“Visitas Técnicas de Intercâmbio” – PACOPAR | AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE ESTARREJA

No dia 22 de outubro, o GRUPO de AMBIENTE do PACOPAR, proporcionou aos seus membros a primeira de duas “Visitas Técnicas de Intercâmbio” – empresas DOW e AIR LIQUIDE, com o Agrupamento de Escolas de Estarreja a estar representado por dois professores, Luís Parracho e Rosário Santos, responsáveis, respetivamente pelas áreas de “Segurança” e “Comunicação “.
A iniciativa foi proporcionar aos colaboradores institucionais do PACOPAR uma sessão de apresentação do Complexo Químico de Estarreja (CQE), ao nível do conhecimento dos processos produtivos e das boas práticas que garantem a minimização dos impactos das atividades industriais do setor químico no meio ambiente e na saúde das pessoas, realizado pelos técnicos de AMBIENTE e SEGURANÇA das empresas supracitadas. Seguiu-se vista às duas fábricas, focalizada nos sistemas de controlo e automação operacionais, incluindo a instrumentação. Uma sessão de debate e de troca de ideias encerrou este primeiro intercâmbio técnico, importante na compreensão das melhores práticas ambientais de segurança e prevenção de riscos, numa postura de rigor e transparência, do melhor que se faz na Europa.
A vertente económica do Complexo Químico de Estarreja reveste-se de um significado especial como factor de confiança para o futuro da economia local/regional, concelho de Estarreja e região de Aveiro, desempenhando um papel determinante na economia portuguesa. Garante quase 500 postos de trabalho diretos, 418 milhões de euros de exportações e 209 milhões de euros para a balança comercial. Estima-se que a atividade do CQE corresponda a cerca de 940 milhões de euros de produção, o equivalente a 0,3% do PIB total de Portugal.
O Complexo Químico de Estarreja assume-se como um dos mais importantes centros da indústria petroquímica nacional e um dos mais atuais clusters europeus da indústria química.

 

 

 

Prémio Fundação Ilídio Pinho “Ciência na Escola” – 16.ª Edição | Inscrições abertas

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A ciência na escola ao serviço do desenvolvimento de Portugal.

Está aberto, até ao dia 24 de dezembro de 2018, o Concurso de Ideias para a presentação de propostas de projetos nos cinco escalões a concurso:

1.º Escalão – projetos com a participação de crianças da educação pré-escolar;
2.º Escalão – projetos com a participação de alunos do 1.º Ciclo do Ensino Básico;
3.º Escalão – projetos que envolvam alunos do 2.º Ciclo do Ensino Básico;
4.º Escalão – projetos que envolvam alunos do 3º. Ciclo do Ensino Básico;
5.º Escalão – projetos que envolvam alunos do Ensino Secundário.

Para mais informação consulte o Aviso de Abertura e o Regulamento

 

Energia solar de próxima geração – Painéis solares orgânicos

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“Estacionar o carro já é uma dor de cabeça para muitos. Imagine acrescentar a isso a necessidade de carregar esse veículo por um tempo considerável, já que ele é movido a energia elétrica. Pensando nisso, a CSEM Brasil, em parceria com a multinacional de energia AES, desenvolveu uma solução prática e extremamente sustentável: o projeto Carport. A ideia é que o produto seja facilmente integrável às cidades, utilizando energia solar de baixo custo e com a menor pegada de carbono possível.

Estima-se que, em 2025, os automóveis elétricos representem 15% do mercado mundial – dado três vezes maior do que as previsões de crescimento anteriores. O salto seria grande: hoje os carros elétricos são apenas 0,86% do mercado. No entanto, essa tendência vai na onda de uma necessidade: não há outro futuro possível, a não ser o sustentável.”

“Estacionamentos solares já existem hoje (veja aqui), mas com a tecnologia dos painéis tradicionais. Agora, a inovação dos painéis solares orgânicos (OPV – Organic Photovoltaic), desenvolvidos pelo CSEM Brasil e levados ao mercado pela spin-off Sunew, trazem mais praticidade, menor custo e mais possibilidades de design. Como as tecnologias tradicionais possuem um material muito pesado – cerca de 20kg por m² – a estrutura de um estacionamento com painéis tradicionais precisa ser muito mais robusta, aumentando os custos de produção, e instalação e dificultando sua popularização.

