Visita de estudo ao Banco de Portugal, filial Porto e empresa Caves SANDEMAN

Hoje, dia 10 de fevereiro, os alunos do 12.º J, Curso Profissional de Técnico de Gestão deslocaram-se em visita de estudo ao Banco de Portugal, filial Porto e empresa Caves SANDEMAN, no âmbito dos objetivos do curso e, especificamente, das disciplinas de Gestão e de Cálculo Financeiro e Estatística Aplicada.

Professoras, Adélia Felgueiras e Rosário Santos e, vinte um alunos foram recebidos pontualmente, com bastante simpatia e cordialidade, pela Dr.ª Carmem. Excelentes ensinamentos, pois importa garantir a criação de um verdadeiro sistema de proteção à nota e moeda e de prevenção da criminalidade.

Basta TOCAR, OBSERVAR e INCLINAR para distinguir as notas verdadeiras das contrafeitas sem ser preciso recorrer a equipamento especial, através de elementos de segurança (Papel fiduciário – Marcas de água – Filete de segurança – Registo frente / verso – Impressão em relevo – Banda holográfica – Banda holográfica com retrato – Número esmeralda – Janela com retrato – Banda iridescente – Número de série – Microtextos – Tintas fluorescentes); Dada a sofisticação de algumas notas contrafeitas a utilização de equipamento ultravioleta para deteção de fibras fluorescentes na série 1 e série2; O que fazer com notas mutiladas ou danificadas e o que fazer se recebermos uma nota suspeita, foram entre muitas outras, informações preciosas, dicas técnicas extremamente úteis.

De seguida, os alunos visitaram a secção de saneamento existente no Banco onde se procede à seleção das notas consideradas boas para circulação e à destruição das que se encontram em mau estado.

Depois de almoço foi tempo de iniciar visita às Caves do Vinho do Porto Sandeman.

A casa Sandeman foi fundada em 1790 por George Sandeman, membro de uma antiga família escocesa. “Desde o início da sua história, que George Sandeman se destacou pelo espírito pioneiro e empreendedor, sempre em busca de novas formas de inovar e surpreender os seus clientes. Estabeleceu-se desde o início como uma marca de vinho do Porto, o que ajudou a construir reconhecimento e uma reputação de qualidade a nível mundial. Esta preocupação com a imagem transparece também nas suas peças de publicidade. Criativas e irreverentes, muito graças ao Don, a misteriosa figura de capa e chapéu, não deixam ninguém indiferente.”

À saída, a paisagem oferecida pelos Barcos Rabelos ancorados nas margens do Rio Douro, a todos deslumbrou. Houve tempo, ainda, para uma deliciosa visita à Casa Portuguesa do Pastel de Bacalhau.

O reforço de um conhecimento multidisciplinar e visão sistémica em áreas tão específicas, captou o interesse de todos os alunos. Estes jovens revelaram interesse e atitude responsável, valorizando a diversidades dos conhecimentos adquiridos.

