Moradia que gera a sua própria energia

Uma incrível residência que funciona a partir de fontes renováveis!

Veja o vídeo clicando na imagem.

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ECONOMIA CIRCULAR – Sessão Informativa | SEMA

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No dia 28 de novembro, no Centro de Negócios do Eco Parque Empresarial de Estarreja, duas turmas do 12.º Ano da Escola Secundária de Estarreja, Técnico de Gestão e Técnico de Produção em Metalomecânica, participaram numa Sessão Informativa sobre uma nova forma de se pensar a utilização dos recursos naturais, “Economia Circular”, nas áreas da Química e da Metalomecânica, cujo evento foi uma iniciativa da SEMA, Associação Empresarial Sever do Vouga, Estarreja, Murtosa e Albergaria-a-Velha.

Com base numa profunda experiência profissional, alicerçada por formação académica em diversas áreas do Ambiente e Recursos Naturais, o Prof. Dr. Carlos Borrego, primeiro orador e numa abordagem cativante, reforça a importância da transição de uma economia linear para uma economia circular, ao ser prossecutor de abordagens inovadoras, que se traduzem na necessidade de serem desenvolvidas novas eficiências e reciclabilidade dos resíduos. A economia mundial tem sido construída, desde os primórdios da industrialização, com base num modelo linear de consumo de recursos que segue um padrão “extrair-produzir- consumir- deitar fora”, que se encontra nos dias de hoje sob ameaça devido à forma e velocidade insustentável como são usados os recursos naturais, cada vez mais escassos.

Senão, vejamos os dados divulgados:                                  

– “Na UE, cada pessoa consome atualmente 16 toneladas de materiais por ano, das quais 6 toneladas são desperdiçadas, acabando metade nos aterros. – Em 2014, só em Portugal cada habitante produziu 425 kg de lixo (mais 2,5% do que em 2013). – Na Europa, 31% dos alimentos são desperdiçados ao longo da cadeia de valor. – Um carro europeu está estacionado em média 92%.  – Um escritório é usado apenas 35% a 50% do tempo, mesmo durante o horário de trabalho. – Nas indústrias do aço, plástico e papel perdem-se entre 30 a 75% do valor dos materiais no 1.º ciclo produtivo. – A União Europeia importa 6 vezes mais materiais e recursos naturais do que exporta. Em média, a Europa usa os materiais apenas uma vez.  Se continuarmos a utilizar os recursos ao ritmo atual, em 2050 teremos necessidade, em termos agregados, do equivalente a mais de dois planetas para nos mantermos.”

Uma realidade preocupante que não deixou ninguém indiferente!

Segundo o mesmo orador, não basta reciclar! A economia circular vai muito além da reciclagem, algo muito mais ambicioso como PREVENIR, REUTILIZAR, RESTAURAR, REGENERAR, promovendo a mobilização geral rumo a um novo estilo de vida, que respeite os limites impostos pelo planeta Terra.  Os resíduos deixam de ser um fim em si mesmos e tornam-se reutilizáveis. Em 2020 os resíduos terão que ser geridos como um recurso. O final de vida de um produto poderá ditar o início de outro. São estes os princípios que norteiam a economia circular.

Como avaliação da atividade, destaca-se o facto de ter sido do agrado de todos os alunos e professores participantes, pela atualidade e importância da informação/formação de uma consciência esclarecida, atenta e orientada para a prossecução dos objetivos do desenvolvimento sustentável e da ECONOMIA CIRCULAR.

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ERASMUS + | Agrupamento de Escolas de Estarreja – Abril/Maio de 2017

Doze alunos do Agrupamento de Escolas de Estarreja integrados no programa ERASMUS + (Estágios Internacionais), vão iniciar a sua formação em contexto de trabalho na cidade  de Londres e na cidade de Sevilha. Às minhas alunas do 12.º ano do Curso Profissional Técnico de Gestão, Andreia Mané, Carla Barros, Marcela Correia e Soraia Santos, bem como aos restantes jovens, desejo uma ótima estadia no Reino Unido e em Espanha e que possam ter um desempenho exemplar na realização do estágio curricular.  

