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Obrigada a todos por terem feito e continuarem a fazer parte da história deste blogue.

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Estado da Literacia Financeira na União Europeia

Este relatório sobre Literacia Financeira,  dado a conhecer recentemente, surgiu na sequência dos últimos resultados do Programa PISA e enquadra-se no contexto da estratégia Europa 2020 da UE, para cuja concretização, a literacia constitui uma questão chave.

Na opinião de Androula Vassiliou, a Comissária responsável pela Educação, Cultura, Multilinguismo e Juventude: “Estamos a viver um paradoxo: embora ler e escrever sejam mais importantes e relevantes do que nunca no contexto do nosso mundo digital, as nossas competências no domínio da literacia estão a perder passo. É urgente inverter esta situação alarmante. Os investimentos para melhorar a literacia dos cidadãos de todas as idades têm vantagens económicas, produzindo benefícios tangíveis para as pessoas e para a sociedade, que gerarão milhares de milhões de euros a longo prazo.”

Segundo os peritos da UE, Portugal, foi o país do Europa Ocidental que entre 2006-2009 mais queda teve nos níveis de literacia dos alunos (estudo PISA): – 7,3%.

No entanto, destacam-se vários exemplos de boas práticas que, em Portugal, ajudaram a combater a iliteracia e o insucesso escolar. O  Programa Novas Oportunidades, o Plano Nacional de Leitura, o Projeto de Promoção da leitura Cata-Livros e a organização não governamental Empresários pela Inclusão Social, entre outras iniciativas nacionais, são exemplos, considerados pelos peritos da UE de boas práticas  e a seguir. O relatório é particularmente elogioso das Novas Oportunidades – programa atualmente em risco de ser extinto – salientando que, através do processo RVCC, esta iniciativa já permitiu a qualificação de mais de 1,6 milhões de portugueses.

O relatório com cerca de 80 páginas, incluí várias recomendações, desde “conselhos aos pais, para cultivarem junto dos filhos o prazer da leitura, à criação de bibliotecas em ambientes não convencionais como os centros comerciais e à necessidade de atrair mais professores do sexo masculino que possam servir de modelo aos rapazes, que leem muito menos do que as raparigas. Além disso, apresenta recomendações específicas por faixa etária, apelando à prestação de serviços de educação e acolhimento para a primeira infância gratuitos, de qualidade e acessíveis a todos, a um maior número de professores especialistas em leitura nas escolas do 1º ciclo, a uma alteração da abordagem adotada para a dislexia, já que quase todas as crianças podem aprender a ler se lhes for garantido um apoio adequado, e ainda, a uma maior diversidade de oportunidades de aprendizagem para os adultos, em especial no local de trabalho”.

Segundo o mesmo documento, “os adolescentes necessitam de materiais de leitura mais diversificados, incluindo livros de banda desenhada, textos literários impressos e ebooks, que motivem todos os leitores e, em especial, os rapazes. É importante promover a cooperação entre as escolas e as empresas, a fim de tornar a aprendizagem no domínio da literacia mais relevante para as situações da vida real. O tabu sobre os problemas de literacia dos adultos tem de ser quebrado. As Organizações Não Governamentais, os meios de comunicação social, os empregadores, as organizações da sociedade civil e as figuras públicas têm um importante papel a desempenhar na divulgação geral destes problemas e eventuais soluções.”

Este relatório que considero de leitura obrigatória, destaca a importância da literacia por cinco razões:

  • “O mercado de trabalho exige cada vez mais competências no domínio da literacia (até 2020, calcula-se que 35% dos postos de trabalho exijam qualificações de alto nível, em comparação com 29% atualmente).
  • A participação cívica e social depende mais fortemente da literacia no mundo digital.
  • A população está a envelhecer e as suas competências no domínio da literacia precisam de ser atualizadas.
  • A pobreza e os baixos níveis de literacia formam um círculo vicioso, influenciando-se mutuamente.
  • A crescente mobilidade e migração estão a tornar a literacia cada vez mais multilingue, combinando uma vasta gama de contextos culturais e linguísticos.”

Consulte aqui o RELATÓRIO:

http://ec.europa.eu/education/literacy/sources/index.htm

Sumário executivo em língua portuguesa:

http://ec.europa.eu/education/literacy/what-eu/high-level-group/documents/executive-summary_pt.pdf

Empreendedorismo em Portugal – GEM Portugal 2010

Encontra-se disponível, online, um Estudo de Avaliação do Empreendedorismo em Portugal – Global Entrepreneurship Monitor 2010.

(clique na imagem para aceder ao documento)

“O projeto Global Entrepreneurship Monitor (GEM – http://www.gemconsortium.org) é o maior estudo independente de empreendedorismo realizado em todo o mundo. Este projeto tem como principal objetivo analisar a relação entre o nível de empreendedorismo e o nível de crescimento económico, bem como determinar as condições que estimulam e travam as dinâmicas empreendedoras em cada país participante”.

Este estudo  mede a “evolução, desde 2007, de diversos indicadores ligados à atividade empreendedora, bem como afere o nível, as características e os fatores potenciadores do empreendedorismo no País. Esta avaliação do empreendedorismo assume-se também como um exercício de benchmarking  de caráter internacional, que permite comparar o nível de empreendedorismo em Portugal com o de diferentes tipos de economia (com características e níveis de desenvolvimento diferentes) e com o nível da União Europeia (UE)”.

Convém referir, que o “GEM 2010 utiliza a tipologia de desenvolvimento competitivo de Michael Porter, assumindo a existência de economias orientadas por fatores de produção, orientadas para a eficiência e orientadas para a inovação”.

