Natal 2018 – Tempo de leituras

O NATAL está a chegar … tempo de esperança, ternura e muita leitura.

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DIA DAS BIBLIOTECAS ESCOLARES

Venha conhecer a Biblioteca da Escola Secundária de Estarreja!
Pode-se afirmar que, atualmente, este espaço assume um papel de referência, como centro agregador de diferentes competências e mediador da diversidade de saberes.

Esta biblioteca, bem como todas as outras que integram o Agrupamento de Escolas de Estarreja, disponibilizam serviços de aprendizagem, livros e recursos que permitem a todos os membros da comunidade escolar tornarem-se pensadores críticos, cidadãos ativos e utilizadores efetivos da informação em todos os suportes e meios de comunicação.

Torne-se amigo: https://www.facebook.com/AgrupamentoEscolasEstarreja/ 

Poesia – “ Quando vier a Primavera”

Receber a poesia em contexto de sala de aula não deixa de ser um momento especial…
“ Quando vier a Primavera” de Alberto Caeiro (heterónimo de Fernando Pessoa).
Voz – Pedro Bastos
Edição de vídeo – Ana Rita Pataca
Alunos do 12.º I do Curso Profissional Técnico de Marketing.
Disciplina de Português | Prof. Alzira Rosa

 

Leituras de “O Ano da Morte de Ricardo Reis” de José Saramago pelo escritor Miguel Real

 

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Aconteceu no auditório da Escola Secundária de Estarreja …

“Há 40 anos que Miguel Real encontra na escrita ensaística espaço de reflexão e de questionamento sobre questões de cultura portuguesa, sobre temas transversais à cultura ocidental, bem como formas de recriar o nosso diálogo com obras de Fernando Pessoa, de Eça de Queirós e de José Saramago. Na sessão para as turmas do 12.º ano, no dia 23 de janeiro, num anfiteatro repleto de alunos atentos, Miguel Real partilhou connosco diversos pontos de vista sobre os heterónimos pessoanos e sobre O ano da morte de Ricardo Reis, o que contribuiu para consolidar conhecimentos sobre o poeta e para antecipar a leitura e estudo do romance de Saramago, na disciplina de Português. A meio da sessão de noventa minutos, já o quadro estava repleto de notas a fixar, com as quais o escritor e professor foi clarificando a sua lição.
Miguel Real também tem publicado vários títulos de romance, género em que convoca figuras e espaços geográficos que marcam a nossa História, como a rainha D. Amélia e Padre António Vieira, como a Índia e o Brasil. Mas foi na sua qualidade de estudioso dos romances de autores portugueses contemporâneos que um grupo de docentes interessadamente o ouviu, numa sessão de noventa minutos que se mostrou insuficiente para a relevância do tema e para as questões que suscita. Registámos, no entanto, o núcleo de romancistas que marcaram os anos 80 e 90, no panorama literário da língua portuguesa, bem como aqueles que publicaram a partir de 2001. Constituem sugestões de leitura que poderiam beneficiar não só muitos projetos de leitura, mas também debates pertinentes em torno de questões relevantes sobre o humano. “

Carlos Peixoto

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A magia das palavras com Jorge Ventura (cont.)

Aventureiro das palavras, qual empreendedor crítico e criativo, que tem o poder  das palavras certas, palavras diferentes.  

iii

Nada, como eu

“Confesso que me comovem os Homens simples, de imagem e postura esculpidas no ateliê do sorriso fácil e olhar expressivo, ávidos de atenção, de momentos de subversão do status da ausência, dolorosa, porque decorrente da indiferente presença de outros, de confusa proveniência, mas de diversa proeminência, postura, e até, prepotência.

Esses, os que me comovem, cujo tempo socalca o rosto, endurece a pele, subtrai o esmalte e ofusca o brilho, mendigam o tempo, de partilha, comunhão, participação.

Presentes, estão ausentes, ocupados em tarefas importantes, relevantes, que não dispensam o uso da mão, gretada e forte, desses, ausentes, sempre presentes, mendigos do tempo, de atenção, reconhecimento, gratidão.

Esses, os que me comovem, ocupam o espaço, vazio, na multidão da indiferença, olham em redor, com olhar expressivo, e percebem a ausência da consciência da sua presença, são nada, nadas, numa solitária existência, individual ou adicionada, mas cuja soma é, invariavelmente, nada.

Suceder-se-ão os dias, os meses, os anos, e esses, os que me comovem, limitados no tato, no afeto, na atenção, continuarão a ver subtraída a razão adstrita à nobre ilusão de, sendo o que são, serem, como os outros, parcelas de uma mesma adição.”

Aos Homens simples

Primeira edição do Prémio Literário Nortear – decorre até 30 de setembro

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A primeira edição do Prémio Literário Nortear, no valor de dois mil euros, foi lançada a 12 de junho e decorre até 30 de setembro, para incentivar a criatividade dos jovens escritores da Eurorregião Galiza – Norte de Portugal.

Esta iniciativa corresponde ao «primeiro ato concreto de cooperação» cultural transfronteiriça, aceita candidaturas dos residentes na Eurorregião «menores de 36 anos» e insere-se num projeto de colaboração mais abrangente que pretende, no futuro, ter «implicações no turismo, no emprego e na economia» das duas regiões, notou Anxo Lourenço, conselheiro da Cultura da Junta da Galiza, na cerimónia de apresentação do prémio que decorreu hoje na Casa Allen, no Porto.

Dedicado a obras originais escritas nas línguas portuguesa e galega, no género de relato curto/conto, o regulamento do galardão prevê, para além do prémio pecuniário de dois mil euros ao vencedor do concurso, «a publicação da proposta criativa ganhadora numa edição portuguesa e noutra em galego, acrescentou Anxo Lourenço.

Fonte: Diário Digital

Livro do dia – “O Facilitador”

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O Empreendedorismo Português que está a dar cartas no mundo inteiro.

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