Talheres comestíveis para reduzir quantidade de plástico

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“Os cidadãos indianos atiram para o lixo cerca de 120 mil milhões de talheres de plástico por ano, um número escandaloso para o ambiente e que levou Narayana Peesapaty a desenvolver um conjunto de talheres a partir de painço, arroz e trigo – ou seja, são comestíveis. Caso os talheres não sejam ingeridos, eles são biodegradáveis e em pouco tempo desaparecem da face da terra.

Através da marca Bakeys, Peesapaty já vendeu 1,5 milhões de talheres comestíveis, tendo lançado uma campanha no site de financiamento colectivo Kickstarter para expandir a marca para outros locais do Planeta. A campanha foi um sucesso e angariou seis vezes mais do que o valor inicial pedido – €18.000 –, numa altura em que ainda faltam 18 dias para terminar o financiamento.

Os utensílios da Bakeys podem durar até 20 minutos quando em contacto com líquidos quentes, como sopa, e têm sabores: gengibre-canela, gengibre-alho, cominhos, pimenta-preta, menta-gengibre, aipo e cenoura-beterraba.

A marca fabrica também talheres sem sabores para clientes comerciais, sendo que, nas prateleiras dos supermercados ou nos armazéns, os talheres têm um ciclo de vida de dois anos. Até agora, a Bakeys só produziu colheres, no entanto, elas são livres de organismos geneticamente modificados (OGM) e 100% vegan.

Com o dinheiro angariado pelo Kickstarter, avança o Inhabitat, Peesapaty vai expandir as operações e aumentar a produção. A empresa está a ultimar o lançamento de uma fábrica que poderá criar 800.000 talheres comestíveis por dia e começar a desenvolver outros utensílios – facas e garfos.

Com um investimento de apenas €9, no Kickstarter, a Bakeys vai entregar 100 colheres comestíveis. Uma invenção que pode – verdadeiramente – revolucionar a forma como olhamos para os talheres de plástico ou bambu. A curto ou médio prazo, nos países em desenvolvimento mas também no primeiro mundo.”

Fonte:Green Savers

IDEIAS INOVADORAS – Designer cria berço, “três em um”

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“Patrícia Cruz, estudante de design da UA (Universidade de Aveiro) desenvolveu um projeto de que resultou um berço adaptável para os quatro primeiros anos dos bebés. O trabalho deu origem ao HOGIE, um berço  construído por três versões diferentes que, graças ao sistema de encaixe das peças, rapidamente assumem as respetivas funções ou podem, pura e simplesmente, ser empilhadas em espaços reduzidos para que as salas possam ser utilizadas para outras atividades. A estudante apresentou o trabalho numa tese de mestrado defendida recentemente no Departamento de Comunicação e Arte da UA. …

Nas três versões, o berço mede 120 por 60 centímetros e pode ser fabricado em várias cores em acrílico, algo que, segundo a autora, facilita a vigilância das educadoras. Desenhado a pensar nas instituições, o Hogie pode também, naturalmente, ser utilizado em casa das crianças.”

Fonte: Diário de Aveiro, 23 setembro de 2015

A verdadeira definição de Crowdsourcing.

Crowdsourcing  resulta da união de duas palavras inglesas, crowd, que significa multidão e source, que significa fonte ou melhor, fonte de informações. É isso mesmo, Crowdsourcing é umafonte de informações com origem num “conjunto de pessoas”,que se une para resolver problemas, testar novos produtos, criar conteúdo, encontrar soluções.

Inteligência de Risco – Abordagem de Nelson S. Lima

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Achei interessante  a abordagem do Prof. Universitário Nelson S. Lima sobre  a INTELIGÊNCIA DE RISCO (apresentada no seu facebook), uma competência essencial a ser  “explicada e treinada nas escolas a partir dos 14 anos de idade”.

Aqui fica a partilha para reflexão! 

“Como alguns amigos já devem saber eu sou um fervoroso adepto da Teoria Triárquica da Inteligência de Robert Sternberg, o qual defende a existências de três inteligências humanas: a analítica, a criativa e a prática (ou executiva). É uma teoria que faz mais sentido do que a das Inteligências Múltiplas de H. Gardner, a maioria das quais são mais habilidades do que propriamente inteligências (o próprio autor o reconhece num dos seus livros).

A Risk Intelligence (inteligência de risco) permite-nos, em última análise, fazer uma avaliação das consequências de decisões antes de as tomarmos. É então uma inteligência que se processa através de intrincadas conexões entre diversos factores: capacidade de visualização, previsão, antecipação, recolha e cruzamento de dados, definição de objetivos, pré-avaliação, preparação de alternativas (plano A, plano B, etc.), estratégias, execução e monitorização. Processa-se, sobretudo, nos chamados “Lobos Frontais”, a região mais recente e mais evoluída do nosso cérebro.

