Livro do dia – Inovação empresarial no séc. XXI

Inovação empresarial no ´sec XXI

Título: Inovação Empresarial no Século. XXI

Autor: Praveen Gupta

Nª. páginas: 480

PVP: € 22

Edição: Novembro de 2008

Editor e distribuição: Vida Económica

Para encomendar 

Encomendas para: encomendas@vidaeconomica.pt

Livraria on line: www.vidaeconomica.pt/livraria

O objectivo deste livro é oferecer uma abordagem abrangente dos processos relacionados com a inovação e um novo enquadramento da inovação – um enquadramento que é sustentável na geração da Internet e na era do conhecimento.

O livro permite dar resposta a algumas questões sobre inovação. De forma a institucionalizar a inovação, os co-autores referem vários aspectos sobre a inovação, desde a sua história às estratégias de implementação. Quando se compreende o processo de inovação, e as pessoas percebem as capacidades e viabilidades da inovação, podemos olhar para o futuro mais próximo, sonhar e acelerar mais ainda a inovação. Todavia, é necessária uma abordagem multidisciplinar para poder desenvolver esse processo.

Esta obra pode ser dividida em três partes.

  • Parte I: Desenvolver a Inovação analisa os aspectos históricos da inovação em desenvolvimento, ferramentas e técnicas actuais ou convencionais, e necessidades futuras. O objectivo da Parte I é trazer conhecimento à inovação enquanto uma arte actualizada.
  • Parte II: Compreender a Inovação apresenta o novo entendimento da inovação e do processo da inovação na era do conhecimento. A Parte II desenvolve o conhecimento da inovação, que apresenta como uma ciência.
  • Parte III: Institucionalizar a Inovação centra-se na implementação de diversos aspectos da inovação de forma a gerar valor. O objectivo da Parte III é aprender métodos para adaptar a inovação a diversas organizações.

PME PORTUGUESAS: Doze pequenos e médios desejos para 2010

Actualmente, existem em Portugal, cerca de 350 mil PME, com uma média de seis trabalhadores por empresa. Se cada uma dispensar um trabalhador, o aumento do desemprego sobe para 360 mil desempregados.

Business angels

A manutenção dos postos de trabalho é uma principais preocupações de José Alves da Silva, recentemente eleito presidente da PME Portugal – Associação das PME – Pequenas e Médias Empresas de Portugal. 

Falhas de segurança, é outro dos problemas apontados por José Alves da Silva. Segundo diz, deveria haver um maior policiamento das empresas, um processo que, regra geral, envolve muita burocracia e é custoso. O vice-presidente da PME Portugal, Paulo Peixoto, acrescenta que “os principais problemas das PME continuam a ser, e cada vez mais, a falta de liquidez e de alavancagem financeira, que lhe permitam manter-se competitivas”. As empresas estão assim, “estranguladas” na sua tesouraria e a carga fiscal é uma séria ameaça à sua competitividade. A falta de apoios reais ao empreendedorismo é outra das dificuldades apontadas por Peixoto. As ideias necessitam de maturação e é preciso que se criem mecanismos de ajuda para que os empreendedores possam dedicar-se a elas. “Para os empreendedores, o mercado nacional está perfeitamente esgotado (…). Uma das solução passa pela actuação no mercado internacional.” “O desenvolvimento e a competitividade só devem poder ser atingidos num ambiente sócio-cultural nacional e europeu, que privilegia o diálogo social”, acrescenta Alves da Silva.

Por isso, deviam ser aceites modelos de relações de trabalho que respeitem as regras da conservação do ambiente e da responsabilidade social das empresas. 

A associação, vai propor ao Governo medidas nacionais, regionais e locais sobre todos os temas sociais e económico-financeiros que directa ou indirectamente estejam relacionados com as micro, pequenas e médias empresas.

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Os 12 desejos das PME

Para a PME – PORTUGAL, o governo devia integrar já, no orçamento de Estado para 2010, determinadas medidas destinadas  a  ajudar as micro, pequenas e médias empresas a enfrentarem as dificuldades que a crise trouxe. Para tal, propõem 12 medidas:

1. Reduzir impostos

A PME Portugal defende a redução do IRC para pequenas empresas a uma taxa global de 15%.

