A Universidade de Aveiro (UA) integra um novo consórcio no âmbito da MEDICINA REGENERATIVA

Mais uma boa notícia, esta também no âmbito da MEDICINA REGENERATIVA.
A Universidade de Aveiro (UA) integra um novo consórcio para a criação, até 2024, de um Centro de Investigação em Medicina Regenerativa e de Precisão em Portugal, que garantiu um financiamento de 15 milhões de euros da União Europeia.
Fonte: Jornal Diário de Aveiro, 12/02/2018

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Inovação ao serviço da SAÚDE – Empresa de Ovar | Imprimir osso à medida

BOAS NOTÍCIAS – A inovação ao serviço da saúde.
Uma empresa biomédica de Ovar chamou vários parceiros para desenvolverem enxertos de osso, malhas e implantes que podem ser desenhados à medida e imprimidos em 3D.

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Energia solar de próxima geração – Painéis solares orgânicos

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“Estacionar o carro já é uma dor de cabeça para muitos. Imagine acrescentar a isso a necessidade de carregar esse veículo por um tempo considerável, já que ele é movido a energia elétrica. Pensando nisso, a CSEM Brasil, em parceria com a multinacional de energia AES, desenvolveu uma solução prática e extremamente sustentável: o projeto Carport. A ideia é que o produto seja facilmente integrável às cidades, utilizando energia solar de baixo custo e com a menor pegada de carbono possível.

Estima-se que, em 2025, os automóveis elétricos representem 15% do mercado mundial – dado três vezes maior do que as previsões de crescimento anteriores. O salto seria grande: hoje os carros elétricos são apenas 0,86% do mercado. No entanto, essa tendência vai na onda de uma necessidade: não há outro futuro possível, a não ser o sustentável.”

“Estacionamentos solares já existem hoje (veja aqui), mas com a tecnologia dos painéis tradicionais. Agora, a inovação dos painéis solares orgânicos (OPV – Organic Photovoltaic), desenvolvidos pelo CSEM Brasil e levados ao mercado pela spin-off Sunew, trazem mais praticidade, menor custo e mais possibilidades de design. Como as tecnologias tradicionais possuem um material muito pesado – cerca de 20kg por m² – a estrutura de um estacionamento com painéis tradicionais precisa ser muito mais robusta, aumentando os custos de produção, e instalação e dificultando sua popularização.

Já o OPV pesa apenas 400g/m², além de ser flexível e transparente, abrindo espaço para um design futurista e atrativo. Tudo isso com uma produção que utiliza materiais orgânicos a baixas temperaturas, o que caracteriza os painéis de OPV como a energia solar com menor impacto ambiental existente.”

“Um Carport vai gerar energia com muito mais facilidade de instalação. Nosso target é um estacionamento futurístico, barato e prático – que você poderia comprar, por exemplo, na Leroy Merlin, levar para a casa e instalar onde desejasse”, esclarece Vilaça.

Fonte: Ciclo Vivo
 

ECONOMIA CIRCULAR – Sessão Informativa | SEMA

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No dia 28 de novembro, no Centro de Negócios do Eco Parque Empresarial de Estarreja, duas turmas do 12.º Ano da Escola Secundária de Estarreja, Técnico de Gestão e Técnico de Produção em Metalomecânica, participaram numa Sessão Informativa sobre uma nova forma de se pensar a utilização dos recursos naturais, “Economia Circular”, nas áreas da Química e da Metalomecânica, cujo evento foi uma iniciativa da SEMA, Associação Empresarial Sever do Vouga, Estarreja, Murtosa e Albergaria-a-Velha.