É uma inteligência do tipo lógico-matemático mas é-lhe superior porque exige outros predicados cognitivos (ou intelectuais). Foi muito bem descrita por autores como David Apgar e Dylan Evans.

Deveria ser explicada e treinada nas escolas a partir dos 14 anos de idade e na universidade (especialmente em cursos como Gestão, Medicina, Engenharia, etc.).

Nelson S Lima

Fonte: https://www.facebook.com/nelson.s.lima?fref=tl_fr_box&pnref=lhc.friends

 

SEMANA ECO – Escola Secundária de Estarreja

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O auditório da Escola Secundária de Estarreja encheu esta quinta-feira para receber o colóquio “2015 Ano Europeu do Desenvolvimento – Pequenos passos grandes ideias”, evento organizado pelos alunos da turma do 11.º H (C. Profissional de Gestão), no âmbito da disciplina, Área de Integração.

A iniciativa visou uma reflexão sobre os desafios para mudar as formas de pensar e agir em torno da questão ambiental.

Contou com a intervenção do Eng.ro Pedro Gonçalves da DOW Portugal e as apresentações de dois projetos de cariz inovador desenvolvidos por alunos que participaram no 1.º Bootcamp de Estarreja.
– “Produção de biocombustível (bioetanol) a partir da destilação de milho em grão” – Inês Marques Brandão (12.º A) e Gilberto Miguel da Silva Pereira Valente (12.º C).
– “Isqueiro termoelétrico acionado por sistema inovador amigo do ambiente” – Mónica Rodrigues (11.º H) e Juliana Silva (11.º H).

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Formação – Os 7 destinos do sucesso

Já tem destino para as suas férias?

Dado que, todos os empreendedores nunca param, a Associação Acredita Portugal apresenta os 7 destinos para levar as suas ideias ao sucesso.

Defina o percurso que melhor se aplica às suas necessidades e embarque rumo ao sucesso!

Conheça os destinos clicando na imagem:

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Fonte: Associação   Acredita Portugal

Ideias empreendedoras – embalagem para líquidos reciclável

Uma notável ideia promotora do empreendedorismo, “GoldenWater”, venceu a edição deste ano do concurso “A Empresa”, organizado pela Junior Achievement – Young Enterprise.

“A GoldenWater, empresa criada por alunos do secundário da Escola Profissional Magestil, inventou uma embalagem para líquidos totalmente reciclável, que se pode enfiar num bolso quando está vazia, encher com água canalizada, guardar no frigorífico e desinfectar no microondas. No futuro, o grupo de oito alunos que se classificou em primeiro lugar na competição nacional “A Empresa”,  quer concorrer com as garrafas de plástico que não são biodegradáveis.”

Fonte: www.ionline.pt

Economia de comunhão chega a Portugal

A  crise económica instalou-se … eis uma proposta que vale a pena considerar …

Nasceu no Brasil em 1991, mas em Portugal só recentemente foi adoptado o conceito. A  “Economia de Comunhão” (EdC) tem uma lógica subjacente,  cuja filosofia tem a ver com a criação ou reestruturação de empresas, pequenas ou grandes, entendidas como comunidade de pessoas, cujos proprietários livremente distribuem os lucros de acordo com um critério.

A novidade da Economia de Comunhão nas empresas está na distribuição dos lucros em função de três finalidades:

  • ajudar as pessoas que estão em dificuldade, criando novos postos de trabalho e satisfazer as suas necessidades básicas através de projectos de desenvolvimento, começando com aqueles que partilham o espírito do projecto; 
  • difundir a “cultura do dar” e da reciprocidade, sem a qual é impossível realizar uma Economia de Comunhão; 
  • desenvolver a empresa, que deve permanecer eficiente e competitiva, enquanto se abre à gratuidade.

 

 

Economia de comunhão chega a Portugal – RTP Noticias, Vídeo 

 

Sistema Inovador – Google irá detectar tendências da inflação através de preços online

A Google fará o seu índice de preços e detectará tendências de inflação, através dos dados na web.

Segundo Hal Varian,  economista-chefe da Google, existe uma diferença entre a inflação real,calculada através do levantamento dos preços directamente das lojas, e um cáçculo baseado nos preços das lojas “online” – muito prático e rápido.
O Índice de Preços do Google (Google Price Índex, GPI) é ainda um “work in progress”. Varian revelou que “há uma tendência muito clara de deflação” nos bens transaccionados nos Estados Unidos desde o último Natal, ao contrário da tendência de inflação detectada pelo GPI no Reino Unido.

O GPI ainda não se poderá substituir ao índice de inflação regular, devido à diferente natureza dos bens transaccionados na Internet e nas lojas tradicionais.
A nova ferramenta da Google, será um novo dado que ajudará os analistas de Wall Street a fazer previsões com maior “precisão”.