Já o OPV pesa apenas 400g/m², além de ser flexível e transparente, abrindo espaço para um design futurista e atrativo. Tudo isso com uma produção que utiliza materiais orgânicos a baixas temperaturas, o que caracteriza os painéis de OPV como a energia solar com menor impacto ambiental existente.”

“Um Carport vai gerar energia com muito mais facilidade de instalação. Nosso target é um estacionamento futurístico, barato e prático – que você poderia comprar, por exemplo, na Leroy Merlin, levar para a casa e instalar onde desejasse”, esclarece Vilaça.

Fonte: Ciclo Vivo
 

Moradia que gera a sua própria energia

Uma incrível residência que funciona a partir de fontes renováveis!

Veja o vídeo clicando na imagem.

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ECONOMIA CIRCULAR – Sessão Informativa | SEMA

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No dia 28 de novembro, no Centro de Negócios do Eco Parque Empresarial de Estarreja, duas turmas do 12.º Ano da Escola Secundária de Estarreja, Técnico de Gestão e Técnico de Produção em Metalomecânica, participaram numa Sessão Informativa sobre uma nova forma de se pensar a utilização dos recursos naturais, “Economia Circular”, nas áreas da Química e da Metalomecânica, cujo evento foi uma iniciativa da SEMA, Associação Empresarial Sever do Vouga, Estarreja, Murtosa e Albergaria-a-Velha.

Com base numa profunda experiência profissional, alicerçada por formação académica em diversas áreas do Ambiente e Recursos Naturais, o Prof. Dr. Carlos Borrego, primeiro orador e numa abordagem cativante, reforça a importância da transição de uma economia linear para uma economia circular, ao ser prossecutor de abordagens inovadoras, que se traduzem na necessidade de serem desenvolvidas novas eficiências e reciclabilidade dos resíduos. A economia mundial tem sido construída, desde os primórdios da industrialização, com base num modelo linear de consumo de recursos que segue um padrão “extrair-produzir- consumir- deitar fora”, que se encontra nos dias de hoje sob ameaça devido à forma e velocidade insustentável como são usados os recursos naturais, cada vez mais escassos.

Senão, vejamos os dados divulgados:                                  

– “Na UE, cada pessoa consome atualmente 16 toneladas de materiais por ano, das quais 6 toneladas são desperdiçadas, acabando metade nos aterros. – Em 2014, só em Portugal cada habitante produziu 425 kg de lixo (mais 2,5% do que em 2013). – Na Europa, 31% dos alimentos são desperdiçados ao longo da cadeia de valor. – Um carro europeu está estacionado em média 92%.  – Um escritório é usado apenas 35% a 50% do tempo, mesmo durante o horário de trabalho. – Nas indústrias do aço, plástico e papel perdem-se entre 30 a 75% do valor dos materiais no 1.º ciclo produtivo. – A União Europeia importa 6 vezes mais materiais e recursos naturais do que exporta. Em média, a Europa usa os materiais apenas uma vez.  Se continuarmos a utilizar os recursos ao ritmo atual, em 2050 teremos necessidade, em termos agregados, do equivalente a mais de dois planetas para nos mantermos.”

Uma realidade preocupante que não deixou ninguém indiferente!

Segundo o mesmo orador, não basta reciclar! A economia circular vai muito além da reciclagem, algo muito mais ambicioso como PREVENIR, REUTILIZAR, RESTAURAR, REGENERAR, promovendo a mobilização geral rumo a um novo estilo de vida, que respeite os limites impostos pelo planeta Terra.  Os resíduos deixam de ser um fim em si mesmos e tornam-se reutilizáveis. Em 2020 os resíduos terão que ser geridos como um recurso. O final de vida de um produto poderá ditar o início de outro. São estes os princípios que norteiam a economia circular.

Como avaliação da atividade, destaca-se o facto de ter sido do agrado de todos os alunos e professores participantes, pela atualidade e importância da informação/formação de uma consciência esclarecida, atenta e orientada para a prossecução dos objetivos do desenvolvimento sustentável e da ECONOMIA CIRCULAR.

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BOAS INICIATIVAS

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O Desafio Solutions 2030, promovido pelo Governo de Ontário, no Canadá, abre inscrições para empreendedores apresentarem tecnologias limpas inéditas a serem aplicadas nas indústrias da região para diminuir o impacto ambiental e combater as mudanças climáticas.

