, Direção do Agrupamento de Escolas de Estarreja e Serviços Administrativos da ESE.
Bem hajam!
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Mais fotos em:https://www.fundacaoip.pt/…/15a-edicao-ciencia-na-escola-d…/

Árvore de Natal 2018 – Economia Circular

O espírito natalício chegou à Escola Secundaria de Estarreja! Com muita criatividade e originalidade, os alunos da turma do 10.º F do Curso Profissional de Produção em Metalomecânica, sob a direção do professor Nuno Branco, apresentaram uma ÁRVORE DE NATAL enquadrada na filosofia da economia circular. Parafusos, anilhas, arame, pregos e pequenas tiras de ferro considerados desperdícios, foram reutilizados na construção de uma peça de design. Promover a aquisição de valores inerentes a um desenvolvimento sustentável, combatendo o desperdício foi o mote dado – “Nas oficinas de Mecânica nada se perde tudo se transforma”.

Solidariedade na Escola Secundária de Estarreja

“Solidariedade, Participação, Cooperação, Complementaridade, Gratuitidade, Responsabilidade – os princípios que moveram uma turma da Escola Secundária de Estarreja, 8.ºB, pais e professores a um ato de voluntariado em conjunto com uma ONG, no concelho de Castanheira de Pera.”

 

Trabalhos no âmbito da Área Escola – Escola Secundária de Estarreja

Ao passar pela sala de exposições da biblioteca da Escola Secundária de Estarreja, não resisti … Num ambiente de criação artística os alunos 3.º ciclo do Ensino Básico da nossa Escola, no âmbito da Área Escola (materiais da floresta e materiais recicláveis), em correlação com temas lecionados em Geografia,

tiveram a oportunidade de exercitar a sua criatividade aplicando os conhecimentos adquiridos. 

Energia solar de próxima geração – Painéis solares orgânicos

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“Estacionar o carro já é uma dor de cabeça para muitos. Imagine acrescentar a isso a necessidade de carregar esse veículo por um tempo considerável, já que ele é movido a energia elétrica. Pensando nisso, a CSEM Brasil, em parceria com a multinacional de energia AES, desenvolveu uma solução prática e extremamente sustentável: o projeto Carport. A ideia é que o produto seja facilmente integrável às cidades, utilizando energia solar de baixo custo e com a menor pegada de carbono possível.

Estima-se que, em 2025, os automóveis elétricos representem 15% do mercado mundial – dado três vezes maior do que as previsões de crescimento anteriores. O salto seria grande: hoje os carros elétricos são apenas 0,86% do mercado. No entanto, essa tendência vai na onda de uma necessidade: não há outro futuro possível, a não ser o sustentável.”

“Estacionamentos solares já existem hoje (veja aqui), mas com a tecnologia dos painéis tradicionais. Agora, a inovação dos painéis solares orgânicos (OPV – Organic Photovoltaic), desenvolvidos pelo CSEM Brasil e levados ao mercado pela spin-off Sunew, trazem mais praticidade, menor custo e mais possibilidades de design. Como as tecnologias tradicionais possuem um material muito pesado – cerca de 20kg por m² – a estrutura de um estacionamento com painéis tradicionais precisa ser muito mais robusta, aumentando os custos de produção, e instalação e dificultando sua popularização.

Já o OPV pesa apenas 400g/m², além de ser flexível e transparente, abrindo espaço para um design futurista e atrativo. Tudo isso com uma produção que utiliza materiais orgânicos a baixas temperaturas, o que caracteriza os painéis de OPV como a energia solar com menor impacto ambiental existente.”

“Um Carport vai gerar energia com muito mais facilidade de instalação. Nosso target é um estacionamento futurístico, barato e prático – que você poderia comprar, por exemplo, na Leroy Merlin, levar para a casa e instalar onde desejasse”, esclarece Vilaça.