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Piriscas de cigarro para produzir tijolos sustentáveis

Pesquisador australiano usa bitucas de cigarro para produzir tijolos sustentáveis

A opção reduz os custos da produção, elimina um poluente e, ao mesmo tempo, melhora a qualidade do produto final.

O pesquisador Dr. Abbas Mohajerani, da Universidade RMIT, na Austrália, encontrou uma solução para as piriscas de cigarro: transformá-las em matéria-prima para a fabricação de tijolos. Segundo ele, esta pode ser a solução para compensar completamente a produção de resíduos do cigarro no mundo.

Anualmente milhões de piriscas são descartadas nas ruas. Este lixo, altamente tóxico, leva anos para se degradar e ainda polui o solo e os recursos hídricos com elementos como: arsénio, cromo, níquel e cádmio. Essas características, aliadas à enorme quantidade, tornam as piriscas grandes vilãs do meio ambiente.

Há anos o Dr. Mojaherani sonhava com uma solução para este problema. Agora ele parece ter encontrado. De acordo com o pesquisador, é possível usar o resíduo dos cigarros junto à argila na fabricação de tijolos. A opção reduz os custos da produção, elimina um poluente e, ao mesmo tempo, melhora a qualidade do produto final.

Os testes realizados pela equipe do Dr. Mojaherani identificaram que substituindo apenas 1% da matéria-prima do tijolo pelas piriscas em somente 2,5% da produção mundial do material é possível compensar completamente a produção anual de cigarro em todo o mundo.

A mistura ainda garante outros benefícios. Os cientistas perceberam que os tijolos que mesclam a argila com as piriscas são mais leves, têm melhores propriedades de isolamento térmico e levam menos tempo para serem queimados durante o processo de fabricação, economizando até 58% de energia nesta etapa.

A aparência é exatamente igual à dos tijolos tradicionais e o pesquisador garante que ele não oferece nenhum risco à saúde, já que durante a queima, os poluentes ficam presos aos tijolos e dali não saem nunca mais.

“A incorporação de piriscas em tijolos pode, efetivamente, resolver um dos problemas globais de lixo”, acredita o Dr. Mohajerani. 

Fonte: Ciclo Vivo

Soluções criativas – Paragens de autocarro com teto verde e energia solar

Uma estrutura 100% reciclável, com placas fotovoltaicas e telhado verde irrigado com água da chuva, é uma solução ecológica que Florianópolis, capital de Santa Catarina (Brasil),  encontrou   para incentivar os cidadãos a utilizar os transportes públicos.

A estrutura  é feita em aço cuja  irrigação da cobertura pelas águas de chuva vai ajudar a reduzir as ilhas de calor, para além de ser um filtro natural de poluição. A produção de energia, por meio de placas fotovoltaicas, permite o funcionamento da irrigação do teto verde, o carregamento de telemóveis via USB e a iluminação do ambiente que é feita por lâmpadas de LED.

Uma solução criativa e polivalente, cuja tecnologia verde  gostaria de ver pensada e incorporada nas nossas paragens de autocarro.

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IDEIAS INOVADORAS: Combustível feito a partir de soja – Prémio a investigadora da Universidade de Coimbra

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“Investigadora do Centro para a Ecologia Industrial da Universidade de Coimbra (UC) Érica Castanheira foi distinguida com o Prémio Científico Mário Quartin Graça pela sua tese de doutoramento sobre a pegada ambiental do biodiesel.

A tese de doutoramento de Érica Castanheira, “desenvolvida no âmbito de diversos projetos internacionais sobre os impactes ambientais associados ao biodiesel produzido a partir de soja e de palma cultivadas na América Latina, foi distinguida na categoria de Tecnologias e Ciências Naturais”, revelou a UC.