As equipes qualificadas receberão o financiamento necessário para que suas ideias inovadoras avancem para os estágios de protótipos e demonstração em Ontário.

Os candidatos podem se inscrever até 22 de setembro, saiba mais: bit.ly/0NE2030_Canada#ONE2030 #ODS

Adidas e Parley produzem ténis feitos com lixo plástico

Já começou a produção de 1 milhão de ténis feitos com lixo plástico retirado do oceano!

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Adidas e Parley acabam de anunciar que, a partir deste mês, 7 mil ténis estarão à venda nas lojas da marca, ao preço de 220 dólares. Cada par usa onze garrafas plásticas, transformadas em fios, na fabricação de sua parte superior. Já a sola, cadarço e a meia embutida são confeccionados com resíduos de garrafas PETreciclados.

Além do ténis, batizado de UltraBOOST Uncaged Parley, a marca desenvolveu camisas, também com lixo plástico, para os jogadores de futebol das equipes do Real Madrid e Bayern de Munique.

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Longe de ser somente uma ação de marketing,  a Adidas se comprometeu publicamente a produzir, até o final de 2017, no mínimo 1 milhão de pares do novo ténis. O objetivo da empresa, impulsionada pela parceria com a Parley, é deixar de usar plástico virgem na fabricação de seus calçados.

Estima-se que estejam espalhados pelos oceanos do planeta aproximadamente 5,2 trilhões de resíduos plásticos. Este mês, uma imagem chocante rodou o mundo, mostrando imensas baleias cachalotes mortas na areia. Treze delas encalharam em março deste ano, na costa norte da Alemanha, mas só agora, em novembro, pesquisadores daquele país divulgaram o resultado da autópsia  realizada nos animais  revelaram que, no estômago de quatro delas, foi encontrada uma enorme quantidade de resíduos plásticos, entre eles, uma rede de pesca de 13 metros de comprimento. 

“Ninguém conseguirá salvar os oceanos sozinho. Cada um de nós deve desempenhar um papel. Está nas mãos das indústrias inovadoras reinventar materiais, produtos e modelos de negócios. E o consumidor deve pressionar por esta mudança”, afirmou Cyrill Gutsch, fundador da Parley for the Oceans.

A ESCOLA SECUNDÁRIA DE ESTARREJA é finalista, Prémio Fundação Ilídio Pinho Ciência na Escola, 13.ª Edição

 

13413720_1641451806175211_5703400314751046027_nNo âmbito da 13.ª edição do Concurso Ciência na Escola da Fundação Ilídio Pinho e dos Ministérios da Educação e Economia, subordinada, este ano, ao tema “A ciência e a tecnologia ao serviço de um mundo melhor”, o projeto “KIT AMBIENTAL – EKOTREE”  representará a nossa Escola na MOSTRA NACIONAL, Lisboa.
Confira aqui os selecionados:
http://www.dgeste.mec.pt/…/resultados/FIP_Resultados_100.pdf

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O futuro dos transportes públicos

“Esta nova categoria de transporte público conseguirá circular a cerca de 65 km/h, funcionará a eletricidade e poderá substituir 40 autocarros, economizando 800 toneladas de combustível.

Com 60 metros de comprimento, oito de largura e um pouco mais de dois de altura, terá capacidade para transportar 1400 passageiros. Além disso, esta espécie de lagarta gigante, terá a grande vantagem de circular sobre o trânsito. O protótipo foi apresentado por uma empresa chinesa em Pequim no fim de semana passado.

O inventor, Song Youzhou, afirmou à agência chinesa Xinhua que a empresa Transit Explore Bus pretende testar o protótipo na cidade de Changzhou. Segundo a agência noticiosa, a construção já arrancou.

A ideia nasceu em 2010 e, segundo o inventor, já nessa época a cidade de Pequim manifestou interesse neste modelo de transporte, mas entretanto caiu no esquecimento.

Segundo o site TreeHugger, o modelo é muito semelhante àquele que os arquitetos Lester Walker e Craig Hodgetts propuseram para Nova Iorque.”