2. Novos créditos para as empresas
Paulo Peixoto chama a atenção para as elevadas taxas de imposto de selo que incidem sobre os empréstimos bancários. Além do acesso ao crédito ser restrito, quem o tem, tem também uma maior necessidade de o renovar, obtendo um maior impacto dessas taxas.
3. Regime Simplificado para Pequenas Entidades
O pagamento do IVA ao Estado deve ser efectuado após o recebimento da factura. Alves da Silva considera que as empresas contempladas com o Sistema de Normalização Contabilística – Pequenas Entidades (SNC -PE) deveriam ter as mesmas condições das pessoas singulares, que são dispensadas da obrigatoriedade de pagar o SNC. Para isto, bastaria contemplar as pequenas entidades (com menos de 20 trabalhadores), que não “realizem na média dos últimos três anos um volume de negócios superior a 150 mil euros”.
4. Criar mais emprego
“É fundamental o apoio à contratação”, diz Paulo Peixoto. Se cada uma das PME empregar um trabalhador, o desemprego baixa sensivelmente para metade. Por outro lado, se prescindir de um, o desemprego chegaria perto de um milhão de desempregados.

5. Apoiar a investigação

Tem de existir mecanismos paralelos de apoio que permitem esse mesmo investimento.

6. Fomentar uma política para a internacionalização

Para o vice-presidente da PME Portugal, é urgente definir uma política para a internacionalização, que catapulte as PME para uma actuação global, não apenas circunscrita ao mercado português. Este perde, diariamente, poder de investimento e de compra.

7. Apoiar a tecnologia e formação profissional
Devem ser atribuídas verbas para apoios destinados à formação e aquisição de equipamentos relacionados com as Tecnologias de Informação, bem como o reforço dos incentivos da iniciativa Novas Oportunidades.

8. Fazer investimentos de curto prazo

“Impõe-se a moderação salarial e investimento público de proximidade, com efeitos de curto prazo e que envolva tecnologia, ‘know-how’ e capital humano portugueses”, adianta Francisco Balsemão.

9. Incentivar a segurança

A atribuição de verbas ao reforço dos quadros de pessoal das Policias e do seu equipamento, nomeadamente instrumentos de defesa e de vídeo vigilância em todos os postos e viaturas policiais, é outro dos desejos de Alves da Silva.

10. Combater a pobreza

Para o presidente da PME Portugal, o Estado deve definir verbas que combatam todas as formas de pobreza, detectando e punido todos os que recorrerem a fraudes, para a obtenção deste tipo de subsídios. Também é importante que reforce as verbas para a saúde, tendo presente os benefícios sociais e económicos decorrentes dos diagnósticos preventivos.

11. Capitalizar a Segurança Social
Outro dos aspectos é o reforço do orçamento da Segurança Social, melhorando a sua capitalização.

12. Descer a despesa pública

Fonte: PME-Portugal

Fábrica de baterias da Renault-Nissan fica em Aveiro

Segundo o jornal Público, o vice-presidente, Carlos Tavares, anunciou hoje, que a fábrica de baterias da Renaut-Nissan vai instalar-se em AVEIRO

Renault_Nissan

O anúncio oficial foi feito por Carlos Tavares, no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, numa cerimónia que contou com a presença do primeiro-ministro, José Sócrates.

Esta fábrica, que terá uma capacidade anual de produção de 60 mil baterias, representa um investimento de 250 milhões de euros e vai criar 200 postos de trabalho. 

O  vice-presidente da Nissan Europa, Eric Nicolas, tinha anunciado em Julho, que Portugal e o Reino Unido tinham sido os dois países escolhidos para a instalação de fábricas de baterias para veículos eléctricos, uma dessas fábricas acabou por ficar no nosso país. 

O primeiro-ministro, na altura,  qualificou a fábrica, que deverá começar a funcionar em 2012, como um “investimento âncora” para a instalação de novos investimentos no país na área dos carros eléctricos.

O governo já aprovou e  arrancou com uma rede de abastecimento de automóveis eléctricos, tendo sido aprovado, na generalidade, um decreto sobre o regime de mobilidade eléctrica, que prevê um conjunto de incentivos fiscais e financeiros até 2012 para particulares e empresas que adquiram estes automóveis.

 

Fonte: Público online, última hora

Empresas portuguesas de sucesso

Em tempo de crise é importante divulgar casos de empresas de sucesso.  Três empresas portuguesas empreendedoras em Portugal, mas sobretudo no mercado internacional, na área da inovação tecnológica: Ydreams, Critical Sofware e Chipidea.

