Kakebo – Livro japonês de Contas da Poupança Doméstica

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Kakebo, livro de contas da poupança doméstica, tipo agenda, é a solução inovadora que os japoneses utilizam todos os dias para controlar as suas economias pessoais e retirar o máximo proveito do dinheiro.

Através de tabelas de despesas (mensais e semanais) e de mapas de entradas e saídas de dinheiro, muito atratativas, este  livro pretende auxiliar o seu utilizador a organizar as suas contas domésticas de forma a saber sempre quanto gastou e em quê.

No fim do plano de 12 meses quem o utilizar terá aprendido a poupar e a gastar melhor o seu dinheiro — para obter uma vida melhor! Os objetivos serão definidos pelo utilizador e o Kakebo ajuda a alcançá-los.

Pedro Andersson, do programa Contas e Poupança da SIC, explica tudo nesta reportagem. Não perca!

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Kakebo

INOVAÇÃO – Convenção Europeia 2014

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“Inovação é o factor-chave para sair da actual crise económica e colocar a Europa na rota de crescimento. A Innovation Convention, o evento de excelência na área da Inovação, será uma oportunidade para fomentar e contribuir para o debate sobre inovação, com líderes empresariais, os melhores investigadores e os decisores políticos mais relevantes. A Convenção terá lugar em Bruxelas, nos próximos dias 10 e 11 de Março, e irá apresentar oradores inspiradores e inovações revolucionárias.”

 

Oportunidades de EMPREGO e Dicas de POUPANÇA

promocoesNuma época em que tanto se fala de crise, nada melhor do que poder diariamente conhecer oportunidades de EMPREGO e de POUPANÇA, comparando preços de acumulações de promoções, brindes, vales de oferta e antevisões de promoções que permitam uma melhor gestão do seu dinheiro.

Não deixe de consultar O CAÇA PROMOÇÕES, um Site que se tornará num “vício saudável!

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5 ideias para Portugal vencer a crise

Segundo Sérgio Rebelo, economista e professor,  na Kellogg School of Management nos Estados Unidos, existem caminhos de saída para a crise nacional.

O professor foi o convidado da terceira sessão dos Encontros da Junqueira, organizados pela Associação Industrial Portuguesa.

O principal objetivo foi refletir sobre os principais temas da atualidade.  Portugal precisa de aprender a vender aquilo que os mercados procuram, e não aquilo que as empresas nacionais consideram que é bom.

O reputado economista apresentou 5 ideias que considera serem solução para ajudar a ultrapassar a crise:

1. Vender o que o mercado procura
"Os portugueses querem vender aquilo que funciona no mercado interno", defendeu Sérgio Rebelo. "Acham que sabem o que é a qualidade e é isso que querem vender", continuou o professor, "mas o mercado português é pequeno e idiossincrático, por isso a ideia não funciona". O economista deu o exemplo do vinho, defendendo que este é um sector onde as empresas precisam de apostar em marcas mais fáceis de internacionalizar.

2. Apostar mais nos extremos da cadeia de valor
Com a emergência da produção chinesa e da tecnologia, a cadeia de valor de um produto alterou-se, explicou o professor. A produção propriamente dita perdeu valor, enquanto os dois extremos – a criação e desenvolvimento do produto, mais o design, o branding e venda a retalho – ganharam valor. A economia portuguesa "precisa de colocar mais ênfase nos extremos da cadeia de valor", defendeu Sérgio Rebelo.

3. Ser a porta de entrada das multinacionais na Europa
A grande vantagem de produzir localmente é gerir o risco cambial, já que permite ter os custos e as vendas na mesma moeda, explicou o economista. Assim sendo, "por que é que Portugal não há-de criar as condições para que as multinacionais que querem produzir em euros, produzam em Portugal", questionou.

4. Tornar os produtos mais simples e baratos
"Nos próximos 20 anos, os países em vias de desenvolvimento vão procurar luxo, mas os países desenvolvidos vão procurar valor", sublinhou Sérgio Rebelo. O professor explicou que uma saída possível é olhar para os produtos ou serviços que já existem, mas que são caros porque têm um grau de complexidade e de funcionalidade muito levados, e simplificá-los. Desta forma, podem tornar-se mais baratos e responder à procura dos mercados emergentes.