Fonte: Ciclo Vivo
 

15.ª edição do Prémio Fundação Ilídio Pinho, “CIÊNCIA NA ESCOLA” – Entrega de Diplomas de Mérito (2.ª fase) – Agrup. Escolas de Estarreja

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O Agrupamento de Escolas de Estarreja, no dia 16 de janeiro, teve a honra de participar na cerimónia de entrega dos DIPLOMAS DE MÉRITO aos professores coordenadores de 4 projetos selecionados pelo Júri Regional, zona centro, bem como do prémio de participação, destinado a apoiar o desenvolvimento dos projetos (2.ª fase), no âmbito da 15.ª edição do Prémio Fundação Ilídio Pinho:

  • “A jogar também se aprende!” – 300,00€ (1.º ciclo, 2.º escalão);
  • DIGITAL LOCKER – “Sistema de Reconhecimento Biométrico” – 500,00€ (3.º ciclo, 4.º escalão);
  • “INTELLIGENT COOLCAR” – A aposta na humanização ecossustentável – 500,00€ (Ensino Secundário, 5.º escalão);
  • “JOYBIKE e TRIREK” – A mobilidade como fator de inclusão e instrumento de humanização – 500,00€ – (Ensino Secundário, 5.º escalão).

A cerimónia teve lugar na Escola Artística do Conservatório de Música de Coimbra, cuja distinção foi entregue pelo Sr. Eng.ro Ilídio Pinho, contando também com a presença da Dr.ª Cristina Oliveira, delegada regional de Educação do Centro, da Dr.ª Maria José Nogueira, anfitriã da cerimónia e diretora da Escola Artística e do Dr. António Proença em representação da coordenação nacional do prémio “Ciência na Escola”.

Este prémio visa motivar todos os alunos, da Educação Pré-Escolar, dos 1.º, 2.º e 3.º Ciclos do Ensino Básico e do Ensino Secundário, das diferentes vias de educação e formação, para o desenvolvimento de competências, aptidões e métodos de investigação no domínio da Ciência e  da Tecnologia, tendo como principal objetivo, a criação de uma cultura científica nas escolas que permita o desenvolvimento de projetos que sejam estruturantes do ponto de vista do perfil do aluno, ligando este perfil de saída da escolaridade obrigatória, à realidade social e empresarial.

A nível nacional foram submetidos a concurso 1250 projetos provenientes de quase 400 escolas, tendo sido selecionados pelo Júri Regional, 590 projetos para a fase de desenvolvimento, dos quais 247 da Região Centro.

Nesta cerimónia, o nosso agrupamento ao ser convidado para efetuar uma apresentação pública do Projeto COLTEC, premiado com menção honrosa na edição anterior, deixa uma marca importante de profissionalismo, pelo produto apresentado (colete tecnológico), alicerçado nas interligações do conhecimento científico e inovação tecnológica. Orgulha-se de ser neste momento, um Agrupamento de referência, com uma imagem de qualidade que se vai consolidando ano após ano.

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TOP CAMPUS NATAL

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O TOP CAMPUS NATAL está inserido numa estratégia de formação e educação para o empreendedorismo jovem, mais vasta, denominada de “Youth Inclusive Entrepreneurship Lab”, financiada pelo programa Erasmus+ Juventude em Ação, projeto europeu, desenvolvido pelos Municípios de Estarreja e de Vagos.  Este é um dos primeiros programas de empreendedorismo de base regional e que pretende colocar a cidade de Estarreja como referência do empreendedorismo jovem em Portugal.

Este projeto conta com a parceria-chave do Agrupamento de Escolas de Estarreja e do seu Núcleo/Clube de Empreendedorismo da Escola Secundária de Estarreja, proporcionando nesta edição, dois dias de intensa formação, 19 e 20 de dezembro, a 15 dos nossos jovens alunos, selecionados dos 10.º e 11.º anos do ensino profissional, a possibilidade de participarem neste programa. Este laboratório de formação empreendedora, encontra-se alicerçado no desenvolvimento e enriquecimento de competências e de comportamentos de inovação, de autonomia e de criatividade, na criação de ideias, na avaliação de oportunidades, na assunção de riscos e na concretização de iniciativas diferenciadas e de sucesso.

