Agrupamento de Escolas de Estarreja – 1.º lugar no no concurso Intermunicipal de ideias de negócios nas Escolas da Região de Aveiro

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Agrupamento de Escolas de Estarreja mais uma vez em destaque.
1.º Lugar para o Projeto COLTEC – Colete Tecnológico “Wearable Technology” ao serviço da Segurança Rodoviária, defendido pelas alunas, Andreia Filipa, Beatriz Rodriguess, Gisela Aguiar e Soraia Santos no Concurso Intermunicipal de Ideias de Negócio nas escolas 2017 – Região de Aveiro, promovido pela Incubadora de Ideias da Região de Aveiro nas Escolas dos concelhos que integram a Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro (CIRA). no dia 6 de junho, no Quartel das Artes, Dr. Alípio Sol em Oliveira do Bairro.

 

Sidra eco-inovadora produzida por estudantes da Universidade de Aveiro

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“É ecológica, é simples e barata de produzir e, diz quem já bebeu, que em nada fica atrás das sidras de maçã tradicionais. Pelo contrário. A primeira sidra eco-inovadora até já tem uma empresa interessada em colocá-la no mercado. A Cidermace – assim se chama a bebida desenvolvida por um grupo de estudantes do Departamento de Química (DQ) da Universidade de Aveiro (UA) – tem nos ingredientes o aproveitamento das matérias primas descartadas e destinadas ao lixo pelas indústrias de sumos concentrados e um processo produtivo que simplifica os vários passos da receita tradicional.
 

“A principal matéria prima deste produto eco-inovador, uma característica que o diferencia de todos os outros existentes no mercado, é o bagaço de maçã, um subproduto da indústria de concentrado de sumo de maçã que nos foi fornecido pela Indumape”, desvenda a equipa. A este ingrediente, “complementa-se a utilização do concentrado de sumo de maçã, fornecido pela mesma empresa, e leveduras cedidas pela Microcervejeira Vadia” que já demonstrou interesse em adaptar à sua produção a sidra desenvolvida.

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João Santos, estudante do Mestrado em Biotecnologia, e Eduardo Coimbra e Margarida Afonso, do Mestrado Integrado em Engenharia Química, são os estudantes que estão por de trás do desenvolvimento desta sidra eco-inovadora. O grupo teve como mentores o estudante de doutoramento Pedro Fernandes e os investigadores Elisabete Coelho e Manuel A. Coimbra. A bebida foi desenvolvida nos laboratórios da Unidade de Investigação de Química Orgânica, Produtos Naturais e Agroalimentares (QOPNA) do DQ.

Ingredientes reciclados e produção simplificada

Com a utilização de ingredientes destinados ao lixo, a cidra da UA junta o útil ao agradável. De facto, aponta a equipa, o bagaço de maçã é um subproduto da indústria de sumos concentrados, cuja eliminação traz muitas implicações ambientais e económicas para as indústrias”.

No entanto, os estudantes verificaram que existia potencialidade criativa no bagaço de maçã, nomeadamente na “valorização dos compostos de aroma e açúcares que fazem parte da sua composição química” e que, no final, “definem a bebida produzida não só em termos ecológicos, como também sensoriais”. A equipa conseguiu assim dar utilidade a este subproduto, tornando-o numa matéria-prima para a produção de sidra.

A par desta vantagem para empresas e ambiente, há outra mais valia importante a ter em conta, já que a utilização do bagaço de maçã para a produção de sidra pode diferenciar positivamente este produto. No caso do processo mais convencional, explicam os estudantes, “elimina os vários passos de extração do sumo da maçã e, consequentemente, reduz os custos de produção”.

Em relação às sidras que já usam concentrado de maçã, o bagaço de maçã permite que seja “apenas requerido um passo de extração adicional, adaptável a um processo semelhante usado pela indústria cervejeira, a brassagem”. É mesmo esse processo o que permite valorizar os compostos de aroma presentes no bagaço de maçã e que elimina a necessidade de adição de aromas, ao contrário do que acontece com muitos produtos disponíveis comercialmente obtidos a partir do concentrado de maçã.

Bebida refrescante com toque de maçã

Uma vez na boca, descreve a equipa, a ausência do doce é a primeira observação que se tem quando se bebe esta sidra, o que também a diferencia dos produtos existentes no mercado”. A esta complementa-se “o ligeiro toque a maçã que culmina num sabor e aroma refrescantes”.

As sinergias dos estudantes com as empresas Indumape e Microcervejeira Vadia foi possível graças à IngenUA, uma plataforma criada na UA para apoiar o espírito empreendedor de estudantes e investigadores.