5. Ser uma economia mais amiga do investimento
"A economia portuguesa precisa de melhorar o ambiente económico e de se tornar mais amiga do investimento", defendeu o professor. Sérgio Rebelo frisou que para que haja investimento é preciso resolver o problema da incerteza, que continua por ser eliminada.

In http://economico.sapo.pt/noticias

Programa FAME (apoios) – Empreendedorismo no feminino

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“O FAME é um Programa de Formação e Consultadoria de Apoio à Criação de Empresas, destinado a apoiar mulheres empreendedoras. O programa destina-se a mulheres, que pretendam integrar o mercado de trabalho através da criação do próprio emprego e que queiram apostar na concretização das suas ideias de negócio.

O modelo de actuação do FAME promovido pelo IFDEP assenta na combinação de vários eixos de apoio. A necessidade de intervenção ao nível do desenvolvimento das competências das pessoas ligadas aos novos projectos, assume-se como factor central para o alcance dos objectivos estabelecidos e para a promoção do espírito empreendedor e da capacidade de iniciativa individual.

Para que este trabalho inicial dê bons resultados É necessário ir mais além. A formação é indispensável mas não suficiente por si só. O apoio ao nível dos primeiros passos da vida das empresas reveste-se da maior mportância, altura em que o apoio de um consultor experiente é decisivo para o vingar das iniciativas.

Destinatários:

Mulheres empregadas ou desempregadas que pretendam integrar o mercado de trabalho, designadamente por via da criação do próprio emprego. Será dada preferência a Formandas que possuam projectos de criação de empresas já delineados e que se apresentem coerentes.

Grande parte do sucesso do Programa estará intimamente ligada com a capacidade de seleccionar correctamente as formandas. A forte promoção do Programa FAME junto dos principais órgãos de comunicação e o envolvimento de parceiros locais estratégicos são aspectos de grande importância”.

Fonte: http://fame.ifdep.pt/ 

Simulador – Cálculo do salário líquido mensal 2013

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Depois do Governo ter divulgado as tabelas de retenção na fonte de IRS já é possível saber o impacto mensal do aumento dos impostos. Para o ajudar a saber qual vai ser o seu salário líquido em 2013, o Jornal de Negócios preparou uma calculadora que lhe permite calcular o seu rendimento mensal considerando o recebimento dos duodécimos.

 Na versão atualizada, aqui apresentada, terá apenas que preencher o rendimento atual e o regime em que se insere.

Aceda aqui ao Simulador

Nota: Se ao abrir o ficheiro da calculadora, lhe for pedido para inserir uma password, seleccione enter sem introduzir qualquer password, para conseguir abrir a calculadora. Se mantiver dificuldades em efectuar o download do ficheiro da calculadora, envie um e-mail para jng@negocios.pt
Fonte: Jornal de Negócios (online)

 

Literacia financeira – “Todos Contam” novo portal

Ontem, dia nove, foi lançado pelo Conselho Nacional de Supervisores Financeiros um novo portal sobre  literacia financeira. Esta nova plataforma pretende ser uma “sede aberta de conhecimento” a todos os cidadãos. Uma única plataforma que reúne um vasto leque de informação sobre produtos de poupança e investimento – características, riscos e produtos adequados a cada etapa da vida – planeamento do orçamento familiar, cuidados a ter na contratação de crédito, mas também dicas sobre a prevenção da fraude, um guia para criar uma empresa, vários simuladores e até jogos e vídeos direccionados para os mais jovens

 

Com este novo site de LITERACIA FINANCEIRA,  pode aprender a fazer:

Continuar a ler

Portugal e a Europa em crise – Livro recomendado

A edição portuguesa do jornal Le Monde Diplomatique publicou, entre Março de 2008 e Maio de 2011, textos de destacados economistas sobre a crise económica portuguesa e europeia e sobre as alternativas e soluções para a superar. Portugal e a Europa em Crise

                                Editora: Actual Editora    Data de Publicação: 2011

Não podia ser mais oportuna esta publicação, numa conjuntura em que a reflexão crítica sobre estes temas se torna urgente. A obra apresenta uma seleção de organizada por José Reis e João Rodrigues, autores do texto introdutório, e com um texto final de Sandra Monteiro, diretora do jornal.

