AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE ESTARREJA em destaque no jornal “O Concelho de Estarreja”

Mais uma vez o AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE ESTARREJA em destaque, agora no jornal “O Concelho de Estarreja”. 
Neste agrupamento respira-se exigência, através de um PROJETO claro e partilhado de melhoria da qualidade dos percursos educativos de cada um dos nossos alunos. Vários são os projetos e atividades que alicerçam uma construção conjunta de um Agrupamento diariamente melhor, vivenciado com compromissos repartidos em ordem à melhoria contínua do seu desempenho.

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Abrir conta sem sair de casa a partir de julho

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A partir de julho do corrente ano, pode abrir uma conta a partir do computador ou do telemóvel. Os documentos necessários para este processo serão validados através de uma videoconferência.

De forma a facilitar este processo, que envolve, por norma, a assinatura presencial de dezenas de folhas, o Banco de Portugal (BdP) aprovou a utilização de videoconferência para a abertura de contas de depósito bancário exclusivamente através de canais digitais, avança o regulador. Ou seja, basta ter um computador ou um telemóvel com acesso à internet para validar os dados, dispensando o cliente de ter de se deslocar aos balcões.

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FONTE: https://www.sapo.pt/noticias/economia/vai-poder-abrir-conta-sem-sair-de-casa-a_5950f850176ac13335a148d7

Cerimónia de entrega de prémios referente ao Concurso, Prémio Fundação Ilídio Pinho – Ciência na Escola, 14.ª Edição – Discursos

Cerimónia de entrega de prémios referente ao Concurso, Prémio Fundação Ilídio Pinho – Ciência na Escola, 14.ª Edição, “A Ciência e a Tecnologia ao serviço de um mundo melhor”.

DISCURSOS: Ministro da Educação; Presidente da Fundação Ilídio Pinho; Presidente da República.

Projeto “Máquina Multifunções – ESPOLIX” | Mostra Nacional Prémio 14.ª Edição Fundação Ilídio Pinho

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Na Mostra Nacional, 14.ª Edição Fundação Ilídio Pinho, a Escola Secundária de Estarreja teve mais outro projeto a concurso, o Projeto “Máquina Multifunções – ESPOLIX, coordenado pelo professor, Samuel Pereira e que recebeu rasgados elogios pela originalidade e utilização que virá a ter nas pequenas e médias empresas.

 

 

MENÇÃO HONROSA para ESCOLA SECUNDÁRIA DE ESTARREJA – Prémio Fundação Ilídio Pinho – Ciência na Escola, 14.ª Edição

Escola Secundária de Estarreja volta a receber mais um prémio!

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No dia 30 de junho, no Convento São Francisco, Coimbra, o Projeto “COLTEC – Colete Tecnológico “Wearable Technology” ao serviço da Segurança Rodoviária” conquistou mais um prémio, recebendo uma Menção Honrosa no valor de 3000€ da Fundação Ilídio Pinho – Ciência na Escola, 14.ª Edição, “A Ciência e a Tecnologia ao serviço de um mundo melhor”.

A entrega dos prémios às escolas com projetos distinguidos foi feita em cerimónia pública contando com a presença do Ministro de Educação e Ciência, Dr. Tiago Brandão Rodrigues, do Presidente da Fundação Ilídio Pinho, Eng.ro Ilídio Pinho e do Presidente da República, Dr. Marcelo Rebelo de Sousa.

Tivemos a presença marcante e entusiástica do nosso Diretor, Dr. Jorge Ventura, as visitas muito especiais e que nos sensibilizaram, Reitor da Universidade de Aveiro, Dr.Manuel Assunção, Secretário Executivo da CIRA, Dr. José Eduardo de Matos, Vereador da Cultura e da Educação da Câmara Municipal de Estarreja, Dr. João Alegria, Vereadora da Cultura e da Educação da Câmara de Albergaria-a-Velha, Dr.ª Catarina Rosa Mendes, da ESTGA-UA, o Prof. Dr.Mario Rodrigues, Eng. Paulo e Jorge Melo e muitas outras individualidades da Fundação Ilídio Pinho, governo e x-ministros.

Este projeto foi um desafio aliciante, de grande exigência, praticado numa interação do saber técnico-científico assente num problema multidimensional “elevada percentagem de acidentes rodoviários entre ciclistas e peões”, que requereu uma observação abrangente das determinantes, das consequências e das soluções, bem como exigiu medições e comparações de variáveis em estudo. O colete integra nas costas um ecrã de leds (permitindo remoção/lavagem) para a passagem de sinais rodoviários e texto (Peregrino; Trabalhos; Treino; Perigo). As nossas alunas, Andreia FilipaBeatriz RodriguesGisela Aguiar e Soraia Santos, sonharam e ousaram pôr em prática uma ideia inovadora, no âmbito da “Wearable Tecnology”, planeando e concretizando um protótipo, com os seus parceiros privilegiados, ESTGA-UA e a empresa Aveicellular, Lda. uma solução com boa relação custo-benefício, projetada para permitir reduzir a sinistralidade rodoviária.

