Criar e dinamizar o seu próprio negócio – Programa OTL

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Em parceria com uma entidade pode criar e dinamizar o seu próprio projeto, ganhando experiência de trabalho, capacidades profissionais, competências profissionais, pessoais e relacionais, além de fomentar o seu espírito empreendedor.

Áreas de Intervenção e duração dos projectos 

  • Empreendedorismo;
  • Investigação;
  •  Associativismo;
  •  Sociocultural;
  • Criativa;
  • Desenvolvimento agrícola;
  • Outra de reconhecido interesse.

Estes projetos têm uma duração entre 264 e 396 horas.

Quem se pode candidatar

  • Jovens com idade compreendida entre 18 e 30 anos. 
  • Associações inscritas no RNAJ – Registo Nacional do Associativismo Jovem; Clubes Desportivos, Associações de Modalidade e Federações Desportivas, ONG -Organizações Não-governamentais; IPSS – Instituições Particulares de Solidariedade Social, Misericórdias e Mutualidades; Câmaras Municipais e Juntas de Freguesia, Outras entidades privadas com ou sem 

Prazos de candidatura
• Até  30 de setembro, devendo o projeto ser apresentado até 30 dias úteis antes do respetivo início.

Para mais informações consulte: 

http://juventude.gov.pt/TurismoTemposLivres/OcuparTemposLivres/ProgOTL/Paginas/OTL-Entidadespromotoras.aspx

 

Gestão da inovação – Manual de boas práticas

Inovar não é inventar, as empresas não trabalham sozinhas e o valor da inovação deve ser comercializável. Está pronto para criar valor num contexto de mudança?

Siga os conselhos da Bial, Brisa, Efacec, Exatronic, Nokia e TMG Automotive.

 Fonte: COTEC

                Jornal de Negócios – 24 de Junho de 2010

SNC – Sist. Normalização Contabilística – Teoria e Prática

Com mais de 130 Casos práticos resolvidos em articulação com as NCRF e o CIRC.

Neste livro, são analisadas pormenorizadamente as Normas Contabilísticas e de Relato Financeiro (NCRF), que constituem o núcleo central do Sistema de Normalização Contabilística (SNC).

São apresentados exemplos, ilustrações e propostas de resolução de casos práticos, muito próximos da realidade, que facilitam a aplicação do novo normativo a situações concretas de preparação das demonstrações financeiras.

Inclui:
– Adaptação em Portugal das IAS/IFRS adoptadas na UE;
– Normas Contabilísticas e de Relato Financeiro (NCRF);
– Novo Código de Contas;
– Novos Modelos de Demonstrações Financeiras;
– IAS/IFRS não adoptadas pelo SNC;
– Matemática financeira e finanças aplicáveis às NCRF;
– Aplicação da técnica dos rácios no âmbito do SNC.

  • Editor: Grupo Editorial Vida Económica
  • Autor(es): João Manuel Lopes Gomes e Jorge Manuel Rodrigues Pires 

  • Fonte: Vida Económica – Livraria Online

Eu sou Cliente

Eu sou Cliente é uma plataforma online de relacionamento entre consumidores e empresas. Um espaço aberto que permite que os utilizadores possam expressar as suas reclamações e sugestões. Nesse site as empresas são convidadas a participar e a defenderem-se dos “ataques” dos clientes!

Merece uma visita!

Empreender – Plataforma do Empreendedor

A Plataforma do Empreendedor é uma ferramenta criada pela Associação Industrial Portuguesa- Confederação Empresarial, em parceria com o Gabinete de Estatística e Planeamento (MTSS) e com o apoio do Programa Operacional de Assistência Técnica (POAT). O seu objectivo principal é reunir e divulgar conteúdos relevantes relacionados com a área do empreendedorismo e, simultaneamente,  a dinamização de workshops  que contribuam para uma maior apreensão do espírito empreendedor.

A Plataforma do Empreendedor assenta em quatro bases principais:

 

Clique na imagem para aceder à plataforma

 

SOMOS TODOS CRIATIVOS…

Sabia que são necessárias, em média, 60 ideias para se conseguir uma vitória?