In jornal de Negócios de 12 de Outubro 2010

Managementhelp – site sobre gestão de crises

A palavra crise está definitivamente na ordem do dia, sendo premente a procura de soluções para a gerir.

O managementhelp.org  é uma espécie de “páginas amarelas” onde pode encontrar informação diversificada sobre a gestão de crises. É um bom site para encontrar respostas às muitas preocupações e inquietações que a crise fez emergir, em particular a nível empresarial. Funciona como uma livraria que disponibiliza de forma gratuita uma reflexão académica sobre a gestão de crise.

 
Consulte, clicando na imagem

managementhelp.org

O site oferece diversas abordagens e perspectivas sobre o tema. Desde a gestão proactiva, de forma a antecipar os cenários de crise, até à forma de lidar com ela, minimizando os riscos. É possível ainda,  avaliar eventuais  danos causados por uma crise, junto da opinião pública e dos accionistas.
Em managementhelp, é possível encontrar respostas sobre vários aspectos da crise. Entre eles, destacam-se, tópicos como “quando o inesperado acontece”, “10 passos para comunicar uma crise” e “simulação de uma crise”.
O site dispõe ainda de uma área de livros recomendados e tem associados um conjunto de blogs, onde é possível encontrar informação específica, seja sobre liderança, planeamento estratégico ou gestão de carreiras.

Negócio inovador – Grupo Auchan lança negócio de venda automóveis pela Internet

A cadeia francesa do ramo da distribuição Auchan lançou-se no negócio da venda de automóveis. A maior novidade é o negócio ser concretizado através da Internet, concretamente através do domínio auto.auchan.fr.

Auchan.fr

O serviço vai ser prestado em colaboração com a Auto-IES, um distribuidor de automóveis que resgata stocks a concessionários franceses e estrangeiros com descontos próximos dos 40%. A Auto-IES confere ao negócio a sua experiência e destreza no domínio, enquanto a Auchan concede visibilidade através das numerosas lojas espalhadas por França.
Esta multinacional do retalho espera vender entre 5 a 10 mil viaturas por ano com este serviço comercial.
Que se seguirá, aviões, barcos ou casas?
                                                                                                                          Fonte:
Hipersuper

PlanIT Valley em Paredes – Centro Mundial de Inovação

A produtora 3D, LT Estúdios, é a primeira PME portuguesa a participar no desenvolvimento do projecto PlanIT Valley. A empresa foi escolhida para desenvolver o filme promocional “A Brand New Start for Intelligent Cities” e as imagens virtuais do futuro PlanIT Valley.

Clique na imagem para ver o filme

A área de 1700 hectares que deverá acolher empresas, comércio, hotéis, habitação, escritórios, indústria e espaços de entretenimento

A área de 1700 hectares que deverá acolher empresas, comércio, hotéis, habitação, escritórios, indústria e espaços de entretenimento

A Cisco Systems e a Living PlanIT vão assinar no início da próxima semana uma parceria estratégica que prevê a instalação de um centro mundial de inovação na área dos sensores para redes informáticas no PlanIT Valley, que está a nascer no concelho de Paredes.

Esta aliança constitui um dos primeiros resultados concretos da estratégia de atracção de investimento de grandes multinacionais tecnológicas na cidade inteligente que deverá ser construída até 2013.

A Living PlanIT, empresa vocacionada para a criação de ambientes urbanos inteligentes e sustentáveis, e a multinacional americana Cisco comprometem-se, a partir de Paredes, a “colaborar na investigação, desenvolvimento e produção de metodologias e tecnologias inovadoras” e a “levá-las até ao mercado” mundial. Com especial destaque para as tecnologias criadas pela Cisco, no âmbito da sua iniciativa “comunidades conectadas e inteligentes” que tem por objectivo disponibilizar no mercado soluções inovadoras para edifícios, segurança, transportes, serviços utilities, administração pública, educação, saúde e desporto.

Paredes está próximo dos mercados-alvo, EUA e Europa, tendo sido considerada pela Cisco uma das razões que justificam este investimento, € 2 mil milhões. Acredita-se que o PlanIT Valley será “um centro respeitado a nível global na área da inovação e investigação sustentável”.

O número de postos de trabalho a criar poderá ascender a 1500, dependendo do êxito na captação de empresas e do número de parceiros aderentes.

A Cisco, poderá contar também com as empresas McLaren e a Buro Happold que brevemente deverão aderir. E empresas como a IBM, Bosch, Intel e Microsoft também têm sido referidas como potenciais parceiros. Recentemente juntaram-se ao projecto dois ex-quadros da Microsoft, Chris Dengler e Robert Cloridge, com o objectivo de acelerar o desenvolvimento do sistema operativo Living PlanIT Urban projectado por Steve Lewis, presidente da Living PlanIT e também um ex-quadro da Mirosoft.