Prof.ra Rosário Santos

“O Galinheiro Conectado” – Workshop sobre a aplicação de inteligência artificial

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A convite da Câmara Municipal de Estarreja, os alunos do 10.º I do Curso Profissional de Gestão participaram no Workshop sobre a aplicação de inteligência artificial “O Galinheiro Conectado”- atividade que decorreu na Biblioteca Municipal no dia 7 de maio pelas 11horas.
Segundo o autor do Projeto, Luís Miguel Girão , artista e representante da UE, o objetivo deste workshop é “ ensinar a todas as pessoas a criar um galinheiro muito especial! Ele é conduzido pelas suas galinhas, que dessa forma limpam e fertilizam o seu campo, deixando-o preparado para as suas plantações! O Galinheiro Conectado é uma aplicação de inteligência artificial no campo da Internet das Coisas. A análise e a previsão de movimentos das suas galinhas dirigem o galinheiro no seu campo de cultivo. Sendo um produto inovador no campo da permacultura, o Galinheiro Conectado encontra-se num meio termo entre a criação livre de galinhas e a produção industrial. “The Connected Hennery inspira-se também na criação literária de Orwell. Revisitando a ideia de que a arte pode influenciar significativamente a vida, o Galinheiro Conectado, apresenta-se como um modelo transitório para uma outra organização socioeconómica de base tecnológica.”
Como convidados especiais neste evento estiveram presentes o Sr. presidente da Câmara Municipal de Estarreja, Dr. Diamantino Sabina, o representante do Grupo Lusiaves – Renato Miguel Prata dos Santos e da SONAE Marlos Silva que, num debate informal, moderado por Luís Miguel Girão refletiram acerca da Internet das Coisas e as cadeias de produção de alimentos.
Foram lançadas igualmente algumas questões pertinentes: Será que a Inteligência Artificial substituirá grande parte da força de trabalho? Ou será que a Inteligência Artificial gerará novos empregos?
Independentemente da opiniões, o que é certo é a Inteligência Artificial está a ganhar fortes impulsos dentro das empresas e com a ajuda das tecnologias, as empresas e os mercados avançam a um ritmo jamais visto na história da humanidade.
Conforme referiu a Srª Vereadora da Cultura e Turismo da Câmara Municipal de Estarreja, Isabel Simões Pinto, atividades deste género só fazem sentido se a Ciência e Tecnologia tiverem como parceiros as empresas, os órgãos de soberania e os Centros de Educação.
Os alunos do 10º I estão de parabéns pela sua postu

ra de interesse e atenção demonstrados, tendo esta atividade contribuído para o seu enriquecimento pessoal e profissional.

Texto: Prof.ra Paula Cerca
Fotos: De alunos… 

 

Pordata – Quadro-resumo de Portugal

Já conhece o Quadro-resumo de Portugal da Pordata?
Veja o quadro completo:

 https://www.pordata.pt/Portu…/Quadro+Resumo/Portugal-231372…

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Prémio Fundação Ilídio Pinho “Ciência na Escola” – 16.ª Edição | Inscrições abertas

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A ciência na escola ao serviço do desenvolvimento de Portugal.

Está aberto, até ao dia 24 de dezembro de 2018, o Concurso de Ideias para a presentação de propostas de projetos nos cinco escalões a concurso:

1.º Escalão – projetos com a participação de crianças da educação pré-escolar;
2.º Escalão – projetos com a participação de alunos do 1.º Ciclo do Ensino Básico;
3.º Escalão – projetos que envolvam alunos do 2.º Ciclo do Ensino Básico;
4.º Escalão – projetos que envolvam alunos do 3º. Ciclo do Ensino Básico;
5.º Escalão – projetos que envolvam alunos do Ensino Secundário.

Para mais informação consulte o Aviso de Abertura e o Regulamento

 

Solidariedade na Escola Secundária de Estarreja

“Solidariedade, Participação, Cooperação, Complementaridade, Gratuitidade, Responsabilidade – os princípios que moveram uma turma da Escola Secundária de Estarreja, 8.ºB, pais e professores a um ato de voluntariado em conjunto com uma ONG, no concelho de Castanheira de Pera.”

 

A Universidade de Aveiro (UA) integra um novo consórcio no âmbito da MEDICINA REGENERATIVA

Mais uma boa notícia, esta também no âmbito da MEDICINA REGENERATIVA.
A Universidade de Aveiro (UA) integra um novo consórcio para a criação, até 2024, de um Centro de Investigação em Medicina Regenerativa e de Precisão em Portugal, que garantiu um financiamento de 15 milhões de euros da União Europeia.
Fonte: Jornal Diário de Aveiro, 12/02/2018

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Inovação ao serviço da SAÚDE – Empresa de Ovar | Imprimir osso à medida

BOAS NOTÍCIAS – A inovação ao serviço da saúde.
Uma empresa biomédica de Ovar chamou vários parceiros para desenvolverem enxertos de osso, malhas e implantes que podem ser desenhados à medida e imprimidos em 3D.

