A Universidade de Aveiro (UA) integra um novo consórcio no âmbito da MEDICINA REGENERATIVA

Mais uma boa notícia, esta também no âmbito da MEDICINA REGENERATIVA.
A Universidade de Aveiro (UA) integra um novo consórcio para a criação, até 2024, de um Centro de Investigação em Medicina Regenerativa e de Precisão em Portugal, que garantiu um financiamento de 15 milhões de euros da União Europeia.
Fonte: Jornal Diário de Aveiro, 12/02/2018

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IDEIAS INOVADORAS: Combustível feito a partir de soja – Prémio a investigadora da Universidade de Coimbra

Combustível

“Investigadora do Centro para a Ecologia Industrial da Universidade de Coimbra (UC) Érica Castanheira foi distinguida com o Prémio Científico Mário Quartin Graça pela sua tese de doutoramento sobre a pegada ambiental do biodiesel.

A tese de doutoramento de Érica Castanheira, “desenvolvida no âmbito de diversos projetos internacionais sobre os impactes ambientais associados ao biodiesel produzido a partir de soja e de palma cultivadas na América Latina, foi distinguida na categoria de Tecnologias e Ciências Naturais”, revelou a UC.

A equipa de especialistas estudou o impacto ambiental de ciclo de vida do biodiesel de soja e palma, isto é, avaliou “emissões poluentes, como, por exemplo, os gases com efeito de estufa, em todas as etapas do processo, desde o solo usado para o cultivo no Brasil, Argentina e Colômbia, até à extração de óleo, transporte, produção de biodiesel e distribuição”, explica Érica Castanheira.

Cerca de metade do biodiesel utilizado em Portugal é produzido a partir de semente e óleo de soja e palma, importados da América Latina.

O estudo assume, por isso, particular relevância para ajudar os produtores nacionais a “optarem pelas melhores soluções, por forma a cumprir as metas impostas” pela União Europeia (UE), sustenta a investigadora.”

Fonte: http://www.sol.pt/

Aplicação móvel para MEDIR EMOÇÕES vale prémio a investigador português.

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PORTUGAL NA VANGUARDA DO CONHECIMENTO!

David Nunes, um investigador português de 27 anos, da Universidade de Coimbra, foi distinguido com o prémio de Jovem Investigador na Conferência Internacional IEEE-14CS – Inovação para Serviços Comunitários, graças a uma aplicação inovadora.- Happy Hour – Improving Mood With An Emotionally Aware Application,

A mesma app promove caminhadas e exercício físico como forma de melhorara situação emocional de quem a utiliza, selecionando e apresentando informação em tempo real sobre espaços verdes de interesse próximos do local onde o utilizador está. Tira partido dos sensores do dispositivo para identificar, localizar e perceber o ambiente onde indivíduo está inserido.

A aplicação, que está atualmente em fase de protótipo, foi criada com o objetivo de contribuir para “mudar o paradigma” defende o investigar, considerando que “as tecnologias devem compreender o ser humano e adaptar-se às suas necessidades e desejos”.

UA abre caminho ao tratamento do vírus Ébola

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Uma equipa de investigadores da Universidade de Aveiro (UA) identificou sequências de DNA específicas do vírus Ébola que permitem diferenciar as distintas espécies deste vírus e distinguir o surto que começou na África no início de 2014 de outros episódios da doença. O trabalho dos especialistas em bioinformática e biologia computacional do Instituto de Engenharia Electrónica e Informática (IEETA) e do Departamento de Electrónica, Telecomunicações e Informática (DETI) da UA abre as portas tanto a novas formas de diagnóstico como ao desenvolvimento de novas terapias de combate ao vírus que, no recente surto, matou 11 mil pessoas. 

UA cria mosaicos que reduzem a fatura energética

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A Universidade de Aveiro está na vanguarda da investigação universitária em Portugal e no mundo.

Deixo-vos com mais um exemplo, disso mesmo.

“O Departamento de Materiais e Cerâmica da Universidade de Aveiro (UA) criou uma série de novos materiais que estão a ser incorporados em pavimentos e revestimentos cerâmicos, que demonstram um comportamento mais eficiente do ponto de vista energético que os pavimentos ou revestimentos convencionais. Estes novos materiais atenuam as transferências de energia com o exterior e diminuem a amplitude térmica no interior dos edifícios – que se traduz numa poupança na factura da electricidade mas também em menores emissões de gases com efeito de estufa para a atmosfera.

Os novos mosaicos, que já estão testados para aplicação em pavimentos, são compostos por duas camadas: uma camada densa que pode assumir aspectos e cores diversas e uma camada inferior, mais porosa, composta por um material com mudança de fase que tem como característica principal a capacidade de reter durante o dia a energia que será dissipada à noite, sob a forma de calor.

Estes novos materiais cerâmicos “demonstram um comportamento mais eficiente, do ponto de vista energético, do que os pavimentos/revestimentos convencionais, tendo-se verificado uma atenuação das transferências de energia com o exterior e uma diminuição da amplitude térmica no interior dos edifícios”.

Fonte:http://greensavers.sapo.pt/

Cientistas criam exoesqueleto

A tecnologia avançou bastante, principalmente no que compete à reabilitação de pessoas com alguma deficiência física.

O exoesqueleto, que pode ser encaixado em qualquer ténis de corrida, reduz o déficit energético de uma caminhada em cerca de 7%, quantidade que pode ser útil para pessoas que têm dificuldade em andar ou que precisam realizar longas caminhadas.

Uma redução nessa quantidade não é completamente nova. Em 2013, um grupo de pesquisadores conseguiu reduzir o custo energético de uma caminhada em 6% graças a um sistema de ar comprimido. Outros cientistas conseguiram criar exoesqueletos alimentados por motores e baterias.

Ler notícia: http://info.abril.com.br/noticias/ciencia/2015/04/

Ideia inovadora premiada – Guia inteligente de apoio a cegos

A qualidade reconhecida da formação, o mérito da investigação nas universidades portuguesas fica patente nesta notícia que aqui  partilho consigo.

Investigadores da Universidade de Coimbra desenvolvem Guia Inteligente para orientar pessoas cegas no interior de edifícios públicos, aumentando a autonomia dessas pessoas nas atividades do seu dia-a-dia.

Na prática, trata-se de uma aplicação para Smartphone desenhada para ajudar, de forma rápida, intuitiva e segura, o utilizador a encontrar serviços e produtos desejados no interior de edifícios públicos.

A partir do telemóvel, o sistema “SmartGuia: Shopping Assistant for Blind People” utiliza as tecnologias Bluetooth e Wi-Fi para orientar o cego até ao seu objectivo, respondendo a perguntas e facultando informação clara sobre lugares, produtos e serviços que se encontram no edifício.

Segundo o coordenador do projeto, José Cecílio, “O guia é acionado pelo utilizador e, a partir daí, atualiza constantemente a informação: estabelece percursos e indica distâncias, descreve o ambiente envolvente (por exemplo, a que distância está do elevador ou de escadas), identifica pontos de interesse, etc.»

Apesar de ter sido desenvolvido para guiar pessoas cegas, este sistema, premiado recentemente pelo Instituto Fraunhofer Portugal, pretende alargar a utilização a qualquer cidadão. O objetivo é que «ao entrar no centro comercial, o cliente possa saber quais as lojas que estão com promoção nesse dia, em que produtos e qual a percentagem de desconto. Nesse sentido, vamos implementar um projeto-piloto num centro comercial de Coimbra», segundo a explicação dada pelo mesmo investigador.

Fonte: Site Ciência Hoje