Visita de estudo – Banco de Portugal (filial do Porto) e empresa ALTRONIX (PME de Excelência)

No passado dia 6 de novembro, os alunos do 12.º H, Curso Profissional de Técnico de Gestão deslocaram-se em visita de estudo ao Banco de Portugal, filial Porto e empresa ALTRONIX sediada na Trofa, no âmbito dos objetivos do curso e, especificamente, das disciplinas de Gestão e Cálculo Financeiro e Estatística Aplicada.
Das melhores visitas … Bons ensinamentos:

  • Banco de Portugal – Basta TOCAR, OBSERVAR e INCLINAR para distinguir as notas verdadeiras das contrafeitas sem ser preciso recorrer a equipamento especial, através de elementos de segurança (Papel fiduciário – Marcas de água – Filete de segurança – Registo frente / verso – Impressão em relevo – Banda holográfica – Banda holográfica com retrato – Número esmeralda – Janela com retrato – Banda iridescente – Número de série – Microtextos – Tintas fluorescentes); Dada a sofisticação de algumas notas contrafeitas a utilização de equipamento ultravioleta para deteção de fibras fluorescentes na série 1 e série2; O que fazer com notas mutiladas ou danificadas e o que fazer se recebermos uma nota suspeita, foram entre muitas outras, informações preciosas, dicas técnicas extremamente úteis…
  • Empresa ALTRONIX (“PME de Excelência” pelo 7.º ano consecutivo e 4.º ano consecutivo como uma das “Melhores Empresas para Trabalhar” ) dedica-se ao fabrico, distribuição e suporte de soluções profissionais na área da Identificação de pessoas, Codificação de produtos e Mobilidade empresarial – Pudemos apreciar uma empresa que aplica as mais recentes tecnologias e práticas empresariais, as soluções fornecidas permitem automatizar e otimizar processos logísticos nas mais diversas áreas de negócio, reduzindo custos operacionais, rentabilizando tempo e aumentando a produtividade dos seus clientes.
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Banco de Portugal – Novos serviços para particulares e empresas

O Banco de Portugal (BdP) lançou hoje uma ‘área de empresa’ no seu sítio na Internet, visando ajudar as empresas a cumprir as suas obrigações de reporte estatístico e a obter informações relevantes para a sua actividade.

O acesso a este serviço de consulta online permite a obtenção de informação de forma célere, cómoda e gratuita.

Literacia financeira – “Todos Contam” novo portal

Ontem, dia nove, foi lançado pelo Conselho Nacional de Supervisores Financeiros um novo portal sobre  literacia financeira. Esta nova plataforma pretende ser uma “sede aberta de conhecimento” a todos os cidadãos. Uma única plataforma que reúne um vasto leque de informação sobre produtos de poupança e investimento – características, riscos e produtos adequados a cada etapa da vida – planeamento do orçamento familiar, cuidados a ter na contratação de crédito, mas também dicas sobre a prevenção da fraude, um guia para criar uma empresa, vários simuladores e até jogos e vídeos direccionados para os mais jovens

 

Com este novo site de LITERACIA FINANCEIRA,  pode aprender a fazer:

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Literacia Financeira da População Portuguesa

O Banco de Portugal divulgou, hoje,  o “Relatório do Inquérito à Literacia Financeira da População Portuguesa, realizado em 2010, depois de há cerca de um ano o mesmo banco ter divulgado os resultados preliminares do “Inquérito à Literacia Financeira: Banco de Portugal foi a casa de 2000 portugueses,.

O Governador do Banco de Portugal alerta que existem “importantes assimetrias nos níveis de literacia financeira de diferentes grupos populacionais”. Jovens e desempregados são os casos mais preocupantes.

Em matéria de literacia financeira, o cenário traçado pelo Banco de Portugal não é dos mais favoráveis. A  escassez de formação e de informação  por parte dos clientes bancários criou uma bola de neve que se chama crédito malparado. Desconhecem o que seja um “spread” e ignoram outros custos associados aos empréstimos que se propõem, e conseguem, contrair.

