Livro do dia – Introdução à Ética Empresarial

 Introdução à Ética Empresarial

 

Introdução à ética empresarial

  • Autor João César das Neves
  • Editora Principia
  • Páginas 574

 

 

 

 

Como Ser bom e bem sucedido

Num momento em que a crise financeira e económica faz salpicar milhares de vezes a palavra “ganância” por textos jornalísticos, ensaísticos, humorísticos e de restante natureza; um trabalho sobre ética parece vir a propósito. Sobretudo quando nem todo os “Madoff” que pululuam pelo mundo estão numa barra de tribunal ou a caminho dela. César das Neves é claro: a ética não serve para atingir a perfeição, serve para ser boa pessoa. Isto é, com falhas e erros pelo caminho, o sucesso do empresário mede-se pela actuação no sentido de fazer o melhor possível.

Segundo o economista César das Neves “haverá com certeza livros mais curtos, incisivos, operacionais e simples” sobre o tema, mas esses são guias para “evitar sarilhos” e o autor tem uma missão mais nobre. “Ser boa pessoa, como todos sabemos, nunca é coisa que se consiga daquela forma que os executivos usam para conseguir as outras coisas. Por isso, não se pode resumir, simplificar, mecanizar”.

Para além de uma exemplar dissertação a nível científico, existem pequenos quadros com histórias, parábolas, aforismos, que ajudam a perceber os conceitos de forma divertida e que convidam à reflexão. São mais de duas centenas e meia de “histórias éticas” que vão desde um excerto do filme “O Padrinho”, a versos de Camões, passando pela fábula “o lavrador e a cegonha” ou pelo episódio da “Banqueira do Povo”.

A obra pretende dar orientação e não esquemas de actuação ou modelos prontos a aplicar. Poderá ser uma desilusão para quem procura um plano de acção/formação encontrar, sobretudo, princípios inspiradores. Mesmo assim, o autor aprofunda temas como concorrência, formação de preços, corrupção, publicidade e despedimentos que podem ser úteis a muitos gestores. Sem dar receitas sobre como se comportar para ser uma pessoa boa e bem sucedida.

Exposição “A Filosofia do Dinheiro”

Recomendo uma visita a esta exposição que tem como pano de fundo a actual crise financeira e a visão de artistas plásticos nacionais e estrangeiros sobre o dinheiro como “Deus da época moderna”.

Vai estar até 5 de Setembro no Pavilhão Branco do Museu da Cidade, em Lisboa.

A exposição reúne obras de 28 artistas nacionais e internacionais. Os portugueses Mariana Silva, Joana Bastos, Sara & André, Sparring Partners, Rita GT e Yonamine, e os estrangeiros Cildo Meireles, Michael Elmgreen & Ingar Dragset, Mads Lynnerup e Alfredo Jaar, entre outros.

O comissário Miguel Amado inspirou-se no livro “A Filosofia do Dinheiro”(1900). Partindo da obra do filósofo alemão Georg Simmel,  onde o autor expõe as suas teses sobre o predomínio do capitalismo, esta exposição reflecte e questiona os pressupostos deste sistema económico à luz da vigente crise financeira. As obras expostas, várias das quais resultaram de encomendas para esta exposição, perspectivam o dinheiro nas suas múltiplas vertentes simbólicas, desde meio de troca a ícone, passando pela significação da presente recessão económica. Através da visão crítica dos artistas participantes, perspectiva-se o dinheiro como o Deus da época moderna, para usar as próprias palavras de Simmel.

Para saber mais clique na imagem

Museu da cidade

Museu da Cidade de Lisboa

«A Filosofia do Dinheiro»

De: 2010-06-23 a 2010-09-05

Horários: 3ª,4ª,5ª,6ª,Sábado,Domingo

Livro do dia – Livro do desassossego tecnológico

Este livro procura explicar de que forma as novas tecnologias vieram revolucionar e influenciar a sociedade, a nível económico, social e comportamental.

capa_livro do desassossego tecnológico

Porque está o mundo  em desassossego?

