IDEIAS INOVADORAS

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“De tábuas de skate antigas e sem uso, João Salgado e Nuno Ferreira fazem anéis, porta-chaves, bases de copos ou cinzeiros. São objectos do dia-a-dia ou de decoração que nascem da madeira reciclada e trabalhada pelos dois amigos de Barcelos. A marca, que está a ser preparada há três meses, chama-se Floresta.

“Vivemos numa cidade com muitos skaters e outros praticantes de modalidades urbanas e radicais”, explica João, justificando assim o aparecimento do projecto. Os dois jovens andam de skate com frequência e tinham na ideia criar algo que desse “um impulso ao desporto de uma maneira diferente”. As peças artesanais que vendem através do Facebook são inteiramente feitas pelos próprios. Tudo o que envolve a Floresta é da responsabilidade dos dois, “desde o primeiro corte na madeira até à aplicação gráfica, fotografia ou texto”.

O processo de criação passa, descreve João, de 23 anos, por “cortar, lixar, envernizar e embalar”. Recuperam a madeira das tábuas, dão o tratamento que acham apropriado e produzem os pequenos objectos. “É tudo muito artesanal, que o digam as nossas mãos depois de umas horas a usar uma lixa”, diz o designer gráfico.”

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Teste a sua ideia de negócio em EMPREENDER.PT

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Mais do que acreditar que tem uma excelente ideia de negócio, deve provar que a sua ideia é realmente válida e tem mercado. Não perca a oportunidade de esclarecer as suas dúvidas com José Miguel Queimado. 

Clique na imagem e aceda ao site, http://www.empreende.pt/ .

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LUSA MATER – negócio empreendedor

Lusa Mater

Nesta época de Natal, aqui fica uma ideia de negócio empreendedora, bem sucedida, um  site de venda online de produtos de marca portuguesa, sobretudo para países da União Europeia, Noruega e Suíça.  

LUSA MATER, criado por duas jovens recém licenciadas pela UA, tem como objetivo expor todos os dias, uma seleção de produtos de designers/criadores portugueses, passando pela joalharia, ilustração, fotografia, mobiliário, bem como por produtos mais tradicionais como a cutelaria (produção de canivetes e navalhas) e a cerâmica (serviços de chá).

Além de preços chamativos, cada seleção está disponível por tempo limitado (quatro a oito dias).

Para estar atento a cada seleção, existe a alternativa da “newsletter” diária, enviada pela empresa, e também as atualizações nas redes sociais Facebook, Twitter e Pinterest.

Não deixe de visitar a LUSA MATER.

Jovens Empreendedores na Estação Central de Zurique

Estudantes do ensino secundário ( 450 ) de vários países Europeus apresentaram, de 28 a 30 de Março, as suas empresas na JA-YE Europe Trade Fair 2012, em Zurique, Suiça. Os alunos precisaram somente de algumas horas para transformar a Estação Central de Comboios de Zurique, num mercado internacional. Provenientes de 33 países europeus, representando um total de 90 mini-empresas. Os mais variados produtos e serviços estiveram presentes, do mobiliário ergonômico ao web design, alimentos ou bebidas.

Vencedores

Best Overall Company
Nailcup (Suiça) – Esta mini-empresa desenvolveu um produto para remover o verniz das unhas leve, com um design criativo e fácil de usar.

Best Stand Award
One Body Ergonomics (Dinamarca) – Uma refinada cadeira de escritório ergonômica, que minimiza dores e lesões nos ombros, pescoço e de esforço repetitivo.

Most Innovative Product
Sport and Health Innovation (Holanda) – Um aparelho que lança bolas de ping-pong, com capacidade de armazenamento até 40 bolas. O gadjet pode ser colocado no lado ou no final da mesa, simulando o serviço de um adversário.

Best Marketing and Sales
Søvni (Noruega) – Um conjunto de cama inspirado na natureza da Noruega. Parte do lucro conseguido reverte para a sua fundação, que apoia tratamentos médicos de uma comunidade com graves problemas de saúde e sociais.

Accenture Enterprise without Boarders Collaboration Award
Expand-it (Portugal) – SPREAD-EAT é um recipiente onde é possível colocar dois tipos de recheios e levá-los para onde quisermos. Com uma embalagem prática, não é necessário usar uma faca para espalhar o recheio no pão, nas torradas, biscoitos ou até mesmo na fruta!

UBS Responsible Business Award
S.T.E.F.I JA (Itália) – Desenvolveu um protótipo para a regulação da temperatura interior dos edifícios utilizando controladores electrónicos fotovoltaicos.

KPMG Client Service Award
appletime (Suíça) – Vende uma gama de compotas de maçã com ingredientes sazonais com a possibilidade de serem armazenadas em recipientes personalizados.

Fonte: Junior Achievement-Portugal

12.º Prémio do Jovem Empreendedor

O empreendedorismo e a inovação são objetivos considerados prioritários para o desenvolvimento e para o aumento da competitividade da economia nacional. Uma forte aposta na dinamização do espírito empreendedor é a  atribuição do 12.º Prémio do Jovem Empreendedor levada a cabo pela ANJE com o apoio do IEFP.

Este prémio foi recentemente  entregue ( 24/02/2012), pelo Presidente da República à proprietária e CEO da Medbone, Cláudia Ranito de  31 anos. A Medbone, empresa fabricante de osso sintético que desenvolve soluções inovadoras para a cirurgia ortopédica, dentária, plástica e veterinária – para o mercado nacional e internacional, – está determinada em “expandir o leque de aplicações, dando respostas às crescentes necessidades dos profissionais da saúde, através do desenvolvimento de novos dispositivos médicos”.