Fonte: DN Sociedade

Piriscas de cigarro para produzir tijolos sustentáveis

Pesquisador australiano usa bitucas de cigarro para produzir tijolos sustentáveis

A opção reduz os custos da produção, elimina um poluente e, ao mesmo tempo, melhora a qualidade do produto final.

O pesquisador Dr. Abbas Mohajerani, da Universidade RMIT, na Austrália, encontrou uma solução para as piriscas de cigarro: transformá-las em matéria-prima para a fabricação de tijolos. Segundo ele, esta pode ser a solução para compensar completamente a produção de resíduos do cigarro no mundo.

Anualmente milhões de piriscas são descartadas nas ruas. Este lixo, altamente tóxico, leva anos para se degradar e ainda polui o solo e os recursos hídricos com elementos como: arsénio, cromo, níquel e cádmio. Essas características, aliadas à enorme quantidade, tornam as piriscas grandes vilãs do meio ambiente.

Há anos o Dr. Mojaherani sonhava com uma solução para este problema. Agora ele parece ter encontrado. De acordo com o pesquisador, é possível usar o resíduo dos cigarros junto à argila na fabricação de tijolos. A opção reduz os custos da produção, elimina um poluente e, ao mesmo tempo, melhora a qualidade do produto final.

Os testes realizados pela equipe do Dr. Mojaherani identificaram que substituindo apenas 1% da matéria-prima do tijolo pelas piriscas em somente 2,5% da produção mundial do material é possível compensar completamente a produção anual de cigarro em todo o mundo.

A mistura ainda garante outros benefícios. Os cientistas perceberam que os tijolos que mesclam a argila com as piriscas são mais leves, têm melhores propriedades de isolamento térmico e levam menos tempo para serem queimados durante o processo de fabricação, economizando até 58% de energia nesta etapa.

A aparência é exatamente igual à dos tijolos tradicionais e o pesquisador garante que ele não oferece nenhum risco à saúde, já que durante a queima, os poluentes ficam presos aos tijolos e dali não saem nunca mais.

“A incorporação de piriscas em tijolos pode, efetivamente, resolver um dos problemas globais de lixo”, acredita o Dr. Mohajerani. 

Fonte: Ciclo Vivo

Soluções criativas – Paragens de autocarro com teto verde e energia solar

Uma estrutura 100% reciclável, com placas fotovoltaicas e telhado verde irrigado com água da chuva, é uma solução ecológica que Florianópolis, capital de Santa Catarina (Brasil),  encontrou   para incentivar os cidadãos a utilizar os transportes públicos.

A estrutura  é feita em aço cuja  irrigação da cobertura pelas águas de chuva vai ajudar a reduzir as ilhas de calor, para além de ser um filtro natural de poluição. A produção de energia, por meio de placas fotovoltaicas, permite o funcionamento da irrigação do teto verde, o carregamento de telemóveis via USB e a iluminação do ambiente que é feita por lâmpadas de LED.

Uma solução criativa e polivalente, cuja tecnologia verde  gostaria de ver pensada e incorporada nas nossas paragens de autocarro.

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IDEIAS INOVADORAS: Combustível feito a partir de soja – Prémio a investigadora da Universidade de Coimbra

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“Investigadora do Centro para a Ecologia Industrial da Universidade de Coimbra (UC) Érica Castanheira foi distinguida com o Prémio Científico Mário Quartin Graça pela sua tese de doutoramento sobre a pegada ambiental do biodiesel.

A tese de doutoramento de Érica Castanheira, “desenvolvida no âmbito de diversos projetos internacionais sobre os impactes ambientais associados ao biodiesel produzido a partir de soja e de palma cultivadas na América Latina, foi distinguida na categoria de Tecnologias e Ciências Naturais”, revelou a UC.

A equipa de especialistas estudou o impacto ambiental de ciclo de vida do biodiesel de soja e palma, isto é, avaliou “emissões poluentes, como, por exemplo, os gases com efeito de estufa, em todas as etapas do processo, desde o solo usado para o cultivo no Brasil, Argentina e Colômbia, até à extração de óleo, transporte, produção de biodiesel e distribuição”, explica Érica Castanheira.

Cerca de metade do biodiesel utilizado em Portugal é produzido a partir de semente e óleo de soja e palma, importados da América Latina.

O estudo assume, por isso, particular relevância para ajudar os produtores nacionais a “optarem pelas melhores soluções, por forma a cumprir as metas impostas” pela União Europeia (UE), sustenta a investigadora.”

