10 razões para investir nos mercados emergentes

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O termo “mercados emergentes” já tem 25 anos. Refere-se ás economias que estão em fase de rápida expansão económica. Dezenas de países podem ser considerados “emergentes”, mesmo que estejam acrescer a um ritmo próprio e tenham oscilações durante o processo.

Este conceito começou por se aplicar às economias asiáticas, os chamados NIP’S – Novos Países industrializados,  que apresentavam uma taxa de crescimento acelerada, tendo sido aplicada também, às economias dos países do leste europeu depois da queda do Muro de Berlim. À medida que crescia o interesse pelas economias de mercado, os investidores começaram a olhar para a América Latina, procurando mercados emergentes e, por fim, para países como Indonésia, Tailândia, China, Índia e Rússia.

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São vários os motivos para investir nos mercados emergentes. Desde as elevadas taxas de crescimento, passando pelo consumo em expansão, até à elevada necessidade de infraestruturas.

1 – Elevadas taxas de crescimento
À semelhança dos últimos anos, os mercados emergentes deverão continuar a registar taxas de crescimento bastante superiores às das economias desenvolvidas. Países como a China, Índia e Brasil deverão reportar este ano subidas do PIB próximas dos dois dígitos.

2 –  Melhor demografia
Um dos pontos fortes das economias emergentes é a demografia. Para os analistas do Citigroup, as questões demográficas apresentam um “outlook” atractivo no Médio Oriente, África e no Sul da Ásia.

3 –  Menor exposição à crise do crédito
Embora não tenham escapado imunes à crise financeira que se abateu sobre os mercados no Verão de 2007, esta é uma crise que foi gerada no seio da banca dos países desenvolvidos. Assim sendo, os bancos dos emergentes surgem com balanços livres dos problemas do “subprime”.

4 – Necessidade de infraestruturas
Um dos principais problemas dos países emergentes é a grande necessidade de infraestruturas. Auto-estradas, hospitais ou escolas são algumas das infraestruturas em défice nestes países. Para o Citigroup, os mercados emergentes vão precisar de investir fortemente na construção de infraestruturas nos próximos anos.

5 –  Consumo interno em expansão
Durante vários anos, o consumo das populações dos mercados emergentes limitavam-se aos bens de necessidade primária e à alimentação. No entanto, em países como o Brasil ou a China, a população tem vindo a ganhar poder de compra. Banca, telecomunicações ou retalho são alguns dos sectores que podem beneficiar.

6 –  Ricos em recursos naturais
Os mercados emergentes controlam a maioria dos recursos naturais a nível mundial. Petróleo, metais e outros recursos naturais abundam nestes países. Esta posição dominante abre oportunidades para as empresas de matérias-primas bem colocadas nestes mercados.

7-  Intensificação dos negócios de Fusões & Aquisições
Depois de um ano de fortes ganhos nas bolsas, a expectativa dos analistas aponta para um regresso do movimentos de fusões e aquisições. Um movimento que deverá ser liderado pelas empresas dos mercados emergentes.

8 – Elevado potencial das acções
Um dos temas de investimento para 2010 é, sem dúvida, a aposta nos mercados emergentes. A maioria dos analistas acredita que continua a haver potencial de valorização nestes mercados, apesar da escalada dos últimos meses.

9 – Empresas com balanços sólidos
A rápida intervenção dos governos dos países em desenvolvimento, através da implantação de programas de estímulo, permitiu aos emergentes recuperarem mais rapidamente. Além dos planos de apoio, as empresas adoptaram programas de contenção de custos rigorosos para preservar resultados.

10 – Perspectivas de recuperação
A retoma económica deverá consolidar-se em 2010, impulsionando a economia global.
Os mercados emergentes vão liderar o crescimento.

Fonte:Jornal de Negócios on line

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“Business Angels” investem em projectos com elevado potencial

 Segundo o Jornal vida económica, um grupo de 41 “business angels”, associados do INVICTA Angels – Associação de Business Angels do Porto, constituiu sociedades destinadas a investir em novos projectos de negócio com elevado potencial de crescimento.

Co-financiamento

A iniciativa enquadra-se na linha de financiamento de Co-Investimento de Business Angels, lançada pelo programa COMPETE. As novas entidades criadas agrupam a disponibilidade de investimento dos associados do Invicta Angels, com uma parceria com a Caixa Capital e com o QREN. Feitas as contas, trata-se de um valor global superior a seis milhões de euros para investimento na região norte.

Segundo um comunicado da associação, poderão ser apoiadas cerca de 50 novas empresas na região Norte.

Entre os sectores estratégicos de investimento encontram-se:

as agro-indústrias;

– as eco-actividades;

– as ciências da vida;

– a biotecnologia;

– as nanotecnologias;

– a saúde;

– a energia;

– o ambiente;

– as indústrias criativas;

– as tecnologias de informação, comunicação e electrónica.

Fonte: Vida Económica

Fábrica de baterias da Renault-Nissan fica em Aveiro

Segundo o jornal Público, o vice-presidente, Carlos Tavares, anunciou hoje, que a fábrica de baterias da Renaut-Nissan vai instalar-se em AVEIRO

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O anúncio oficial foi feito por Carlos Tavares, no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, numa cerimónia que contou com a presença do primeiro-ministro, José Sócrates.

Esta fábrica, que terá uma capacidade anual de produção de 60 mil baterias, representa um investimento de 250 milhões de euros e vai criar 200 postos de trabalho. 

O  vice-presidente da Nissan Europa, Eric Nicolas, tinha anunciado em Julho, que Portugal e o Reino Unido tinham sido os dois países escolhidos para a instalação de fábricas de baterias para veículos eléctricos, uma dessas fábricas acabou por ficar no nosso país. 

O primeiro-ministro, na altura,  qualificou a fábrica, que deverá começar a funcionar em 2012, como um “investimento âncora” para a instalação de novos investimentos no país na área dos carros eléctricos.

O governo já aprovou e  arrancou com uma rede de abastecimento de automóveis eléctricos, tendo sido aprovado, na generalidade, um decreto sobre o regime de mobilidade eléctrica, que prevê um conjunto de incentivos fiscais e financeiros até 2012 para particulares e empresas que adquiram estes automóveis.

 

Fonte: Público online, última hora

Fórum de Poupança e Investimento – Infovalor

Lisboa recebe primeiro fórum da poupança e investimento , no Pavilhão Atlântico – Sala Tejo, nos dias 13 e 14 de Novembro de 2009.

infovalor2  A entrada é gratuita

Visite o espaço de exposição e assista às conferências  e debates, apresentações de empresas e ateliers pedagógicos.

Durante três dias, investidores e empresas que procuram captar investimento vão ter oportunidade de estar em contacto directo.

Com o objectivo de apontar várias opções de poupança e investimento aos aforradores, bem como o risco envolvido nas várias soluções de poupança, o fórum pretende também ajudar a melhorar a cultura financeira dos portugueses.

Além de conferências e debates, os visitantes do fórum vão poder contactar directamente com várias exposições de entidades como empresas cotadas, bancos, seguradoras ou sociedades gestoras.

 Faça já a sua inscrição em: Infovalor – Incrições