«Os produtos fabricados por esta inovadora startup têm propriedades semelhantes às do osso natural, possibilitando melhor qualidade de vida aos pacientes. Espanha, Dinamarca, Polónia, Kuwait, Camboja, Hong Kong, Colômbia, África do Sul e Moçambique já utilizam os substitutos ósseos desenvolvidos pela Medbone, empresa criada em 2008 e que é já uma referência, em Portugal, na área da regeneração óssea», pode ler-se no comunicado da ANJE.

Mais um bom exemplo de que a inovação é uma função específica do empreendedorismo capaz de criar riqueza.

10 razões para investir nos mercados emergentes

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O termo “mercados emergentes” já tem 25 anos. Refere-se ás economias que estão em fase de rápida expansão económica. Dezenas de países podem ser considerados “emergentes”, mesmo que estejam acrescer a um ritmo próprio e tenham oscilações durante o processo.

Este conceito começou por se aplicar às economias asiáticas, os chamados NIP’S – Novos Países industrializados,  que apresentavam uma taxa de crescimento acelerada, tendo sido aplicada também, às economias dos países do leste europeu depois da queda do Muro de Berlim. À medida que crescia o interesse pelas economias de mercado, os investidores começaram a olhar para a América Latina, procurando mercados emergentes e, por fim, para países como Indonésia, Tailândia, China, Índia e Rússia.

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São vários os motivos para investir nos mercados emergentes. Desde as elevadas taxas de crescimento, passando pelo consumo em expansão, até à elevada necessidade de infraestruturas.

1 – Elevadas taxas de crescimento
À semelhança dos últimos anos, os mercados emergentes deverão continuar a registar taxas de crescimento bastante superiores às das economias desenvolvidas. Países como a China, Índia e Brasil deverão reportar este ano subidas do PIB próximas dos dois dígitos.

2 –  Melhor demografia
Um dos pontos fortes das economias emergentes é a demografia. Para os analistas do Citigroup, as questões demográficas apresentam um “outlook” atractivo no Médio Oriente, África e no Sul da Ásia.

3 –  Menor exposição à crise do crédito
Embora não tenham escapado imunes à crise financeira que se abateu sobre os mercados no Verão de 2007, esta é uma crise que foi gerada no seio da banca dos países desenvolvidos. Assim sendo, os bancos dos emergentes surgem com balanços livres dos problemas do “subprime”.

4 – Necessidade de infraestruturas
Um dos principais problemas dos países emergentes é a grande necessidade de infraestruturas. Auto-estradas, hospitais ou escolas são algumas das infraestruturas em défice nestes países. Para o Citigroup, os mercados emergentes vão precisar de investir fortemente na construção de infraestruturas nos próximos anos.

5 –  Consumo interno em expansão
Durante vários anos, o consumo das populações dos mercados emergentes limitavam-se aos bens de necessidade primária e à alimentação. No entanto, em países como o Brasil ou a China, a população tem vindo a ganhar poder de compra. Banca, telecomunicações ou retalho são alguns dos sectores que podem beneficiar.

6 –  Ricos em recursos naturais
Os mercados emergentes controlam a maioria dos recursos naturais a nível mundial. Petróleo, metais e outros recursos naturais abundam nestes países. Esta posição dominante abre oportunidades para as empresas de matérias-primas bem colocadas nestes mercados.

7-  Intensificação dos negócios de Fusões & Aquisições
Depois de um ano de fortes ganhos nas bolsas, a expectativa dos analistas aponta para um regresso do movimentos de fusões e aquisições. Um movimento que deverá ser liderado pelas empresas dos mercados emergentes.

8 – Elevado potencial das acções
Um dos temas de investimento para 2010 é, sem dúvida, a aposta nos mercados emergentes. A maioria dos analistas acredita que continua a haver potencial de valorização nestes mercados, apesar da escalada dos últimos meses.

9 – Empresas com balanços sólidos
A rápida intervenção dos governos dos países em desenvolvimento, através da implantação de programas de estímulo, permitiu aos emergentes recuperarem mais rapidamente. Além dos planos de apoio, as empresas adoptaram programas de contenção de custos rigorosos para preservar resultados.

10 – Perspectivas de recuperação
A retoma económica deverá consolidar-se em 2010, impulsionando a economia global.
Os mercados emergentes vão liderar o crescimento.

Fonte:Jornal de Negócios on line

As melhores ideias de negócio…

“Forem estes os projectos vencedores do concurso de ideias de negócio Arrisca Coimbra ’09, hoje anunciados na cerimónia de atribuição de prémios que decorreu no Mosteiro de Santa Clara-a-Velha.

  1. Tecnologia de aquisição de dados geográficos (iNovmapping);
  2. Plataforma sem fios para obtenção imediata de toda a informação disponível sobre um qualquer assunto (BTCast);
  3. Projecto de desenvolvimento de novos fármacos anti-cancerígenos mais activos e menos tóxicos (LEAD);
  4. Dispositivo médico portátil para avaliação do sucesso da aplicação de um fármaco (BlueWorks);
  5. Plataforma tecnológica para produção de transportadores de agentes farmacológicos (Smart Medicines);
  6. Cadeia de desenvolvimento com recurso a software 3D para fabricação automatizada de objectos (Atelier da Fábrica).”

Fonte: CienciaPT.net