O projeto GEM Portugal 2010 resulta do trabalho de uma parceria que integra especialistas em empreendedorismo: SPI Ventures; IAPMEI (Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas e à Inovação); Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento em Portugal.

Índice ( em resumo ):

  • GEM Portugal 2010 – Instituições Parceiras
  • Sumário Executivo
  • 1. Introdução ao Relatório GEM Portugal 2010
  • 2. Atividade Empreendedora em Portugal
  • 3. Condições Estruturais do Empreendedorismo em Portugal
  • 4. O GEM e a Investigação sobre o Empreendedorismo em Portugal
  • Anexos

Fonte: Site da Sociedade Portuguesa de Inovação

Educação em Empreendedorismo nas escolas europeias

Foi dado a conhecer um Relatório da Comissão Europeia que conclui que a Educação em Empreendedorismo tem vindo a ganhar espaço na maioria dos países Europeus.

  • No ensino secundário, metade dos países integram o empreendedorismo em disciplinas obrigatórias, tais como economia e ciências sociais.
  • Dois países (Lituânia, Roménia) ensinam empreendedorismo através de  disciplina obrigatória.
  • Oito países (Dinamarca, Estónia, Lituânia, Países Baixos, Suécia, Noruega, País de Gales e parte flamenga da Bélgica) lançaram estratégias específicas para promover a educação para o empreendedorismo:
  • A formação de professores  nesta área só está disponível na Comunidade flamenga da Bélgica, Bulgária e Holanda.
  • Um terço dos países europeus fornecem diretrizes centrais e material didático para o ensino do empreendedorismo.

Leia aqui o artigo publicado no site Balkans.com ( Business News).

Literacia Financeira da População Portuguesa

O Banco de Portugal divulgou, hoje,  o “Relatório do Inquérito à Literacia Financeira da População Portuguesa, realizado em 2010, depois de há cerca de um ano o mesmo banco ter divulgado os resultados preliminares do “Inquérito à Literacia Financeira: Banco de Portugal foi a casa de 2000 portugueses,.

O Governador do Banco de Portugal alerta que existem “importantes assimetrias nos níveis de literacia financeira de diferentes grupos populacionais”. Jovens e desempregados são os casos mais preocupantes.

Em matéria de literacia financeira, o cenário traçado pelo Banco de Portugal não é dos mais favoráveis. A  escassez de formação e de informação  por parte dos clientes bancários criou uma bola de neve que se chama crédito malparado. Desconhecem o que seja um “spread” e ignoram outros custos associados aos empréstimos que se propõem, e conseguem, contrair.

  • 32% dos portugueses têm cartões de crédito.
  • 37% dos portugueses têm seguros. Estes são os produtos bancários a que os portugueses mais aderem.
  • 31% da população nacional escolhe os depósitos a prazo como destino para as suas poupanças.
  • 26% dos portugueses comprou casa recorrendo ao crédito à habitação.
  • 25% dos portugueses recorre ao descoberto bancário (contas ordenado) para fazer face a dificuldades
  • 16% dos portugueses recorre aos planos de poupança para alcançar algum objetivo, nomeadamente para a reforma.
  • 4% dos portugueses gosta de arriscar e aplicar o seu dinheiro em ações.

Confira, aqui, estas e outras informações consideradas fundamentais para a perceção das atitudes e comportamentos da população portuguesa na gestão das suas finanças pessoais e os conhecimentos financeiros básicos.

Fonte: Banco de Portugal

Relatório de Conjuntura Económica

CIP – Confederação Empresarial de Portugal divulga Relatório de Conjuntura Económica de Abril 2011.

Aceda ao relatório clicando na imagem

Dia Mundial sem compras – 27 de Novembro

O DIA MUNDIAL SEM COMPRAS, oficialmente  chamado de “Buy Nothing Day”,  é  o movimento mundial pelo Consumo e visa chamar a atenção para o excesso provocado pelo consumo irracional. A ideia surgiu em 1992 pela mão do artista canadiano, Ted Dave, e é um alerta aos consumidores para os excessos provocados pelo consumo irracional que se traduz em consequências para as famílias e também para o meio ambiente.,

Segundo o relatório Estado do Mundo – 2010, hoje, existe um padrão mundial de produção e consumo insustentável. Para se ter uma ideia, a humanidade já consome 30% a mais de recursos naturais do que a Terra é capaz de repor.

Pior ainda, é  apenas 16% da população mundial (o que representa cerca de 1 bilhão de pessoas), apropriar-se de  78% desses recursos. O restante , 22%  é dividido por 84% da população (5,8 bilhões de pessoas).

Está na hora, há que mudar, hábitos e valores, fazendo uso de uma ferramenta poderosa a EDUCAÇÃO. Aumentar a consciencialização sobre sustentabilidade é inevitável. Devemos, todos juntos, mobilizar esforços promovendo a mudança construindo uma sociedade mais justa fundamentada em prioridades humanas e ambientais.

Não deixe de consultar  o relatório sobre o  Estado do Mundo – 2010

– Do consumismo à sustentabilidade – 

( Clique na imagem para aceder ao documento )

Este relatório é um documento produzido anualmente pelo Worldwatch Institute (WWI) – organização com sede em Washington (EUA) – o “Estado do Mundo”  “oferece”  anualmente um balanço com números actualizados e reflexões sobre as questões ambientais. Na edição de 2010, o Instituto Akatu fez a tradução do relatório para o português ( do Brasil ).