A equipa de especialistas estudou o impacto ambiental de ciclo de vida do biodiesel de soja e palma, isto é, avaliou “emissões poluentes, como, por exemplo, os gases com efeito de estufa, em todas as etapas do processo, desde o solo usado para o cultivo no Brasil, Argentina e Colômbia, até à extração de óleo, transporte, produção de biodiesel e distribuição”, explica Érica Castanheira.

Cerca de metade do biodiesel utilizado em Portugal é produzido a partir de semente e óleo de soja e palma, importados da América Latina.

O estudo assume, por isso, particular relevância para ajudar os produtores nacionais a “optarem pelas melhores soluções, por forma a cumprir as metas impostas” pela União Europeia (UE), sustenta a investigadora.”

Fonte: http://www.sol.pt/

IDEIA INOVADORA – EMBALAGENS ALIMENTARES e INTELIGENTES FEITAS À BASE DA BATATA (Univ. Aveiro)

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Mais uma IDEIA INOVADORA que vai revolucionar o mundo!

A BATATA é o futuro das EMBALAGENS ALIMENTARES e INTELIGENTES!

Segundo a investigadora Idalina Gonçalves da Univ. Aveiro, dentro de três anos os alimentos poderão ser embalados em bioplásticos à base de batata. A equipa da UA está a desenvolver protótipos.
A investigação continua no sentido de ser criado uma “embalagem inteligente, capaz de monitorizar a qualidade dos alimentos frescos, incluindo, por exemplo, avisos sobre a sua deterioração, a absorção de oxigénio, o teor de humidade ou o PH”.

Inovação sustentável – Telhas fotovoltaicas

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Mais uma inovação sustentável no mercado da construção civil que está a ser divulgado na Europa e Estados Unidos. São as telhas solares mais conhecidas por telhas fotovoltaicas, fabricadas apenas no Brasil. Estas telhas  substituirão os painéis solares.

As telhas fotovoltaicas possuem no seu corpo, células solares ou fotovoltaicas encapsuladas ou sobrepostas, não produzindo um custo suplementar, pois as telhas são colocadas à semelhança do que se faz para as telhas normais.

Fonte: http://www.fazfacil.com.br/

SEMANA ECO – Escola Secundária de Estarreja

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O auditório da Escola Secundária de Estarreja encheu esta quinta-feira para receber o colóquio “2015 Ano Europeu do Desenvolvimento – Pequenos passos grandes ideias”, evento organizado pelos alunos da turma do 11.º H (C. Profissional de Gestão), no âmbito da disciplina, Área de Integração.

A iniciativa visou uma reflexão sobre os desafios para mudar as formas de pensar e agir em torno da questão ambiental.

Contou com a intervenção do Eng.ro Pedro Gonçalves da DOW Portugal e as apresentações de dois projetos de cariz inovador desenvolvidos por alunos que participaram no 1.º Bootcamp de Estarreja.
– “Produção de biocombustível (bioetanol) a partir da destilação de milho em grão” – Inês Marques Brandão (12.º A) e Gilberto Miguel da Silva Pereira Valente (12.º C).
– “Isqueiro termoelétrico acionado por sistema inovador amigo do ambiente” – Mónica Rodrigues (11.º H) e Juliana Silva (11.º H).

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Semana ECO na Escola Secundária de Estarreja – Exposição

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Os alunos da Escola Secundária de Estarreja (Sede de Agrupamento) estão de parabéns pela forma entusiástica como participaram na Semana Eco. O mote foi dado: Desenvolver atitudes reflexivas e comportamentos que tenham em conta as relações do Homem com o meio. Apreciem a qualidade!

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Casa sustentável – “Pop-UP House”

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CASA SUSTENTÁVEL!