O facto de o evento ter tido lugar na Pousada da Juventude de Viseu, num ambiente informal e acolhedor, constitui-se num estimulante espaço de trabalho com recurso a dinâmicas intergrupos com base em pressupostos de empowerment para empreendedores.

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ECONOMIA CIRCULAR – Sessão Informativa | SEMA

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No dia 28 de novembro, no Centro de Negócios do Eco Parque Empresarial de Estarreja, duas turmas do 12.º Ano da Escola Secundária de Estarreja, Técnico de Gestão e Técnico de Produção em Metalomecânica, participaram numa Sessão Informativa sobre uma nova forma de se pensar a utilização dos recursos naturais, “Economia Circular”, nas áreas da Química e da Metalomecânica, cujo evento foi uma iniciativa da SEMA, Associação Empresarial Sever do Vouga, Estarreja, Murtosa e Albergaria-a-Velha.

Com base numa profunda experiência profissional, alicerçada por formação académica em diversas áreas do Ambiente e Recursos Naturais, o Prof. Dr. Carlos Borrego, primeiro orador e numa abordagem cativante, reforça a importância da transição de uma economia linear para uma economia circular, ao ser prossecutor de abordagens inovadoras, que se traduzem na necessidade de serem desenvolvidas novas eficiências e reciclabilidade dos resíduos. A economia mundial tem sido construída, desde os primórdios da industrialização, com base num modelo linear de consumo de recursos que segue um padrão “extrair-produzir- consumir- deitar fora”, que se encontra nos dias de hoje sob ameaça devido à forma e velocidade insustentável como são usados os recursos naturais, cada vez mais escassos.

Senão, vejamos os dados divulgados:                                  

– “Na UE, cada pessoa consome atualmente 16 toneladas de materiais por ano, das quais 6 toneladas são desperdiçadas, acabando metade nos aterros. – Em 2014, só em Portugal cada habitante produziu 425 kg de lixo (mais 2,5% do que em 2013). – Na Europa, 31% dos alimentos são desperdiçados ao longo da cadeia de valor. – Um carro europeu está estacionado em média 92%.  – Um escritório é usado apenas 35% a 50% do tempo, mesmo durante o horário de trabalho. – Nas indústrias do aço, plástico e papel perdem-se entre 30 a 75% do valor dos materiais no 1.º ciclo produtivo. – A União Europeia importa 6 vezes mais materiais e recursos naturais do que exporta. Em média, a Europa usa os materiais apenas uma vez.  Se continuarmos a utilizar os recursos ao ritmo atual, em 2050 teremos necessidade, em termos agregados, do equivalente a mais de dois planetas para nos mantermos.”

Uma realidade preocupante que não deixou ninguém indiferente!

Segundo o mesmo orador, não basta reciclar! A economia circular vai muito além da reciclagem, algo muito mais ambicioso como PREVENIR, REUTILIZAR, RESTAURAR, REGENERAR, promovendo a mobilização geral rumo a um novo estilo de vida, que respeite os limites impostos pelo planeta Terra.  Os resíduos deixam de ser um fim em si mesmos e tornam-se reutilizáveis. Em 2020 os resíduos terão que ser geridos como um recurso. O final de vida de um produto poderá ditar o início de outro. São estes os princípios que norteiam a economia circular.

Como avaliação da atividade, destaca-se o facto de ter sido do agrado de todos os alunos e professores participantes, pela atualidade e importância da informação/formação de uma consciência esclarecida, atenta e orientada para a prossecução dos objetivos do desenvolvimento sustentável e da ECONOMIA CIRCULAR.

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Blogue da biblioteca da Escola Secundária de Estarreja

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O blogue da biblioteca da Escola Secundária de Estarreja, CAMÕES & COMPANHIA, na hiperligação http://bibliotecaes3.blogspot.pt/ .

