IPAM – Palestra na Secundária de Estarreja

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No passado dia 5 de dezembro deslocaram-se à nossa escola três professores do IPAM de Aveiro (Instituto Português de Administração de Marketing), para dinamizarem atividades de enriquecimento curricular no âmbito do marketing.

Conquistaram uma plateia de alunos ( 12º H – Curso Profissional de Gestão, 11º N e 12º N – Curso Profissional de Marketing) e professores com o Dr. Joaquim Marques a introduzir o tema, mostrando a importância do marketing no desenvolvimento dos negócios. Marketing pode ser visto como um misto de arte, sedução e de ciência, na missão de satisfazer necessidades e realizar os desejos dos consumidores. A primeira manifestação do marketing na história da humanidade terá sido no paraíso, quando a famosa serpente de Adão e Eva ofereceu a sua suculenta e tentadora maçã. Eva “vendeu” o paraíso a Adão utilizando uma técnica muito simples, mas infalível a sedução… Por meio de metáforas relacionadas à sedução, o palestrante captou a atenção de todos, não deixando de ressaltar que o marketing “… é o processo de gestão responsável por identificar, antecipar e satisfazer de uma forma rentável as necessidades dos consumidores”.

Seguiu-se uma atividade focalizada nos 5 sentidos humanos, onde foram exploradas experiências através da criação de estímulos e sentimentos. Ficou provado que o cliente/consumidor não avalia um produto como um item isolado somente focado nos seus benefícios e características, mas sim na forma como ele se encaixa nas relações sensoriais produzidas, o que é capaz de remeter o cliente numa perceção de valor único.

Foi, inquestionavelmente, uma palestra bem conseguida, interessante e muito bem apresentada e que mereceu palavras elogiosas dos presentes.

Uma experiência a repetir.

Livro: "Buyology – A Ciência do Neuromarketing"

“Buyology”, publicado em 2008, é um dos livro que tem influenciado o conceito de  marketing nos últimos anos, pondo em causa muitas das convicções/mitos sobre o processo de tomada de decisão dos consumidores. O principal objetivo desta obra é precisamente preencher as lacunas existentes na explicação do comportamento dos consumidores, utilizando o Neuromarketing.


Autor: Martin Lindstrom

Editora e Data: Gestão Plus – 2009

(Original Doubleday 2008)

Palavras Chave:“Neuromarketing”; “Neurónios Espelho”; “Marcadores Somáticos”; “Branding Sensorial”; “Envolvimento Emocional”.

 

Trata-se de um livro obrigatório, considerado uma obra fundamental, muito influenciada pelo trabalho de António Damásio e é recomendado por Seth Godin e Phillip Kotler.

A sua conclusão mais importante é que, enquanto consumidores, o que dizemos não coincide com o que sentimos ou fazemos.

O Neuromarketing é definido pelo autor como: “ a conjugação de conhecimentos médicos, tecnológicos e de marketing, aos quais se acrescenta a possibilidade de analisar o cérebro de forma a compreender o que o estimula.”

Num mundo em que as mensagens publicitárias dominam e influenciam as decisão de compra, é necessário estudar a forma como o cérebro reage  e escolhe, sendo um instrumento essencial para os marketeers.

 

O poder do “status social” na motivação de compra de produtos verdes

Gostaria de partilhar com todos os leitores, este  interessante artigo de Carolina Afonso, especialista em marketing sustentável e  autora do livro “Green Target – As Novas Tendências do Marketing”

“Uma investigação levada a cabo conjuntamente pela Roterdam Business School, pela Minnesota University e pela New Mexico University divulgada recentemente revela que os consumidores optam por produtos verdes como veículos híbridos, detergentes ecológicos ou dispositivos energeticamente eficientes em detrimento dos seus homólogos convencionais, em grande parte para melhorar o seu status social.