A empresa de arquitetura francesa “Multipod Studio” apresentou um novo protótipo para uma casa sustentável, leve, reciclável e fácil de construir. O modelo de casa denominado de  “Pop-UP House” pretende revolucionar a maneira como construímos as casas devido ao seu método inovador de montagem e baixo custo.

Com 150 m2, o seu interior apresenta um “open space” que combina as áreas de cozinha, sala de jantar e sala de estar. Tem ainda duas casas de banho, três quartos, um escritório e um terraço. Tudo por 30 000€ .

(clique na imagem e aceda ao site c/ vídeo)

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Ideia inovadora – Biocombustível de laranja

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A notícia, avançada pelo jornal japonês Asahi Shinbun, citada pela Reuters, dá conta do que os investigadores da Universidade de Mie, no Japão, conseguiram, numa experiência realizada em Setembro de 2014. 

Esse feito resume-se basicamente ao facto de um veículo de 14 quilos controlado remotamente se movesse alimentado com uma mistura de gasolina e do novo biocombustível de laranja .

 A equipa está envolvida no projecto há mais de um ano e aposta no aproveitamento do excedente de produção de laranjas na localidade de Mihama, localizada no sul da prefeitura de Mie, oeste do Japão, e famosa pela sua produção de laranjas.

 A equipa conseguiu que um veículo com um peso de cerca de 14 quilogramas e activado por controlo remoto funcionasse com uma mistura de gasolina e do novo biocombustível de laranja, revelou o diário Asahi.

 “Este biocombustível poderá ser utilizado para tractores e outras máquinas agrícolas com motor a gasolina”, explicou ao Jornal o professor Yutaka Tamaru, da Universidade de Mie, e que liderou a investigação.

A mais recente mistura resulta da fusão entre um microorganismo isolado das aparas de madeira (o clostridium cellulovorans) com estas laranjas num tanque com capacidade de dez litros.O microorganismo é capaz de decompor as fibras de celulose, principal composto das fibras das plantas, produzindo açúcar.  

 Ao ser fermentado em conjunto com outro microorganismo, este açúcar produz biocombustível de laranja em cerca de dez dias, esclarece a equipa japonesa, que diz conseguir extrair 20 mililitros de biocombustível a partir de cerca de três quilos de laranjas. 

Seminário: “Uso eficiente da água nos espaços verdes”

Promovido pela Câmara Municipal de Estarreja vai decorrer no próximo dia 9 de Fevereiro, no Auditório da Biblioteca Municipal , um seminário subordinado ao tema: a utilização racional da água em espaços verdes.

Como cidadãos  pró-ativos devemos adotar atitudes  responsáveis que garantam a preservação de um recurso cada vez mais escasso, assegurando assim, um futuro sustentável às gerações vindouras .

Sendo um tema transversal a várias áreas  de formação, recomendo vivamente a participação!

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Como empreender na Reciclagem

Ideias inovadoras e ecológicas. Fique a saber mais visualizando o vídeo …

 

Dia Mundial da Energia

Assinala-se, hoje,  dia 29 de Maio, o Dia Mundial da Energia. Este dia foi criado em 1981 pela Direcção Geral de Energia,  com o intuito de sensibilizar as pessoas e líderes mundiais para a necessidade de poupança de energia, bem como promover a utilização das energias renováveis, as mais amigas do ambiente, de modo a deixarmos de estar dependente das energias fósseis altamente poluentes e prejudiciais para a própria Vida na Terra.

O nosso planeta enfrenta  uma crise energética sem precedentes!

Sabia que:

 69% da energia utilizada para produzir electricidade é desperdiçada ao longo de todo o processo de produção e distribuição, ou seja por cada kW de electricidade poupado significa uma poupança de mais de 3 kW de energia primária (petróleo, gás, carvão)?

Os equipamentos eléctricos (computadores, impressoras…) gastam cerca de 20% da energia consumida em casa, apenas por estarem em stand by? Ao desligar os seus aparelhos de televisão, aparelhagem e vídeo estará a evitar a emissão de cerca de 180 kg de CO2 por ano.