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Energia solar de próxima geração – Painéis solares orgânicos

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“Estacionar o carro já é uma dor de cabeça para muitos. Imagine acrescentar a isso a necessidade de carregar esse veículo por um tempo considerável, já que ele é movido a energia elétrica. Pensando nisso, a CSEM Brasil, em parceria com a multinacional de energia AES, desenvolveu uma solução prática e extremamente sustentável: o projeto Carport. A ideia é que o produto seja facilmente integrável às cidades, utilizando energia solar de baixo custo e com a menor pegada de carbono possível.

Estima-se que, em 2025, os automóveis elétricos representem 15% do mercado mundial – dado três vezes maior do que as previsões de crescimento anteriores. O salto seria grande: hoje os carros elétricos são apenas 0,86% do mercado. No entanto, essa tendência vai na onda de uma necessidade: não há outro futuro possível, a não ser o sustentável.”

“Estacionamentos solares já existem hoje (veja aqui), mas com a tecnologia dos painéis tradicionais. Agora, a inovação dos painéis solares orgânicos (OPV – Organic Photovoltaic), desenvolvidos pelo CSEM Brasil e levados ao mercado pela spin-off Sunew, trazem mais praticidade, menor custo e mais possibilidades de design. Como as tecnologias tradicionais possuem um material muito pesado – cerca de 20kg por m² – a estrutura de um estacionamento com painéis tradicionais precisa ser muito mais robusta, aumentando os custos de produção, e instalação e dificultando sua popularização.

Já o OPV pesa apenas 400g/m², além de ser flexível e transparente, abrindo espaço para um design futurista e atrativo. Tudo isso com uma produção que utiliza materiais orgânicos a baixas temperaturas, o que caracteriza os painéis de OPV como a energia solar com menor impacto ambiental existente.”

“Um Carport vai gerar energia com muito mais facilidade de instalação. Nosso target é um estacionamento futurístico, barato e prático – que você poderia comprar, por exemplo, na Leroy Merlin, levar para a casa e instalar onde desejasse”, esclarece Vilaça.

Fonte: Ciclo Vivo
 

ECONOMIA CIRCULAR – Sessão Informativa | SEMA

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No dia 28 de novembro, no Centro de Negócios do Eco Parque Empresarial de Estarreja, duas turmas do 12.º Ano da Escola Secundária de Estarreja, Técnico de Gestão e Técnico de Produção em Metalomecânica, participaram numa Sessão Informativa sobre uma nova forma de se pensar a utilização dos recursos naturais, “Economia Circular”, nas áreas da Química e da Metalomecânica, cujo evento foi uma iniciativa da SEMA, Associação Empresarial Sever do Vouga, Estarreja, Murtosa e Albergaria-a-Velha.

Com base numa profunda experiência profissional, alicerçada por formação académica em diversas áreas do Ambiente e Recursos Naturais, o Prof. Dr. Carlos Borrego, primeiro orador e numa abordagem cativante, reforça a importância da transição de uma economia linear para uma economia circular, ao ser prossecutor de abordagens inovadoras, que se traduzem na necessidade de serem desenvolvidas novas eficiências e reciclabilidade dos resíduos. A economia mundial tem sido construída, desde os primórdios da industrialização, com base num modelo linear de consumo de recursos que segue um padrão “extrair-produzir- consumir- deitar fora”, que se encontra nos dias de hoje sob ameaça devido à forma e velocidade insustentável como são usados os recursos naturais, cada vez mais escassos.

