Empreendedorismo e Inovação – Satélites com tecnologia portuguesa já estão em órbita

Empresas portuguesas da indústria aeroespacial, inovam na tecnologia espacial

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Duas empresas portuguesas do sector da indústria aeroespacial, deram o seu contributo para a produção de dois produtos:
O SMOS (acrónimo em Inglês para humidade do solo e salinidade dos oceanos);
Poba-2, um mini satélite destinado a testar novas tecnologias.
A Deimos Engenharia produziu um processador de dados para o SMOS e a Lusoespace um magnetómetro para o Proba-2. 
O magnetómetro que seguiu a bordo do proba-2 é um instrumento de navegação que lembra uma bússola, esclarece a mesma notícia, que cita um comunicado da ESA. Com o tamanho de um cartão de crédito, este instrumento é capaz de determinar o norte e o sul através da emissão de sinais eléctricos cuja leitura permite conhecer o campo magnético a três dimensões.
O SMOS possibilitará a obtenção de melhores medições ligadas ao ciclo da água na Terra, as quais vão permitir a elaboração de modelos climáticos mais fiáveis
Segundo a Agência Espacial Europeia (ESA), os referidos satélites vão ajudar a compreender melhor as alterações climáticas.
A LusoSpace pretende que haja sempre um equipamento nacional a operar no espaço. Nos próximos anos, vários magnetómetros serão lançados (alguns já entregue aos clientes e outros em produção), permitindo o desenvolvimento e crescimento da empresa.

Fonte: Quero Mais

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Empresas portuguesas de sucesso

Em tempo de crise é importante divulgar casos de empresas de sucesso.  Três empresas portuguesas empreendedoras em Portugal, mas sobretudo no mercado internacional, na área da inovação tecnológica: Ydreams, Critical Sofware e Chipidea.

 

Empresas portuguesas de sucesso

São já 120 mil, as empresas portuguesas no estrangeiro

Em tempo de crise, nem todas as notícias são más .

Segundo o secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, existem cerca de 120 mil empresas criadas por cidadãos portugueses no estrangeiro.  Foi anunciado por este governante novos apoios para esses empresários aquando do respectivo regresso a Portugal.

Os números que dão conta da existência das muitas empresas constituídas por cidadãos portugueses em países estrangeiros foram revelados em Famalicão, aquando da inauguração do Gabinete de Apoio ao Emigrante (GAE), um serviço que, de acordo com a Lusa e a Agência Financeira, será implantado em todo o país.

O objectivo destes gabinetes passa por prestar auxílio aos emigrantes que regressam ao seu local de origem, especialmente aos empresários que necessitam do apoio de técnicos especializados.

Bruxelas quer que escolas formem empreendedores…

A CE defende que o empreendedorismo deve ser incutido desde cedo e que deve fazer parte dos currículos escolares. Só assim a Europa pode manter o seu modelo social e ter crescimento económico.

Bruxelas recomenda que deve ser dada uma “atenção especial” à formação dos professores e à “cooperação entre estabelecimentos educativos e a comunidade local, em especial às empresas”.

“A educação escolar deve estimular a sensibilidade empresarial dos jovens, dar-lhes os meios para desenvolverem capacidades básicas e ajudá-los a ser mais criativos e confiantes nos seus projectos”, afirma a CE.

A CE sugere a criação de “mini-empresas”, um forte incentivo à iniciativa empresarial. Segundo um relatório da Comissão, cerca de 20% dos participantes em mini-empresas no ensino secundário acabam por formar a sua própria empresa depois de concluírem os estudos.

“Precisamos de criar um clima social favorável para o empreendedorismo, em especial para encorajar os jovens europeus a tornarem-se empreendedores do amanhã. Precisamos de uma abordagem sistemática à educação para o empreendedorismo a todos os níveis, desde a escola primária à universidade”, afirma o vice-presidente da CE Günter Verheugen.

in http://jpn.icicom.up.pt