A média japonesa é de 61 ideias por funcionário/ano. As empresas japonesas incentivam erros na tentativa de descobrir algum produto, serviço ou métodos novos. A TOYOTA coloca em prática cerca de 95% das 2,65 milhões de ideias dadas pelos seus colaboradores. Já, a NISSAM considera seriamente qualquer sugestão que economize 0,6 segundos; o tempo necessário para erguer um braço.

Uma pesquisa realizada por Geog Land, que envolveu 1.600 crianças e 200 mil adultos, mostrou que 98% das crianças na faixa etária de três a cinco anos são génios e que apenas 2% dos adultos acima de vinte e cinco anos são génios. A questão é: onde estão os 96% das crianças que, ao se tornarem adultas e ultrapassaram os vinte e cinco anos, deixaram de ser génios?

  • O problema, segundo Land, está na educação que recebemos dos nossos pais e professores, fazendo com que o potencial criativo das crianças adormecesse.

 Maslow afirmou que:

“O homem criativo não é o homem comum ao qual se acrescenta algo; o homem criativo é o homem comum do qual nada se tirou”.

Assim, concluímos que o nosso potencial não está perdido, apenas está a aguardar o momento de despertar. 

Autor: Menegatti; Menegatti, conferencista em Vendas, Motivação e Liderança. Administrador de empresas, pós-graduado em Produtividade e Qualidade Total, MBA em Gestão Empresarial. www.menegatti.srv.br

A importância da estabilidade de preços

O Banco Central Europeu está pronto para agir no combate a quaisquer ameaças à estabilidade de preços, disse o presidente do BCE, Jean-Claude Trichet, no dia 21 de Janeiro deste ano.

Em entrevista para a revista FOCUS, Trichet disse que o BCE, assim como o Federal Reserve, está determinado a manter a estabilidade dos preços.

“Sempre tomamos as decisões necessárias para garantir a estabilidade dos preços no médio prazo: uma taxa de inflação abaixo, mas próxima, de 2 por cento”, afirmou.

“É precisamente por causa dos desafios impostos pela estabilidade de preços que estamos prontos para agir em todos os momentos.”

Mas afinal, a estabilidade de preços é importante porquê?

 
Deixo hoje, um vídeo do Banco Central Europeu sobre inflação e estabilidade de preços. Apesar de ser uma animação, é um vídeo bastante esclarecedor das medidas adoptadas pelo BCE.
 

Fonte: Banco Central Europeu

Livro do dia – Marketing para Empreendedores e PME

“Pensar o marketing desde o projecto” é um desafio que se impõe, cada vez mais nos nossos dias  aos empreendedores que pretendam apostar em novos negócios.

Na linha deste  pensamento, três professores da GlobADVANTAGE –  Center of Research in International Business & Strategy, Unidade de Investigação do Instituto Politécnico de Leiria (IPL), lançaram recentemente o livro “Marketing para Empreendedores e Pequenas Empresas, que pretende ser um manual prático para PME, com ferramentas que ajudarão a criar «competências e capacidades para melhor pensar, planear, gerir e actuar no mercado».

O “plano de marketing”, o “web marketing”, “o produto a oferecer no mercado”, o “comportamento do consumidor, a “selecção do mercado-alvo”, os “estudos de mercado” e até as “oportunidades de negócio no ambiente externo” são temáticas abordadas, neste livro,  numa perspectiva prática e real.

Convém realçar, que  vários exemplos acompanham a apresentação dos conceitos e um  pequeno “teste de avaliação”, poderá  servir para testar o seu conhecimento, que se encontra integrado num capítulo exclusivamente dedicado ao empreendedorismo.

 Fonte: QueroMais

Melhores empresas para trabalhar em Portugal – 2010

Remax, Urbanos e Safira são as grandes campeãs do estudo da Exame/Heidrick & Struggles, que distingue as empresas com melhores práticas de RH e cujos empregados estão mais satisfeitos.

Melhores comissões e forte motivação valeram à Remax o primeiro lugar no pódio. A rede imobiliária é a grande vencedora  deste estudo, que este ano conta com 85 empresas, o maior ranking de sempre.

Urbanos e Safira são também campeãs nas categorias de média e pequenas e micro-empresas, respectivamente. É o primeiro ano em que há três categorias neste estudo: grandes, médias e pequenas e micro empresas – segundo o número de colaboradores e volume de facturação – o que permite uma melhor comparação entre diferentes universos.

