Empreendedorismo – Portal europeu para PME

Para assegurar a competitividade e a capacidade de crescimento de uma economia, é fundamental equilibrar o universo de empresas, mediante o incentivo à criação de novas empresas (start-ups) e a gestão da transmissão de empresas.

O crescimento sustentável baseado na inovação e na excelência depende da existência de um número cada vez maior de start-ups, que apresentam um potencial de criação de mais e melhores empregos. Os países que registam um maior aumento do empreendedorismo são em muitos casos os que subsequentemente apresentam maiores descidas das taxas de desemprego. Por outro lado, os sistemas sociais são sujeitos a uma pressão crescente devido à redução da mão-de-obra. Se a Europa quiser preservar com êxito o seu modelo social, necessitará de um maior crescimento económico, mais novas empresas, mais empreendedores dispostos a lançar-se em projectos inovadores e mais PME de rápido crescimento.

É necessário criar na sociedade um ambiente mais favorável ao empreendedorismo, com base numa política integrada que tenha como objectivo não só mudar as mentalidades, mas também melhorar as competências dos europeus e eliminar os obstáculos que dificultam a criação, a transmissão e o crescimento das empresas.

A educação para o empreendedorismo aumenta as hipóteses de êxito das start-up e do emprego por conta própria e reforça a recompensa económica e a satisfação pessoal. Além do mais, uma PME dinâmica que queira crescer só terá benefícios a retirar da presença de jovens dotados de espírito empreendedor e que disponham de competências de empreendedorismo.
Em Fevereiro de 2004, a Comissão adoptou um Plano de Acção para o Espírito Empresarial, que propunha medidas horizontais com vista ao estabelecimento de um quadro de apoio à política para o espírito empresarial. Em Novembro de 2005 foi lançada uma política integrada para as PME.

Consulte neste Portal toda a informação e recursos para tornar a sua PME mais competitiva no espaço europeu

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Portal europeu para as PME

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PME PORTUGUESAS: Doze pequenos e médios desejos para 2010

Actualmente, existem em Portugal, cerca de 350 mil PME, com uma média de seis trabalhadores por empresa. Se cada uma dispensar um trabalhador, o aumento do desemprego sobe para 360 mil desempregados.

Business angels

A manutenção dos postos de trabalho é uma principais preocupações de José Alves da Silva, recentemente eleito presidente da PME Portugal – Associação das PME – Pequenas e Médias Empresas de Portugal. 

Falhas de segurança, é outro dos problemas apontados por José Alves da Silva. Segundo diz, deveria haver um maior policiamento das empresas, um processo que, regra geral, envolve muita burocracia e é custoso. O vice-presidente da PME Portugal, Paulo Peixoto, acrescenta que “os principais problemas das PME continuam a ser, e cada vez mais, a falta de liquidez e de alavancagem financeira, que lhe permitam manter-se competitivas”. As empresas estão assim, “estranguladas” na sua tesouraria e a carga fiscal é uma séria ameaça à sua competitividade. A falta de apoios reais ao empreendedorismo é outra das dificuldades apontadas por Peixoto. As ideias necessitam de maturação e é preciso que se criem mecanismos de ajuda para que os empreendedores possam dedicar-se a elas. “Para os empreendedores, o mercado nacional está perfeitamente esgotado (…). Uma das solução passa pela actuação no mercado internacional.” “O desenvolvimento e a competitividade só devem poder ser atingidos num ambiente sócio-cultural nacional e europeu, que privilegia o diálogo social”, acrescenta Alves da Silva.

Por isso, deviam ser aceites modelos de relações de trabalho que respeitem as regras da conservação do ambiente e da responsabilidade social das empresas. 

A associação, vai propor ao Governo medidas nacionais, regionais e locais sobre todos os temas sociais e económico-financeiros que directa ou indirectamente estejam relacionados com as micro, pequenas e médias empresas.

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Os 12 desejos das PME

Para a PME – PORTUGAL, o governo devia integrar já, no orçamento de Estado para 2010, determinadas medidas destinadas  a  ajudar as micro, pequenas e médias empresas a enfrentarem as dificuldades que a crise trouxe. Para tal, propõem 12 medidas:

1. Reduzir impostos

A PME Portugal defende a redução do IRC para pequenas empresas a uma taxa global de 15%.

2. Novos créditos para as empresas
Paulo Peixoto chama a atenção para as elevadas taxas de imposto de selo que incidem sobre os empréstimos bancários. Além do acesso ao crédito ser restrito, quem o tem, tem também uma maior necessidade de o renovar, obtendo um maior impacto dessas taxas.
3. Regime Simplificado para Pequenas Entidades
O pagamento do IVA ao Estado deve ser efectuado após o recebimento da factura. Alves da Silva considera que as empresas contempladas com o Sistema de Normalização Contabilística – Pequenas Entidades (SNC -PE) deveriam ter as mesmas condições das pessoas singulares, que são dispensadas da obrigatoriedade de pagar o SNC. Para isto, bastaria contemplar as pequenas entidades (com menos de 20 trabalhadores), que não “realizem na média dos últimos três anos um volume de negócios superior a 150 mil euros”.
4. Criar mais emprego
“É fundamental o apoio à contratação”, diz Paulo Peixoto. Se cada uma das PME empregar um trabalhador, o desemprego baixa sensivelmente para metade. Por outro lado, se prescindir de um, o desemprego chegaria perto de um milhão de desempregados.

5. Apoiar a investigação

Tem de existir mecanismos paralelos de apoio que permitem esse mesmo investimento.