Em regra culpa-se a economia, a política, o terrorismo, o ambiente ou os anacronismos que persistem.
Mas não se valoriza o papel da revolução digital em curso. As novas tecnologias alteraram radicalmente os modos de vida, o trabalho, as relações humanas, o pensar, o ser e o estar.
Geram ao mesmo tempo inovação e obsoletismo. Impõem mudança e velocidade.
Perante isto existem duas atitudes: resistir ou evoluir ainda mais depressa com base na criatividade. O autor defende a segunda opção.
O livro pode ser adquirido na WOOK.

Dia Mundial do Consumidor

Conheça os seus direitos enquanto consumidor!

Seja um consumidor exigente e protegido

mercado solidário A 15 de Março assinala-se o Dia Mundial dos Direitos dos Consumidores. 

Os consumidores são o grupo económico que mais importâncias tem na economia e, aquele que nunca é verdadeiramente escutado. Esta ideia proveniente de John Kennedy, protagonizou o nascimento do Dia do Consumidor, enaltecendo os direitos deste núcleo, à segurança, à informação, à escolha e a ser devidamente ouvido.

Vivemos numa sociedade em que somos todos consumidores, remonta ao século XVIII, momento da tão badalada Revolução Industrial. Comprando bens ou serviços para nosso uso particular, quer para consumo ou para venda, todos vivemos numa sociedade, na qual consumir é a lei a cumprir.

Na condição de  potenciais consumidores de qualquer bem ou serviço, temos o direito à qualidade dessa mesma compra. O vendedor terá que garantir o seu bem estar e funcionamento, através de uma determinada via. Por isso, se fala tanto na palavra garantia, um prazo de tempo determinado e estipulado na lei, dos bens e serviços que adquirimos.

Os consumidores têm igualmente o direito à protecção da sua saúde e segurança física, daí que, os produtos ou a prestação de serviços nestas condições, sejam automaticamente retirados do mercado, mal seja detectada essa situação. Assim, é também garantido que todas as pessoas devem ter acesso à informação que, engloba estes direitos.

O Direito à Informação para o Consumo, é muito importante. O próprio vendedor ou o fornecedor, deve ser responsável pela transmissão da informação. O chamado “segredo de fabrico” é, normalmente, uma fraude. Deve ter bem presente o prazo estipulado, para o devolução do produto, caso este não lhe venha a agradar. Os interesses económicos, numa relação de compra e venda devem estar, correctamente estipulados e defendidos.

O Direito à Prevenção e Reparação dos Danos, tal como o Direito à Protecção Jurídica e à Justiça Acessível e Pronta, deve ser também preservado. Se os serviços prestados não forem os melhores, o consumidor tem o direito de exigir o reparo, da mesma forma que, pode recorrer à justiça para salvaguardar os seus interesses e direitos.

Temos também o direito de ter alguém que nos represente, como é o caso de associações. Estas desempenham um papel importante e poderão levar mais além e, de uma forma mais credível os interesses do consumidor. Porém, o consumidor também tem deveres: o dever da solidariedade, da consciência crítica, da preocupação social, da consciência ambiental e o dever de agir, para que não seja explorado.

Podemos falar em vários tipos de  consumo, nomeadamente o consumo via Internet, nas lojas ou fora delas, vendas ao domicílio ou por correspondência, as vendas ambulantes, compras em saldos ou em época de liquidação total. Também igualmente se incluem os Serviços Públicos, gás, luz, água, telefone, compra de moradias ou andares, cosméticos, calçado ou mesmo prestação de serviço, em vários locais como por exemplo, as lavandarias.

Aprenda a valorizar o seu papel  na evolução do mercado e no desenvolvimento da economia nacional. Saiba que enquanto consumidor, tem direitos dos quais deve usufruir, nem que seja para, deixar a sua crítica, num simples livro de reclamações de um qualquer estabelecimento

 

Seja um consumidor informado, saiba mais sobre os seus direitos, consultando:

protecção aos consumidores

Fonte: Deco Proteste

Livro do dia – NEUROECONOMIA

Existe uma nova àrea do conhecimento científico designada Neuroeconomia. É resultado da junção dos conhecimentos da Neurociência aos conhecimentos da Economia. O tema desta obra, destina-se a pessoas que querem saber mais sobre os “mecanismos” económicos da vida em sociedade.