KIVA, plataforma de combate à pobreza – Empreendedorismo em ação através da realização de microcréditos

 “O grande desafio que enfrentamos hoje é certificarmo-nos de que, em vez de deixar para trás milhares de milhões de pessoas que vivem na miséria, a globalização se torne uma força positiva para todos os povos do mundo”.

 Kofi Annan, Relatório do Milénio

KIVA é uma organização sem fins lucrativos com a missão de combater a pobreza, ligando pessoas em todo o mundo, através da realização de microcréditos.

Kiva proporciona um serviço acessível pela internet, permitindo emprestar a alguém carenciado, mas empreendedor e que viva nos países em vias de desenvolvimento, pequenas quantias, que podem fazer toda a diferença. Montar o seu próprio negócio será o impulso inicial que levará alguém a sair da pobreza e ao mesmo tempo estimular a economia local e até quem sabe criar emprego.

O compromisso é que essas pessoas ou famílias terão que devolver o dinheiro recebido, à medida que o seu negócio vai prosperando e começam a surgir os primeiros rendimentos. Para além disso o Kiva permite a quem empresta acompanhar a evolução do projeto do mutuário, o que, para além do mais, é extremamente gratificante.

Esta poderosa  plataforma tem 137 parceiros no terreno (organizações não-governamentais) que recebem, analisam e gerem os pedidos de financiamento. Quando as pretensões são aceites, o montante, a razão do empréstimo e a história de vida dessas pessoas, são alojadas  no site para que qualquer cibernauta possa  decidir a quem emprestar dinheiro.

O Kiva estabelece que cada pessoa só pode emprestar 25 dólares ( cerca de 20 euros) de cada vez, o que faz com que cada empreendedor tenha mais do que um financiador. Ao reaver o dinheiro, quem empresta pode investir em novos projetos ou fazer uma doação à Kiva.

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Em tempos de crise ideias para um NEGÓCIO de sucesso

Quem nunca teve vontade de montar um negócio?

A revista  Sábado n.º 401 – 5 a 11 de Janeiro de 2012, aqpresenta um interessante artigo de Isabel Lacerda, que   revela 30 negócios que resultaram no estrangeiro.

Abrir a sua própria empresa é um desafio, é um risco que um empreendedor deve sempre assumir. Uma boa ideia  de negócio é apenas a condição inicial para constituir uma empresa. O poder das ideias é  algo transformador, mas não é mágico. Depois de um momento extraordinariamente luminoso, recolha informação e procure apoio especializado.

Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza

Comemora-se hoje, Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza. Segundo dados da “Pordata”, é pobre quem vive com um rendimento mensal, por adulto, próximo dos 400 euros. Ou seja, um em cada cinco portugueses vive em situação de pobreza. O salário mínimo nacional teve um acréscimo de apenas 88 euros desde 1974, enquanto que as pensões mínimas de velhice e invalidez aumentaram apenas 38 euros nos últimos 36 anos, segundo os mesmos dados.

A Pordata revela ainda que em 2009 (últimos dados disponíveis) Portugal era o quarto país da União Europeia (UE) com maiores desigualdades de rendimentos entre os mais ricos e os mais pobres, sendo que o rendimento dos mais ricos era 6 vezes superior ao dos mais pobres (a média europeia era de cinco).

Dados relativos ao mesmo ano demonstram que mesmo após as transferências sociais quase uma em cada cinco pessoas (17,9%) era pobre, 37% dos agregados constituídos por um adulto com uma ou mais crianças e 33 por cento dos agregados só com idosos também viviam em situação de pobreza.

 Em apenas quatro anos (de 2005 a 2009), Portugal passou do 17. º para o 9.º país com a taxa de risco de pobreza mais alta da UE, isto apesar de essa taxa, após transferências sociais, ter diminuído.

Dados que nos deixam pensativos e tristes. A pobreza, em Portugal, é um problema social grave e o seu não reconhecimento tem-se revelado, ultimamente, um dos maiores entraves à sua erradicação.