Um computador ligado desnecessariamente desperdiça a energia equivalente ao funcionamento de 4 lâmpadas durante 1 hora?

Se deixar o carregador do telemóvel ou do i-pod na tomada, eles continuam a gastar energia? Por cada carregador, a energia desperdiçada durante um dia é a mesma que necessita para fazer 5 torradas.

Um frigorifico, equipamento de Classe D, consome cerca de 550 kWh/ano enquanto um de Classe A consome 300 kWh no mesmo período? Com o primeiro gasta 63 € por ano em electricidade, com o segundo gasta apenas 34 €. Um frigorífico dura, em média, 10 a 12 anos, ou seja, a poupança acumulada ao longo da vida útil de aparelho pode variar entre 286 € e 343 €. Compare os preços dos dois modelos em função destes valores e veja que a diferença compensa mesmo.

Pode poupar até 75% de energia optando por lâmpadas economizadoras? Em Portugal, em média, cerca de 70% da electricidade é produzida em centrais térmicas, que consomem combustíveis fósseis e libertam para a atmosfera dióxido de carbono (CO2), um dos principais gases com efeito de estufa. Para ter uma ideia do impacto, saiba que uma lâmpada de 60W acesa durante uma hora é responsável pela emissão de CO2 equivalente ao peso de 4 pacotinhos de açúcar.

Numa viagem de ida e volta Lisboa – Porto, cada passageiro é responsável pela emissão de cerca de 70 kg de CO2, se for de automóvel 185 kg se for de avião, e um pouco menos de 40 kg, se for de comboio?

Secar a sua roupa ao Sol em vez de utilizar o secador de roupa pode evitar a emissão de 153 kg CO2 por ano, o equivalente às emissões induzidas pelo consumo de um aparelho de televisão ligado durante 7 horas e 42 minutos por dia, todo os dias do ano?

A maior parte da energia consumida pela máquina de lavar roupa é utilizada para aquecer a água? Se reduzir a temperatura de lavagem de 60ºC para 40ºC poupa quase metade da energia. Para além de poupar também a sua roupa.

A Playstation 3, quando está ligada sem que ninguém esteja a jogar, consome quase o mesmo que quando está a ser utilizada? Se nunca se esquecer de a desligar, pode poupar em electricidade o suficiente para, no final do ano, comprar 3 jogos novos.

Cada vez que reciclamos uma lata de refrigerante, estamos a poupar a energia suficiente para manter a televisão ligada durante 3 horas? E que a reciclagem de 5 embalagens de plástico produz fibra têxtil suficiente para fazer uma t-shirt XL?

O ar condicionado pode aumentar o consumo de combustível do automóvel em mais 25%? Sempre que possível, quando circular em estrada opte pela abertura das janelas. Um filtro de ar obstruído pode provocar um aumento de consumo do combustível na ordem dos 5%. Substitua-o regularmente.

A variação da pressão dos pneus como o alinhamento das rodas da frente influencia o consumo do combustível?  Basta uma redução de 0,3 bar na pressão ou o desalinhamento das rodas da frente para que o consumo aumente 3%. Ao final de um ano, este aumento de consumo pode significar mais 40 litros de combustível, o equivalente a mais de ½ depósito.

 Para saber mais sobre energias consulte:

A crise da água e a sustentabilidade

A campanha milénio – Objectivo 2015, publica a Revista D – Sustentabilidade, Futuro e Cooperação. Neste primeiro número, o tema é água, um recurso essencial para assegurar um futuro sustentável, mas cada vez mais escasso. Uma perspectiva preocupante, quase catastrófica,  sobre a crise da àgua e os impactos na economia mundial.

