3.º e último dia da XII Mostra Nacional de Ciências, concurso de Jovens Cientistas.

Na sessão de encerramento, contámos com a presença do Diretor do Agrupamento de Escolas de Estarreja, Jorge Ventura, a âncora de esperança para o fortalecimento de uma Escola de referência.
Uma saudação especial ao vereador responsável pelo pelouro da Educação da Câmara Municipal de Estarreja, João Alegria, agradecendo a sua presença.
E como os últimos são sempre os primeiros, aos nossos alunos, um agradecimento muito especial, pelo seu desempenho, seriedade e dedicação, uma prestação exemplar: Andreia Filipa Anjos Lopes Mané ( a frequentar o 1.º ano da Universidade), Bruna Alexandra Dias Oliveira, Diana Isabel Abreu Nunes, Gisela Sofia dos Santos Aguiar; Henrique Rafael Rodriguez Lopes e Ricardo Manuel Cosme dos Santos.

FORAM FANTÁSTICOS!

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A Universidade de Aveiro (UA) integra um novo consórcio no âmbito da MEDICINA REGENERATIVA

Mais uma boa notícia, esta também no âmbito da MEDICINA REGENERATIVA.
A Universidade de Aveiro (UA) integra um novo consórcio para a criação, até 2024, de um Centro de Investigação em Medicina Regenerativa e de Precisão em Portugal, que garantiu um financiamento de 15 milhões de euros da União Europeia.
Fonte: Jornal Diário de Aveiro, 12/02/2018

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IDEIAS INOVADORAS: Combustível feito a partir de soja – Prémio a investigadora da Universidade de Coimbra

Combustível

“Investigadora do Centro para a Ecologia Industrial da Universidade de Coimbra (UC) Érica Castanheira foi distinguida com o Prémio Científico Mário Quartin Graça pela sua tese de doutoramento sobre a pegada ambiental do biodiesel.

A tese de doutoramento de Érica Castanheira, “desenvolvida no âmbito de diversos projetos internacionais sobre os impactes ambientais associados ao biodiesel produzido a partir de soja e de palma cultivadas na América Latina, foi distinguida na categoria de Tecnologias e Ciências Naturais”, revelou a UC.

A equipa de especialistas estudou o impacto ambiental de ciclo de vida do biodiesel de soja e palma, isto é, avaliou “emissões poluentes, como, por exemplo, os gases com efeito de estufa, em todas as etapas do processo, desde o solo usado para o cultivo no Brasil, Argentina e Colômbia, até à extração de óleo, transporte, produção de biodiesel e distribuição”, explica Érica Castanheira.

Cerca de metade do biodiesel utilizado em Portugal é produzido a partir de semente e óleo de soja e palma, importados da América Latina.

O estudo assume, por isso, particular relevância para ajudar os produtores nacionais a “optarem pelas melhores soluções, por forma a cumprir as metas impostas” pela União Europeia (UE), sustenta a investigadora.”

Fonte: http://www.sol.pt/

Aplicação móvel para MEDIR EMOÇÕES vale prémio a investigador português.

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PORTUGAL NA VANGUARDA DO CONHECIMENTO!

David Nunes, um investigador português de 27 anos, da Universidade de Coimbra, foi distinguido com o prémio de Jovem Investigador na Conferência Internacional IEEE-14CS – Inovação para Serviços Comunitários, graças a uma aplicação inovadora.- Happy Hour – Improving Mood With An Emotionally Aware Application,

A mesma app promove caminhadas e exercício físico como forma de melhorara situação emocional de quem a utiliza, selecionando e apresentando informação em tempo real sobre espaços verdes de interesse próximos do local onde o utilizador está. Tira partido dos sensores do dispositivo para identificar, localizar e perceber o ambiente onde indivíduo está inserido.

A aplicação, que está atualmente em fase de protótipo, foi criada com o objetivo de contribuir para “mudar o paradigma” defende o investigar, considerando que “as tecnologias devem compreender o ser humano e adaptar-se às suas necessidades e desejos”.

UA abre caminho ao tratamento do vírus Ébola

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Uma equipa de investigadores da Universidade de Aveiro (UA) identificou sequências de DNA específicas do vírus Ébola que permitem diferenciar as distintas espécies deste vírus e distinguir o surto que começou na África no início de 2014 de outros episódios da doença. O trabalho dos especialistas em bioinformática e biologia computacional do Instituto de Engenharia Electrónica e Informática (IEETA) e do Departamento de Electrónica, Telecomunicações e Informática (DETI) da UA abre as portas tanto a novas formas de diagnóstico como ao desenvolvimento de novas terapias de combate ao vírus que, no recente surto, matou 11 mil pessoas. 

UA cria mosaicos que reduzem a fatura energética

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A Universidade de Aveiro está na vanguarda da investigação universitária em Portugal e no mundo.

Deixo-vos com mais um exemplo, disso mesmo.

“O Departamento de Materiais e Cerâmica da Universidade de Aveiro (UA) criou uma série de novos materiais que estão a ser incorporados em pavimentos e revestimentos cerâmicos, que demonstram um comportamento mais eficiente do ponto de vista energético que os pavimentos ou revestimentos convencionais. Estes novos materiais atenuam as transferências de energia com o exterior e diminuem a amplitude térmica no interior dos edifícios – que se traduz numa poupança na factura da electricidade mas também em menores emissões de gases com efeito de estufa para a atmosfera.

Os novos mosaicos, que já estão testados para aplicação em pavimentos, são compostos por duas camadas: uma camada densa que pode assumir aspectos e cores diversas e uma camada inferior, mais porosa, composta por um material com mudança de fase que tem como característica principal a capacidade de reter durante o dia a energia que será dissipada à noite, sob a forma de calor.

Estes novos materiais cerâmicos “demonstram um comportamento mais eficiente, do ponto de vista energético, do que os pavimentos/revestimentos convencionais, tendo-se verificado uma atenuação das transferências de energia com o exterior e uma diminuição da amplitude térmica no interior dos edifícios”.

Fonte:http://greensavers.sapo.pt/

Cientistas criam exoesqueleto

A tecnologia avançou bastante, principalmente no que compete à reabilitação de pessoas com alguma deficiência física.

O exoesqueleto, que pode ser encaixado em qualquer ténis de corrida, reduz o déficit energético de uma caminhada em cerca de 7%, quantidade que pode ser útil para pessoas que têm dificuldade em andar ou que precisam realizar longas caminhadas.

Uma redução nessa quantidade não é completamente nova. Em 2013, um grupo de pesquisadores conseguiu reduzir o custo energético de uma caminhada em 6% graças a um sistema de ar comprimido. Outros cientistas conseguiram criar exoesqueletos alimentados por motores e baterias.

Ler notícia: http://info.abril.com.br/noticias/ciencia/2015/04/