Hino Contra a Pobreza, produzido pela Associação CAIS, no âmbito do Dia Internacional pela Erradicação da Pobreza. Um hino de  ESPERANÇA!

 

Livro do dia

O livro “Crise Mundial: Riscos, Tendências e Oportunidades” da editorial Presença, apresenta, numa análise lógica, incisiva e arrojada, um conjunto de doze tendências que proporcionam revelações essenciais e apontam o caminho a seguir nos tempos conturbados que atravessamos.

Daniel Altman (ex-conselheiro económico do governo britânico), autor desta obra reveladora e bem fundamentada, defende que é urgente adotar uma visão do futuro alargada, que nos permita perceber as tendências globais mais profundas, que irão determinar os limites, os obstáculos, os desafios, os riscos e as oportunidades que nos esperam nos próximos anos, e que ditarão o desenvolvimento da economia global num futuro a longo prazo.

Editora: Presença
Tema: Economia
Autor:Daniel Altman
Ano: 2011

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Sobre o autor: Daniel Altman licenciou-se em Economia pela Universidade de Harvard, onde fez também o doutoramento. Colaborou, enquanto colunista de assuntos económicos, com a revista The Economist e os jornais International Herald Tribune e The New York Times. É o fundador e presidente da North Yard Economics.

É professor de economia na Stern School of Business da Universidade de Nova Iorque, e um especialista no campo do desenvolvimento internacional.

 

Evolução da economia portuguesa de 1974 a 2011

Uma lição de economia a ouvir com atenção para perceber as causas do estado actual  da nossa economia.

 

Estado da Nação 2011

Teoria de Keynes- As lições de um professor

As lições de um professor… Circula no Youtube um vídeo sobre a actualidade das  teorias Keynesianas, uma aula  de economia proferida de uma forma clara e objectiva pelo Professor catedrático, Julián Povon Marote da Universidade Politécnica de Madrid e director do CEPADE-IEN.

Trata-se de reabilitar a teoria keynesiana para resolver a crise pela qual todos os países europeus estão a passar, especialmente os denominados PIGS (Portugal, Irlanda, Grécia e Espanha.

No entanto, é bom ter presente que Keynes, ao defender o efeito  multiplicador de investimentos ( investimentos públicos faraónicos), pode levar esta  teoria a  não ter o sucesso desejado.  Defendo precauções em relação ao entusiasmo excessivo à volta da teoria keynesiana.

A realidade é demasiado complexa para ficarmos prisioneiros de disputas políticas e ideológicas que usam as teorias económicas como campo de batalha.

Perspectivas para 2011

Não deixe de consultar esta publicação que dá uma visão abrangente, através de previsões para as várias regiões do globo, sobre crescimento económico e recuperação das principais economias mundiais,  mercados financeiros, inovação  … Saiba a opinião dos especialistas.

 

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Fonte: Vida económica

Uma lição sobre a actualidade da economia

Austeridade é a  palavra na ordem do dia. O problema do crescente endividamento externo português, juntamente com as trajectórias paralelas da Grécia , Irlanda e  Espanha,  a Comissão Europeia está a incitar os Estados-membros a imporem reformas estruturais de médio e longo prazo, as  indispensáveis medidas de austeridade, como parte dos inevitáveis esforços para superar a crise. Mas um número crescente de críticos contesta esse “culto da austeridade”, que ameaça aprofundar a recessão em que a Europa se encontra mergulhada.

O vídeo aqui apresentado – legendado em português – adapta-se  a esta realidade  e apresenta uma explicação simples sobre a origem desta crise financeira, como se vai resolver e quem a vai pagar.

Mark Blyth é um professor de economia política internacional em Brown’s Political Science Department, e director de programas universitários de graduação em estudos do desenvolvimento e relações internacionais.

Relatório sobre a Situação da População Mundial 2010 – “Do conflito e crise à renovação: gerações da mudança”

O relatório do UNFPA – “Do conflito e crise à renovação: gerações da mudança” – vincula paz, segurança e desenvolvimento com os direitos e empoderamento das mulheres. Este documento teve como base a resolução 1325 do Conselho de Segurança das Nações Unidas.