Com base numa profunda experiência profissional, alicerçada por formação académica em diversas áreas do Ambiente e Recursos Naturais, o Prof. Dr. Carlos Borrego, primeiro orador e numa abordagem cativante, reforça a importância da transição de uma economia linear para uma economia circular, ao ser prossecutor de abordagens inovadoras, que se traduzem na necessidade de serem desenvolvidas novas eficiências e reciclabilidade dos resíduos. A economia mundial tem sido construída, desde os primórdios da industrialização, com base num modelo linear de consumo de recursos que segue um padrão “extrair-produzir- consumir- deitar fora”, que se encontra nos dias de hoje sob ameaça devido à forma e velocidade insustentável como são usados os recursos naturais, cada vez mais escassos.

Senão, vejamos os dados divulgados:                                  

– “Na UE, cada pessoa consome atualmente 16 toneladas de materiais por ano, das quais 6 toneladas são desperdiçadas, acabando metade nos aterros. – Em 2014, só em Portugal cada habitante produziu 425 kg de lixo (mais 2,5% do que em 2013). – Na Europa, 31% dos alimentos são desperdiçados ao longo da cadeia de valor. – Um carro europeu está estacionado em média 92%.  – Um escritório é usado apenas 35% a 50% do tempo, mesmo durante o horário de trabalho. – Nas indústrias do aço, plástico e papel perdem-se entre 30 a 75% do valor dos materiais no 1.º ciclo produtivo. – A União Europeia importa 6 vezes mais materiais e recursos naturais do que exporta. Em média, a Europa usa os materiais apenas uma vez.  Se continuarmos a utilizar os recursos ao ritmo atual, em 2050 teremos necessidade, em termos agregados, do equivalente a mais de dois planetas para nos mantermos.”

Uma realidade preocupante que não deixou ninguém indiferente!

Segundo o mesmo orador, não basta reciclar! A economia circular vai muito além da reciclagem, algo muito mais ambicioso como PREVENIR, REUTILIZAR, RESTAURAR, REGENERAR, promovendo a mobilização geral rumo a um novo estilo de vida, que respeite os limites impostos pelo planeta Terra.  Os resíduos deixam de ser um fim em si mesmos e tornam-se reutilizáveis. Em 2020 os resíduos terão que ser geridos como um recurso. O final de vida de um produto poderá ditar o início de outro. São estes os princípios que norteiam a economia circular.

Como avaliação da atividade, destaca-se o facto de ter sido do agrado de todos os alunos e professores participantes, pela atualidade e importância da informação/formação de uma consciência esclarecida, atenta e orientada para a prossecução dos objetivos do desenvolvimento sustentável e da ECONOMIA CIRCULAR.

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Agrupamento de Escolas de Estarreja – 2.º lugar no Concurso Regional de Ideias de Negócio nas Escolas 2017 – Região Centro

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Mais um prémio para o AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE ESTARREJA com Projeto COLTEC – Colete Tecnológico “Wearable Technology” ao serviço da Segurança Rodoviária.
No dia 8 de junho, em Coimbra, fomos representar a Região de Aveiro (CIRA – Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro ) no “Concurso Regional de Ideias de Negócio nas Escolas 2017 – Região Centro onde obtivemos o 2.º lugar.
Fica a memória de uma experiência inesquecível, pois fomos a única Escola Secundária em concurso entre um conjunto de equipas que representavam exclusivamente Escolas Profissionais. Às alunas Andreia Filipa, Beatriz Rodrigues, Gisela Aguiar e Soraia Santos um agradecimento sentido pelas muitas horas de trabalho na ESE e na ESTGA-UA. São únicas … pelo empenho, profissionalismo, energia e alegria aplicadas no desenvolvimento e na defesa do projeto. De forma entusiástica participaram neste evento os alunos, Ana Sousa, Ana Filipa, Armando Olim, Cristiana Oliveira, Francisca Moutela e Pedro Alegria, a melhor claque que alguma escola pode ter … OBRIGADA por tudo!

Jovem holandês que inventou sistema para tirar plásticos do oceano vai lançar o seu produto

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Em 2013, o  holandês de apenas 19 anos que havia desenvolvido um sistema inovador para limpar os lixos plásticos do oceano,  prevê o lançamento de seu equipamento no mercado em 2018.

