Abrir conta sem sair de casa a partir de julho

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A partir de julho do corrente ano, pode abrir uma conta a partir do computador ou do telemóvel. Os documentos necessários para este processo serão validados através de uma videoconferência.

De forma a facilitar este processo, que envolve, por norma, a assinatura presencial de dezenas de folhas, o Banco de Portugal (BdP) aprovou a utilização de videoconferência para a abertura de contas de depósito bancário exclusivamente através de canais digitais, avança o regulador. Ou seja, basta ter um computador ou um telemóvel com acesso à internet para validar os dados, dispensando o cliente de ter de se deslocar aos balcões.

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FONTE: https://www.sapo.pt/noticias/economia/vai-poder-abrir-conta-sem-sair-de-casa-a_5950f850176ac13335a148d7

Dia Mundial da Poupança 2014

Hoje comemora-se o Dia Mundial da Poupança. Comece já a planear a sua independência financeira, tendo presente, que deve realizar mensalmente um orçamento  pessoal ou familiar o mais racional  possível para a compreensão dos seus próprios hábitos de consumo. Reflita sobre os seus sonhos e sobre como transformá-los em realidade por meio de escolhas financeiras mais conscientes. Compreenda a importância do hábito de POUPAR como forma de melhorar a qualidade de vida.

Se parar para pensar, verá que estamos sujeitos a um mundo financeiro muito mais complexo que o das gerações anteriores. Não deixe de consultar as DICAS da DECO e Montepio, que aqui faço referência, de como fazer  uma utilização inteligente do seu dinheiro.

Mantenha o filho longe das contas para crianças (clique na imagem)

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Como investir para o prazo de cinco anos (clique na imagem)

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Três ideias práticas para cinco mil euros (clique na imagem)

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Poupa pouco por mês? Comece a investir mais cedo

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Para aceder a mais DICAS do Observador – Deco  e Montepio clique aqui.

Fonte: http://observador.pt/topico/dia-mundial-da-poupanca/

Literacia financeira – “Todos Contam” novo portal

Ontem, dia nove, foi lançado pelo Conselho Nacional de Supervisores Financeiros um novo portal sobre  literacia financeira. Esta nova plataforma pretende ser uma “sede aberta de conhecimento” a todos os cidadãos. Uma única plataforma que reúne um vasto leque de informação sobre produtos de poupança e investimento – características, riscos e produtos adequados a cada etapa da vida – planeamento do orçamento familiar, cuidados a ter na contratação de crédito, mas também dicas sobre a prevenção da fraude, um guia para criar uma empresa, vários simuladores e até jogos e vídeos direccionados para os mais jovens

 

Com este novo site de LITERACIA FINANCEIRA,  pode aprender a fazer:

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Literacia financeira passa a ser avaliada pelo PISA

Pode ser lida, aqui, uma notícia que me foi gentilmente enviada pela  colega de grupo, Luísa Garraio.

 

Banco de Portugal faz inquérito à Literacia Financeira dos portugueses

O problema da maioria dos portugueses não está na forma como ganha ou pode ganhar dinheiro, mas sim o modo como o gasta. Constata-se que existe um défice de literacia financeira, um problema intrínseco à sociedade actual.
No âmbito da suas recentes competências de supervisão comportamental  o Banco de Portugal (BdP) contratou à Eurosondagem um inquérito realizado porta-a-porta com o ambicioso objectivo de aferir o estado da literacia financeira entre os portugueses: Inquérito à Literacia Financeira da População Portuguesa|2010.
No documento divulgado pelo Banco de Portugal em que foram entrevistadas 2 000 pessoas, pode ler-se:
(…) de idade igual ou superior a 16 anos, [que] foram estratificados de acordo com cinco critérios: género, idade, região NUTS II (Norte, Centro, Lisboa, Alentejo, Algarve, Açores e Madeira), situação laboral (activo ou não activo) e nível de escolaridade.”
As entrevistas basearam-se num questionário composto por 94 questões de escolha múltipla, que incidiram sobre cinco áreas temáticas:
1. INCLUSÃO FINANCEIRA;
2. PLANEAMENTO DE DESPESAS E POUPANÇA;
3. GESTÃO DE CONTA BANCÁRIA;
4. ESCOLHA DE PRODUTOS FINANCEIROS;
5. COMPREENSÃO FINANCEIRA.
 
O documento contêm alguns dados que demonstram, que o Banco de Portugal, CMVM e Instituto de Seguros Portugal (ISP),  bem como os respectivos supervisionados e sistema educativo em geral, têm ainda um longo caminho a percorrer para dotar o país de um grau de literacia financeira minimamente decente.
A iniciativa de dar a conhecer e reconhecer o estado da literacia financeira é um primeiro passo indispensável para acções futuras neste domínio.
Destaco algumas frases chave do inquérito:

(…) dos inquiridos que dizem fazer poupanças, a maioria (54%) considera como poupança o dinheiro deixado numa conta à ordem para gastar mais tarde. A prática de deixar os recursos excedentários numa conta à ordem poderá indicar alguma inércia quanto à poupança, o que normalmente decorre da falta de sensibilizada à sua importância ou do desconhecimento sobre as possíveis aplicações.”

“Finalmente, as decisões quanto à poupança são determinadas também, em grande medida, por restrições financeiras: a maioria dos inquiridos que não poupam (88%) referem rendimentos insuficientes como principal razão.”

“De entre os critérios de escolha do crédito à habitação, apenas 4% dos inquiridos indicam a taxa anual efectiva (TAE) – medida que engloba todos os encargos obrigatórios associados ao crédito – e 18% mencionam a taxa de juro.”

“No caso dos detentores de cartões de crédito, dos 43% que não pagam a totalidade do saldo em dívida no final do mês apenas 22% dizem saber qual o valor exacto da taxa de juro associada ao cartão.”

“Questionados sobre o conceito de Euribor, apenas 9% dos inquiridos respondem com rigor e apenas 17% revelam saber o significado do spread que incide sobre uma taxa de juro de referência.”

“Embora a maioria dos inquiridos (73%) saibam correctamente identificar o saldo num extracto de conta, apenas 46% demonstram saber calcular esse saldo após uma simples operação de débito da conta ou têm noção do conceito de descoberto bancário. Os resultados são também menos positivos na avaliação do grau de risco de produtos financeiros.”

 

 Consulte o documento na íntegra