As mulheres têm uma grande capacidade em superar cenários de conflito armado ou desastres naturais e são uma ajuda importante na fase de renovar e reconstruir as sociedades.

Estas são algumas das principais conclusões do relatório sobre a Situação da População Mundial 2010, do Fundo das Nações Unidas para a População (UNFPA), divulgado em todo o mundo.

Em declarações à Agência Lusa, Tânia Patriota, a representante do UNFPA para a apresentação do relatório em Portugal sublinhou que “as mulheres quanto têm os direitos e as oportunidades, numa sociedade que as respeita, tornam-se mais resistentes ao desastre e ao conflito”.

Nesse sentido, o relatório pretende transmitir três grandes mensagens:

  • A importância da resistência das mulheres em superar as crises,
  • A importância de se reconstruir as sociedades com a ajuda das mulheres
  • Equidade entre homens e mulheres é uma das bases para uma sociedade que seja protegida ou menos vulnerável à crise.

Segundo Tânia Patriota, o documento mostra “a importância do papel da mulher durante e depois dos conflitos mas também como evitar que os conflitos causem um sofrimento muito profundo às mulheres, como se tem visto na maioria dos países onde as mulheres têm sido as vítimas mais atingidas”.

Convém referir que este Relatório foi elaborado com a ajuda de testemunhos que a UNFPA recolheu no último ano e meio em países palco de conflitos e catástrofes naturais como a Bósnia-Herzegóvina, Haiti, Jordânia, Libéria, território palestiniano ocupado, Timor-leste e Uganda.

Para a próxima década, alguns desafios foram definidos como cruciais:

  • Tornar a reestruturação planetária socialmente sustentável;
  • Acabar com a impunidade dos crimes contra a mulher;
  • Fortalecer o compromisso das nações para conter esse tipo de violência;
  • Promover a valorização e a participação feminina no poder político.

Consulte o documento na íntegra.

Gestão Estratégica do Crescimento Económico em Portugal Livro recomendado

Na actual conjuntura de crise económica que exige medidas de austeridade, recomendo aos interessados, a leitura deste livro que faz o diagnóstico da situação da economia portuguesa num contexto de globalização, propondo áreas de actuação e soluções para um  crescimento económico, efectivo.gestao-estrategica-do-crescimento-economico-em-portugal

 Gestão estratégica do crescimento económico em Portugal

Nuno de Souza e Silva

Utilizando os conceitos de gestão estratégica, de gestão de desempenho e do Balanced Scorecard, elabora-se um mapa estratégico para o crescimento económico. Esse mapa estabelece uma visão e uma missão, estrutura os objectivos e áreas estratégicas de actuação e evidencia a sua interligação

A obra sistematiza e integra aspectos como:

– a criação de valor;

– a formação de capital humano;

o investimento;

– a inovação;

– a competitividade externa;

– a concorrência;

– a criação de empresas;

– a gestão macroeconómica.

Para cada uma daquelas áreas propõem-se indicadores estatísticos adequados.

Foi feita uma análise sectorial obtendo informação para os níveis de produtividade de 54 sectores de actividade da economia portuguesa, onde foi possível identificar os níveis de produtividade existentes, o contributo de cada sector para a produtividade média nacional, o efeito do peso do emprego de cada sector, as dinâmicas de crescimento de produtividade para cada sector e algumas comparações internacionais

Colecção Vida Económica

Banco de Portugal prevê crise prolongada

O Banco de Portugal revê em alta, no Boletim Económico de Verão, as previsões para a economia nacional neste ano, apontando para um crescimento de 0,9% em 2010, em vez dos anteriores 0,4%.

No entanto, para 2011, as previsões são agora piores: o banco central aponta para uma quase estagnação da economia nacional, com um crescimento de apenas 0,2%, em vez dos anteriormente esperados 0,8%.

Consulte aqui o Boletim Económico de Verão do Banco de Portugal.

Uma ideia inovadora de NEGÓCIO

Mais uma boa ideia empreendedora!