Este projecto é considerado um caso de estudo no curso de gestão (MBA) da Harvard Business School (EUA) por ter potencial para ser replicado noutros pontos do globo.

In caderno de economia do Expresso de 29/06/2010

Livro do dia – Livro do desassossego tecnológico

Este livro procura explicar de que forma as novas tecnologias vieram revolucionar e influenciar a sociedade, a nível económico, social e comportamental.

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Porque está o mundo  em desassossego?

Em regra culpa-se a economia, a política, o terrorismo, o ambiente ou os anacronismos que persistem.
Mas não se valoriza o papel da revolução digital em curso. As novas tecnologias alteraram radicalmente os modos de vida, o trabalho, as relações humanas, o pensar, o ser e o estar.
Geram ao mesmo tempo inovação e obsoletismo. Impõem mudança e velocidade.
Perante isto existem duas atitudes: resistir ou evoluir ainda mais depressa com base na criatividade. O autor defende a segunda opção.
O livro pode ser adquirido na WOOK.

Bookcrossing um novo conceito de leitura

Totalmente grátis e vivendo apenas de quem deixa ou leva um livro, esta espécie de clube está a fomentar a leitura em todo o mundo e também vive na internet, em www.bookcrossing-portugal.com, ponto de encontro onde se sabem as últimas notícias dos livros que foram deixados por aí e onde também são registados, pois todos os livros de bookcrossing devem ser registados.

Desta forma, o  objectivo do Bookcrossing é possibilitar a troca de livros de forma a transformar o mundo numa biblioteca.

O conceito surgiu nos EUA, em 2004, e consiste na prática de deixar os livros em locais públicos, nomeadamente cafés, transportes públicos ou paragens do autocarro, para que um maior número de leitores lhes possa dar utilidade.

Em Portugal existe um conceito mais restrito do BookCrossing, acessível apenas virtualmente. A troca de livros implica o registo no site e a viagem é feita através de um número de identificação.

 Boas leituras!

 

“Speed Rrecruitment” – Inovadora estratégia de promoção… CV estampado na sua t-shirt

 

Artigo publicado no site Quero Mais

 As novas estratégias de promoção profissional ditam que os candidatos apostem na criação e promoção de uma marca própria. É nesta lógica que se enquadra o desafio do evento “Speed Rrecruitment”, que convida os participantes a marcarem presença na iniciativa usando uma t-shirt com o próprio CV estampado.

O projecto é da Cidade das Profissões, que promove o evento “Speed Recruitment” dia 3 de Março, nas suas instalações, no Porto. Trata-se de um encontro entre empresas e candidatos a emprego, durante o qual serão realizadas mini-entrevistas de 10 minutos.
 
É no decorrer dessas breves entrevistas que os participantes são convidados a usar a sua criatividade, no sentido de conquistar as atenções dos empregadores e abrir portas para a marcação de uma segunda entrevista, mais formal. As t-shirts ficam a cargo da organização e têm um custo de 7 euros.
 
Os candidatos apenas necessitam de estruturar os respectivos CV’s numa página A4, destacando a informação que consideram mais pertinente.
 
 A iniciativa pretende facilitar o contacto dos jovens profissionais com diversas entidades empregadoras, que ali encontram uma solução de recrutamento eficiente e, simultaneamente de baixo custo. A Cidade das Profissões procura, de resto, que através desta experiência os candidatos a emprego aproveitem para desenvolver competências de empregabilidade, nomeadamente ao nível da comunicação.
 
A Cidade das Profissões é um projecto criado no âmbito do Porto Digital, desenvolvido com o apoio de parceiros como a Câmara Municipal do Porto e o IEFP – Instituto de Emprego e Formação Profissional. Informações sobre inscrições e funcionamento do “Speed Recruitment” através do telefone 223 392 360-68 ou do site http://cdp.portodigital.pt.

 

Livro do dia – Inovação empresarial no séc. XXI

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Título: Inovação Empresarial no Século. XXI

Autor: Praveen Gupta

Nª. páginas: 480

PVP: € 22

Edição: Novembro de 2008

Editor e distribuição: Vida Económica

Para encomendar 

Encomendas para: encomendas@vidaeconomica.pt

Livraria on line: www.vidaeconomica.pt/livraria

O objectivo deste livro é oferecer uma abordagem abrangente dos processos relacionados com a inovação e um novo enquadramento da inovação – um enquadramento que é sustentável na geração da Internet e na era do conhecimento.

O livro permite dar resposta a algumas questões sobre inovação. De forma a institucionalizar a inovação, os co-autores referem vários aspectos sobre a inovação, desde a sua história às estratégias de implementação. Quando se compreende o processo de inovação, e as pessoas percebem as capacidades e viabilidades da inovação, podemos olhar para o futuro mais próximo, sonhar e acelerar mais ainda a inovação. Todavia, é necessária uma abordagem multidisciplinar para poder desenvolver esse processo.