Visão Verde

Uma  nova secção dentro do site da revista VISÃO, especializada em conteúdos ambientais já pode ser consultada:

VISÃO VERDE

Portal de notícias e opiniões sobre temas que vão desde o clima à agricultura, com uma área dedicada ao perfil de vários intervenientes ambientais. Para quem gosta de algo mais interactivo a não perder a secção multimédia.

“Serious games” – Uma nova consciência global e cívica

Uma nova gama de jogos já chegou e adeptos não faltam. Estes jogos, conhecidos como “serious games” (jogos sérios), propõem uma experiência inovadora  ao  utilizar o entretenimento digital como meio para construir uma consciência global e cívica .

O jogo da sobrevivência dos refugiados no Darfur é um  bom exemplo de um jogo sério que  pretende despertar consciências para um dos maiores dramas do século XXI.

No jogo “Darfur is Dying”, o jogador coloca-se na pele de um dos 2,5 milhões de  refugiados em Darfur, no Sudão. Ele pode assumir o papel de oito diferentes representantes de um campo de refugiados, do sexo feminino e masculino, com idades entre 10 e 30 anos. O objetivo é manter o campo de refugiados a funcionar por sete dias, apesar dos constantes ataques da milícia Janjaweed.
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Outros jogos sérios que se dedicam a informar, ensinar e educar.

Greenpeace Weather (http://200.186.92.250/awards/2008/greenpeace/weather_art/eng/)
Os jogadores  tornam-se ciberativistas e, aliados a outros, precisam salvar o mundo das crises ambientais, no máximo de 16 rodadas. Premiado com Leão de Bronze, em Cannes. Português.

Efficiencity (www.greenpeace.org.uk/efficiencity)
Desenvolvida pelo site britânico do Greenpeace, essa cidade virtual, baseada em experiências reais no Reino Unido, ensina ao internauta como um centro urbano pode ser abastecido com fontes descentralizadas de energia renovável. É um ambiente interactivo com animações, textos, fotos e vídeos didácticos. Disponível para download. Em inglês.

Games for Change (http://www.gamesforchange.org/)
A entidade sugere opções de jogos ‘sérios’, agrupados em temas como meio ambiente, economia e direitos humanos. Em inglês.

Energyville (www.willyoujoinus.com/energyville)
Criado pela Chevron com base em dados do The Economist Intelligence Unit’s, o desafio desse jogo é criar energia para uma cidade de 5,9 milhões de habitantes. Em inglês.

Electrocity (http://www.electrocity.co.nz/)
Criado como projecto educacional na Nova Zelândia, desafia a criar uma cidade sustentável em 150 rodadas. O jogador pode gravar o jogo e continuar depois. Em inglês.

City Rain (http://www.ovologames.com/cityrain/BR/)
Uma mistura de Tetris e SimCity, o City Rain desafia o jogador a construir uma cidade de maneira sustentável, com peças que “chovem” do ceú. Em inglês.

Planet Green Game (http://planetgreen.discovery.com/games-quizzes/tom-green-quiz-game.html)

Parceria da Global Green USA com a Starbucks, propõe explorar a cidade fictícia de Evergreen, reduzindo a emissão de CO2. Pontua mais quem optar por medidas mais limpas. Inglês.

Honoloko (http://honoloko.eea.europa.eu/Honoloko.html)
O jogador responde a questões na Ilha de Honoloko. As decisões afectam habitantes e ambiente. Criado pela Agência Europeia do Ambiente. Em português de Portugal.

Eco Agents (http://ecoagents.eea.europa.eu/)
Também criado pela Agência Europeia do Ambiente, o Eco Agents permite criar um avatar para responder a perguntas sobre temas como mudanças climáticas e escassez de água. O site também tem notícias e dicas ecológicas. Em inglês.

PVC Game (www.institutodopvc.org/pvcgame)
Baseado no jogo sobre a indústria europeia do PVC, o Instituto do PVC criou esse jogo segundo a realidade da indústria brasileira. O internauta actua na indústria de 1987 a 2010 e precisa construir novas fábricas prestando atenção ao desenvolvimento sustentável. Em português.