Senão, vejamos os dados divulgados:                                  

– “Na UE, cada pessoa consome atualmente 16 toneladas de materiais por ano, das quais 6 toneladas são desperdiçadas, acabando metade nos aterros. – Em 2014, só em Portugal cada habitante produziu 425 kg de lixo (mais 2,5% do que em 2013). – Na Europa, 31% dos alimentos são desperdiçados ao longo da cadeia de valor. – Um carro europeu está estacionado em média 92%.  – Um escritório é usado apenas 35% a 50% do tempo, mesmo durante o horário de trabalho. – Nas indústrias do aço, plástico e papel perdem-se entre 30 a 75% do valor dos materiais no 1.º ciclo produtivo. – A União Europeia importa 6 vezes mais materiais e recursos naturais do que exporta. Em média, a Europa usa os materiais apenas uma vez.  Se continuarmos a utilizar os recursos ao ritmo atual, em 2050 teremos necessidade, em termos agregados, do equivalente a mais de dois planetas para nos mantermos.”

Uma realidade preocupante que não deixou ninguém indiferente!

Segundo o mesmo orador, não basta reciclar! A economia circular vai muito além da reciclagem, algo muito mais ambicioso como PREVENIR, REUTILIZAR, RESTAURAR, REGENERAR, promovendo a mobilização geral rumo a um novo estilo de vida, que respeite os limites impostos pelo planeta Terra.  Os resíduos deixam de ser um fim em si mesmos e tornam-se reutilizáveis. Em 2020 os resíduos terão que ser geridos como um recurso. O final de vida de um produto poderá ditar o início de outro. São estes os princípios que norteiam a economia circular.

Como avaliação da atividade, destaca-se o facto de ter sido do agrado de todos os alunos e professores participantes, pela atualidade e importância da informação/formação de uma consciência esclarecida, atenta e orientada para a prossecução dos objetivos do desenvolvimento sustentável e da ECONOMIA CIRCULAR.

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Agrupamento de Escolas de Estarreja – 2.º lugar no Concurso Regional de Ideias de Negócio nas Escolas 2017 – Região Centro

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Mais um prémio para o AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE ESTARREJA com Projeto COLTEC – Colete Tecnológico “Wearable Technology” ao serviço da Segurança Rodoviária.
No dia 8 de junho, em Coimbra, fomos representar a Região de Aveiro (CIRA – Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro ) no “Concurso Regional de Ideias de Negócio nas Escolas 2017 – Região Centro onde obtivemos o 2.º lugar.
Fica a memória de uma experiência inesquecível, pois fomos a única Escola Secundária em concurso entre um conjunto de equipas que representavam exclusivamente Escolas Profissionais. Às alunas Andreia Filipa, Beatriz Rodrigues, Gisela Aguiar e Soraia Santos um agradecimento sentido pelas muitas horas de trabalho na ESE e na ESTGA-UA. São únicas … pelo empenho, profissionalismo, energia e alegria aplicadas no desenvolvimento e na defesa do projeto. De forma entusiástica participaram neste evento os alunos, Ana Sousa, Ana Filipa, Armando Olim, Cristiana Oliveira, Francisca Moutela e Pedro Alegria, a melhor claque que alguma escola pode ter … OBRIGADA por tudo!

Jovem holandês que inventou sistema para tirar plásticos do oceano vai lançar o seu produto

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Em 2013, o  holandês de apenas 19 anos que havia desenvolvido um sistema inovador para limpar os lixos plásticos do oceano,  prevê o lançamento de seu equipamento no mercado em 2018.

Boyan Slat era apenas um estudante quando realizou uma viagem de mergulho na Grécia. Na época, ele ficou surpreendido com a quantidade de resíduos encontrados no mundo subaquático e uma vez de volta à terra decidiu que precisava fazer algo para ajudar a resolver o problema.

Segundo o desenho apresentado por Slat inicialmente, a máquina tem a aparência de uma arraia e é equipada com pás gigantes que ajudam a retirar todo o resíduo. Depois de centralizar todo o material, ele é direcionado às plataformas que filtram o lixo e armazenam o plástico para a reciclagem.