 

Empresas portuguesas de sucesso

Empresa portuguesa transforma um telemóvel numa carteira

Este serviço foi desenvolvido pela empresa Documento Crítico, uma start-up que nasceu no UPTEC – Pólo de Ciência e Tecnologia da Universidade do Porto.
A empresa disponibiliza gratuitamente o serviço Cardmobili. Faça o download em:
 cardmobili
www.cardmobili.com
Do seguro ao ginásio, passando pelas lojas de roupa e pelo combustível, cada vez são mais os cartões de cliente que acumulamos na carteira. O inovador serviço Cardmobili ajuda-nos a transferir todos esses cartões para o telemóvel.
Utilizando  um inovador sistema que se instala no telemóvel, é possível transferir os cartões de fidelização das marcas e toda a informação que lhes está associada. Depois, os clientes só precisam de utilizar o telemóvel para se identificarem nas lojas.
Mais do que um serviço que permite transferir os cartões para o telemóvel, o sistema criado por esta jovem empresa promete funcionalidades de gestão de dados, que possibilitarão em breve aceder a saldos de pontos, alterar informações pessoais, receber descontos e prémios ou até subscrever novos cartões.

 

Apoios para empreendedores qualificados

Decorrem até 9 de Novembro, candidaturas a apoios para empresas ou projectos empresariais liderados por empreendedores qualificados. Podem contar com o apoio do QREN, nesta fase de início de actividade.

Consulte:Incentivos a o Empreendedorismo

 

O Sistema de Incentivos à Inovação  apoia, Projectos de Empreendedorismo Qualificado, projectos esses que devem também inserir-se nos programas de acção dos PROVERE – Programas de Valorização Económica de Recursos Endógenos.
Os investimentos de inovação a apoiar devem corresponder à criação de empresas ou a projectos de empresas nascentes (até três anos), classificadas como PME e dotadas de recursos humanos qualificados. Podem igualmente ser apoiados projectos associados ao desenvolvimento de actividades em sectores que registem elevadas dinâmicas de crescimento.
No caso das micro empresas ou empresas de pequena dimensão, é considerado condição de acesso o peso dos trabalhadores com grau de habilitação escolar igual ou superior a quatro no ano pós-projecto. Tal peso deve equivaler, pelo menos, a 10%. São  consideradas majorações para projectos de Empreendedorismo Jovem e Empreendedorismo Feminino, dependendo da participação dos empreendedores no capital social e/ou do desempenho de funções executivas.
Fonte: Quero Mais

Grupo familiar – um exemplo de empreendedorismo

Em tempo de crise, um grupo familiar de Sever do Vouga é mais um excelente exemplo de empreendedorismo.

 COMO SER EMPREENDEDOR

O Secretário de Estado do Comércio e Inovação visitou a empresa “ A. Silva Matos”, elogiando aposta da empresa no mercado internacional. Foi convidado para a inauguração formal da A. Silva Matos – Equipamentos de Transporte, S.A., deste grupo industrial de Sever do Vouga.

O empreendedorismo da família Silva Matos foi elogiado por Castro Guerra, assim como a sua aposta no mercado internacional e no sector energético.
“É deste tipo de empresários que precisamos, que avançam sem a protecção do Estado”, referiu o governante, recordando que a A. Silva Matos
“recuperou uma empresa fechada e toda a sua força de trabalho” – referindo-se à Metalicis, que entrou em processo de falência em 2008.

Castro Guerra salientou ainda a aposta do grupo, que detém um total de 11 empresas em Portugal e no estrangeiro, que teve “visão de futuro” e “colocou a metalomecânica ao serviço do sector energético”. É, actualmente, considerado “o melhor produtor de torres eólicas do mundo”, assegurou.

 

Como vê, senhor secretário de Estado, este país não é só desgraças e ainda há alguns loucos que resolvem avançar, mesmo sem os apoios que vemos serem dados a outros”, apontou Adelino da Silva Matos. Agora com 61 anos, foi o fundador da empresa e, mais especificamente, da área da produção de cisternas.

O empresário anunciou ainda a construção de uma nova fábrica de caldeiraria metálica, para alargar a produção das instalações existentes no lugar de Senhorinha, e que ficará instalada nas traseiras desta fábrica. “O terreno já foi adquirido”, revelou, elogiando os apoios da Câmara de Sever do Vouga, com o objectivo de fixar as fábricas do grupo no concelho.

Adelino da Silva Matos revelou ainda a existência de um negócio em curso sem, no entanto, entrar em pormenores. “Há a oportunidade de, eventualmente, comprar uma empresa europeia da área da metalomecânica, importante pela sua proximidade com outros mercados”, adiantou.

 Fonte: Diário de Aveiro