Dia Mundial do Braille

Assinala-se hoje, 4 de Janeiro, o «Dia Mundial do Braille, essa fabulosa ferramenta ao serviço de quem é portador de deficiência visual.

A minha homenagem, gratidão e apreço pela figura de Louis Braille (1809 – 1852), o francês que aos 3 anos de idade adquiriu a deficiência visual ao ferir-se com um instrumento de trabalho do seu pai que fabricava selas.

Braille, jovem de  espírito criativo e empreendedor, iniciou os seus estudos aos 10 anos  numa escola para invisuais em Paris, dedicou-se, a partir dos 15 anos, a encontrar um sistema que possibilitasse ao cego escrever em relevo, surgindo o sistema que hoje conhecemos como «método braille», o qual evoluiu e aperfeiçoou-se ao longo dos tempos e até aos nossos dias, podendo a escrita obter-se por meio de impressoras braille ligadas a computadores assistidos por software apropriado, a partir da digitação do texto ou do seu reconhecimento óptico.

 Hoje e sempre devemos procurar a união de esforços para derrubar a discriminação e as barreiras que os invisuais encontram no seu dia-a-dia, e que é preciso eliminar em prol de uma sociedade mais democrática, mais justa, mais fraterna e solidária.

Links úteis:

Aprender Braille na Internet
http://www.braillevirtual.fe.usp.br/pt/index.html

Tradução Braille Online
http://www.mathsisfun.com/braille-translation.html

Fontes Braille
http://www.tsbvi.edu/Education/fonts.html

A escrita a branco (Lerparaver)
http://www.lerparaver.com/braille

Braille Fácil
http://intervox.nce.ufrj.br/brfacil/

ACAPO – Associação dos Cegos e Amblíopes de Portugal
 http://www.acapo.pt/ 

Ministério da Educação  – Apoios especializados para crianças e jovens
 Decreto-Lei n.º 3/2008

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Livro do dia – NEUROECONOMIA

Existe uma nova àrea do conhecimento científico designada Neuroeconomia. É resultado da junção dos conhecimentos da Neurociência aos conhecimentos da Economia. O tema desta obra, destina-se a pessoas que querem saber mais sobre os “mecanismos” económicos da vida em sociedade.

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1ª Edição

Formato 16 x 23,5 cm

344 páginas

Ano de publicação: 2009

P.V.P.: 22.90 euros

Edições Sílabo

 

 

Este é um livro de economia do comportamento, sobre a nossa vida real, os nossos comportamentos e atitudes, das escolhas e ambições, das nossas necessidades e futilidades, em suma, sobre o comportamento das pessoas e a sua influência na tomada de decisões económicas. 

A teoria económica tradicional olha,  para o comportamento como o resultado de um processo de tomada de decisão racional que avalia os custos e os benefícios das acções, visando maximizar a utilidade (felicidade, bem-estar).

A utilidade não pode ser medida objectivamente, não pode ser usada para prever o comportamento, que depende de pensamentos e sentimentos. O que determina a acção humana é o cérebro: é este o objectivo inscrito na sua anatomia. A Neurociência, que estuda o cérebro e o sistema nervoso recorrendo a instrumentos de imagiologia, conseguindo medir directamente pensamentos e sentimentos, oferece a possibilidade de avaliar, objectivamente, os processos de tomada de decisão, tais como, fazer ou não fazer determinado investimento ou consumir ou não consumir tal produto.

Pode consultar aqui o índice do livro