No global, as Melhores Empresas para Trabalhar em Portugal têm um índice de satisfação consolidado superior a 60%, o que revela que ainda há pessoas satisfeitas nas suas organizações, apesar da crise, e sobretudo que ainda há empresas que apostam na cultura de motivação e valorização dos recursos humanos.

 

Vencedoras

Categoria: Grandes empresas

1 – RE/MAX – (sobe do segundo para o primeiro lugar. Esteve em segundo lugar em 2007, 2008 e 2009) Alcança uma nota final de 85,49%

2 – Microsoft (cai de primeiro para segundo lugar)

3 – Liberty Seguros (entrada directa)

4 – Conduril (entrada directa)

5 – Grupo Lena (mantém o quinto lugar)

Categoria: Médias empresas

1 – Urbanos (sobe do quarto para o primeiro lugar)

2 – Ramos Catarino (sobe do 10.º para o segundo lugar)

3 – Hotel Ritz Four Seasons Lisboa (entrada directa)

4 – TNT (sobe do 16.º lugar para o quarto lugar)

5 –  Abreu & Associados (sobe do nono para o quinto lugar)

 Nova categoria: Pequenas e micro empresas

 1. Safira

2.  AMT- Consulting

3. Hiscox Insurance Company

4. Balonas e Menano

5. Aquapura Hotels Villas SPA

Fontes: Exame.pt e Visão.pt

Livro do dia – Inovação empresarial no séc. XXI

Inovação empresarial no ´sec XXI

Título: Inovação Empresarial no Século. XXI

Autor: Praveen Gupta

Nª. páginas: 480

PVP: € 22

Edição: Novembro de 2008

Editor e distribuição: Vida Económica

Para encomendar 

Encomendas para: encomendas@vidaeconomica.pt

Livraria on line: www.vidaeconomica.pt/livraria

O objectivo deste livro é oferecer uma abordagem abrangente dos processos relacionados com a inovação e um novo enquadramento da inovação – um enquadramento que é sustentável na geração da Internet e na era do conhecimento.

O livro permite dar resposta a algumas questões sobre inovação. De forma a institucionalizar a inovação, os co-autores referem vários aspectos sobre a inovação, desde a sua história às estratégias de implementação. Quando se compreende o processo de inovação, e as pessoas percebem as capacidades e viabilidades da inovação, podemos olhar para o futuro mais próximo, sonhar e acelerar mais ainda a inovação. Todavia, é necessária uma abordagem multidisciplinar para poder desenvolver esse processo.

Esta obra pode ser dividida em três partes.

  • Parte I: Desenvolver a Inovação analisa os aspectos históricos da inovação em desenvolvimento, ferramentas e técnicas actuais ou convencionais, e necessidades futuras. O objectivo da Parte I é trazer conhecimento à inovação enquanto uma arte actualizada.
  • Parte II: Compreender a Inovação apresenta o novo entendimento da inovação e do processo da inovação na era do conhecimento. A Parte II desenvolve o conhecimento da inovação, que apresenta como uma ciência.
  • Parte III: Institucionalizar a Inovação centra-se na implementação de diversos aspectos da inovação de forma a gerar valor. O objectivo da Parte III é aprender métodos para adaptar a inovação a diversas organizações.

Apoios do QREN para Inovação e empreendedorismo qualificado

O grande  propósito  do  programa de incentivos  às  empresas, que se encontra actualmente a  decorrer, é   o de promover  a inovação  do tecido  empresarial  português, estimulando  o empreendedorismo   qualificado.

As candidaturas  a este apoio do Quadro de referência Estratégico nacional (QREN) decorrem até 1 de Fevereiro.

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 O objectivo  dos incentivos “Inovação – Empreendedorismo Qualificado” é apoiar a criação  de novas empresas, bem  como empresas  com menos  de três  anos  de actividade,  classificadas  como pequenas e médias empresas (PME).

As  empresas  novas  ou  recentes   devem   ter  Recursos    Humanos  qualificados  ou desenvolver  actividades  em sectores  que registem   fortes   dinâmicas   de   crescimento.

No âmbito  destes   programas  de incentivos, está prevista uma dotação  orçamental  específica  para apoiar projectos complementares, inseridos nas Estratégias de Eficiência  colectiva (EEC), reconhecidas  como  pólos de competitividade e Tecnologia e outros Clusters.

