Agrupamento de Escolas de Estarreja – 2.º lugar no Concurso Regional de Ideias de Negócio nas Escolas 2017 – Região Centro

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Mais um prémio para o AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE ESTARREJA com Projeto COLTEC – Colete Tecnológico “Wearable Technology” ao serviço da Segurança Rodoviária.
No dia 8 de junho, em Coimbra, fomos representar a Região de Aveiro (CIRA – Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro ) no “Concurso Regional de Ideias de Negócio nas Escolas 2017 – Região Centro onde obtivemos o 2.º lugar.
Fica a memória de uma experiência inesquecível, pois fomos a única Escola Secundária em concurso entre um conjunto de equipas que representavam exclusivamente Escolas Profissionais. Às alunas Andreia Filipa, Beatriz Rodrigues, Gisela Aguiar e Soraia Santos um agradecimento sentido pelas muitas horas de trabalho na ESE e na ESTGA-UA. São únicas … pelo empenho, profissionalismo, energia e alegria aplicadas no desenvolvimento e na defesa do projeto. De forma entusiástica participaram neste evento os alunos, Ana Sousa, Ana Filipa, Armando Olim, Cristiana Oliveira, Francisca Moutela e Pedro Alegria, a melhor claque que alguma escola pode ter … OBRIGADA por tudo!

Jovem holandês que inventou sistema para tirar plásticos do oceano vai lançar o seu produto

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Em 2013, o  holandês de apenas 19 anos que havia desenvolvido um sistema inovador para limpar os lixos plásticos do oceano,  prevê o lançamento de seu equipamento no mercado em 2018.

Boyan Slat era apenas um estudante quando realizou uma viagem de mergulho na Grécia. Na época, ele ficou surpreendido com a quantidade de resíduos encontrados no mundo subaquático e uma vez de volta à terra decidiu que precisava fazer algo para ajudar a resolver o problema.

Segundo o desenho apresentado por Slat inicialmente, a máquina tem a aparência de uma arraia e é equipada com pás gigantes que ajudam a retirar todo o resíduo. Depois de centralizar todo o material, ele é direcionado às plataformas que filtram o lixo e armazenam o plástico para a reciclagem.

Para viabilizar seu projeto ele conseguiu arrecadar 320 milhões de dólares. A estimativa do jovem é que o sistema apanhe cerca de 50% da “Grande Porção de Lixo do Pacífico” (uma ilha de lixo localizada no oceano Pacífico) em apenas cinco anos. Anteriormente, o cálculo era de que o equipamento levaria mais de dez anos para limpar/retirar 42%.

A promessa de maior velocidade para retirar o lixo deve-se a uma inovação de design aplicada nos últimos anos. Ao invés de todas as bombas do equipamento irem até as profundezas do oceano, elas ficam suspensas na água, mas anexadas com âncoras. Tais âncoras podem flutuar mais facilmente seguindo o fluxo da água, pois a mesma força que moverá o plástico também moverá o sistema de limpeza. Ou seja, as âncoras vão atrás do plástico como imãs.

Cientistas estimam que apenas na ilha de lixo do Pacífico haja trilhões de peças plásticas flutuando. A preocupação de Slat é recolher todo esse lixo antes que cada pecinha se transforme em microplásticos impossíveis de serem capturados. “Isso é o que mais me assusta. Devemos desarmar esta bomba relógio logo”, afirma.

De acordo com as pesquisas de sua equipa, por enquanto “apenas” três por cento dos plásticos ali são microplásticos – a maioria ainda é grande o suficiente para serem retiradas com o sistema. Seguindo as medições de seu grupo e programas computadorizados, o holandês está confiante de poder capturar toneladas de plástico anualmente até que todo o mar esteja limpo.

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Agrupamento de Escolas de Estarreja – 1.º lugar no no concurso Intermunicipal de ideias de negócios nas Escolas da Região de Aveiro

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Agrupamento de Escolas de Estarreja mais uma vez em destaque.
1.º Lugar para o Projeto COLTEC – Colete Tecnológico “Wearable Technology” ao serviço da Segurança Rodoviária, defendido pelas alunas, Andreia Filipa, Beatriz Rodriguess, Gisela Aguiar e Soraia Santos no Concurso Intermunicipal de Ideias de Negócio nas escolas 2017 – Região de Aveiro, promovido pela Incubadora de Ideias da Região de Aveiro nas Escolas dos concelhos que integram a Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro (CIRA). no dia 6 de junho, no Quartel das Artes, Dr. Alípio Sol em Oliveira do Bairro.