Para viabilizar seu projeto ele conseguiu arrecadar 320 milhões de dólares. A estimativa do jovem é que o sistema apanhe cerca de 50% da “Grande Porção de Lixo do Pacífico” (uma ilha de lixo localizada no oceano Pacífico) em apenas cinco anos. Anteriormente, o cálculo era de que o equipamento levaria mais de dez anos para limpar/retirar 42%.

A promessa de maior velocidade para retirar o lixo deve-se a uma inovação de design aplicada nos últimos anos. Ao invés de todas as bombas do equipamento irem até as profundezas do oceano, elas ficam suspensas na água, mas anexadas com âncoras. Tais âncoras podem flutuar mais facilmente seguindo o fluxo da água, pois a mesma força que moverá o plástico também moverá o sistema de limpeza. Ou seja, as âncoras vão atrás do plástico como imãs.

Cientistas estimam que apenas na ilha de lixo do Pacífico haja trilhões de peças plásticas flutuando. A preocupação de Slat é recolher todo esse lixo antes que cada pecinha se transforme em microplásticos impossíveis de serem capturados. “Isso é o que mais me assusta. Devemos desarmar esta bomba relógio logo”, afirma.

De acordo com as pesquisas de sua equipa, por enquanto “apenas” três por cento dos plásticos ali são microplásticos – a maioria ainda é grande o suficiente para serem retiradas com o sistema. Seguindo as medições de seu grupo e programas computadorizados, o holandês está confiante de poder capturar toneladas de plástico anualmente até que todo o mar esteja limpo.

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IDEIAS INOVADORAS: Couro vegetal produzido com resíduos de vinho

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“Produzir uma opção de couro ecológico e ao mesmo tempo reaproveitar um subproduto do vinho. É esta a proposta de uma empresa italiana que busca tornar comercializável o que até então é somente resíduo.

Batizado de Wineleather, o produto é composto de fibras e óleos contidos no bagaço da uva: peles, sementes e caules. Todos esses componentes podem ser obtidos durante a produção do vinho, ou seja, é uma maneira de aproveitar algo que já seria descartado. Considerando que a Itália detém aproximadamente 18% da produção mundial, a ideia tem tudo para ser um sucesso.

O couro vegetal foi desenvolvido pelo arquiteto Gianpiero Tessitore de Milão (Itália) e fundador da empresa Vegea. Desde 2014, ele vem estudando as propriedades físicas e mecânicas de várias fibras vegetais junto a centros de pesquisa especializados. Sua iniciativa inclusive foi uma das vencedoras do prêmio Global Change Award da H & M.

No site da Vegea, o arquiteto afirma que, anualmente, são produzidos 26 bilhões de litros de vinho no mundo. Isso pode resultar em quase sete bilhões de quilos de bagaço que podem ser transformados em matéria-prima. Imagine o quanto isso pode revolucionar a moda italiana, especialmente em Milão que é uma das capitais que mais lança tendência para o mundo.

Em entrevista ao jornal económico italiano Il Sole 24 Ore, Tessitore afirmou que o processo não utiliza água, ácido ou metais pesados, além é claro de ser livre de qualquer sofrimento animal.”

Fonte CICLOVIVO

Economia Circular

O que é a Economia Circular?

O conceito de economia circular constitui uma resposta ao desejo de um crescimento sustentável no contexto da pressão crescente que a produção e o consumo exercem sobre o ambiente e os recursos mundiais. Até à data, a economia tem funcionado sobretudo com base num modelo linear de «recolha, produção e eliminação», segundo o qual todos os produtos alcançarão inevitavelmente o seu «fim de vida útil».

Na UE, cada pessoa utiliza cerca de 15 toneladas de materiais por ano, enquanto cada cidadão da UE gera anualmente, em média, mais de 4,5 toneladas de resíduos, sendo quase metade destes depositada em aterros. A economia linear, que depende exclusivamente da extração de recursos, deixou de ser uma opção viável.