O empresário inglês James Nash inventou uma nova maneira de vender vinho, que garantiu o sucesso do seu negócio que foi criado recentemente, chamado Wine Innovations. Nash desenvolveu uma simples embalagem em que o vinho é vendido numa  taça descartável lacrada, com uma dose suficiente para apenas uma pessoa. O M&S Le Froglet é vendido de forma muito semelhante a iogurtes. A embalagem, inclusive, é reciclável.

É bom realçar que  a ideia deste  empresário foi considerada  sem interesse comercial. Persistente, o empreendedor continuou e, com apoio de alguns empreendimentos, como a rede inglesa Mark and Spenser, lançou o seu produto no mercado, que tem tido muito boa recepção do público inglês.

Ser Empreendedor é ter CORAGEM para assumir riscos  e saber CONTORNAR DIFICULDADES!

Livro do dia – Livro do desassossego tecnológico

Este livro procura explicar de que forma as novas tecnologias vieram revolucionar e influenciar a sociedade, a nível económico, social e comportamental.

capa_livro do desassossego tecnológico

Porque está o mundo  em desassossego?

Em regra culpa-se a economia, a política, o terrorismo, o ambiente ou os anacronismos que persistem.
Mas não se valoriza o papel da revolução digital em curso. As novas tecnologias alteraram radicalmente os modos de vida, o trabalho, as relações humanas, o pensar, o ser e o estar.
Geram ao mesmo tempo inovação e obsoletismo. Impõem mudança e velocidade.
Perante isto existem duas atitudes: resistir ou evoluir ainda mais depressa com base na criatividade. O autor defende a segunda opção.
O livro pode ser adquirido na WOOK.

Compre produtos Portugueses…

 
Apoie os produtos portugueses!
 
 Ao comprar produtos produzidos em Portugal está a contribuir para o crescimento económico e para o aumento e preservação dos postos de trabalho no nosso país!
Bem, na hora de escolher, é bastante fácil tomar uma atitude correcta: procure no produto, o código de barras e verifique se ele começa por 560. Muito simples!
 
Tome uma atitude! Pense em Portugal e no seu futuro!
 
Conheça o MOVIMEMTO 560
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Pensamento do dia

10 medidas do Orçamento que vão mexer com o seu dinheiro

negócios dinheiro Esta semana foi apresentada pelo  ministro das Finanças  a proposta do Governo para o Orçamento do Estado para 2010. Um documento que Teixeira dos Santos considerou ser um “orçamento adequado ao momento que vivemos”.

Quais as medidas que vão afectar positiva ou negativamente as carteiras das famílias portuguesas?

1. Vai receber o reembolso do IRS mais cedo

Ao contrário do que acontecia em anos anteriores, em que as famílias portuguesas tinham de esperar largos meses para obterem o reembolso do IRS, este ano o executivo promete ser mais célere neste processo.

O ministro Teixeira dos Santos referiu esta semana que o prazo do reembolso do IRS vai ser reduzido em 20 dias para os contribuintes que entregarem a declaração via Internet. Isto será possível graças à melhoria da plataforma informática do Fisco.

2. Vai pagar menos IRS do que em 2009

As simulações feitas pela consultora Ernst & Young, a pedido do Diário Económico, revelam que as famílias portuguesas vão pagar menos impostos do que no ano passado. A descida não é muito pronunciada, mas pelo menos significará uma poupança de alguns euros. Segundos os cenários traçados, a poupança pode chegar a atingir os 87 euros por família. Este alívio fiscal vai sentir-se sobretudo nos agregados com rendimentos mais baixos.

3. Não irá pagar imposto selo

Esta é uma das boas notícias deste orçamento para as famílias portuguesas. A partir deste ano os contratos e actos notariais vão dispensar o pagamento do imposto selo. Isto significa que as escrituras e testamentos deixam de pagar este imposto. O mesmo acontece com os seguintes documentos: contratos de trabalho, contratos de promessa de compra e venda de imóveis, contratos de fornecimento de electricidade ou de fornecimento de outros serviços, como os telemóveis.