 

Sidra eco-inovadora produzida por estudantes da Universidade de Aveiro

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“É ecológica, é simples e barata de produzir e, diz quem já bebeu, que em nada fica atrás das sidras de maçã tradicionais. Pelo contrário. A primeira sidra eco-inovadora até já tem uma empresa interessada em colocá-la no mercado. A Cidermace – assim se chama a bebida desenvolvida por um grupo de estudantes do Departamento de Química (DQ) da Universidade de Aveiro (UA) – tem nos ingredientes o aproveitamento das matérias primas descartadas e destinadas ao lixo pelas indústrias de sumos concentrados e um processo produtivo que simplifica os vários passos da receita tradicional.
 

“A principal matéria prima deste produto eco-inovador, uma característica que o diferencia de todos os outros existentes no mercado, é o bagaço de maçã, um subproduto da indústria de concentrado de sumo de maçã que nos foi fornecido pela Indumape”, desvenda a equipa. A este ingrediente, “complementa-se a utilização do concentrado de sumo de maçã, fornecido pela mesma empresa, e leveduras cedidas pela Microcervejeira Vadia” que já demonstrou interesse em adaptar à sua produção a sidra desenvolvida.

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João Santos, estudante do Mestrado em Biotecnologia, e Eduardo Coimbra e Margarida Afonso, do Mestrado Integrado em Engenharia Química, são os estudantes que estão por de trás do desenvolvimento desta sidra eco-inovadora. O grupo teve como mentores o estudante de doutoramento Pedro Fernandes e os investigadores Elisabete Coelho e Manuel A. Coimbra. A bebida foi desenvolvida nos laboratórios da Unidade de Investigação de Química Orgânica, Produtos Naturais e Agroalimentares (QOPNA) do DQ.

Ingredientes reciclados e produção simplificada

Com a utilização de ingredientes destinados ao lixo, a cidra da UA junta o útil ao agradável. De facto, aponta a equipa, o bagaço de maçã é um subproduto da indústria de sumos concentrados, cuja eliminação traz muitas implicações ambientais e económicas para as indústrias”.

No entanto, os estudantes verificaram que existia potencialidade criativa no bagaço de maçã, nomeadamente na “valorização dos compostos de aroma e açúcares que fazem parte da sua composição química” e que, no final, “definem a bebida produzida não só em termos ecológicos, como também sensoriais”. A equipa conseguiu assim dar utilidade a este subproduto, tornando-o numa matéria-prima para a produção de sidra.

A par desta vantagem para empresas e ambiente, há outra mais valia importante a ter em conta, já que a utilização do bagaço de maçã para a produção de sidra pode diferenciar positivamente este produto. No caso do processo mais convencional, explicam os estudantes, “elimina os vários passos de extração do sumo da maçã e, consequentemente, reduz os custos de produção”.

Em relação às sidras que já usam concentrado de maçã, o bagaço de maçã permite que seja “apenas requerido um passo de extração adicional, adaptável a um processo semelhante usado pela indústria cervejeira, a brassagem”. É mesmo esse processo o que permite valorizar os compostos de aroma presentes no bagaço de maçã e que elimina a necessidade de adição de aromas, ao contrário do que acontece com muitos produtos disponíveis comercialmente obtidos a partir do concentrado de maçã.

Bebida refrescante com toque de maçã

Uma vez na boca, descreve a equipa, a ausência do doce é a primeira observação que se tem quando se bebe esta sidra, o que também a diferencia dos produtos existentes no mercado”. A esta complementa-se “o ligeiro toque a maçã que culmina num sabor e aroma refrescantes”.

As sinergias dos estudantes com as empresas Indumape e Microcervejeira Vadia foi possível graças à IngenUA, uma plataforma criada na UA para apoiar o espírito empreendedor de estudantes e investigadores.