“…sempre que um homem sonha, o mundo pula e avança!” 
(António Gedeão)

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Sidra eco-inovadora produzida por estudantes da Universidade de Aveiro

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“É ecológica, é simples e barata de produzir e, diz quem já bebeu, que em nada fica atrás das sidras de maçã tradicionais. Pelo contrário. A primeira sidra eco-inovadora até já tem uma empresa interessada em colocá-la no mercado. A Cidermace – assim se chama a bebida desenvolvida por um grupo de estudantes do Departamento de Química (DQ) da Universidade de Aveiro (UA) – tem nos ingredientes o aproveitamento das matérias primas descartadas e destinadas ao lixo pelas indústrias de sumos concentrados e um processo produtivo que simplifica os vários passos da receita tradicional.
 

“A principal matéria prima deste produto eco-inovador, uma característica que o diferencia de todos os outros existentes no mercado, é o bagaço de maçã, um subproduto da indústria de concentrado de sumo de maçã que nos foi fornecido pela Indumape”, desvenda a equipa. A este ingrediente, “complementa-se a utilização do concentrado de sumo de maçã, fornecido pela mesma empresa, e leveduras cedidas pela Microcervejeira Vadia” que já demonstrou interesse em adaptar à sua produção a sidra desenvolvida.

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João Santos, estudante do Mestrado em Biotecnologia, e Eduardo Coimbra e Margarida Afonso, do Mestrado Integrado em Engenharia Química, são os estudantes que estão por de trás do desenvolvimento desta sidra eco-inovadora. O grupo teve como mentores o estudante de doutoramento Pedro Fernandes e os investigadores Elisabete Coelho e Manuel A. Coimbra. A bebida foi desenvolvida nos laboratórios da Unidade de Investigação de Química Orgânica, Produtos Naturais e Agroalimentares (QOPNA) do DQ.

Ingredientes reciclados e produção simplificada

Com a utilização de ingredientes destinados ao lixo, a cidra da UA junta o útil ao agradável. De facto, aponta a equipa, o bagaço de maçã é um subproduto da indústria de sumos concentrados, cuja eliminação traz muitas implicações ambientais e económicas para as indústrias”.

No entanto, os estudantes verificaram que existia potencialidade criativa no bagaço de maçã, nomeadamente na “valorização dos compostos de aroma e açúcares que fazem parte da sua composição química” e que, no final, “definem a bebida produzida não só em termos ecológicos, como também sensoriais”. A equipa conseguiu assim dar utilidade a este subproduto, tornando-o numa matéria-prima para a produção de sidra.

A par desta vantagem para empresas e ambiente, há outra mais valia importante a ter em conta, já que a utilização do bagaço de maçã para a produção de sidra pode diferenciar positivamente este produto. No caso do processo mais convencional, explicam os estudantes, “elimina os vários passos de extração do sumo da maçã e, consequentemente, reduz os custos de produção”.

Em relação às sidras que já usam concentrado de maçã, o bagaço de maçã permite que seja “apenas requerido um passo de extração adicional, adaptável a um processo semelhante usado pela indústria cervejeira, a brassagem”. É mesmo esse processo o que permite valorizar os compostos de aroma presentes no bagaço de maçã e que elimina a necessidade de adição de aromas, ao contrário do que acontece com muitos produtos disponíveis comercialmente obtidos a partir do concentrado de maçã.

Bebida refrescante com toque de maçã

Uma vez na boca, descreve a equipa, a ausência do doce é a primeira observação que se tem quando se bebe esta sidra, o que também a diferencia dos produtos existentes no mercado”. A esta complementa-se “o ligeiro toque a maçã que culmina num sabor e aroma refrescantes”.

As sinergias dos estudantes com as empresas Indumape e Microcervejeira Vadia foi possível graças à IngenUA, uma plataforma criada na UA para apoiar o espírito empreendedor de estudantes e investigadores.

O Cidermace é um dos projetos presentes na final nacional do Ecotrophelia, um concurso de âmbito internacional promovido pela PortugalFoods e Federação das Indústrias Portuguesas Agro Alimentares (FIPA), para “premiar a inovação do meio académico no setor agroalimentar”. O vencedor, que será conhecido a 6 de junho, irá representar Portugal na Ecotrophelia Europa 2017, que decorre de 21 a 22 de novembro, em Londres.

Fonte: http://uaonline.ua.pt/pub/detail.asp?c=50630

Divulgação do Curso Profissional Técnico de Gestão – Escola Secundária Estarreja

Não podia deixar de dar uma palavra de sincero agradecimento às minhas alunas,Andreia Filipa e Beatriz Rodrigues que me assessoraram na divulgação do Curso Profissional Técnico de Gestão durante os dois dias em que aconteceu a X Feira da Juventude. Demonstraram profissionalismo, dedicação e sentido de responsabilidade.
As futuras GESTORAS!