Esta plataforma renasce pela mão do professor bibliotecário Carlos Peixoto (outubro de 2017) e pretende ser um espaço de aproximação da comunidade escolar com a sua biblioteca. Um meio rápido e dinâmico de comunicação baseado na partilha de informações, de notícias, de novidades, de atividades culturais, na atualização de conhecimentos e na discussão/expressão de opinião.

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE ESTARREJA em destaque no jornal “O Concelho de Estarreja” – 2.ª parte dos textos narrativos dos alunos

Trabalhos que garantem uma aprendizagem significativa para os alunos do Agrupamento de Escolas de Estarreja.

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Sidra eco-inovadora produzida por estudantes da Universidade de Aveiro

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“É ecológica, é simples e barata de produzir e, diz quem já bebeu, que em nada fica atrás das sidras de maçã tradicionais. Pelo contrário. A primeira sidra eco-inovadora até já tem uma empresa interessada em colocá-la no mercado. A Cidermace – assim se chama a bebida desenvolvida por um grupo de estudantes do Departamento de Química (DQ) da Universidade de Aveiro (UA) – tem nos ingredientes o aproveitamento das matérias primas descartadas e destinadas ao lixo pelas indústrias de sumos concentrados e um processo produtivo que simplifica os vários passos da receita tradicional.
 

“A principal matéria prima deste produto eco-inovador, uma característica que o diferencia de todos os outros existentes no mercado, é o bagaço de maçã, um subproduto da indústria de concentrado de sumo de maçã que nos foi fornecido pela Indumape”, desvenda a equipa. A este ingrediente, “complementa-se a utilização do concentrado de sumo de maçã, fornecido pela mesma empresa, e leveduras cedidas pela Microcervejeira Vadia” que já demonstrou interesse em adaptar à sua produção a sidra desenvolvida.

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João Santos, estudante do Mestrado em Biotecnologia, e Eduardo Coimbra e Margarida Afonso, do Mestrado Integrado em Engenharia Química, são os estudantes que estão por de trás do desenvolvimento desta sidra eco-inovadora. O grupo teve como mentores o estudante de doutoramento Pedro Fernandes e os investigadores Elisabete Coelho e Manuel A. Coimbra. A bebida foi desenvolvida nos laboratórios da Unidade de Investigação de Química Orgânica, Produtos Naturais e Agroalimentares (QOPNA) do DQ.

Ingredientes reciclados e produção simplificada

Com a utilização de ingredientes destinados ao lixo, a cidra da UA junta o útil ao agradável. De facto, aponta a equipa, o bagaço de maçã é um subproduto da indústria de sumos concentrados, cuja eliminação traz muitas implicações ambientais e económicas para as indústrias”.

No entanto, os estudantes verificaram que existia potencialidade criativa no bagaço de maçã, nomeadamente na “valorização dos compostos de aroma e açúcares que fazem parte da sua composição química” e que, no final, “definem a bebida produzida não só em termos ecológicos, como também sensoriais”. A equipa conseguiu assim dar utilidade a este subproduto, tornando-o numa matéria-prima para a produção de sidra.

A par desta vantagem para empresas e ambiente, há outra mais valia importante a ter em conta, já que a utilização do bagaço de maçã para a produção de sidra pode diferenciar positivamente este produto. No caso do processo mais convencional, explicam os estudantes, “elimina os vários passos de extração do sumo da maçã e, consequentemente, reduz os custos de produção”.

Em relação às sidras que já usam concentrado de maçã, o bagaço de maçã permite que seja “apenas requerido um passo de extração adicional, adaptável a um processo semelhante usado pela indústria cervejeira, a brassagem”. É mesmo esse processo o que permite valorizar os compostos de aroma presentes no bagaço de maçã e que elimina a necessidade de adição de aromas, ao contrário do que acontece com muitos produtos disponíveis comercialmente obtidos a partir do concentrado de maçã.

Bebida refrescante com toque de maçã

Uma vez na boca, descreve a equipa, a ausência do doce é a primeira observação que se tem quando se bebe esta sidra, o que também a diferencia dos produtos existentes no mercado”. A esta complementa-se “o ligeiro toque a maçã que culmina num sabor e aroma refrescantes”.