Fonte: http://www.sol.pt/

UA cria mosaicos que reduzem a fatura energética

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A Universidade de Aveiro está na vanguarda da investigação universitária em Portugal e no mundo.

Deixo-vos com mais um exemplo, disso mesmo.

“O Departamento de Materiais e Cerâmica da Universidade de Aveiro (UA) criou uma série de novos materiais que estão a ser incorporados em pavimentos e revestimentos cerâmicos, que demonstram um comportamento mais eficiente do ponto de vista energético que os pavimentos ou revestimentos convencionais. Estes novos materiais atenuam as transferências de energia com o exterior e diminuem a amplitude térmica no interior dos edifícios – que se traduz numa poupança na factura da electricidade mas também em menores emissões de gases com efeito de estufa para a atmosfera.

Os novos mosaicos, que já estão testados para aplicação em pavimentos, são compostos por duas camadas: uma camada densa que pode assumir aspectos e cores diversas e uma camada inferior, mais porosa, composta por um material com mudança de fase que tem como característica principal a capacidade de reter durante o dia a energia que será dissipada à noite, sob a forma de calor.

Estes novos materiais cerâmicos “demonstram um comportamento mais eficiente, do ponto de vista energético, do que os pavimentos/revestimentos convencionais, tendo-se verificado uma atenuação das transferências de energia com o exterior e uma diminuição da amplitude térmica no interior dos edifícios”.

Fonte:http://greensavers.sapo.pt/

SEMANA ECO – Escola Secundária de Estarreja

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O auditório da Escola Secundária de Estarreja encheu esta quinta-feira para receber o colóquio “2015 Ano Europeu do Desenvolvimento – Pequenos passos grandes ideias”, evento organizado pelos alunos da turma do 11.º H (C. Profissional de Gestão), no âmbito da disciplina, Área de Integração.

A iniciativa visou uma reflexão sobre os desafios para mudar as formas de pensar e agir em torno da questão ambiental.

Contou com a intervenção do Eng.ro Pedro Gonçalves da DOW Portugal e as apresentações de dois projetos de cariz inovador desenvolvidos por alunos que participaram no 1.º Bootcamp de Estarreja.
– “Produção de biocombustível (bioetanol) a partir da destilação de milho em grão” – Inês Marques Brandão (12.º A) e Gilberto Miguel da Silva Pereira Valente (12.º C).
– “Isqueiro termoelétrico acionado por sistema inovador amigo do ambiente” – Mónica Rodrigues (11.º H) e Juliana Silva (11.º H).

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Semana ECO na Escola Secundária de Estarreja – Exposição

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Os alunos da Escola Secundária de Estarreja (Sede de Agrupamento) estão de parabéns pela forma entusiástica como participaram na Semana Eco. O mote foi dado: Desenvolver atitudes reflexivas e comportamentos que tenham em conta as relações do Homem com o meio. Apreciem a qualidade!

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Ideias inovadoras – Reciclagem de garrafas de plástico

ARTISTA TRANSFORMA GARRAFAS DE PLÁSTICO EM ESCULTURAS DE ANIMAIS E PLANTAS

Veronika Richterová é uma artista plástica checa, empreendedora, que cria esculturas de plantas e animais a partir de garrafas de plástico. As esculturas são tão coloridas e bonitas que à primeira vista é difícil acreditar que são feitas do mesmo plástico que milhares de pessoas atiram para o lixo.

As esculturas, que já atingem centenas, dão uma nova vida a garrafas de plástico que a artista recolhe um pouco por todo o mundo. A colecção, chamada PET-ART, engloba vários tipos de fauna e flora, desde cactos a pinguins.

No início, Veronika Richterová não contemplava os seus trabalhos em nenhum tipo de agenda ambiental, como escreve o Inhabitat. Richterová começou a trabalhar com garrafas em 2004 depois de descobrir que estes objectos podiam ser facilmente manipulados e deformados com calor, sem saber que mais tarde o trabalho com plástico se tornaria numa “obsessão por muitos anos”, como indica. Mais de uma década volvida, a artista coleccionou mais de 3.000 garrafas de plástico de 76 países diferentes que transformou em bonitas esculturas.