As áreas  elegíveis  e definidas  como  pólos de competitividade são: Saúde, Moda, Tecnologia da Energia, Tecnologia Agro – Industrial, Tecnologias de informação, Comunicação e Electrónica e Tecnologias de Produção. O financiamento  está  dependente dos seguintes critérios: Produção de novos bens ou serviços, a adopção de novos processos e ainda a criação de novas empresas promotoras do empreendedorismo qualificado.

Todas as regiões definidas pelo INE, como NUTS II de Portugal continental são abrangidas por estes incentivos.

Para informações adicionais e formulários, consulte: www.incentivos.qren.pt.

ou clique em

QREN

Fonte: Quero Mais

Emprego na NET – Portal a consultar…

A crise ainda não acabou, o desemprego continua a crescer acima dos dois dígitos.  Arranjar emprego é uma tarefa que exige empenho e dedicação, no fundo é do seu futuro que se trata, por isso há que planear bem a procura de forma a encontrar o que pretende.

Uma boa solução pode ser o site da Associação Portuguesa das Empresas do Sector Privado de Emprego, em www.apespe.pt.

 

Nova porta aberta ao Empreendedorismo – Aveiro

“A Universidade de Aveiro, o IAPMEI e mais 12 instituições, entre elas a Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia, assinaram um protocolo para a constituição da plataforma FINICIA – Eixo 2, um projecto que incentiva  o empreendedorismo com o financiamento para a criação de novas empresas.[…]

O Eixo 2 é uma nova acessibilidade para a criação de empresas, direccionada à promoção de empresas da base zero, daí a participação de uma rede tão alargada de parceiros, nomeadamente ligados ao Ensino Superior, como é o caso da academia aveirense, que já faz parte da plataforma Finicia Aveiro/Viseu.

Realça-se o facto de a UA já integrar a rede de associados da Inovagaia, um Centro de Incubação da Base Tecnológica, de Vila Nova de Gaia, que tem como missão acolher projectos de investigação e desenvolvimento, bem como a criação de novas empresas de base tecnológica.” […]

In Diário de Aveiro, 18 de Janeiro de 2010

PROGRAMA FINICIA – EIXO 2

O Programa FINICIA tem como objectivo promover a concretização de projectos inovadores e facilitar o acesso ao financiamento pelas empresas de menor dimensão, proporcionando-lhes recursos essenciais ao desenvolvimento da actividade nas fases iniciais do seu ciclo de vida.

Através de uma rede de centenas de entidades, o Programa desenvolve desde actividades de sensibilização para o empreendedorismo e divulgação das condições de apoio à transformação de ideias de negócio em projectos empresariais, e a empresas em fase de arranque, até ao apoio à execução de planos para ideias de negócio com carácter inovador.

Para se submeter uma candidatura a um plano de negócios, os interessados podem fazê-lo através da Bolsa de Ideias e de Meios online, ou através de um dos parceiros que integre uma das Plataformas FINICIA, nomeadamente a Universidade de Aveiro.

Consulte:

PME PORTUGUESAS: Doze pequenos e médios desejos para 2010

Actualmente, existem em Portugal, cerca de 350 mil PME, com uma média de seis trabalhadores por empresa. Se cada uma dispensar um trabalhador, o aumento do desemprego sobe para 360 mil desempregados.

Business angels

A manutenção dos postos de trabalho é uma principais preocupações de José Alves da Silva, recentemente eleito presidente da PME Portugal – Associação das PME – Pequenas e Médias Empresas de Portugal. 

Falhas de segurança, é outro dos problemas apontados por José Alves da Silva. Segundo diz, deveria haver um maior policiamento das empresas, um processo que, regra geral, envolve muita burocracia e é custoso. O vice-presidente da PME Portugal, Paulo Peixoto, acrescenta que “os principais problemas das PME continuam a ser, e cada vez mais, a falta de liquidez e de alavancagem financeira, que lhe permitam manter-se competitivas”. As empresas estão assim, “estranguladas” na sua tesouraria e a carga fiscal é uma séria ameaça à sua competitividade. A falta de apoios reais ao empreendedorismo é outra das dificuldades apontadas por Peixoto. As ideias necessitam de maturação e é preciso que se criem mecanismos de ajuda para que os empreendedores possam dedicar-se a elas. “Para os empreendedores, o mercado nacional está perfeitamente esgotado (…). Uma das solução passa pela actuação no mercado internacional.” “O desenvolvimento e a competitividade só devem poder ser atingidos num ambiente sócio-cultural nacional e europeu, que privilegia o diálogo social”, acrescenta Alves da Silva.

