Retrato Social de Portugal – Indicadores de 2009

A Fundação Francisco Manuel dos Santos publicou no portal PORDATA, um estudo muito útil, baseado num conjunto alargado de indicadores sobre a evolução recente da sociedade portuguesa, que convida à reflexão.

(Para aceder ao estudo clique na imagem)

Retrato Social de Portugal_2009

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Gestão Estratégica do Crescimento Económico em Portugal Livro recomendado

Na actual conjuntura de crise económica que exige medidas de austeridade, recomendo aos interessados, a leitura deste livro que faz o diagnóstico da situação da economia portuguesa num contexto de globalização, propondo áreas de actuação e soluções para um  crescimento económico, efectivo.gestao-estrategica-do-crescimento-economico-em-portugal

 Gestão estratégica do crescimento económico em Portugal

Nuno de Souza e Silva

Utilizando os conceitos de gestão estratégica, de gestão de desempenho e do Balanced Scorecard, elabora-se um mapa estratégico para o crescimento económico. Esse mapa estabelece uma visão e uma missão, estrutura os objectivos e áreas estratégicas de actuação e evidencia a sua interligação

A obra sistematiza e integra aspectos como:

– a criação de valor;

– a formação de capital humano;

o investimento;

– a inovação;

– a competitividade externa;

– a concorrência;

– a criação de empresas;

– a gestão macroeconómica.

Para cada uma daquelas áreas propõem-se indicadores estatísticos adequados.

Foi feita uma análise sectorial obtendo informação para os níveis de produtividade de 54 sectores de actividade da economia portuguesa, onde foi possível identificar os níveis de produtividade existentes, o contributo de cada sector para a produtividade média nacional, o efeito do peso do emprego de cada sector, as dinâmicas de crescimento de produtividade para cada sector e algumas comparações internacionais

Colecção Vida Económica

O Índice de bem estar do Canadá

 

Indice Bem estar Canadá                                         Canadian Index of Well – Being  CIW

 

Para saber mais …

 

Indice Bem estar 2

Região de Aveiro investe 9 milhões em agenda para cultura, saúde e empreendedorismo

 

A CIRA- Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro-  viu aprovada a candidatura às redes urbanas para a competitividade e inovação. Nos próximos anos serão investidos 9 milhões de euros comparticipados por fundos comunitários. Trabalho de parceria entre os municípios e a Universidade de Aveiro. Segundo os responsáveis da CIRA este é um passo de consolidação do projecto da comunidade intermunicipal que aprofunda a cooperação entre diversos parceiros com agendas para a cultura, para a saúde e bem-estar, para a sustentabilidade e agenda para o empreendedorismo.

 Destacam-se projectos como a programação cultural em rede, centro interpretativo de saberes para a transmissão da memória e a valorização da identidade, arte e criatividade, rede de iniciativas de saúde e bem-estar, comunidade intergeracional, comunidade sénior, agência para a sustentabilidade e competitividade, eficiência energética, plataformas de apoio e valorização do empreendedorismo e inovação, empreendedorismo social, e parcerias escola/família/comunidade.

Fonte: http://www.terranova.pt/index.php?idNoticia=5491

Formas de Portugal

Site que permite divulgar e fazer compreender a informação pública sobre Portugal. Poderá conhecer aqui o mapa ortogonal da área e população municipal portuguesa nas seguintes dimensões:

Exposição “A Filosofia do Dinheiro”

Recomendo uma visita a esta exposição que tem como pano de fundo a actual crise financeira e a visão de artistas plásticos nacionais e estrangeiros sobre o dinheiro como “Deus da época moderna”.

Vai estar até 5 de Setembro no Pavilhão Branco do Museu da Cidade, em Lisboa.

A exposição reúne obras de 28 artistas nacionais e internacionais. Os portugueses Mariana Silva, Joana Bastos, Sara & André, Sparring Partners, Rita GT e Yonamine, e os estrangeiros Cildo Meireles, Michael Elmgreen & Ingar Dragset, Mads Lynnerup e Alfredo Jaar, entre outros.

O comissário Miguel Amado inspirou-se no livro “A Filosofia do Dinheiro”(1900). Partindo da obra do filósofo alemão Georg Simmel,  onde o autor expõe as suas teses sobre o predomínio do capitalismo, esta exposição reflecte e questiona os pressupostos deste sistema económico à luz da vigente crise financeira. As obras expostas, várias das quais resultaram de encomendas para esta exposição, perspectivam o dinheiro nas suas múltiplas vertentes simbólicas, desde meio de troca a ícone, passando pela significação da presente recessão económica. Através da visão crítica dos artistas participantes, perspectiva-se o dinheiro como o Deus da época moderna, para usar as próprias palavras de Simmel.

Para saber mais clique na imagem

Museu da cidade

Museu da Cidade de Lisboa

«A Filosofia do Dinheiro»

De: 2010-06-23 a 2010-09-05

Horários: 3ª,4ª,5ª,6ª,Sábado,Domingo

Estratégia Europa 2020

estratégia europa 2020

Durão Barroso alertou os estados membros da União Europeia (UE) para o risco de declínio que enfrentam se não actuarem em conjunto na construção de uma “nova economia inteligente, verde e inclusiva”.
A UE tem um programa a dez anos que os 27 membros da Comissão Europeia vão aprovar para substituir a Estratégia de Lisboa, concebida em 2000 para tornar a UE na economia mais competitiva do mundo, em 2010, mas cujos resultados ficaram muito aquém do esperado.
A nova estratégia, baptizada
Europa 2020, pretende “transformar a UE numa economia inteligente, verde e inclusiva, com elevados níveis de emprego, produtividade e coesão”.

Bruxelas pretende  avançar com  cinco metas quantificadas que os Vinte e Sete terão de procurar atingir até 2020. Embora sejam fixadas ao nível europeu, as metas serão adoptadas pelos estados-membros em programas nacionais que terão em conta a situação específica de cada um.
O cumprimento conjunto destas metas “poderá resultar” num crescimento anual do PIB de dois por cento e a criação de 5,6 milhões de novos postos de trabalho:

As metas propostas pela comissão Europeia são:

1. Aumento da taxa de emprego da população activa entre 20 e 64 anos dos actuais 69 por cento para 75 por cento;

2. Aumento do investimento em investigação científica (I&D) de 1,9 por cento do PIB para três por cento. Este objectivo já estava previsto na Estratégia de Lisboa, mas Bruxelas pretende analisar a possibilidade de criar um novo indicador associando a I&D e a inovação, e fixar uma nova meta para o aumento do investimento dos actuais 2,9 por cento do PIB para quatro por cento;

3. Redução das emissões de CO2 em 20 por cento face aos valores de 1990, aumento da parte das energias renováveis em pelo menos 20 por cento do total, e redução do consumo de energia de pelo menos 20 por cento;

4. Aumento da parte da população entre 30 e 34 anos com formação universitária completa de 31 por cento actualmente para pelo menos 40 por cento; redução da taxa de abandono escolar de 15 por cento actualmente para 10 por cento;

5. Redução de 25 por cento do número de europeus que vivem abaixo do limiar de pobreza, “tirando 28 milhões de pessoas” da pobreza.

Estas metas já estavam quase todas previstas na Estratégia de Lisboa, enquanto os objectivos relativos à redução do CO2 e do consumo de energia e aumento das energias renováveis são a trave mestra do programa europeu de protecção do clima.

 

Fonte: Jornal público de 3 de Março