Esta obra pode ser dividida em três partes.

  • Parte I: Desenvolver a Inovação analisa os aspectos históricos da inovação em desenvolvimento, ferramentas e técnicas actuais ou convencionais, e necessidades futuras. O objectivo da Parte I é trazer conhecimento à inovação enquanto uma arte actualizada.
  • Parte II: Compreender a Inovação apresenta o novo entendimento da inovação e do processo da inovação na era do conhecimento. A Parte II desenvolve o conhecimento da inovação, que apresenta como uma ciência.
  • Parte III: Institucionalizar a Inovação centra-se na implementação de diversos aspectos da inovação de forma a gerar valor. O objectivo da Parte III é aprender métodos para adaptar a inovação a diversas organizações.

“Sexto Sentido”, uma nova revolução tecnológica!

“Sexto Sentido”, um dispositivo tecnológico que pode vir a mudar a nossa vida no futuro. Fico  surpreendida de como estamos a caminhar tão rapidamente para era do ecrã interactivo total.

 Os utilizadores da nova tecnologia vão poder tirar informação da internet com os dedos e projectá-la como e onde quiserem. Podem, também, tirar fotografias enquadrando simplesmente o que pretendem focar com as mãos. Outra opção, é projectar um rosto digital sobre qualquer objecto, bastando para isso desenhar um círculo com o dedo. Por outras palavras, este sistema revolucionário liberta os dados da sua tradicional prisão de papel ou da memória digital para os incorporar na realidade e integra perfeitamente a interface da informação com o mundo real.

O nome desta nova tecnologia é Wear Ur World (WUW), que significa “veste o teu mundo”, mas também lhe chamam “SIXth Sense”, pois trata-se de uma espécie de sexto sentido digital.

 “É composto por uma câmara que se pode prender na orelha, nos óculos ou no boné, por um minúsculo projector 3M que se pendura do pescoço e por um espelho. Os três elementos estão ligados por tecnologia sem fios a um telemóvel que pode ser guardado no bolso. O conjunto de aparelhos utilizados nas experiências não ultrapassa os 350 dólares (cerca de 260 euros).

 A câmara interpreta a cena que tem diante de si, incluindo os gestos que fizermos no ar com as mãos. Por sua vez, o microprojector, com a ajuda do espelho, pode reproduzir a informação sobre qualquer superfície que esteja diante do utilizador. A ideia é fazer que a internet seja a mão direita do computador para ajudá-lo a processar os dados em tempo real e, em vez de um monitor, o ecrã pode ser qualquer textura do mundo à sua volta.”

Fonte: Oje.pt

 Aprecie  este vídeo e veja como o mundo, neste caso tecnológico, gira e avança…

 

Livro do dia – NEUROECONOMIA

Existe uma nova àrea do conhecimento científico designada Neuroeconomia. É resultado da junção dos conhecimentos da Neurociência aos conhecimentos da Economia. O tema desta obra, destina-se a pessoas que querem saber mais sobre os “mecanismos” económicos da vida em sociedade.

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1ª Edição

Formato 16 x 23,5 cm

344 páginas

Ano de publicação: 2009

P.V.P.: 22.90 euros

Edições Sílabo

 

 

Este é um livro de economia do comportamento, sobre a nossa vida real, os nossos comportamentos e atitudes, das escolhas e ambições, das nossas necessidades e futilidades, em suma, sobre o comportamento das pessoas e a sua influência na tomada de decisões económicas. 

A teoria económica tradicional olha,  para o comportamento como o resultado de um processo de tomada de decisão racional que avalia os custos e os benefícios das acções, visando maximizar a utilidade (felicidade, bem-estar).

A utilidade não pode ser medida objectivamente, não pode ser usada para prever o comportamento, que depende de pensamentos e sentimentos. O que determina a acção humana é o cérebro: é este o objectivo inscrito na sua anatomia. A Neurociência, que estuda o cérebro e o sistema nervoso recorrendo a instrumentos de imagiologia, conseguindo medir directamente pensamentos e sentimentos, oferece a possibilidade de avaliar, objectivamente, os processos de tomada de decisão, tais como, fazer ou não fazer determinado investimento ou consumir ou não consumir tal produto.

Pode consultar aqui o índice do livro

  

Livro do dia – Previsivelmente Irracional

Um bestseller do “New York Times”, escrito por um professor de Economia do Comportamento.

Porque é que as pessoas inteligentes tomam decisões irracionais todos os dias?

O grande objectivo deste livro é do explicar qual a influência das nossas expectativas e emoções, no processo de tomada de decisão.