A transição para uma economia circular redireciona o foco para a reutilização, reparação, renovação e reciclagem dos materiais e produtos existentes. O que era visto como «resíduo» pode ser transformado num recurso.

A ESCOLA SECUNDÁRIA DE ESTARREJA é finalista, Prémio Fundação Ilídio Pinho Ciência na Escola, 13.ª Edição

 

13413720_1641451806175211_5703400314751046027_nNo âmbito da 13.ª edição do Concurso Ciência na Escola da Fundação Ilídio Pinho e dos Ministérios da Educação e Economia, subordinada, este ano, ao tema “A ciência e a tecnologia ao serviço de um mundo melhor”, o projeto “KIT AMBIENTAL – EKOTREE”  representará a nossa Escola na MOSTRA NACIONAL, Lisboa.
Confira aqui os selecionados:
http://www.dgeste.mec.pt/…/resultados/FIP_Resultados_100.pdf

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O futuro dos transportes públicos

“Esta nova categoria de transporte público conseguirá circular a cerca de 65 km/h, funcionará a eletricidade e poderá substituir 40 autocarros, economizando 800 toneladas de combustível.

Com 60 metros de comprimento, oito de largura e um pouco mais de dois de altura, terá capacidade para transportar 1400 passageiros. Além disso, esta espécie de lagarta gigante, terá a grande vantagem de circular sobre o trânsito. O protótipo foi apresentado por uma empresa chinesa em Pequim no fim de semana passado.

O inventor, Song Youzhou, afirmou à agência chinesa Xinhua que a empresa Transit Explore Bus pretende testar o protótipo na cidade de Changzhou. Segundo a agência noticiosa, a construção já arrancou.

A ideia nasceu em 2010 e, segundo o inventor, já nessa época a cidade de Pequim manifestou interesse neste modelo de transporte, mas entretanto caiu no esquecimento.

Segundo o site TreeHugger, o modelo é muito semelhante àquele que os arquitetos Lester Walker e Craig Hodgetts propuseram para Nova Iorque.”

Fonte: DN Sociedade

Piriscas de cigarro para produzir tijolos sustentáveis

Pesquisador australiano usa bitucas de cigarro para produzir tijolos sustentáveis

A opção reduz os custos da produção, elimina um poluente e, ao mesmo tempo, melhora a qualidade do produto final.

O pesquisador Dr. Abbas Mohajerani, da Universidade RMIT, na Austrália, encontrou uma solução para as piriscas de cigarro: transformá-las em matéria-prima para a fabricação de tijolos. Segundo ele, esta pode ser a solução para compensar completamente a produção de resíduos do cigarro no mundo.

Anualmente milhões de piriscas são descartadas nas ruas. Este lixo, altamente tóxico, leva anos para se degradar e ainda polui o solo e os recursos hídricos com elementos como: arsénio, cromo, níquel e cádmio. Essas características, aliadas à enorme quantidade, tornam as piriscas grandes vilãs do meio ambiente.

Há anos o Dr. Mojaherani sonhava com uma solução para este problema. Agora ele parece ter encontrado. De acordo com o pesquisador, é possível usar o resíduo dos cigarros junto à argila na fabricação de tijolos. A opção reduz os custos da produção, elimina um poluente e, ao mesmo tempo, melhora a qualidade do produto final.

Os testes realizados pela equipe do Dr. Mojaherani identificaram que substituindo apenas 1% da matéria-prima do tijolo pelas piriscas em somente 2,5% da produção mundial do material é possível compensar completamente a produção anual de cigarro em todo o mundo.

A mistura ainda garante outros benefícios. Os cientistas perceberam que os tijolos que mesclam a argila com as piriscas são mais leves, têm melhores propriedades de isolamento térmico e levam menos tempo para serem queimados durante o processo de fabricação, economizando até 58% de energia nesta etapa.