Food Force (http://www.food-force.com/)
Do Programa Alimentar Mundial, da ONU, desafia o internauta a acabar com uma crise de fome numa ilha de Sheylan, no Oceano Índico. Disponível em português.

Fonte: Estadão.com.br/planeta ( Diversão a favor do ambiente)

Dia Nacional da Conservação da Natureza

 

“Nós não herdámos a terra dos nossos antepassados, pedimos emprestada aos nossos filhos.”

Provérbio Índio

Celebra-se hoje o Dia Nacional da Conservação da Natureza instituído em 1998 por altura das comemorações do 50 º aniversário da Liga para a Protecção da Natureza, em reconhecimento da importância do trabalho realizado pela associação na área da protecção do património natural nacional..

É necessário e urgente que, no dia-a-dia, as nossas escolhas e comportamentos permitam que sejam mantidos e preservados os processos naturais. Façamos de cada dia, um Dia da Conservação da Natureza e do Ambiente, de modo a podermos habitar, condignamente e em harmonia, este berço da vida a que chamamos “Planeta Terra”.

A importância da Conservação da Natureza na salvaguarda do planeta está claramente evidenciada na Convenção Internacional sobre Diversidade Biológica, talvez o resultado prático mais emblemático da Conferência das Nações Unidas sobre Ambiente e Desenvolvimento realizada em 1992 no Rio de Janeiro, melhor conhecida sob a designação de “Cimeira da Terra”.

Conheça aqui o texto da convenção:

“Como manter Portugal Limpo – Outra Qualidade de Vida”

Depois de Limpar Portugal é importante que se mantenha limpo. Está decorrer o concurso nacional “Como manter Portugal Limpo – Outra Qualidade de Vida” que pode levar alguém à Malásia! Informa-te!

O concurso é um apelo às crianças e jovens para que, através da criatividade, façam prolongar, para além do dia 20 de Março, o espírito do movimento cívico Limpar Portugal.

Os participantes são desafiados a criar um projecto sobre o tema “Como manter Portugal limpo – Outra qualidade de vida”. O concurso divide-se em quatro categorias:

  • Alunos do Ensino Básico do 1.º ao 4.º ano – os trabalhos deverão ser entregues até 18 de Junho ;
  • Alunos do Ensino Básico do 5.º ao 9.º ano – os trabalhos deverão ser entregues até 18 de Junho;
  • Alunos do Ensino Básico do 9.º ano e do Ensino Secundário do 10.º ao 12.º ano – os trabalhos deverão ser entregues até 14 de Maio;
  • Alunos universitários – os trabalhos deverão ser entregues até 18 de Junho.

Os primeiros lugares de cada categoria serão contemplados com prémios como visitas a parques nacionais (como o Badoca Park), viagens à Indonésia para participação em conferências internacionais e participação num programa eco-sustentável na Malásia.

Todas as informações sobre este concurso, podem ser consultadas em www.aspea.org.

Consulte aqui o Regulamento.

 

Estratégia Europa 2020

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Durão Barroso alertou os estados membros da União Europeia (UE) para o risco de declínio que enfrentam se não actuarem em conjunto na construção de uma “nova economia inteligente, verde e inclusiva”.
A UE tem um programa a dez anos que os 27 membros da Comissão Europeia vão aprovar para substituir a Estratégia de Lisboa, concebida em 2000 para tornar a UE na economia mais competitiva do mundo, em 2010, mas cujos resultados ficaram muito aquém do esperado.
A nova estratégia, baptizada
Europa 2020, pretende “transformar a UE numa economia inteligente, verde e inclusiva, com elevados níveis de emprego, produtividade e coesão”.