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Empreendedorismo para o Desenvolvimento Sustentável – Um caso de sucesso

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Um ótimo exemplo de EMPREENDEDORISMO para o DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL – Projeto African Clean Energy

Aqui fica a notícia!

“Para muitos de nós, que estamos agora na frente de um computador ou usando algumas das mais avançadas tecnologias móveis, pode ser muito difícil imaginar que neste mesmo momento, 3 bilhões de pessoas ao redor do planeta ainda precisam cozinhar seus alimentos em fogareiros rústicos, quase iguais aqueles utilizados na Idade Medieval.

A fumaça gerada por estes fogareiros é extremamente tóxica, conhecida como carbono negro. A Organização Mundial de Saúde estima que ela seja responsável pela morte de 4 milhões de pessoas anualmente. Ao inalar continuamente esta fumaça, elas acabam sofrendo com problemas respiratórios, pneumonia, doenças pulmonares e catarata.

Mas o projeto African Clean Energy* quer mudar esta triste história. Numa fábrica em Lesoto, país extremamente pobre no sul da África, Stephen e Alice Walker – marido e mulher, criaram um negócio para impactar a vida de milhares de pessoas.

A empresa familiar desenvolveu o ACE 1, um fogão portátil movido a biomassa(combustível limpo) e o mais importante de tudo, que não produz fumaça. 

Além de necessitar de aproximadamente 70% menos combustível para funcionar do que fogões portáteis tradicionais, o ACE 1 foi projetado internamente com telhas cerâmicas, o que retem o calor por muito mais tempo.

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Ideia inovadora – Biocombustível de laranja

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A notícia, avançada pelo jornal japonês Asahi Shinbun, citada pela Reuters, dá conta do que os investigadores da Universidade de Mie, no Japão, conseguiram, numa experiência realizada em Setembro de 2014. 

Esse feito resume-se basicamente ao facto de um veículo de 14 quilos controlado remotamente se movesse alimentado com uma mistura de gasolina e do novo biocombustível de laranja .

 A equipa está envolvida no projecto há mais de um ano e aposta no aproveitamento do excedente de produção de laranjas na localidade de Mihama, localizada no sul da prefeitura de Mie, oeste do Japão, e famosa pela sua produção de laranjas.

 A equipa conseguiu que um veículo com um peso de cerca de 14 quilogramas e activado por controlo remoto funcionasse com uma mistura de gasolina e do novo biocombustível de laranja, revelou o diário Asahi.

 “Este biocombustível poderá ser utilizado para tractores e outras máquinas agrícolas com motor a gasolina”, explicou ao Jornal o professor Yutaka Tamaru, da Universidade de Mie, e que liderou a investigação.

A mais recente mistura resulta da fusão entre um microorganismo isolado das aparas de madeira (o clostridium cellulovorans) com estas laranjas num tanque com capacidade de dez litros.O microorganismo é capaz de decompor as fibras de celulose, principal composto das fibras das plantas, produzindo açúcar.  

 Ao ser fermentado em conjunto com outro microorganismo, este açúcar produz biocombustível de laranja em cerca de dez dias, esclarece a equipa japonesa, que diz conseguir extrair 20 mililitros de biocombustível a partir de cerca de três quilos de laranjas. 

V Jornadas do Ambiente, Energias e Alterações Climáticas – Aveiro

vjornadas_iiereds (1)As V Jornadas do Ambiente, Energias e Alterações Climáticas e II Encontro Regional de Educação para o Desenvolvimento Sustentável, alusiva ao tema “EMPREGOS VERDES, CIDADANIA e REDUÇÃO DA POBREZA – PROJETOS EDS” vão ter lugar  no Auditório Eng. Victor Matos, Escola Profissional de Aveiro, entre 29, 30 novembro e 1 de dezembro, e pretende ser um espaço de partilha e reflexão sobre duas importantes temáticas o Desenvolvimento Sustentável.