 

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  Previsivelmente Irracional

  Aprenda a tomar melhores   decisões

  Autor: Dan Ariely

  Edição/reimpressão: 2009

  Páginas: 240

  Editor: Estrela Polar

  Para comprar consulte: WOOK

 

 

 

 

 

Sobre o autor:

Aos 18 anos, ao serviço do exército israelita, uma explosão de magnésio provocou-lhe queimaduras de terceiro grau em 70% do corpo. A sua vida mudou da forma radicalmente. Esqueceu a Matemática e a Física na Universidade de Tel Aviv e transferiu a matrícula para Psicologia.

Dan Ariely é professor de Economia Comportamental no MIT, onde detém uma nomeação conjunta entre o Media Laboratory e a Sloan School of Management. Também é investigador do Banco da Reserva Federal em Boston e professor convidado da Universidade Duke. A sua obra está presente nos principais jornais académicos e também já publicou no New York Times, no Wall Street Journal, no Washington Post, no Boston Globe, no Scientific American e na Science. Divide o seu tempo entre Durham, Carolina do Norte, Cambridge, Massachusetts e o resto do mundo. Esteve recentemente em Portugal, numa conferência sobre Economia Comportamental.

 

Sobre o livro:

Porque é que as pessoas inteligentes tomam decisões irracionais todos os dias?

Este livro pretende dar resposta a esta questão. A partir de diversas experiências inovadoras, o economista comportamental Dan Ariely, demonstra como as nossas expectativas, emoções, normas sociais e outras forças invisíveis e aparentemente ilógicas, distorcem a nossa capacidade de raciocínio.

Cometemos erros todos os dias e temos tendência a repeti-los, constantemente. Não compreendemos os efeitos profundos que as emoções têm naquilo que desejamos e sobrevalorizamos o que já temos. Estes comportamentos desorientados não são aleatórios nem desprovidos de sentido, mas sistemáticos e previsíveis.


O autor explica como nos podemos libertar destes padrões sistemáticos de raciocínio e tomar melhores decisões. Desde pagar um café a perder peso, ou desde a compra de um carro à escolha de um parceiro romântico.  Previsivelmente Irracional não é apenas uma leitura fascinante. Tem o poder de mudar a forma como interagimos com o mundo, com uma decisão pequena de cada vez.

 

Previsivelmente Irracional – as palavras do autor

 

Empreendedorismo Intergeracional

Programa “Empreendedorismo Intergeracional”

Este programa é promovido pela Associação Nacional de Jovens Empresários (ANJE), em parceria com o Fórum de Administradores de Empresas (FAE) e com o apoio da Egon Zehnder Internacional e da Jason Associates.
A conferência de apresentação deste projecto inovador, tem lugar no próximo dia 26 de Novembro, pelas 17h00, na sede nacional da ANJE, no Porto, tendo como mote: “Juntar a experiência que sobra à experiência que falta”.

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O principal objectivo do programa “Empreendedorismo Intergeracional” é aproximar as gerações mais experientes e as gerações mais jovens, de modo a apoiar os empresários nascentes na constituição e no desenvolvimento dos seus negócios. No mundo dos negócios, o know-how de um empresário sénior é um dos mais importantes apoios para o novo empreendedor.
O “Empreendedorismo Intergeracional” visa interligar duas gerações. Por um lado, a dos executivos séniores que se encontram mais desocupados profissionalmente e que ambicionam ainda aplicar o seu know how, networking e poder de intervenção em beneficio da evolução do tecido empresarial. Por outro, a geração dos jovens empresários, necessitam dessa experiência e desse talento para vingar num mercado cada vez mais competitivo. A inovação jovem pode, deste modo, adquirir a força estratégica e diferenciadora e ser consolidada com a ajuda dos founding fathers do empresariado nacional.
Com este  projecto pretende-se por em prática actividades que visam evidenciar o valor acrescentado, para organizações, empresas e para o próprio mercado de trabalho, resultante da colaboração entre o empreendedorismo e inovação das gerações mais jovens e a experiência e talento das gerações séniores. O papel da ANJE e da FAE para este matching será fundamental, prevendo-se a angariação de talentos através das redes de contactos destas associações, mas também recorrendo a uma rede social a criar na Internet.
Através da mediação de executivos em fim de carreira, a estratégia de actuação do programa passará, então, por:
apoiar os jovens empresários na organização interna das suas empresas;
na preparação de dossiês e planos de negócios para negociação de   financiamentos;
– na optimização comercial dos seus projectos e, de um modo geral;
– na resolução de problemas comuns a todas as organizações.

Fonte: Quero Mais

Realidade Aumentada – O negócio do futuro

Deixo aqui um artigo muito interessante sobre Realidade Aumentada em português do Brasil retirado do site  BizRevolution: 

«Esse negócio de realidade aumentada é assustador e fascinante. As primeiras notícias sobre esse assunto datam dos anos sessenta. Agora, a computação está pronta para entregar essa tecnologia comercialmente. 