 Os autores desta investigação concluíram que os consumidores estão dispostos a sacrificar o luxo e a performance para beneficiarem do suposto status social que a compra de produtos com menor impacto ambiental lhes pode conferir.

Segundo um dos autores, Bram Van den Bergh, conduzir um carro luxuoso mas com um impacto pouco ecológico comunica o bem-estar financeiro do consumidor, mas também sugere o seu grau de individualismo. Por seu turno, conduzir um híbrido, como o Prius, não só é revelador de bem-estar financeiro, porque este custa muito mais do que um carro convencional, como também demonstra que o proprietário se preocupa com o bem-estar da sociedade.

Através da metodologia adoptada para este estudo, os pesquisadores descobriram também que as pessoas são mais compelidas a consumir “produtos verdes” quando estão em público.

Num dos testes realizados, cerca de 168 estudantes foram divididos em dois grupos. O primeiro leu um texto sobre status social e o outro leu uma história em que não havia uma mensagem relativa a status. Instigados a fazer uma decisão hipotética de compra entre um automóvel “verde” e um convencional – com o mesmo preço, mas com luxo e performance superiores ao carro ambientalmente correcto – 37,2% do grupo de controlo escolheu o automóvel verde. Esta percentagem sobe para 54,5% no grupo que leu o texto com uma mensagem sobre status social. Os autores afirmam esta conclusão é reveladora de que instigar o desejo de status social pode ser um caminho para encorajar as pessoas a fazer “opções mais verdes”.

Num outro teste, 93 estudantes foram incentivados a fazer uma escala entre produtos verdes e convencionais do mesmo preço, dependendo do local da compra (em público ou em casa, via internet). Ao lerem um texto com uma mensagem relativa a status, como na primeira experiência, a preferência por produtos verdes em compras feitas em público foi bem maior do que em compras feitas de casa. Um terceiro teste demonstrou que compradores preocupados com status preferem produtos verdes quando estes são mais caros do que os similares convencionais.

Os autores deste estudo argumentam que as descobertas revelam uma forma ainda inexplorada de motivar o comportamento ambientalmente correcto, deixando indícios de que o poder do status social pode ser aproveitado como uma ferramenta crítica na promoção de mudanças significativas no comportamento de compra ecologicamente correcto.”

 Fonte: Imagens de Marca – Opiniões que marcam

Semana Nacional do Marketing

“Começa hoje a 11ª edição da Semana Nacional do Marketing, uma iniciativa da Associação Portuguesa dos Profissionais do Marketing (APPM). O ponto alto está reservado para quinta-feira, dia do Congresso Internacional do Marketing, marcado para o ISCTE (Lisboa), que abordará o tema Inovação em Tempos de Mudança. Jeremy Gutsche, fundador do Trendhunter.com, será o keynote speaker. Gutsche é também autor do livro Exploiting Chaos, que mostra como as empresas conseguem prosperar em tempos de crise.

Ao longo da semana vão decorrer os Encontros do Marketing no IPAM de Aveiro, de Lisboa e do Porto, na Escola Superior de Tecnologia de Abrantes, no Instituto Superior de Comunicação Empresarial, no Escola Superior de Gestão, Hotelaria e Turismo da Universidade do Algarve e na Universidade Lusíada de Vila Nova de Famalicão. A fechar a semana, na sexta-feira, será a vez do Congresso de Estudantes de Marketing e Comunicação, marcado para o ISCTE.”

 

Fonte: Meios & Publicidade

Semana do 12º Festival do Clube de Criativos

O programa do 12º Festival do Clube de Criativos de Portugal (CCP), este  ano dedicado ao tema “storytelling”, e que irá decorrer de 10 a 14 de Maio no espaço Atmosferas da ETIC  (Escola Técnica de Imagem e Comunicação  – Lisboa ) já está definido.