6. Fomentar uma política para a internacionalização

Para o vice-presidente da PME Portugal, é urgente definir uma política para a internacionalização, que catapulte as PME para uma actuação global, não apenas circunscrita ao mercado português. Este perde, diariamente, poder de investimento e de compra.

7. Apoiar a tecnologia e formação profissional
Devem ser atribuídas verbas para apoios destinados à formação e aquisição de equipamentos relacionados com as Tecnologias de Informação, bem como o reforço dos incentivos da iniciativa Novas Oportunidades.

8. Fazer investimentos de curto prazo

“Impõe-se a moderação salarial e investimento público de proximidade, com efeitos de curto prazo e que envolva tecnologia, ‘know-how’ e capital humano portugueses”, adianta Francisco Balsemão.

9. Incentivar a segurança

A atribuição de verbas ao reforço dos quadros de pessoal das Policias e do seu equipamento, nomeadamente instrumentos de defesa e de vídeo vigilância em todos os postos e viaturas policiais, é outro dos desejos de Alves da Silva.

10. Combater a pobreza

Para o presidente da PME Portugal, o Estado deve definir verbas que combatam todas as formas de pobreza, detectando e punido todos os que recorrerem a fraudes, para a obtenção deste tipo de subsídios. Também é importante que reforce as verbas para a saúde, tendo presente os benefícios sociais e económicos decorrentes dos diagnósticos preventivos.

11. Capitalizar a Segurança Social
Outro dos aspectos é o reforço do orçamento da Segurança Social, melhorando a sua capitalização.

12. Descer a despesa pública

Fonte: PME-Portugal

“Business Angels” investem em projectos com elevado potencial

 Segundo o Jornal vida económica, um grupo de 41 “business angels”, associados do INVICTA Angels – Associação de Business Angels do Porto, constituiu sociedades destinadas a investir em novos projectos de negócio com elevado potencial de crescimento.

Co-financiamento

A iniciativa enquadra-se na linha de financiamento de Co-Investimento de Business Angels, lançada pelo programa COMPETE. As novas entidades criadas agrupam a disponibilidade de investimento dos associados do Invicta Angels, com uma parceria com a Caixa Capital e com o QREN. Feitas as contas, trata-se de um valor global superior a seis milhões de euros para investimento na região norte.

Segundo um comunicado da associação, poderão ser apoiadas cerca de 50 novas empresas na região Norte.

Entre os sectores estratégicos de investimento encontram-se:

as agro-indústrias;

– as eco-actividades;

– as ciências da vida;

– a biotecnologia;

– as nanotecnologias;

– a saúde;

– a energia;

– o ambiente;

– as indústrias criativas;

– as tecnologias de informação, comunicação e electrónica.

Fonte: Vida Económica

Fábrica de baterias da Renault-Nissan fica em Aveiro

Segundo o jornal Público, o vice-presidente, Carlos Tavares, anunciou hoje, que a fábrica de baterias da Renaut-Nissan vai instalar-se em AVEIRO

Renault_Nissan

O anúncio oficial foi feito por Carlos Tavares, no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, numa cerimónia que contou com a presença do primeiro-ministro, José Sócrates.

Esta fábrica, que terá uma capacidade anual de produção de 60 mil baterias, representa um investimento de 250 milhões de euros e vai criar 200 postos de trabalho. 

O  vice-presidente da Nissan Europa, Eric Nicolas, tinha anunciado em Julho, que Portugal e o Reino Unido tinham sido os dois países escolhidos para a instalação de fábricas de baterias para veículos eléctricos, uma dessas fábricas acabou por ficar no nosso país. 

O primeiro-ministro, na altura,  qualificou a fábrica, que deverá começar a funcionar em 2012, como um “investimento âncora” para a instalação de novos investimentos no país na área dos carros eléctricos.

O governo já aprovou e  arrancou com uma rede de abastecimento de automóveis eléctricos, tendo sido aprovado, na generalidade, um decreto sobre o regime de mobilidade eléctrica, que prevê um conjunto de incentivos fiscais e financeiros até 2012 para particulares e empresas que adquiram estes automóveis.

 

Fonte: Público online, última hora

Concurso de Ideias Empreende + da Universidade de Aveiro

As candidaturas estão abertas de 20 de Novembro de 2009 a 10 de Fevereiro de 2010.

Clique na imagem para consultar o regulamento e formulário de candidatura

Empreende

 

A UATEC – Unidade de Transferência de Tecnologia da Universidade de Aveiro, no âmbito do projecto ‘GAPI 2.0 – Gabinetes de Valorização do Conhecimento pela Promoção do Empreendedorismo, Inovação e Propriedade Industrial’,  promove a 1ª edição do «Concurso de Ideias da UATEC: Empreende+», com o objectivo de fomentar o empreendedorismo qualificado junto dos públicos jovem e feminino.

Serão premiados os melhores projectos nas categorias:

– «Empreendedorismo de Base Tecnológica»;

«Empreendedorismo Inovador Feminino» ;

– «Empreendedorismo Inovador Jovem».

Os prémios são monetários, no valor de 5.000 € cada, e devem ser utilizados para realizar o capital social de novas empresas ou de empresas criadas há menos de 9 meses à data de encerramento das inscrições.

Fonte: Universidade de Aveiro – UATEC

Semana Global do Empreendedorismo 2008

De 17 a 23 de Novembro

 

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Para mais informações consulte o seguinte site:

http://www.empreendedorismo.pt/portal-emp/?kid=60