Por isso, deviam ser aceites modelos de relações de trabalho que respeitem as regras da conservação do ambiente e da responsabilidade social das empresas. 

A associação, vai propor ao Governo medidas nacionais, regionais e locais sobre todos os temas sociais e económico-financeiros que directa ou indirectamente estejam relacionados com as micro, pequenas e médias empresas.

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Os 12 desejos das PME

Para a PME – PORTUGAL, o governo devia integrar já, no orçamento de Estado para 2010, determinadas medidas destinadas  a  ajudar as micro, pequenas e médias empresas a enfrentarem as dificuldades que a crise trouxe. Para tal, propõem 12 medidas:

1. Reduzir impostos

A PME Portugal defende a redução do IRC para pequenas empresas a uma taxa global de 15%.

2. Novos créditos para as empresas
Paulo Peixoto chama a atenção para as elevadas taxas de imposto de selo que incidem sobre os empréstimos bancários. Além do acesso ao crédito ser restrito, quem o tem, tem também uma maior necessidade de o renovar, obtendo um maior impacto dessas taxas.
3. Regime Simplificado para Pequenas Entidades
O pagamento do IVA ao Estado deve ser efectuado após o recebimento da factura. Alves da Silva considera que as empresas contempladas com o Sistema de Normalização Contabilística – Pequenas Entidades (SNC -PE) deveriam ter as mesmas condições das pessoas singulares, que são dispensadas da obrigatoriedade de pagar o SNC. Para isto, bastaria contemplar as pequenas entidades (com menos de 20 trabalhadores), que não “realizem na média dos últimos três anos um volume de negócios superior a 150 mil euros”.
4. Criar mais emprego
“É fundamental o apoio à contratação”, diz Paulo Peixoto. Se cada uma das PME empregar um trabalhador, o desemprego baixa sensivelmente para metade. Por outro lado, se prescindir de um, o desemprego chegaria perto de um milhão de desempregados.

5. Apoiar a investigação

Tem de existir mecanismos paralelos de apoio que permitem esse mesmo investimento.

6. Fomentar uma política para a internacionalização

Para o vice-presidente da PME Portugal, é urgente definir uma política para a internacionalização, que catapulte as PME para uma actuação global, não apenas circunscrita ao mercado português. Este perde, diariamente, poder de investimento e de compra.

7. Apoiar a tecnologia e formação profissional
Devem ser atribuídas verbas para apoios destinados à formação e aquisição de equipamentos relacionados com as Tecnologias de Informação, bem como o reforço dos incentivos da iniciativa Novas Oportunidades.

8. Fazer investimentos de curto prazo

“Impõe-se a moderação salarial e investimento público de proximidade, com efeitos de curto prazo e que envolva tecnologia, ‘know-how’ e capital humano portugueses”, adianta Francisco Balsemão.

9. Incentivar a segurança

A atribuição de verbas ao reforço dos quadros de pessoal das Policias e do seu equipamento, nomeadamente instrumentos de defesa e de vídeo vigilância em todos os postos e viaturas policiais, é outro dos desejos de Alves da Silva.

10. Combater a pobreza

Para o presidente da PME Portugal, o Estado deve definir verbas que combatam todas as formas de pobreza, detectando e punido todos os que recorrerem a fraudes, para a obtenção deste tipo de subsídios. Também é importante que reforce as verbas para a saúde, tendo presente os benefícios sociais e económicos decorrentes dos diagnósticos preventivos.

11. Capitalizar a Segurança Social
Outro dos aspectos é o reforço do orçamento da Segurança Social, melhorando a sua capitalização.

12. Descer a despesa pública

Fonte: PME-Portugal

“Business Angels” investem em projectos com elevado potencial

 Segundo o Jornal vida económica, um grupo de 41 “business angels”, associados do INVICTA Angels – Associação de Business Angels do Porto, constituiu sociedades destinadas a investir em novos projectos de negócio com elevado potencial de crescimento.