  • 32% dos portugueses têm cartões de crédito.
  • 37% dos portugueses têm seguros. Estes são os produtos bancários a que os portugueses mais aderem.
  • 31% da população nacional escolhe os depósitos a prazo como destino para as suas poupanças.
  • 26% dos portugueses comprou casa recorrendo ao crédito à habitação.
  • 25% dos portugueses recorre ao descoberto bancário (contas ordenado) para fazer face a dificuldades
  • 16% dos portugueses recorre aos planos de poupança para alcançar algum objetivo, nomeadamente para a reforma.
  • 4% dos portugueses gosta de arriscar e aplicar o seu dinheiro em ações.

Confira, aqui, estas e outras informações consideradas fundamentais para a perceção das atitudes e comportamentos da população portuguesa na gestão das suas finanças pessoais e os conhecimentos financeiros básicos.

Fonte: Banco de Portugal

Banco de Portugal faz inquérito à Literacia Financeira dos portugueses

O problema da maioria dos portugueses não está na forma como ganha ou pode ganhar dinheiro, mas sim o modo como o gasta. Constata-se que existe um défice de literacia financeira, um problema intrínseco à sociedade actual.
No âmbito da suas recentes competências de supervisão comportamental  o Banco de Portugal (BdP) contratou à Eurosondagem um inquérito realizado porta-a-porta com o ambicioso objectivo de aferir o estado da literacia financeira entre os portugueses: Inquérito à Literacia Financeira da População Portuguesa|2010.
No documento divulgado pelo Banco de Portugal em que foram entrevistadas 2 000 pessoas, pode ler-se:
(…) de idade igual ou superior a 16 anos, [que] foram estratificados de acordo com cinco critérios: género, idade, região NUTS II (Norte, Centro, Lisboa, Alentejo, Algarve, Açores e Madeira), situação laboral (activo ou não activo) e nível de escolaridade.”
As entrevistas basearam-se num questionário composto por 94 questões de escolha múltipla, que incidiram sobre cinco áreas temáticas:
1. INCLUSÃO FINANCEIRA;
2. PLANEAMENTO DE DESPESAS E POUPANÇA;
3. GESTÃO DE CONTA BANCÁRIA;
4. ESCOLHA DE PRODUTOS FINANCEIROS;
5. COMPREENSÃO FINANCEIRA.
 
O documento contêm alguns dados que demonstram, que o Banco de Portugal, CMVM e Instituto de Seguros Portugal (ISP),  bem como os respectivos supervisionados e sistema educativo em geral, têm ainda um longo caminho a percorrer para dotar o país de um grau de literacia financeira minimamente decente.
A iniciativa de dar a conhecer e reconhecer o estado da literacia financeira é um primeiro passo indispensável para acções futuras neste domínio.
Destaco algumas frases chave do inquérito:

(…) dos inquiridos que dizem fazer poupanças, a maioria (54%) considera como poupança o dinheiro deixado numa conta à ordem para gastar mais tarde. A prática de deixar os recursos excedentários numa conta à ordem poderá indicar alguma inércia quanto à poupança, o que normalmente decorre da falta de sensibilizada à sua importância ou do desconhecimento sobre as possíveis aplicações.”

“Finalmente, as decisões quanto à poupança são determinadas também, em grande medida, por restrições financeiras: a maioria dos inquiridos que não poupam (88%) referem rendimentos insuficientes como principal razão.”

“De entre os critérios de escolha do crédito à habitação, apenas 4% dos inquiridos indicam a taxa anual efectiva (TAE) – medida que engloba todos os encargos obrigatórios associados ao crédito – e 18% mencionam a taxa de juro.”

“No caso dos detentores de cartões de crédito, dos 43% que não pagam a totalidade do saldo em dívida no final do mês apenas 22% dizem saber qual o valor exacto da taxa de juro associada ao cartão.”

“Questionados sobre o conceito de Euribor, apenas 9% dos inquiridos respondem com rigor e apenas 17% revelam saber o significado do spread que incide sobre uma taxa de juro de referência.”

“Embora a maioria dos inquiridos (73%) saibam correctamente identificar o saldo num extracto de conta, apenas 46% demonstram saber calcular esse saldo após uma simples operação de débito da conta ou têm noção do conceito de descoberto bancário. Os resultados são também menos positivos na avaliação do grau de risco de produtos financeiros.”

 

 Consulte o documento na íntegra