Uma ideia inovadora de NEGÓCIO

Mais uma boa ideia empreendedora!

O empresário inglês James Nash inventou uma nova maneira de vender vinho, que garantiu o sucesso do seu negócio que foi criado recentemente, chamado Wine Innovations. Nash desenvolveu uma simples embalagem em que o vinho é vendido numa  taça descartável lacrada, com uma dose suficiente para apenas uma pessoa. O M&S Le Froglet é vendido de forma muito semelhante a iogurtes. A embalagem, inclusive, é reciclável.

É bom realçar que  a ideia deste  empresário foi considerada  sem interesse comercial. Persistente, o empreendedor continuou e, com apoio de alguns empreendimentos, como a rede inglesa Mark and Spenser, lançou o seu produto no mercado, que tem tido muito boa recepção do público inglês.

Ser Empreendedor é ter CORAGEM para assumir riscos  e saber CONTORNAR DIFICULDADES!

Livro do dia – Gestão sem Segredos ( colecção )

Biblioteca Gestão sem Segredos de Gil Friend, James O’Rourke, Stephen P. Robbins, Robert E. Gunther, Michael Solomon

Ano de edição ou reimpressão: 2010

Editor: Edições Centro Atlântico

Colecção: Desafios

 

Os cinco livros da Biblioteca Gestão sem Segredos revelam pensamentos, centenas de técnicas, e estratégias testadas, concisas, fáceis de aplicar e que resultam – simplesmente, os melhores pensamentos sobre o assunto. A Verdade e nada mais que a Verdade.

 A Biblioteca Gestão sem Segredos inclui os seguintes livros:

  • O Segredo das Empresas Sustentáveis – A vantagem das estratégias “verdes”;
  • Os Segredos da Mente dos Consumidores – Saiba como eles decidem fazer compras;
  • O Segredo das Boas Decisões – Faça sempre a escolha acertada;
  • O Segredo das Apresentações de Sucesso – Focalize-se no que pode correr bem e conquiste-os;
  • O Segredo na Gestão de Pessoas – Cuidado com as soluções milagrosas.

Fonte: WOOK

Mestrado em Bioempreendedorismo

 

A biotecnologia vive basicamente de empreendedores,  pessoas que se lançam em projectos com a missão de desenvolver novos produtos e serviços tirando vantagens dos mais recentes avanços das biociências. Para facilitar a criação de empresas por parte de quem tem conhecimento especializado nesta área, surge agora o Mestrado em Bioempreendedorismo.

 Promovido pela CESPU – Cooperativa de Ensino Superior, Politécnico e Universitário, em Gandra,  os formandos deste mestrado deverão adquirir noções concretas de Macroeconomia, Gestão de Recursos Humanos ou simplesmente Planos de Negócios.

 No final do curso, os participantes devem ficar habilitados a:

  • identificar uma oportunidade de converter um processo biotecnológico numa aplicação empresarial;
  • liderar e participar em equipas responsáveis pela implementação de uma bioempresa;
  • conhecer a legislação aplicável às questões do bioempreendedorismo;
  • conhecer e lidar com os apoios e financiamentos disponíveis ao bioempreendedorismo;
  • negociar, gerir, investir numa estratégia de sucesso que sustente a aplicação empresarial;
  • tornar um projecto empreendedor em biotecnologia, num exemplo de sucesso.

 Para mais informações, consulte a CESPU.

Fonte:Portal QueroMais e CESPU

O Empreendedorismo em Portugal

Demografia das Empresas

Os dados estatísticos divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística, permitem caracterizar o dinamismo da economia portuguesa através de indicadores sobre nascimentos, mortes e sobrevivência de empresas e ainda de indicadores relativos as empresas de elevado crescimento em Portugal. Algumas comparações internacionais permitem enquadrar a actividade empreendedora em Portugal no contexto europeu.

 Os dados estatísticos divulgados pelo INE baseiam-se no cálculo de indicadores definidos pela OCDE (EIP- Programa dos Indicadores do Empreendedorismo), em conjunto com o Eurostat. A estrutura proposta por estas entidades permite comparações a nível internacional entre os vários países e assenta num modelo de análise tripartido: determinantes (factores determinantes da performance empreendedora); performance empreendedora (acções que conduzem à consecução de um objectivo); efeitos (medição do valor criado pelo empreendedorismo).

Câmara Municipal de Estarreja e Univ. Aveiro – Parceria…

A Universidade de Aveiro e a Câmara Municipal de Estarreja assinaram  no dia 21 de Novembro um protocolo de cooperação que estabelece o desenvolvimento de uma parceria dirigida à criação de uma plataforma de serviços de incubação em Estarreja.  A Incubadora em Rede é um projecto recente e  inovador no contexto nacional, que resulta da parceria dos municípios da NUT III – Baixo Vouga e da Universidade de Aveiro (UA).

Estes Municípios, entre os quais o de Estarreja, e a UA, através da GrupUNAVE, enquanto parceira estratégica do desenvolvimento regional, pretendem avançar no sentido da constituição da Plataforma de Apoio e Valorização do Empreendedorismo e Inovação da Região de Aveiro, que permita criar e maximizar condições de suporte logístico, operacional, financeiro e técnico para a criação e expansão de novas empresas.

Esta Plataforma é constituída por uma rede de parceiros e visa promover a criação de empresas com elevado potencial, capazes de criar emprego especializado, nos vários municípios aderentes, promovendo a atracção e fixação de talentos e dinamizando o investimento empresarial e a valorização da região.

Neste protocolo, assinado no último sábado, estabeleceu-se um acordo no sentido de desenvolver uma parceria dirigida à criação de uma plataforma de serviços de incubação baseada no know-how e nas competências detidas pela GrupUNAVE, de forma a que a instalação destes serviços no Concelho de Estarreja contribua para a alavancagem e consolidação da actividade empresarial e para a inovação do tecido empresarial local.

Fonte: Diário de Aveiro – 28 de Novembro

As empresas portuguesas são em maioria, micro sociedades

Um estudo elaborado pela ANJE – Associação Nacional de Jovens Empresários, em parceria com o Ministério da Justiça e tendo por base dados do IRN – Instituto dos Registos e do Notariado, conclui que:

  1. O tecido empresarial português é esmagadoramente constituído por micro empresas;
  2. Empregam em média três trabalhadores.

 

Este estudo sobre “O Perfil Dinâmico das Empresas Portuguesas” conclui, desde logo, que o tecido empresarial português é constituído esmagadoramente por micro sociedades, as quais empregam em média três trabalhadores. Existem actualmente 355.458 empresas (n.º das que declararam rendimentos em 2008), sendo que 236.872 são micro empresas, 39.628 pequenas empresas, 6.305 médias empresas e só 831 atingem a dimensão de grandes empresas.

Para além da sua reduzida escala, as nossas empresas encontram-se fortemente endividadas. Dispõem de capitais próprios muito reduzidos, pelo que a sua actividade está amplamente dependente de capitais alheios, em boa parte provenientes do sistema financeiro. Por outro lado, verifica-se a constante desvalorização do capital social das empresas, que assim perdem liquidez e vêem os seus problemas de tesouraria agravarem-se.

Estas empresas apresentam uma grande fragilidade dos capitais próprios, que 68.872 do total das empresas portuguesas não só não tem qualquer valor de capitais próprios como apresenta um saldo negativo de 9,6 mil milhões de euros.

Por outro lado, 153.647 das empresas tem um capital social de apenas 5000 euros; e 215.386 dessas empresas têm um capital social inferior a 25 mil euros.