A aparência é exatamente igual à dos tijolos tradicionais e o pesquisador garante que ele não oferece nenhum risco à saúde, já que durante a queima, os poluentes ficam presos aos tijolos e dali não saem nunca mais.

“A incorporação de piriscas em tijolos pode, efetivamente, resolver um dos problemas globais de lixo”, acredita o Dr. Mohajerani. 

Fonte: Ciclo Vivo

Semana do Empreendedorismo de Estarreja

«Inspira-te» foi a denominação escolhida para a Semana do Empreendedorismo de Estarreja, que teve a sua primeira edição entre 25 a 30 de abril no antigo Colégio de Estarreja. Agora denominado Ciclo Criativo, o espaço acolhe a Incubadora de Empresas e o Gabinete de Inserção Profissional de Estarreja.

Ciclo Criativo pretende constituir-se como um recurso dinâmico ao serviço da comunidade, através de novos espaços como o Laboratório de Empreendedorismo Jovem | Sala Dow Portugal, o Lounge ou o espaço de Coworking.

Fonte: http://www.iera.pt/agenda/inspira-te-2016-semana-do-empreendedorismo-de-estarreja/

 

MUSEU do DINHEIRO – Inaugurado recentemente.

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Nada como entrar na máquina do tempo e realizar uma viagem por vários capítulos da História de Portugal, numa lengalenga que junta rainhas, reis, trocas comerciais, a história da banca, ditadura, poder, falcatruas e pessoas, e muito mais.

(Fonte:http://observador.pt/…/banco-portugal-museu-do-dinheiro-ma…/)

Máquina de lavar roupa que cabe na palma da mão criada por um português

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André Fangueiro integra equipa internacional que criou o “Dolfi”, um dispositivo ecológico, silencioso e portátil capaz de lavar roupa com tecnologia ultra-som.

Basta encher um lavatório ou mesmo um balde de água, mergulhar o Dolfi e 30 minutos depois a roupa está lavada. Este novo dispositivo com tecnologia ultra-som quer revolucionar o segmento das máquinas de lavar roupa — e junta-se a outras inovações que podem, em poucos anos, tornar a máquina lá de casa numa peça de museu. O design foi concebido pelo portuense de 32 anos André Fangueiro.

A oportunidade surgiu graças à rede de trabalho desenvolvida por André desde 2010, altura em que assentou na Holanda em busca de novos desafios. Lena Solis, a alemã fundadora do Dolfi, tinha como ponto de partida a utilização da tecnologia ultra-som num “produto funcional”. E entregou a criatividade a André.

Leia mais em: http://p3.publico.pt/cultura/design/19395/design-portugues-criou-maquina-de-lavar-que-cabe-na-palma-da-mao

 

Portuguesa influencia ciência mundial

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“Isabel Ferreira é uma das cientistas mais citadas no mundo e está a dar cartas na investigação agroalimentar. É portuguesa e faz investigação a partir de Bragança.

Há uma lista com seis cientistas portugueses na Highly Cited Researchers 2015, divulgada pela Thomson Reuters, onde constam os 3126 cientistas que estão a influenciar a ciência a nível mundial, e nela consta o nome de seis cientistas portugueses, um dos quais é Isabel Ferreira, docente e investigadora do Centro de Investigação de Montanha do Instituto Politécnico de Bragança. A cientista está a dar cartas na área da química alimentar e na descoberta de novas moléculas nos cogumelos e nas plantas da região de Bragança, de onde é natural, para criar conservantes e corantes naturais.”

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Lentes de contato da Google carregadas com energia solar

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“O Google registou uma nova patente que pode significar que no futuro as lentes de contacto terão mais funções para além de corrigir a visão. As lentes de contacto inteligentes da empresa serão carregadas com energia solar e vão transmitir informações biológicas do utilizador.

De acordo com a nova patente, a lente terá sensores que captam também outras informações biológicas, como a temperatura corporal e o nível de álcool no sangue, além de captar dados sobre o ambiente  em que a pessoa se encontra e a presença de substâncias que podem dar alergia como  pólen ou pelos de animais.