Boyan Slat era apenas um estudante quando realizou uma viagem de mergulho na Grécia. Na época, ele ficou surpreendido com a quantidade de resíduos encontrados no mundo subaquático e uma vez de volta à terra decidiu que precisava fazer algo para ajudar a resolver o problema.

Segundo o desenho apresentado por Slat inicialmente, a máquina tem a aparência de uma arraia e é equipada com pás gigantes que ajudam a retirar todo o resíduo. Depois de centralizar todo o material, ele é direcionado às plataformas que filtram o lixo e armazenam o plástico para a reciclagem.

Para viabilizar seu projeto ele conseguiu arrecadar 320 milhões de dólares. A estimativa do jovem é que o sistema apanhe cerca de 50% da “Grande Porção de Lixo do Pacífico” (uma ilha de lixo localizada no oceano Pacífico) em apenas cinco anos. Anteriormente, o cálculo era de que o equipamento levaria mais de dez anos para limpar/retirar 42%.

A promessa de maior velocidade para retirar o lixo deve-se a uma inovação de design aplicada nos últimos anos. Ao invés de todas as bombas do equipamento irem até as profundezas do oceano, elas ficam suspensas na água, mas anexadas com âncoras. Tais âncoras podem flutuar mais facilmente seguindo o fluxo da água, pois a mesma força que moverá o plástico também moverá o sistema de limpeza. Ou seja, as âncoras vão atrás do plástico como imãs.

Cientistas estimam que apenas na ilha de lixo do Pacífico haja trilhões de peças plásticas flutuando. A preocupação de Slat é recolher todo esse lixo antes que cada pecinha se transforme em microplásticos impossíveis de serem capturados. “Isso é o que mais me assusta. Devemos desarmar esta bomba relógio logo”, afirma.

De acordo com as pesquisas de sua equipa, por enquanto “apenas” três por cento dos plásticos ali são microplásticos – a maioria ainda é grande o suficiente para serem retiradas com o sistema. Seguindo as medições de seu grupo e programas computadorizados, o holandês está confiante de poder capturar toneladas de plástico anualmente até que todo o mar esteja limpo.

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IDEIAS INOVADORAS: Couro vegetal produzido com resíduos de vinho

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“Produzir uma opção de couro ecológico e ao mesmo tempo reaproveitar um subproduto do vinho. É esta a proposta de uma empresa italiana que busca tornar comercializável o que até então é somente resíduo.

Batizado de Wineleather, o produto é composto de fibras e óleos contidos no bagaço da uva: peles, sementes e caules. Todos esses componentes podem ser obtidos durante a produção do vinho, ou seja, é uma maneira de aproveitar algo que já seria descartado. Considerando que a Itália detém aproximadamente 18% da produção mundial, a ideia tem tudo para ser um sucesso.

O couro vegetal foi desenvolvido pelo arquiteto Gianpiero Tessitore de Milão (Itália) e fundador da empresa Vegea. Desde 2014, ele vem estudando as propriedades físicas e mecânicas de várias fibras vegetais junto a centros de pesquisa especializados. Sua iniciativa inclusive foi uma das vencedoras do prêmio Global Change Award da H & M.

No site da Vegea, o arquiteto afirma que, anualmente, são produzidos 26 bilhões de litros de vinho no mundo. Isso pode resultar em quase sete bilhões de quilos de bagaço que podem ser transformados em matéria-prima. Imagine o quanto isso pode revolucionar a moda italiana, especialmente em Milão que é uma das capitais que mais lança tendência para o mundo.

Em entrevista ao jornal económico italiano Il Sole 24 Ore, Tessitore afirmou que o processo não utiliza água, ácido ou metais pesados, além é claro de ser livre de qualquer sofrimento animal.”

Fonte CICLOVIVO