Tudo vai ser engolido. A lâmpada inventada por Thomas Edison será engolida por uma tecnologia capaz de criar luz digitalmente. A tinta da Suvinil usada para pintar o chão das ruas será substituida por uma luz digital que mostra digitalmente qual o melhor sinal para aparecer no chão das ruas no momento certo na hora certa. Nós teremos diferentes sinais na rua dependendo do movimento e da necessidade da comunidade

Eu falo hoje de Realidade Aumentada do ponto de vista empreendedor. Existe uma oportunidade no ar. RA é um novo negócio em um novo campo para quem é maluco o suficiente para pegar essa coisa desde o princípio e desbravar mercados.» 

Não deixe de ver estes pequenos vídeos…

O futuro das compras segundo a Cisco… 

A nova mecânica segundo a BMW…

O futuro do marketing e vendas …

Livro do dia – Coaching para executivos

coaching para executivosComo podem as empresas promover o desenvolvimento dos seus líderes?

O coaching é uma das possíveis respostas: um coach coloca-se ao serviço do seu cliente para que este aprenda e desenvolva o seu potencial, especialmente mediante o aproveitamento das situações naturais do trabalho quotidiano.

Um coach não comanda – apoia. Um coach não repreende, comunica com o seu cliente e  protege-o de modo a que  aprenda com os erros. Um coach não define caminhos ajuda o seu cliente a escolhê-los. É neste quadro que se insere este livro.

O autor explica o que é o coaching, os seus objectivos, as práticas que o podem tornar mais útil e eficaz, as dificuldades que o atravessam. O enfoque assenta num objectivo “estratégico” mais amplo: formar líderes para as organizações que se debatem com desafios permanentes de mudança.

A sua leitura é particularmente recomendada para três tipos de pessoas:

 (1) os profissionais que pretendem melhorar as suas competências de coaching;

(2) as pessoas que pretendem desenvolver as suas próprias capacidades de liderança;

(3) os responsáveis organizacionais que almejam implementar programas de coaching e de desenvolvimento de liderança nas suas organizações.

 

Para consultar o livro em formato ebook: Coaching para executivos

Para comprar o livro consulte: Escolar Editora

Business Coaching

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A qualidade de vida é determinada pela qualidade da decisão que se toma, que é determinada pela qualidade das perguntas que se fazem, que é determinada pela qualidade da educação que se tem.”

Brad Sugars, o fundador da Action International Business Coaching

 O que é o coaching?

O termo coaching é mais uma buzzword criada recentemente na área da gestão / liderança e representa as actuações do líder voltadas para o ajudar os seus subordinados a trilharem o seu próprio caminho de autodesenvolvimento.

Não é ao líder que compete descobrir o que é melhor para os subordinados – cada um deles é que terá que descobrir o seu melhor caminho. Ao líder apenas compete ajudar cada subordinado a descobrir a forma de expressar melhor os seus talentos.

O coaching é visto como  uma filosofia de liderança que assenta no principio de que a aquisição e o desenvolvimento competências são processos contínuos e da responsabilidade de todos, e não apenas episódios isolados e limitados no tempo e impulsionados pelas chefias.

Na prática, o coach ajuda o seu colaborador a aprender, a descobrir as áreas de maior potencial de desenvolvimento, a desenvolver a sua inteligência emocional, a fazer opções, a definir os seus próprios objectivos, a analisar os seus próprios erros, bem como as suas causas e as formas de os corrigir, faculta-lhe informações e pistas que lhe permitam tomar opções e efectuar decisões: sucintamente, o coach coloca-se ao serviço do seu subordinado – não o controla.

 O que é um Business coaching?

Tal como nos desportos, o coach (treinador) actua encorajando e motivando o seu cliente, procurando transmitir-lhe capacidades ou técnicas que melhorem as suas capacidades, visando a satisfação de objectivos definidos por ambos.

O trabalho inicia-se normalmente pela definição dos objectivos do cliente, que podem abranger áreas tão diversas como:

  1. a gestão do tempo;
  2. o relacionamento interpessoal;
  3. o trabalho em equipa;
  4. a motivação de equipas e outras.

O coach avalia as forças e fraquezas do seu cliente, face aos objectivos e ao meio em que este actua, e define um plano que permita alcançar os resultados desejados.

A necessidade do business coaching surge precisamente das dificuldades dos empresários em gerir o próprio negócio e incide na necessidade de melhorar a sua performance e alcançar objectivos. O empresário apresenta a sua empresa ao coach, revela os seus objectivos, o seu volume de vendas, as ferramentas de marketing usadas, os meios de gestão financeira e tudo o que possa ser importante para elaborar o plano de acção. Em conjunto, definem estratégias para, de alguma forma, fazer a diferença, tornar a empresa única.