O Festival iniciou-se hoje, com a inauguração da exposição dos trabalhos premiados este ano; da exposição de Fotografia “Sai fora do Formato”, um conjunto de fotografias enviadas pelos sócios e simpatizantes do CCP para mostrar que há mais criatividade para além do dia-a-dia de trabalho; e da exposição dos trabalhos premiados no ADC*E – Art Directors Club of Europe.

No dia 13 de Maio, a partir das 19 horas, decorrem as Palestras Talking Heads, que sob o tema “Storytelling” irão contar com Nuno Artur Silva (humorista e escritor), Afonso Cruz (ilustrador, escritor e músico), Ricardo Miranda (criativo publicitário) e Cláudia Clemente (arquitecta, realizadora e escritora) para falar sobre a sua visão do tema e sobre uma marca com um significado especial nas suas vidas.

Para mais informações: http://www.clubecriativos.com/

The Marketing Service Time – 4ª edição

11 de Março será a data de realização da 4ª edição do QSP Summit, na Exponor.  “The Marketing Service Time” é a temática desta conferência internacional, a contar com Leonard Berry, Klaus Wertenbroch e Pedro Dionísio como oradores principais.
 
O recurso ao marketing em serviços é cada vez mais relevante para as organizações, que tendem a afirmar o seu diferencial na oferta de produtos com serviços agregados reconhecidos e valorizados pelo cliente, traduzindo-se em fidelização e aumento de rentabilidade. Por outro lado, também é inequívoca a importância determinante dos “touch points” no sucesso das organizações, onde o processo de operacionalização do serviço contará com inúmeros factores estratégicos que serão destacados nas diferentes intervenções da QSP Summit 2010.
 
Leia aqui o programa:
 
 
Fontes: Blogue: – FaceTuris

 

Marcas portuguesas entre as 500 mais valiosas do mundo

marcas 

Um estudo promovido pela Brand Finance, destaca várias marcas portuguesas entre as 500 mais valiosas do mundo. Nesta lista, cujos seis primeiros lugares cabem a empresas norte-americanas, estão colocadas empresas lusas como EDP e PT, evidenciam-se vários bancos nacionais.

A CGD, o BCP, o BES, o BPI e o Banif são as cinco marcas portuguesas de bancos mais valiosas do mundo, no entanto já nenhum banco português figura nos 100 mais valiosos.

A primeira posição entre as marcas nacionais pertence à Caixa Geral de Depósitos (CGD), cujo valor de marca cresceu de 958 milhões de euros no ano passado para 1,09 mil milhões de euros em 2010.

Porém, a CGD caiu da anterior 79.ª posição para a actual 101.ª do estudo «As 500 marcas de bancos mais valiosas do mundo», pelo que Portugal deixou de ter um representante no ‘top’ 100 global.

O Banco Comercial Português (BCP) ocupa o segundo lugar da tabela portuguesa, com o valor da marca a crescer para 626 milhões de euros em 2010, face aos 511 milhões de euros do ano passado, seguindo-se-lhe o Banco Espírito Santo (BES), que viu o valor da sua marca crescer de 220 milhões de euros em 2009 para os actuais 535 milhões de euros, mais que duplicando em apenas 12 meses.

Relativamente, às restantes marcas empresariais, destacam-se a EDP, na 192ª posição, com um valor de 4,4 mil milhões de dólares, e a PT, em 373º lugar, com 2,5 mil milhões de dólares, valor que é quase o dobro do registado em 2009 (1,35 mil milhões de dólares), segundo o mesmo estudo.

A brasileira Vivo, que apesar de não ser uma empresa portuguesa, tem uma relação muito estreita com a PT, também surge nesta lista, ocupando a 425ª posição.

A lista é liderada pela Walmart, cujo valor de marca é de 41,36 mil milhões de dólares, seguida pela Google, que passou da 5ª posição no ano passado para o 2º lugar este ano. Em terceiro lugar surge a Coca-Cola, com um valor de marca de 34,8 mil milhões de dólares.

Fonte: Jornal de negócios online