Co-financiamento

A iniciativa enquadra-se na linha de financiamento de Co-Investimento de Business Angels, lançada pelo programa COMPETE. As novas entidades criadas agrupam a disponibilidade de investimento dos associados do Invicta Angels, com uma parceria com a Caixa Capital e com o QREN. Feitas as contas, trata-se de um valor global superior a seis milhões de euros para investimento na região norte.

Segundo um comunicado da associação, poderão ser apoiadas cerca de 50 novas empresas na região Norte.

Entre os sectores estratégicos de investimento encontram-se:

as agro-indústrias;

– as eco-actividades;

– as ciências da vida;

– a biotecnologia;

– as nanotecnologias;

– a saúde;

– a energia;

– o ambiente;

– as indústrias criativas;

– as tecnologias de informação, comunicação e electrónica.

Fonte: Vida Económica

Conferência Internacional “Empreendedorismo e Inovação”

GoA Tecmaia – Parque de Ciência e Tecnologia da Maia organiza «a Conferência internacional “Empreendedorismo e Inovação” que irá decorrer nos dias 16 e 17 de Novembro no Parque de Ciência e Tecnologia da Maia.

Este evento tem como objectivos a promoção da relação Universidade – Empresa, a divulgação de novos modelos de formação e acompanhamento de empreendedores e o desenvolvimento da Inovação e do Empreendedorismo. Nesta conferência serão ainda divulgados os resultados do projecto PREMIO – “Promoção do Empreendedorismo e Inovação” (financiado pelo programa Aprendizagem ao Longo da Vida – Erasmus). O PREMIO visa a promoção do empreendedorismo no universo académico, sendo o público-alvo representado por estudantes, professores e investigadores.

Âmbito da iniciativa: internacional

Mais informações disponíveis relativas a este evento poderão ser consultadas em http://www.icei-go.eu

Cidadania empresarial

GRACE,  Grupo de Reflexão e Apoio à Cidadania Empresarial  é uma associação sem fins lucrativos que está essencialmente direccionada para as empresas, procurando disseminar práticas de gestão empresarial socialmente responsáveis.

Esta Associação, assenta num palco privilegiado para a reflexão e fomento do tema da Responsabilidade Social das Empresas, promovendo o conceito de cidadania e Responsabilidade Social Empresarial, sensibilizando e ajudando as empresas a gerir seus negócios de forma socialmente responsável, caminhando para a construção de uma sociedade sustentável e justa.

Os projectos da GRACE  assumem diferentes formas, como por exemplo:

  • Acções de voluntariado:
  • Participação em conferências;
  • Organização de conferências;
  • Lançamento de manuais;

Grace

Consulte aqui,  o manual “As Empresas pela Educação “ ,  que  aborda questões diferentes como sejam a Educação dentro da empresa e o apoio ao ensino, desde o pré-escolar ao universitário. No que respeita à Educação dentro da própria organização, são sugeridas medidas que englobam o desenvolvimento de competências, a educação para a segurança e saúde, acções de apoio à educação na família, entre outras. Em relação ao apoio ensino, o documento enumera 9 passos na criação de um projecto de apoio aos diversos níveis de ensino, desde a identificação do estabelecimento de ensino e respectivo diagnóstico de necessidades até ao compromisso social e reconhecimento.

São ainda apresentadas várias áreas de colaboração possíveis ente empresas ( Exps. Nestlé, Fundação PT, BP  Portugal) e estabelecimentos de ensino, ilustradas com casos práticos empresariais de sucesso, de onde se destacam os Prémios e Protocolos, a Disseminação da Sociedade de Informação, a Doação de bens e o Desporto Escolar.

 Fonte: Portal GRACE

Empreendedorismo – Portal a consultar

Aqui está um interessante portal sobre EMPREENDEDORISMO.

Poderá encontrar informação relevante não só sobre Empreendedorismo, mas também sobre Gestão, Marketing, Ensino, Legislação, Finanças, entre outros. Recomendo uma visita ao Centro de Recursos.

Chamo, também, a vossa atenção para um curso de empreendedorismo online, patenteado neste portal.

Empreendedorismo portal

 

http://www.entrepreneurship.org/