Bruxelas pretende  avançar com  cinco metas quantificadas que os Vinte e Sete terão de procurar atingir até 2020. Embora sejam fixadas ao nível europeu, as metas serão adoptadas pelos estados-membros em programas nacionais que terão em conta a situação específica de cada um.
O cumprimento conjunto destas metas “poderá resultar” num crescimento anual do PIB de dois por cento e a criação de 5,6 milhões de novos postos de trabalho:

As metas propostas pela comissão Europeia são:

1. Aumento da taxa de emprego da população activa entre 20 e 64 anos dos actuais 69 por cento para 75 por cento;

2. Aumento do investimento em investigação científica (I&D) de 1,9 por cento do PIB para três por cento. Este objectivo já estava previsto na Estratégia de Lisboa, mas Bruxelas pretende analisar a possibilidade de criar um novo indicador associando a I&D e a inovação, e fixar uma nova meta para o aumento do investimento dos actuais 2,9 por cento do PIB para quatro por cento;

3. Redução das emissões de CO2 em 20 por cento face aos valores de 1990, aumento da parte das energias renováveis em pelo menos 20 por cento do total, e redução do consumo de energia de pelo menos 20 por cento;

4. Aumento da parte da população entre 30 e 34 anos com formação universitária completa de 31 por cento actualmente para pelo menos 40 por cento; redução da taxa de abandono escolar de 15 por cento actualmente para 10 por cento;

5. Redução de 25 por cento do número de europeus que vivem abaixo do limiar de pobreza, “tirando 28 milhões de pessoas” da pobreza.

Estas metas já estavam quase todas previstas na Estratégia de Lisboa, enquanto os objectivos relativos à redução do CO2 e do consumo de energia e aumento das energias renováveis são a trave mestra do programa europeu de protecção do clima.

 

Fonte: Jornal público de 3 de Março

Telhados ecológicos – A nova tendência arquitectónica

TelhadosTelhados ecológicos lembram os jardins suspensos da Babilónia (uma das sete maravilhas do mundo).  Ecologia e economia o “casamento” perfeito, que aliado à estética formam  unidos a última moda em arquitectura e sem dúvida um novo modo de viver e utilizar os tectos das nossas cidades, ajudando o ecossistema a combater a poluição.

A vida em cidades cada vez mais verticais, onde o espaço para o jardim ou a sonhada horta no quintal é cada vez mais difícil,  cria uma nova forma de como desfrutar o telhado dos grandes edifícios dos centros urbanos de maneira mais criativa ambientalmente e ecológica.

A iniciativa além de, dar um charme e melhorar muito a vista panorâmica desses mares de edifícios, tem feito sucesso  não só nos Estados Unidos como nalguns países da Europa e as vantagens são inúmeras para o meio ambiente, mas acima de tudo para a qualidade de vida humana.

Esta nova tendência já chegou a Lisboa e está ganhar muitos adeptos. Os telhados e coberturas das casas da capital começam a ser, também, espaços verdes. Por motivos arquitecturais, energéticos, ambientais e estéticos, colocar um relvado ou um jardim no topo das habitações começa a fazer sentido.

Estes pequenos pulmões  servem como reguladores térmicos das cidades. Os telhados ecológicos  podem reduzir dois a três graus centígrados na temperatura das cidades e ajudam  a diminuir o efeito de estufa. Facilitam  a circulação atmosférica, absorvem a água das chuvas e contribuem para uma redução do consumo energético devido aos seus poderes isoladores, e permitem ainda um isolamento acústico mais eficaz. Enquanto uma cobertura normal pode aquecer até aos 60 graus, uma com relvado chega apenas aos 25: a diferença reflecte-se na diminuição do uso de ar condicionado, na factura energética (redução de custos entre 20 a 30%) e na pegada ecológica.

Em Portugal, exemplos como a Gulbenkian ou o Jardim das Oliveiras no Centro Cultural de Belém são projectos bem-sucedidos e a SEGUIR.

QUE VENHA O CHOQUE ECOLÓGICO!