As sinergias dos estudantes com as empresas Indumape e Microcervejeira Vadia foi possível graças à IngenUA, uma plataforma criada na UA para apoiar o espírito empreendedor de estudantes e investigadores.

O Cidermace é um dos projetos presentes na final nacional do Ecotrophelia, um concurso de âmbito internacional promovido pela PortugalFoods e Federação das Indústrias Portuguesas Agro Alimentares (FIPA), para “premiar a inovação do meio académico no setor agroalimentar”. O vencedor, que será conhecido a 6 de junho, irá representar Portugal na Ecotrophelia Europa 2017, que decorre de 21 a 22 de novembro, em Londres.

Fonte: http://uaonline.ua.pt/pub/detail.asp?c=50630

Economia Circular

O que é a Economia Circular?

O conceito de economia circular constitui uma resposta ao desejo de um crescimento sustentável no contexto da pressão crescente que a produção e o consumo exercem sobre o ambiente e os recursos mundiais. Até à data, a economia tem funcionado sobretudo com base num modelo linear de «recolha, produção e eliminação», segundo o qual todos os produtos alcançarão inevitavelmente o seu «fim de vida útil».

Na UE, cada pessoa utiliza cerca de 15 toneladas de materiais por ano, enquanto cada cidadão da UE gera anualmente, em média, mais de 4,5 toneladas de resíduos, sendo quase metade destes depositada em aterros. A economia linear, que depende exclusivamente da extração de recursos, deixou de ser uma opção viável.

A transição para uma economia circular redireciona o foco para a reutilização, reparação, renovação e reciclagem dos materiais e produtos existentes. O que era visto como «resíduo» pode ser transformado num recurso.

CONCURSO DE IDEIAS INOVADORAS DE NEGÓCIO 2017 – Estarreja

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CONCURSO DE IDEIAS INOVADORAS DE NEGÓCIO 2017
– V Seminário de Empreendedorismo Jovem de Estarreja –
Diário de Aveiro | 28 JAN

O primeiro lugar foi conquistado com o projeto “COLTEC o Colete Tecnológico – Wearable Technology ao serviço da segurança rodoviária” defendido pelas alunas Andreia Mané, Beatriz Rodrigues e Soraia Santos do 12.º Ano do Curso Profissional Técnico de Gestão, da Escola Secundária de Estarreja (Sede de Agrupamento).

III BOOTCAMP – Estarreja

Diário de Aveiro – 27 de janeiro de 2017.
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Empreendedorismo na Escola Secundária de Estarreja (Sede de Agrupamento) – 2016/2017

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O Programa de Empreendedorismo na Escola é uma iniciativa, promovida pela Câmara Municipal de Estarreja em parceria com o Agrupamento de Escolas de Estarreja, através do seu Núcleo de Empreendedorismo com o objetivo estratégico de promover o empreendedorismo nas escolas do município. A Educação para o Empreendedorismo é transversal a todas as disciplinas, assumindo-se um compromisso no sentido de estimular nos nossos alunos as competências transversais, criativas e inovadoras.

ACADENIA – PARRA ALUNOS DO 10.º E 11.º ANOS

Data limite para inscrição: 12/12/2016

Link p/inscrição: http://bit.ly/ACADEMIAESTARREJA

Local/data: Laboratório de Empreendedorismo Jovem (Ciclo Criativo) onde funciona a Universidade Sénior, durante os dias 21 e 22 de dezembro.

Temas: Dinâmicas de Grupo; Objetivos Desenvolvimento Sustentável; Proposta de Valor; O Pitch; StoryBoard.

Nota: Possibilidade dos alunos poderem participar em atividade gratuitas no Município de Vagos a 19 e 20 dezembro, com a seguinte metodologia: Dinâmicas de Grupo; Objetivos Desenvolvimento Sustentável; Proposta de Valor; O Pitch; StoryBoard. (A CME garante transporte para o Município de Vagos)

BOOTCAMP – PARA ALUNOS DO 12.º ANO (C/ POSSIBILIDADE DE HAVER 1 ALUNO DO 11.º  ANO NOS GRUPOS DE 3 ELEMENTOS).