O Cidermace é um dos projetos presentes na final nacional do Ecotrophelia, um concurso de âmbito internacional promovido pela PortugalFoods e Federação das Indústrias Portuguesas Agro Alimentares (FIPA), para “premiar a inovação do meio académico no setor agroalimentar”. O vencedor, que será conhecido a 6 de junho, irá representar Portugal na Ecotrophelia Europa 2017, que decorre de 21 a 22 de novembro, em Londres.

Fonte: http://uaonline.ua.pt/pub/detail.asp?c=50630

CONCURSO DE IDEIAS INOVADORAS DE NEGÓCIO 2017 – Estarreja

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CONCURSO DE IDEIAS INOVADORAS DE NEGÓCIO 2017
– V Seminário de Empreendedorismo Jovem de Estarreja –
Diário de Aveiro | 28 JAN

O primeiro lugar foi conquistado com o projeto “COLTEC o Colete Tecnológico – Wearable Technology ao serviço da segurança rodoviária” defendido pelas alunas Andreia Mané, Beatriz Rodrigues e Soraia Santos do 12.º Ano do Curso Profissional Técnico de Gestão, da Escola Secundária de Estarreja (Sede de Agrupamento).

V SEMINÁRIO DE EMPREENDEDORISMO JOVEM de ESTARREJA 2017

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Decorreu no Cineteatro de Estarreja, no dia 27 de janeiro de 2017, a final do “Concurso de Ideias Inovadoras de Negócio”, integrado no V SEMINÁRIO DE EMPREENDEDORISMO JOVEM de ESTARREJA 2017, em que participaram vinte e dois jovens da Escola Secundária de Estarreja, defendendo nove projetos perante uma plateia de mais de 450 jovens estarrejenses, aos quais se juntaram alunos de Vagos e de Ovar.

A cerimónia de entrega de prémios contou com a presença do Dr. João Alegria, vereador da Cultura da Câmara Municipal de Estarreja, da Dra. Sandra Martins, administradora da Dow Portugal Estarreja, e o Dr. Jorge Ventura, diretor do AEE.

“Propor a quebra de paradigmas é estimular a criatividade e a inovação” foi o mote dado para quatro dias de intenso trabalho no III Bootcamp Ciclo Criativo (24-26 de janeiro), marcado por workshops, construção de um modelo de negócio (Business Model Canvas), sessões de teamwork e de competências empreendedoras (Soft Skills), pela apresentação e defesa de negócios inovadores posteriormente, no V Seminário de Empreendedorismo Jovem, a 27 de janeiro.

Projetos vencedores:

1.º Lugar – “COLTEC o Colete Tecnológico – Wearable Technology ao serviço da segurança rodoviária” | Andreia Filipa Anjos Lopes Mané, Beatriz Sofia da Silva Rodrigues, e Soraia Filipa Santos | 12.º Ano do Curso Profissional Técnico de Gestão – Escola Secundária de Estarreja (ESE) – prémio de € 500,00. | Coordenadora do projeto, prof.ra Rosário Santos. | Com apresentação de protótipo.

2.º Lugar – “RiaLux – Hotel Rural” | Daniel Alves Silva, Marcela Sofia da Silva Correia e Mariana Figueiredo Líbano | 12.º Ano do Curso Profissional Técnico de Gestão – ESE – prémio de € 250,00. | Coordenadora do projeto, prof.ra Cristina Campizes. | Com apresentação de protótipo.

3.º Lugar – “PROBEBE – Projetor de água para beber (da torneira)” |José Carrelha Ferreira e Vítor Hugo Matos Ferreira | 12.º Ano do Curso Profissional Técnico de Produção em Metalomecânica – ESE – prémio de € 150,00. | Coordenadores do projeto, prof.ra Filipa Vidal e prof. Samuel Pereira. | Com apresentação de protótipo.

Menção Honrosa – “Fast+Farma – Parafarmácia ambulante” | Carolina Alexandra Ribeiro e Ricardo Rafael Nunes Borges | 12.º Ano do Curso Profissional Técnico de Gestão – ESE. | Coordenadora do projeto, prof.ra Rosário Santos.

Outros projetos apresentados mereceram também rasgados elogios:

“ESPOLIX – Máquina multifunções de escovar, polir e lixar” | Pedro Elói Marques, Sérgio Emanuel França Borges e Rui Filipe Pereira Figueiredo |12.º Ano do Curso Profissional Técnico de Produção em Metalomecânica – ESE. | Coordenadores do projeto, prof. Samuel Pereira e Prof.ra Filipa Vidal.

“Back Roots Boat” | Paula Carmen Tavares da Silva e Sara Alexandra Marques da Silva | 12.º Ano do Curso Profissional Técnico de Marketing – ESE. | Coordenadora do projeto, prof.ra Adélia Felgueiras.