  • Informações & Inscrições

    • Inscrições: Através do formulário disponível aqui
    • Custo de inscrição:Evento acreditado para formação de docentes: Curso de Formação: 15H – 0,6 U.C.Registo de Acreditação: CCPFC/ACC- 74840/13

 

Contactos CIDAADS
www.cidaads.org
E-mail: geral@cidaads.org
Telemóveis 919 521 340 | 926 247 812

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Projeto inovador – Plástico biodegradável

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O uso de plásticos na agricultura tem crescido de uma forma desmesurada, existindo um termo novo para designar a combinação de ambos: plasticultura. Além de cobrirem estufas, embalarem fardos ou acomodarem plantas em viveiros, os plásticos são cada vez mais empregues directamente no solo, para proteger determinadas culturas. É uma forma de isolar as plantas de ervas daninhas e de controlar a humidade e a temperatura, aumentando a produtividade.

Mas uma vez utilizado, o plástico – normalmente feito de polietileno, um derivado do petróleo – torna-se um problema. A melhor hipótese é reciclá-lo. Mas muitas vezes é enterrado no solo ou mesmo queimado.

Plástico biodegradável  solução do futuro!

O plástico é aplicado sobre as culturas e, depois da colheita, misturado à terra, acaba por decompor-se ao longo de alguns meses, digerido por microorganismos. O plástico biodegradável é incorporado no solo, junto com o que resta das culturas. Não há qualquer impacto ambiental.

Este plástico biodegradável, feito de amido de milho,  pode ser uma alternativa aos plásticos cada vez mais em voga na agricultura em Portugal e no mundo. É o resultado de um projecto de investigação e inovação financiado pela Comissão Europeia, liderado por uma empresa portuguesa, e cujos resultados foram apresentados esta semana.

 

Projeto 80 – Educação para a sustentabilidade, empreendedorismo e cidadania

A expressão “nem 8 nem 80” é o mote do projeto que desafia alunos, dos 13 aos 17 anos, a partilharem e refletirem sobre o modo como olham para a sustentabilidade, cidadania e empreendedorismo. As candidaturas estão abertas a associações de estudantes do 3.º ciclo e do ensino secundário interessadas em desenvolver um ou mais projetos de sustentabilidade ambiental.

 

O que é o projeto 80?

O Projeto 80 é um programa, de âmbito nacional, de dinamização do movimento associativo nas Escolas que procura promover a educação para a sustentabilidade, empreendedorismo e cidadania democrática.

Quem se pode candidatar ao Projeto 80?

Associações de Estudantes do Ensino Básico e do Ensino Secundário que desenvolvam um ou mais projetos de sustentabilidade ambiental, nomeadamente, projetos que promovam a gestão eficiente de recursos, a diminuição da pegada carbónica e hídrica, a biodiversidade, o empreendedorismo, a economia verde e a inovação social, bem como o voluntariado ou outras formas de cidadania e participação pública.

Os vencedores (As Associações de Estudantes) do Projeto 80 podem habilitar-se a vários prémios e uma visita às Instituições Europeias em Bruxelas.

Este projeto é uma iniciativa conjunta da Agência Portuguesa do Ambiente, da Direção Geral de Educação, do Instituto Português do Desporto e Juventude, da Quercus e do Green Project Awards.

Aceita o desafio!

Para saber mais informações e aceder à documentação necessária, consulte o portal do projeto clicando na imagem.

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Eco-Empreendedorismo – Workshop em Estarreja

Na base do workshop “Eco-Empreendedorismo ideias verdes, oportunidades com futuro no Concelho de Estarreja”, está uma nova forma de pensar e de gerar negócios ”verdes”  neste concelho.

Participe neste evento. É necessário estimular os jovens a antecipar factos e a ter uma visão de futuro ambientalmente correto e economicamente viável.

 

Inscreva-se através do formulário de participação:

https://docs.google.com/spreadsheet/viewform?formkey=dGlPX2dMTmRPY2hrSV9uVkktbmN6RkE6MQ

Seminário: “Uso eficiente da água nos espaços verdes”

Promovido pela Câmara Municipal de Estarreja vai decorrer no próximo dia 9 de Fevereiro, no Auditório da Biblioteca Municipal , um seminário subordinado ao tema: a utilização racional da água em espaços verdes.

Como cidadãos  pró-ativos devemos adotar atitudes  responsáveis que garantam a preservação de um recurso cada vez mais escasso, assegurando assim, um futuro sustentável às gerações vindouras .

Sendo um tema transversal a várias áreas  de formação, recomendo vivamente a participação!