Link p/inscrição: http://bit.ly/BOOTCAMPESTARREJA

Datas do Bootcamp: 24 a 26 de  janeiro de 2017 distribuídas da seguinte forma:

  • Hotel Tulip Inn  durante os dias 24 e 25 de janeiro (dormida e refeições, …) com a seguinte metodologia de trabalho: Business Model Canvas, Pitch, Proposta de Valor, etc.

Nota: Os projetos (ideias) devem enquadrar-se num ou mais dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável definidos pela ONU.

  • Laboratório de Empreendedorismo Jovem – Ciclo Criativo no dia 26 de janeiro com dinâmicas de Grupo e Workshops para o desenvolvimento de Soft Skills.

CONCURSO DE IDEIAS PARA OS PARTICIPANTES NO BOOTCAMP.

Data/local: Manhã do dia 27 janeiro 2017 no Cineteatro de Estarreja com entrega de prémios e certificados de participação.

 

IX Feira da Juventude, Formação e Proteção Civil – Escola Secundária de Estarreja

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A metodologia ativa de “learning by doing” esteve bem patente nesta feira com as turmas do 10.ºH, 11.º H e 12.º H do Curso Profissional Técnico de Gestão da ESE a dinamizarem um mini-negócio TASQUINHA, Gestão & Gestão, Lda., com o intuito de angariação de fundos para a CERCIESTA.
Através deste tipo de projetos proporcionamos aos alunos o fortalecimento das suas competências e atitudes de liderança ao nível da organização, negociação, motivação, entre outras.
Gostaria de salientar, que a turma do 11.º M do Curso Profissional Técnico de Marketing deu uma ajuda considerada fundamental para o sucesso deste negócio.

Ideias inovadoras – Um casaco que usa a energia do sol

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“Uma empresa norte-americana com origem no México desenvolveu um casaco térmico que utiliza a energia solar para aquecer o utilizador. Este será mesmo “o primeiro casaco do mundo que capta o calor do sol para  manter quente  o indivíduo sem acrescentar volume”, de acordo com os fundadores da ThermalTech.

Segundo a apresentação da marca na campanha de “crowdfunding” na plataforma Indiegogo, o casaco é feito de um tecido inteligente com um conjunto de características que o torna único: é flexível, leve e à prova de água e respira, impedindo o sobre-aquecimento durante a prática de desportos e equilibrando a temperatura corporal. 

A tecnologia térmica pode ser incorporada em quase todos os materiais e estilos de vestuário, garantem os criadores, e encontra-se em processo de patenteamento. Durante o dia, a energia é captada através dos raios solares. Após o pôr do sol — ou quando em espaços fechados —, as células do tecido captam energia de fontes de iluminação artificial e transformam-na em calor, aumentando a temperatura em poucos minutos.

Carlos Cortes, que fundou a empresa com Fatima Arguelles, explicou ao site “TreeHugger” que a introdução de um tecido capaz de absorver a energia solar no mercado do vestuário vai permitir que toda a gente, do “snowboarder” à “fashionista”, se “mantenha quente em climas mais frios”. Isto sem aumentar o número de peças vestidas e, consequentemente, a sensação de volume.

Os casacos da ThermalTech estão disponíveis em várias cores para homem e mulher, em três modelos: uma versão urbana para, idealmente, ser usada em ambientes com temperaturas entre os 0 e os 10 graus Celsius; uma versão de explorador, com carapuço e vários bolsos interiores, desenvolvida para temperaturas mais baixas; e, por último, uma versão “extreme”, pensada para temperaturas até aos 20 graus Celsius negativos.

No Indiegogo é possível encomendar um casaco do modelo urbano a partir de 139 dólares (perto de 125 euros). As entregas estão agendadas para Agosto de 2016.”

Fonte: http://p3.publico.pt/vicios/espelho/19579/um-casaco-que-usa-energia-do-sol-para-te-manter-quente