 “HappySkin” | Brian Manuel de Matos Leonel, Cátia Alexandra Dias Soares e Inês Margarida Miranda e Silva | 12.º Ano do Curso Profissional Técnico de Gestão – ESE. | Coordenadora do projeto, prof.ra Cristina Campizes.

“Sabores sobre Rodas” | Ana Catarina da Silva Tavares e Ana Emília Tavares da Silva | 11.º e 12.º Anos do Curso Profissional Técnico de Marketing – ESE. | Coordenadora do projeto, prof.ra Adélia Felgueiras.

“JRize Up” | Adriana Tavares e Silva e Ana Rita Figueiredo Sousa | 12.º Ano do Curso Profissional Técnico de Turismo – ESE.| Coordenadora do projeto, prof.ra Fernanda Matos.

O Concurso de Ideias de Negócios Inovadores, Jovem Empreendedor de Estarreja 2017, é desenvolvido em parceria com a Câmara Municipal de Estarreja, Agrupamento de Escolas de Estarreja/Núcleo-Clube Empreendedorismo e Dow Portugal (na atribuição de prémios em vale).

Porque o futuro exige um forte sentido de competências empreendedoras e adaptação à mudança, trabalhamos constantemente com o sentido de ministrar um ensino de crescente qualidade e de exigência, garantindo o reconhecimento e certificação das aptidões técnicas e profissionais dos nossos jovens.

V Seminário de Empreededorismo Jovem 2017 – Estarreja

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Português vence prémio com alternativa às lombas rodoviárias

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Chama-se Francisco Duarte e, além de aluno da Universidade de Coimbra, é também o autor da inovação vencedora que poderá vir a substituir as Lombas Redutoras de Velocidade (LRS) no futuro.

Foi ele quem idealizou o Venex – Vehicle Energy Effecient Extractor. Trata-se de uma espécie de ‘tapete’ que se estende ao longo de 40 metros e que, durante esse percurso, consegue desacelerar os automóveis sem que isso traga danos tanto ao veículo como ao condutor.

O Venex serve-se da extração da energia cinética do automóvel para fazer com que a velocidade seja reduzida e valeu a Francisco, aluno de doutoramento em Sistemas de Transportes, a vitória da 1.ª edição do Prémio Inovação em Segurança Rodoviária, promovido pelo Automóvel Clube de Portugal (ACP) e a BP Portugal.

Uma vez que a atuação do Venex em nada depende do condutor, este sistema poderá ser replicado em zonas onde a redução da velocidade é obrigatória, ou seja, em rotundas, passadeiras, zonas habitacionais, escolas ou hospitais, o que irá garantir uma maior segurança na estrada para todos.

Adidas e Parley produzem ténis feitos com lixo plástico

Já começou a produção de 1 milhão de ténis feitos com lixo plástico retirado do oceano!

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Adidas e Parley acabam de anunciar que, a partir deste mês, 7 mil ténis estarão à venda nas lojas da marca, ao preço de 220 dólares. Cada par usa onze garrafas plásticas, transformadas em fios, na fabricação de sua parte superior. Já a sola, cadarço e a meia embutida são confeccionados com resíduos de garrafas PETreciclados.

Além do ténis, batizado de UltraBOOST Uncaged Parley, a marca desenvolveu camisas, também com lixo plástico, para os jogadores de futebol das equipes do Real Madrid e Bayern de Munique.

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Longe de ser somente uma ação de marketing,  a Adidas se comprometeu publicamente a produzir, até o final de 2017, no mínimo 1 milhão de pares do novo ténis. O objetivo da empresa, impulsionada pela parceria com a Parley, é deixar de usar plástico virgem na fabricação de seus calçados.

Estima-se que estejam espalhados pelos oceanos do planeta aproximadamente 5,2 trilhões de resíduos plásticos. Este mês, uma imagem chocante rodou o mundo, mostrando imensas baleias cachalotes mortas na areia. Treze delas encalharam em março deste ano, na costa norte da Alemanha, mas só agora, em novembro, pesquisadores daquele país divulgaram o resultado da autópsia  realizada nos animais  revelaram que, no estômago de quatro delas, foi encontrada uma enorme quantidade de resíduos plásticos, entre eles, uma rede de pesca de 13 metros de comprimento. 

“Ninguém conseguirá salvar os oceanos sozinho. Cada um de nós deve desempenhar um papel. Está nas mãos das indústrias inovadoras reinventar materiais, produtos e modelos de negócios. E o consumidor deve pressionar por esta mudança”, afirmou Cyrill Gutsch, fundador da Parley for the Oceans.