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Como empreender na Reciclagem

Ideias inovadoras e ecológicas. Fique a saber mais visualizando o vídeo …

 

Dia Mundial da Energia

Assinala-se, hoje,  dia 29 de Maio, o Dia Mundial da Energia. Este dia foi criado em 1981 pela Direcção Geral de Energia,  com o intuito de sensibilizar as pessoas e líderes mundiais para a necessidade de poupança de energia, bem como promover a utilização das energias renováveis, as mais amigas do ambiente, de modo a deixarmos de estar dependente das energias fósseis altamente poluentes e prejudiciais para a própria Vida na Terra.

O nosso planeta enfrenta  uma crise energética sem precedentes!

Sabia que:

 69% da energia utilizada para produzir electricidade é desperdiçada ao longo de todo o processo de produção e distribuição, ou seja por cada kW de electricidade poupado significa uma poupança de mais de 3 kW de energia primária (petróleo, gás, carvão)?

Os equipamentos eléctricos (computadores, impressoras…) gastam cerca de 20% da energia consumida em casa, apenas por estarem em stand by? Ao desligar os seus aparelhos de televisão, aparelhagem e vídeo estará a evitar a emissão de cerca de 180 kg de CO2 por ano.

Um computador ligado desnecessariamente desperdiça a energia equivalente ao funcionamento de 4 lâmpadas durante 1 hora?

Se deixar o carregador do telemóvel ou do i-pod na tomada, eles continuam a gastar energia? Por cada carregador, a energia desperdiçada durante um dia é a mesma que necessita para fazer 5 torradas.

Um frigorifico, equipamento de Classe D, consome cerca de 550 kWh/ano enquanto um de Classe A consome 300 kWh no mesmo período? Com o primeiro gasta 63 € por ano em electricidade, com o segundo gasta apenas 34 €. Um frigorífico dura, em média, 10 a 12 anos, ou seja, a poupança acumulada ao longo da vida útil de aparelho pode variar entre 286 € e 343 €. Compare os preços dos dois modelos em função destes valores e veja que a diferença compensa mesmo.

Pode poupar até 75% de energia optando por lâmpadas economizadoras? Em Portugal, em média, cerca de 70% da electricidade é produzida em centrais térmicas, que consomem combustíveis fósseis e libertam para a atmosfera dióxido de carbono (CO2), um dos principais gases com efeito de estufa. Para ter uma ideia do impacto, saiba que uma lâmpada de 60W acesa durante uma hora é responsável pela emissão de CO2 equivalente ao peso de 4 pacotinhos de açúcar.

Numa viagem de ida e volta Lisboa – Porto, cada passageiro é responsável pela emissão de cerca de 70 kg de CO2, se for de automóvel 185 kg se for de avião, e um pouco menos de 40 kg, se for de comboio?

Secar a sua roupa ao Sol em vez de utilizar o secador de roupa pode evitar a emissão de 153 kg CO2 por ano, o equivalente às emissões induzidas pelo consumo de um aparelho de televisão ligado durante 7 horas e 42 minutos por dia, todo os dias do ano?

A maior parte da energia consumida pela máquina de lavar roupa é utilizada para aquecer a água? Se reduzir a temperatura de lavagem de 60ºC para 40ºC poupa quase metade da energia. Para além de poupar também a sua roupa.

A Playstation 3, quando está ligada sem que ninguém esteja a jogar, consome quase o mesmo que quando está a ser utilizada? Se nunca se esquecer de a desligar, pode poupar em electricidade o suficiente para, no final do ano, comprar 3 jogos novos.

Cada vez que reciclamos uma lata de refrigerante, estamos a poupar a energia suficiente para manter a televisão ligada durante 3 horas? E que a reciclagem de 5 embalagens de plástico produz fibra têxtil suficiente para fazer uma t-shirt XL?

O ar condicionado pode aumentar o consumo de combustível do automóvel em mais 25%? Sempre que possível, quando circular em estrada opte pela abertura das janelas. Um filtro de ar obstruído pode provocar um aumento de consumo do combustível na ordem dos 5%. Substitua-o regularmente.

A variação da pressão dos pneus como o alinhamento das rodas da frente influencia o consumo do combustível?  Basta uma redução de 0,3 bar na pressão ou o desalinhamento das rodas da frente para que o consumo aumente 3%. Ao final de um ano, este aumento de consumo pode significar mais 40 litros de combustível, o equivalente a mais de ½ depósito.

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