4. Não vai haver aumentos salariais

Esta é uma má notícia para muitos portugueses. Devido aos problemas relacionados com a despesa pública e o equilíbrio das finanças públicas, a ordem é para ‘apertar o cinto’. A política de contenção terá efeitos nos salários e nas pensões da função pública, que este não deveram registar qualquer actualização e ficarão congelados. Tendo em conta que as práticas na função pública servem de referência para o sector privado, é natural que muitas empresas optem por tomar medidas semelhantes. Ou seja, se tivermos em conta que a inflação estimada pelo executivo para este ano é de 0,8%, o congelamento dos salários implicará certamente uma perda do poder de compra para a generalidade das famílias.

5. Ser amigo do ambiente compensa

Uma das linhas gerais do documento prende-se com o facto dar incentivos a uma maior eficiência energética. Num claro sinal disso mesmo, o Governo decidiu incluir no Orçamento do Estado alguns benefícios fiscais para a instalação de vidros duplos e isolamento de telhados. Na mesma linha, o Estado irá conceder um incentivo no valor de 5 mil euros a quem comprar um carro eléctrico até 2012. No entanto, este incentivo será dado apenas aos primeiros cinco mil carros eléctricos que sejam vendidos.

6. Vai pagar portagens em algumas SCUTS

O Orçamento do Estado também introduz alterações no que diz respeito às SCUT (auto-estradas sem custos para o utilizador). E não são positivas para a carteira dos portugueses. Isto porque o Governo prevê que introduzir portagens em algumas destas auto-estradas. Para além dos casos em que já foi definida a introdução de taxas de portagens nas auto-estradas, “em 2010 o Governo pode introduzir novas taxas de portagem em outras auto-estradas em regime SCUT, desde que verificados os critérios utilizados para a sua introdução”. No total, o Executivo prevê arrecadar já este ano cerca de 125 milhões de euros com as SCUT da Costa da Prata, Norte Litoral e do Grande Porto.

7. Prémios de jogo pagarão menos impostos

Até agora, os prémios proveniente do bingo, ou prémios relativos a rifas e ao jogo do loto ou de quaisquer outros concursos ou sorteios estavam sujeitos a uma taxa liberatória de IRS que variava entre os 25% e os 35%. No entanto, o Orçamento do Estado para 2010 prevê mudanças neste tipo de rendimentos. A partir de 2010, os prémios de jogo deixam de ser tributados em IRS. Agora os apostadores passam a ser tributados em Imposto selo. Apesar desta alteração, isso não terá um impacto no encarecimento das apostas.

8. Computadores sem benefícios fiscais

Além das tradicionais despesas de saúde, educação e habitação que poderiam ser deduzidas no IRS, as famílias podiam até ao ano passado deduzir despesas relacionadas com a aquisição de material informático até ao limite de 250 euros. Com o novo Orçamento do Estado essa benesse desaparece. Ou seja, na declaração de IRS relativa a 2010, as despesas relativas a computadores não terão benefícios fiscais associados.

9. Reformas antecipadas mais penalizadas

Os trabalhadores da função pública que estão a considerar reformar-se antecipadamente em 2010 vão sofrer uma penalização maior, face aos funcionários que já tomaram essa decisão. Contas feitas, a penalização nas pensões passará a ser de 6%- o mesmo valor face ao que já é praticado no sector privado- em vez dos 4,5% que até agora eram aplicados para os funcionários do Estado que pediram a reforma antes da idade legal (62,5 anos).

10. Dispensados da entrega de IRS

São cerca de 700 mil os portugueses que este ano vão ficar dispensados de entregar o IRS. Esta medida tem como objectivo “facilitar a vida aos contribuintes” e vai beneficiar os trabalhadores por conta de outrem que ganhem 4.104 euros por ano. Esta medida é encarada pelos fiscalistas como uma tentativa de simplificação e que terá como vantagens a eliminação de factores de custo burocrático.

Fonte: Diário Económico Online de 29/ 01/2010

Emprego na NET – Portal a consultar…

A crise ainda não acabou, o desemprego continua a crescer acima dos dois dígitos.  Arranjar emprego é uma tarefa que exige empenho e dedicação, no fundo é do seu futuro que se trata, por isso há que planear bem a procura de forma a encontrar o que pretende.

Uma boa solução pode ser o site da Associação Portuguesa das Empresas do Sector Privado de Emprego, em www.apespe.pt.