Prémio Empreendedorismo Inovador na Diáspora Portuguesa – 3ª. edição

A COTEC Portugal – Associação Empresarial para a Inovação, pretende uma vez mais reconhecer as actuações empreendedoras e  inovadoras dos portugueses, que se destacaram em actividades empresariais, além fronteiras. Trata-se do Prémio Empreendedorismo Inovador na Diáspora Portuguesa, que conta com o Alto Patrocínio do Presidente da República.

As candidaturas para a terceira edição, decorrem até 26 de Março e podem ser efectuadas online em: COTEC PORTUGAL/ diáspora.

O prémio destina-se a cidadãos portugueses que se encontrem fora de Portugal há mais de cinco anos.  Distingue os portugueses que se evidenciaram pela sua acção empreendedora e inovadora no meio empresarial, entre os mais de cinco milhões que vivem e trabalham fora de Portugal.

Empresas

Segundo Filipe de Botton, presidente do Júri, “Este prémio é um forte incentivo à cooperação entre Portugal, a Diáspora Portuguesa e os países que a recebem. Os empresários que a COTEC tem envolvido e premiado têm um papel determinante na projecção do nosso País e, pelo conhecimento profundo dos mercados onde se inserem, representam um grande valor, que pode e deve ser relevado e aproveitado”.

Na edição do ano passado, a COTEC registou 68 candidaturas, provenientes de 24 países de quatro continentes e de vários sectores de actividade, do financeiro ao desporto, da ciência ao turismo. Os vencedores ex-aequo foram Manuel Eduardo Vieira – radicado nos EUA e o maior produtor e distribuidor de batata-doce biológica no mundo – e Paulo Taylor de Carvalho – fundador da Ebuddy na Holanda, uma plataforma para contactar pessoas em todo o mundo, que tem mais de 70 milhões de utilizadores.

Fonte: COTEC Portugal

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Livro do dia: Portugal – O Pioneiro da Globalização

Portugal - O pioneiro das descobertas

Título:
Portugal − O Pioneiro da Globalização
A Herança das Descobertas

Autores:
Jorge Nascimento Rodrigues
Tessaleno Devezas

Páginas: 606

Edição:  Jul/2009

Preço:  19,95 EUR

Colecção: Desafios

 

 

O mais ocidental e periférico país europeu viu emergir um intento estratégico que lhe valeu o lugar único de primeira potência global. Nunca os imperadores mongóis ou chineses, nem os mercadores e estrategos das Repúblicas Marítimas italianas lá haviam chegado. Os que se seguiram ‘copiaram’ muito da experiência portuguesa e ‘corrigiram’ os erros estratégicos.
A História não se engana: os Portugueses de Quatrocentos e Quinhentos, ao longo de um processo evolutivo de mais de cem anos, foram os pioneiros na inovação tecnológica e geoestratégica numa época de transição. Valeram-se do improviso organizacional, de uma lógica incremental e de um pensamento aberto. Souberam agarrar uma janela de oportunidade da História que não se repetiria. Este livro demonstra, com base numa investigação científica, a originalidade portuguesa.

Este livro é uma  viagem em 608 páginas sobre a Expansão Portuguesa dos séculos XV e XVI. Uma leitura acerca do que pode e deve ser retido como memória histórica de uma época em que Portugal foi um verdadeiro ‘Estado-estratego’ imbuído de um intento global.
Um regresso à «Matriz das Descobertas» fundadora da diferença portuguesa no Mundo. A mais antiga «Agenda de Lisboa», aqui revisitada.

Este livro dirige-se a cinco tipos de leitores:

  • aos jovens, como complemento à História que aprendem no ensino formal e como mensagem para reflexão;

  • ao amador de História que há em todo o cidadão comum, contaminado pelo espírito de um passado único, hoje esquecido pela historiografia oficial e pelos media;

  • aos profissionais e estudantes de geoestratégia e de relações internacionais, sugerindo uma nova visão sobre a originalidade portuguesa na globalização;

  • aos profissionais e estudantes dos ciclos económicos, introduzindo uma ferramenta de análise aplicável à História económica e à previsão e prospectiva;

  • ao investigador, como sugestão de pistas para pesquisas futuras e polémica saudável.

Segundo a revista Executive Digest:

”Este é o livro que faltava sobre a epopeia dos Descobrimentos portugueses visto à luz da ciência económica e da geopolítica. Dois autores nacionais demonstram que Portugal foi a primeira potência mundial a desencadear o fenómeno irreversível da globalização, um tema hoje tão em voga no mundo académico e empresarial. “

Fonte: Centro Atlântico

Projecto pioneiro e empreendedor

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A RTP fez uma reportagem, há uma ou duas semanas sobre um projecto pioneiro no país, mais precisamente em Matosinhos,  ESCOLA SEGUNDA OPORTUNIDADE, que me chamou desde logo  a atenção pelo seu cariz inovador.

Esta escola está  integrada na rede europeia de “2nd Chance Schools” e  dirige-se aos jovens dos 16 aos 25 anos, excluídos das ofertas formativas disponíveis e surge como a resposta necessária a um grave e persistente problema de abandono escolar e de baixas qualificações escolares e profissionais dos jovens.

A educação de 2ª oportunidade ( equivalência ao 9º Ano ), não se destina apenas aos jovens que abandonaram a escola. É, antes, um instrumento polivalente, capaz de cumprir diversas funções e de se dirigir a diferentes públicos, constituindo-se como uma nova via para enfrentar problemas de qualificação e de integração social de jovens.

A formação é orientada para as necessidades e interesses de cada jovem, que desenvolve o seu Plano Individual de Formação. A oferta de formação da Escola é diversificada, sendo o núcleo central dessa formação os workshops que funcionam durante todo o dia, num horário próximo do horário de trabalho. Os workshops, funcionam com um máximo de 10 formandos, nas áreas de: Música, Teatro e Movimento;  Informática – Software e equipamentos; Multimédia e webdesign; Arte e tecnologia da madeira, cerâmica e metais;  Cozinha, hotelaria e Turismo; Têxtil e Vestuário; Serviços Pessoais e à Comunidade.

Parafraseando o que já alguém evidenciou, este projecto  mostra, então o que é evidente:  “a  escola que actualmente  temos continua a ter  dificuldade em lidar com a heterogeneidade que é a marca específica de uma escolarização obrigatória para todos“.  Embora tenhamos os CEF, para muitos especialistas da Educação, um “getho” dentro da  escola,  a  escola pública  e particularmente os Cursos de Educação Formação,  ainda não conseguiram  organizar-se por forma a promover um exigente ensino de  sucesso, ainda que diferenciado.

Pensemos então, que  existe ainda algum caminho a percorrer!