As lentes de contacto serão capazes de serem carregadas com luzes fortes graças a sensores fotodetetores e células solares presentes nelas. Além disso, elas terão a habilidade de se comunicar com smartphones e computadores.

O Google ainda sugere na patente que essas lentes podem ser capazes de ler informações em códigos de barras e ser usadas para verificar a identidade da pessoa, por meio de uma análise de retina.”

Fonte: Olhar Digital

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IDEIA INOVADORA – EMBALAGENS ALIMENTARES e INTELIGENTES FEITAS À BASE DA BATATA (Univ. Aveiro)

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Mais uma IDEIA INOVADORA que vai revolucionar o mundo!

A BATATA é o futuro das EMBALAGENS ALIMENTARES e INTELIGENTES!

Segundo a investigadora Idalina Gonçalves da Univ. Aveiro, dentro de três anos os alimentos poderão ser embalados em bioplásticos à base de batata. A equipa da UA está a desenvolver protótipos.
A investigação continua no sentido de ser criado uma “embalagem inteligente, capaz de monitorizar a qualidade dos alimentos frescos, incluindo, por exemplo, avisos sobre a sua deterioração, a absorção de oxigénio, o teor de humidade ou o PH”.

Ideia criativa e inovadora

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Uma ideia BRILHANTE, melhor, CRIATIVA e INOVADORA!

A cadeia de lojas de gelados Santini vai lançar um sabor de gelado que brilha no escuro. Como? A produção será mantida em segredo, mas a marca adianta que é graças a uma vitamina que brilha no escuro, através da reação à luz negra. O sabor é “limão luminoso”.

“Em tempos, vimos um artigo sobre esta vitamina e o efeito que tinha. Pesquisámos onde a poderíamos encontrar e após alguns testes conseguimos chegar a um gelado que brilha no escuro e que mantém o sabor de limão totalmente inalterado”, explica Eduardo Santini, administrador e responsável pela produção do Santini, em comunicado.

O sabor é de limão, como já foi referido, e só será vendido a partir das 20.30, na loja de Cascais, já que este “gelado só reina de noite”. O sabor é lançado durante o Lumina – Festival da Luz, que se realiza em Cascais. No entanto, a aplicação a outros sabores já está a ser estudada.

UE – Comité das Regiões dá curso online

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Em 19 de outubro de 2015, o Comité das Regiões Europeu abrirá um curso em linha gratuito sobre «Regiões, Instituições da UE e elaboração de políticas» numa plataforma de aprendizagem em linha (em inglês).

O curso foi concebido para responder aos interesses das autoridades locais e regionais mas está aberto a todos os que se interessam pela UE e pelas suas regiões e cidades. As inscrições abriram em agosto de 2015.

Durante os seus oito capítulos temáticos semanais, 50 políticos, peritos e académicos poderão exprimir-se sobre temas de interesse para autoridades locais e regionais, como a política de coesão da UE, a especialização inteligente, a migração e o acesso a programas da UE, entre outros.

Este curso de aprendizagem eletrónica inclui vídeos, fichas de informação e debates em direto a transmitir pela Internet do Comité das Regiões ao que acresce um fórum social para intercâmbio e retorno de informações. Os participantes que concluírem 80 % do curso podem receber um certificado de participação.

Ligações úteis:

Ideia inovadora – Risco Sobre Rodas: APP que é o anjo da guarda dos condutores

O empreendedorismo no seu melhor!

Seis estudantes de Engenharia de Computadores e Telemática da UA desenvolveram uma aplicação que permite aos condutores saberem, em tempo real, qual o risco de terem um acidente. O ‘anjo da guarda’ dos condutores esteve em destaque no Primeiro Jornal da SIC.

Confira a notícia em http://uaonline.ua.pt/pub/detail.asp?lg=pt&c=42786

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