O business coach ajuda o empresário a concentrar-se no seu negócio, definindo prioridades, de forma a rentabilizar o tempo que passa a trabalhar. Pode ainda fazer parte do plano o recrutamento de membros para a equipa ou a formação do grupo existente, bem como o desenho modelos e peças de marketing e publicidade.

O business coach faz e ensina a fazer, de forma a que o empresário consiga produzir mais, trabalhando menos horas, rentabilizando meios e maximizando recursos e tempo, potenciando a geração para de riqueza e a criação de novos negócios.

O Coaching pode ser Individual quando é feito com um único empreendedor e pretende alinhar os objectivos do empresário com o funcionamento da empresa, para que os resultados e o próprio negócio correspondam às suas expectativas. Pode ser realizado Coaching de Grupo, quando os vários empresários trocam experiências e conhecimentos que os ajudam a reflectir no seu próprio modelo de gestão e de negócio, minorando e eliminando as suas ineficácias.

 Para saber mais consulte: Action Coaching

Fonte: Incubadora de Empresas da Universidade de Aveiro

E-books impressos em formato de bolso

Tecnologia permite imprimir «e-books» em formato de bolso

O acervo da biblioteca da Universidade de Michigan vai estar disponível, brevemente,  através do projecto da Hewlett –Packard.

book-prep 

O Publishing está  em  mudança a nível sociológico e tecnológico.  A pubicação de  livros personalizados, revistas e jornais  está  a ser democratizada.
A tecnologia da HP BookPrep, capitaliza estas tendências, permitindo aos editores  digitalizar todos os livros existentes e transformá-los num recurso virtual que pode ser vendido pela internet e impressos por encomenda e personalizados pelo consumidor.
Integrando várias tecnologias de impressão HP Labs, o  BookPrep alinha e nivela textos automaticamente digitalizados dos actuais e out-of-print-books, limpa e clareia a dobrar e cantos das páginas para a coloração consistente, e saídas de um profissional e pronto para impressão eMaster PDF.
A BookPrep torna possível dar aos consumidores o acesso a todos os livros já publicados como uma réplica de alta qualidade do original que pode até mesmo personalizar. Revela os tesouros literários, tanto do presente e do passado.
Num momento em que se fala cada vez mais de livros electrónicos, o grupo HP- Hewlett-Packard, defende o gosto dos leitores pela leitura de livros em papel. Anunciou recentemente que vai lançar uma tecnologia para imprimir e-books.
O serviço para imprimir livros electrónicos a pedido, designado de «BookPrep»,
vai permitir fazer obras de bolso com os 500 mil títulos disponíveis na biblioteca da Universidade de Michigan. A maior parte destes livros foram impressos antes de 1923, sendo praticamente impossível de encontrá-los hoje em dia nas livrarias.
 A companhia anunciou que também já está disponível a versão beta do MagCloud, um serviço de impressão de revistas que criou em parceria com a Wikia, a organização por detrás da enciclopédia digital «Wikipedia».

Fonte: Read Write Web

 

Mecenato e o “Fundraising” ( novo conceito ) …

MecenasO termo MECENATO deriva de Caio Mecenas (68 a.C. – 8 a.C.), um político romano, influente  conselheiro do imperador Augusto, que formou um círculo de intelectuais e poetas. Quando se aposentou devotou todos os seus esforços a esse círculo literário famoso, que incluíu Horácio, Virgilio, e Propertius, patrocinando-os com amizade, bens materiais e protecção política. Aos seus protegidos provou ser um amigo e um patrono eficiente e generoso.

 A prática é-lhe, no entanto, muito anterior pois os faraós do Egipto e os tiranos Gregos como  Péricles favoreceram a criação artística como meio esplendoroso de afirmar a sua grandeza.

Assim, hoje em dia, um mecenas é uma pessoa que patrocina as artes, a ciência ou o ensino, muitas vezes com benefícios fiscais. É de realçar que em Portugal não faltam bons exemplos de empresas que, ao longo dos anos, se têm tornado mecenas de diversos projectos ligados à cultura nacional. A prática de mecenato cultural constitui-se como uma importante fonte de financiamento directo e indirecto das instituições e das actividades culturais em geral.

Gostaria de aqui deixar, a ideia que a prática de mecenato cultural, para além de ser uma parte da política de responsabilidade social das empresas que o praticam, é também a aplicação de uma técnica de comunicação designado fundraising, “estratégia de relações públicas, numa colagem ao evento/instituição numa melhoria da imagem da empresa no mercado (notoriedade, prestígio), numa forma de dar a conhecer os produtos e ainda numa melhoria do ambiente interno da empresa e do relacionamento com os opinion maker”.

Consulte  GLOSSÁRIO DE FUNDRAISING:

Consulte, também as respostas às perguntas mais frequentes sobre MECENATO: