3.º e último dia da XII Mostra Nacional de Ciências, concurso de Jovens Cientistas.

Na sessão de encerramento, contámos com a presença do Diretor do Agrupamento de Escolas de Estarreja, Jorge Ventura, a âncora de esperança para o fortalecimento de uma Escola de referência.
Uma saudação especial ao vereador responsável pelo pelouro da Educação da Câmara Municipal de Estarreja, João Alegria, agradecendo a sua presença.
E como os últimos são sempre os primeiros, aos nossos alunos, um agradecimento muito especial, pelo seu desempenho, seriedade e dedicação, uma prestação exemplar: Andreia Filipa Anjos Lopes Mané ( a frequentar o 1.º ano da Universidade), Bruna Alexandra Dias Oliveira, Diana Isabel Abreu Nunes, Gisela Sofia dos Santos Aguiar; Henrique Rafael Rodriguez Lopes e Ricardo Manuel Cosme dos Santos.

FORAM FANTÁSTICOS!

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Está a decorrer o 26.º Concurso para Jovens Cientistas – 2018

Está a decorrer o 26.º Concurso para Jovens Cientistas – 2018 …
A Escola Secundária de Estarreja participa com dois projetos, ESPOLIX ( área da Engenharia) e COLTEC ( área da Informática/Ciências da Computação). Apraz-me aqui registar, a presença do Sr. Diretor do Agrupamento de Escolas de Estarreja, Jorge Ventura, na cerimónia de abertura da XII Mostra Nacional de Ciências.
A concurso encontram-se os 100 melhores projetos a nível nacional, da autoria de 265 jovens cientistas e investigadores, orientados por 64 professores.
Os projetos a concurso são das mais variadas áreas de estudo: Bioeconomia, Biologia, Ciências da Terra, Ciências do Ambiente, Ciências Médicas, Ciências Sociais, Economia, Engenharias, Física, Informática/Ciências da Computação, Matemática e Química. Pude constatar projetos extraordinários de grande envergadura científica!

 

8.ª Edição Concurso “ACREDITA PORTUGAL”

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Estão abertas as inscrições para o Concurso Montepio Acredita Portugal!

O maior concurso de empreendedorismo do país tem como objetivo premiar os melhores projetos e ajudar todos os portugueses a desenvolver as suas ideias empreendedoras. Não interessa se tem ou não formação prévia em empreendedorismo, não interessa o seu sexo nem interessa a sua idade:

  • Se tem uma ideia de negócio mas não sabe como a levar à prática;
  • Se já arrancou com a sua ideia mas gostava de ter o feedback e apoio de especialistas para avançar.

Aceda ao link para as inscrições: http://www.acreditaportugal.pt/inscricoes/

Projeto “Máquina Multifunções – ESPOLIX” | Mostra Nacional Prémio 14.ª Edição Fundação Ilídio Pinho

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Na Mostra Nacional, 14.ª Edição Fundação Ilídio Pinho, a Escola Secundária de Estarreja teve mais outro projeto a concurso, o Projeto “Máquina Multifunções – ESPOLIX, coordenado pelo professor, Samuel Pereira e que recebeu rasgados elogios pela originalidade e utilização que virá a ter nas pequenas e médias empresas.

 

 

MENÇÃO HONROSA para ESCOLA SECUNDÁRIA DE ESTARREJA – Prémio Fundação Ilídio Pinho – Ciência na Escola, 14.ª Edição

Escola Secundária de Estarreja volta a receber mais um prémio!

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No dia 30 de junho, no Convento São Francisco, Coimbra, o Projeto “COLTEC – Colete Tecnológico “Wearable Technology” ao serviço da Segurança Rodoviária” conquistou mais um prémio, recebendo uma Menção Honrosa no valor de 3000€ da Fundação Ilídio Pinho – Ciência na Escola, 14.ª Edição, “A Ciência e a Tecnologia ao serviço de um mundo melhor”.

A entrega dos prémios às escolas com projetos distinguidos foi feita em cerimónia pública contando com a presença do Ministro de Educação e Ciência, Dr. Tiago Brandão Rodrigues, do Presidente da Fundação Ilídio Pinho, Eng.ro Ilídio Pinho e do Presidente da República, Dr. Marcelo Rebelo de Sousa.

Tivemos a presença marcante e entusiástica do nosso Diretor, Dr. Jorge Ventura, as visitas muito especiais e que nos sensibilizaram, Reitor da Universidade de Aveiro, Dr.Manuel Assunção, Secretário Executivo da CIRA, Dr. José Eduardo de Matos, Vereador da Cultura e da Educação da Câmara Municipal de Estarreja, Dr. João Alegria, Vereadora da Cultura e da Educação da Câmara de Albergaria-a-Velha, Dr.ª Catarina Rosa Mendes, da ESTGA-UA, o Prof. Dr.Mario Rodrigues, Eng. Paulo e Jorge Melo e muitas outras individualidades da Fundação Ilídio Pinho, governo e x-ministros.

Este projeto foi um desafio aliciante, de grande exigência, praticado numa interação do saber técnico-científico assente num problema multidimensional “elevada percentagem de acidentes rodoviários entre ciclistas e peões”, que requereu uma observação abrangente das determinantes, das consequências e das soluções, bem como exigiu medições e comparações de variáveis em estudo. O colete integra nas costas um ecrã de leds (permitindo remoção/lavagem) para a passagem de sinais rodoviários e texto (Peregrino; Trabalhos; Treino; Perigo). As nossas alunas, Andreia FilipaBeatriz RodriguesGisela Aguiar e Soraia Santos, sonharam e ousaram pôr em prática uma ideia inovadora, no âmbito da “Wearable Tecnology”, planeando e concretizando um protótipo, com os seus parceiros privilegiados, ESTGA-UA e a empresa Aveicellular, Lda. uma solução com boa relação custo-benefício, projetada para permitir reduzir a sinistralidade rodoviária.

“…sempre que um homem sonha, o mundo pula e avança!” 
(António Gedeão)

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Agrupamento de Escolas de Estarreja – 1.º lugar no no concurso Intermunicipal de ideias de negócios nas Escolas da Região de Aveiro

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Agrupamento de Escolas de Estarreja mais uma vez em destaque.
1.º Lugar para o Projeto COLTEC – Colete Tecnológico “Wearable Technology” ao serviço da Segurança Rodoviária, defendido pelas alunas, Andreia Filipa, Beatriz Rodriguess, Gisela Aguiar e Soraia Santos no Concurso Intermunicipal de Ideias de Negócio nas escolas 2017 – Região de Aveiro, promovido pela Incubadora de Ideias da Região de Aveiro nas Escolas dos concelhos que integram a Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro (CIRA). no dia 6 de junho, no Quartel das Artes, Dr. Alípio Sol em Oliveira do Bairro.

 

Sidra eco-inovadora produzida por estudantes da Universidade de Aveiro

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“É ecológica, é simples e barata de produzir e, diz quem já bebeu, que em nada fica atrás das sidras de maçã tradicionais. Pelo contrário. A primeira sidra eco-inovadora até já tem uma empresa interessada em colocá-la no mercado. A Cidermace – assim se chama a bebida desenvolvida por um grupo de estudantes do Departamento de Química (DQ) da Universidade de Aveiro (UA) – tem nos ingredientes o aproveitamento das matérias primas descartadas e destinadas ao lixo pelas indústrias de sumos concentrados e um processo produtivo que simplifica os vários passos da receita tradicional.
 

“A principal matéria prima deste produto eco-inovador, uma característica que o diferencia de todos os outros existentes no mercado, é o bagaço de maçã, um subproduto da indústria de concentrado de sumo de maçã que nos foi fornecido pela Indumape”, desvenda a equipa. A este ingrediente, “complementa-se a utilização do concentrado de sumo de maçã, fornecido pela mesma empresa, e leveduras cedidas pela Microcervejeira Vadia” que já demonstrou interesse em adaptar à sua produção a sidra desenvolvida.

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João Santos, estudante do Mestrado em Biotecnologia, e Eduardo Coimbra e Margarida Afonso, do Mestrado Integrado em Engenharia Química, são os estudantes que estão por de trás do desenvolvimento desta sidra eco-inovadora. O grupo teve como mentores o estudante de doutoramento Pedro Fernandes e os investigadores Elisabete Coelho e Manuel A. Coimbra. A bebida foi desenvolvida nos laboratórios da Unidade de Investigação de Química Orgânica, Produtos Naturais e Agroalimentares (QOPNA) do DQ.

Ingredientes reciclados e produção simplificada

Com a utilização de ingredientes destinados ao lixo, a cidra da UA junta o útil ao agradável. De facto, aponta a equipa, o bagaço de maçã é um subproduto da indústria de sumos concentrados, cuja eliminação traz muitas implicações ambientais e económicas para as indústrias”.

No entanto, os estudantes verificaram que existia potencialidade criativa no bagaço de maçã, nomeadamente na “valorização dos compostos de aroma e açúcares que fazem parte da sua composição química” e que, no final, “definem a bebida produzida não só em termos ecológicos, como também sensoriais”. A equipa conseguiu assim dar utilidade a este subproduto, tornando-o numa matéria-prima para a produção de sidra.

A par desta vantagem para empresas e ambiente, há outra mais valia importante a ter em conta, já que a utilização do bagaço de maçã para a produção de sidra pode diferenciar positivamente este produto. No caso do processo mais convencional, explicam os estudantes, “elimina os vários passos de extração do sumo da maçã e, consequentemente, reduz os custos de produção”.

Em relação às sidras que já usam concentrado de maçã, o bagaço de maçã permite que seja “apenas requerido um passo de extração adicional, adaptável a um processo semelhante usado pela indústria cervejeira, a brassagem”. É mesmo esse processo o que permite valorizar os compostos de aroma presentes no bagaço de maçã e que elimina a necessidade de adição de aromas, ao contrário do que acontece com muitos produtos disponíveis comercialmente obtidos a partir do concentrado de maçã.

Bebida refrescante com toque de maçã

Uma vez na boca, descreve a equipa, a ausência do doce é a primeira observação que se tem quando se bebe esta sidra, o que também a diferencia dos produtos existentes no mercado”. A esta complementa-se “o ligeiro toque a maçã que culmina num sabor e aroma refrescantes”.

As sinergias dos estudantes com as empresas Indumape e Microcervejeira Vadia foi possível graças à IngenUA, uma plataforma criada na UA para apoiar o espírito empreendedor de estudantes e investigadores.

O Cidermace é um dos projetos presentes na final nacional do Ecotrophelia, um concurso de âmbito internacional promovido pela PortugalFoods e Federação das Indústrias Portuguesas Agro Alimentares (FIPA), para “premiar a inovação do meio académico no setor agroalimentar”. O vencedor, que será conhecido a 6 de junho, irá representar Portugal na Ecotrophelia Europa 2017, que decorre de 21 a 22 de novembro, em Londres.

Fonte: http://uaonline.ua.pt/pub/detail.asp?c=50630