O Cidermace é um dos projetos presentes na final nacional do Ecotrophelia, um concurso de âmbito internacional promovido pela PortugalFoods e Federação das Indústrias Portuguesas Agro Alimentares (FIPA), para “premiar a inovação do meio académico no setor agroalimentar”. O vencedor, que será conhecido a 6 de junho, irá representar Portugal na Ecotrophelia Europa 2017, que decorre de 21 a 22 de novembro, em Londres.

Fonte: http://uaonline.ua.pt/pub/detail.asp?c=50630

IDEIAS INOVADORAS: Couro vegetal produzido com resíduos de vinho

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“Produzir uma opção de couro ecológico e ao mesmo tempo reaproveitar um subproduto do vinho. É esta a proposta de uma empresa italiana que busca tornar comercializável o que até então é somente resíduo.

Batizado de Wineleather, o produto é composto de fibras e óleos contidos no bagaço da uva: peles, sementes e caules. Todos esses componentes podem ser obtidos durante a produção do vinho, ou seja, é uma maneira de aproveitar algo que já seria descartado. Considerando que a Itália detém aproximadamente 18% da produção mundial, a ideia tem tudo para ser um sucesso.

O couro vegetal foi desenvolvido pelo arquiteto Gianpiero Tessitore de Milão (Itália) e fundador da empresa Vegea. Desde 2014, ele vem estudando as propriedades físicas e mecânicas de várias fibras vegetais junto a centros de pesquisa especializados. Sua iniciativa inclusive foi uma das vencedoras do prêmio Global Change Award da H & M.

No site da Vegea, o arquiteto afirma que, anualmente, são produzidos 26 bilhões de litros de vinho no mundo. Isso pode resultar em quase sete bilhões de quilos de bagaço que podem ser transformados em matéria-prima. Imagine o quanto isso pode revolucionar a moda italiana, especialmente em Milão que é uma das capitais que mais lança tendência para o mundo.

Em entrevista ao jornal económico italiano Il Sole 24 Ore, Tessitore afirmou que o processo não utiliza água, ácido ou metais pesados, além é claro de ser livre de qualquer sofrimento animal.”

Fonte CICLOVIVO

Divulgação do Curso Profissional Técnico de Gestão – Escola Secundária Estarreja

Não podia deixar de dar uma palavra de sincero agradecimento às minhas alunas,Andreia Filipa e Beatriz Rodrigues que me assessoraram na divulgação do Curso Profissional Técnico de Gestão durante os dois dias em que aconteceu a X Feira da Juventude. Demonstraram profissionalismo, dedicação e sentido de responsabilidade.
As futuras GESTORAS!

X Feira da Juventude – Secundária de Estarreja

X Feira da Juventude, Formação e Proteção Civil ocorreu nos dias 3 e 4 de abril na Escola Secundária de Estarreja (Sede de Agrupamento), acontecendo alegria, entretenimento e formação. Mais uma vez o Curso Profissional Técnico de Gestão (11.º H e 12.º H) deu o mote ao dinamizar um mini-negócio, “GESTÃO NA BRASA, Lda.”, em parceria com alguns alunos do Curso Profissional Técnico de Marketing (12,º M), com o intuito de angariação de fundos para a Associação de Solidariedade Estarrejense. O “know-how” e o “know-business” obrigam a um conhecimento sustentado de valores e competências, que quando colocados em prática tornam-se numa prática diferenciadora e distintiva.
Um agradecimento especial a todos os que contribuiram para o sucesso desta atividade:
– … aos alunos e encarregados de educação pelo excelente exemplo de colaboração, generosidade, disponibilidade, por todo o apoio prestado, pois foram bolos, salgadinhos, sopas, mesa de matraquilhos, fardos de palha para decoração, transporte, etc. etc.
– … à Câmara Municipal de Estarreja por terem disponibilizado as barraquinhas, fizeram toda a diferença.
– … à Mel Editores e empresa Aveicellular Comunicações e Acessórios Lda., pelos excelentes prémios ofertados, patrocinadores cinco estrelas.
– … ao colega Samuel Pereira por ter feito, nas oficinas da Mecânica, em tão pouco tempo e com os seus alunos, um grelhador.
– … aos colegas de grupo pelo apoio prestado no desenvolvimento da atividade.
– … a toda a comunidade escolar por terem aderido à iniciativa.
– … e como os últimos também são os primeiros, ao colega João Joana o grande organizador e obreiro desta atividade, bem hajas por tudo.