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1ª Edição

Formato 16 x 23,5 cm

344 páginas

Ano de publicação: 2009

P.V.P.: 22.90 euros

Edições Sílabo

 

 

Este é um livro de economia do comportamento, sobre a nossa vida real, os nossos comportamentos e atitudes, das escolhas e ambições, das nossas necessidades e futilidades, em suma, sobre o comportamento das pessoas e a sua influência na tomada de decisões económicas. 

A teoria económica tradicional olha,  para o comportamento como o resultado de um processo de tomada de decisão racional que avalia os custos e os benefícios das acções, visando maximizar a utilidade (felicidade, bem-estar).

A utilidade não pode ser medida objectivamente, não pode ser usada para prever o comportamento, que depende de pensamentos e sentimentos. O que determina a acção humana é o cérebro: é este o objectivo inscrito na sua anatomia. A Neurociência, que estuda o cérebro e o sistema nervoso recorrendo a instrumentos de imagiologia, conseguindo medir directamente pensamentos e sentimentos, oferece a possibilidade de avaliar, objectivamente, os processos de tomada de decisão, tais como, fazer ou não fazer determinado investimento ou consumir ou não consumir tal produto.

Pode consultar aqui o índice do livro

  

Livro do dia – Previsivelmente Irracional

Um bestseller do “New York Times”, escrito por um professor de Economia do Comportamento.

Porque é que as pessoas inteligentes tomam decisões irracionais todos os dias?

O grande objectivo deste livro é do explicar qual a influência das nossas expectativas e emoções, no processo de tomada de decisão.

 

Previsivelmente Irracional

  Previsivelmente Irracional

  Aprenda a tomar melhores   decisões

  Autor: Dan Ariely

  Edição/reimpressão: 2009

  Páginas: 240

  Editor: Estrela Polar

  Para comprar consulte: WOOK

 

 

 

 

 

Sobre o autor:

Aos 18 anos, ao serviço do exército israelita, uma explosão de magnésio provocou-lhe queimaduras de terceiro grau em 70% do corpo. A sua vida mudou da forma radicalmente. Esqueceu a Matemática e a Física na Universidade de Tel Aviv e transferiu a matrícula para Psicologia.

Dan Ariely é professor de Economia Comportamental no MIT, onde detém uma nomeação conjunta entre o Media Laboratory e a Sloan School of Management. Também é investigador do Banco da Reserva Federal em Boston e professor convidado da Universidade Duke. A sua obra está presente nos principais jornais académicos e também já publicou no New York Times, no Wall Street Journal, no Washington Post, no Boston Globe, no Scientific American e na Science. Divide o seu tempo entre Durham, Carolina do Norte, Cambridge, Massachusetts e o resto do mundo. Esteve recentemente em Portugal, numa conferência sobre Economia Comportamental.

 

Sobre o livro:

Porque é que as pessoas inteligentes tomam decisões irracionais todos os dias?

Este livro pretende dar resposta a esta questão. A partir de diversas experiências inovadoras, o economista comportamental Dan Ariely, demonstra como as nossas expectativas, emoções, normas sociais e outras forças invisíveis e aparentemente ilógicas, distorcem a nossa capacidade de raciocínio.

Cometemos erros todos os dias e temos tendência a repeti-los, constantemente. Não compreendemos os efeitos profundos que as emoções têm naquilo que desejamos e sobrevalorizamos o que já temos. Estes comportamentos desorientados não são aleatórios nem desprovidos de sentido, mas sistemáticos e previsíveis.


O autor explica como nos podemos libertar destes padrões sistemáticos de raciocínio e tomar melhores decisões. Desde pagar um café a perder peso, ou desde a compra de um carro à escolha de um parceiro romântico.  Previsivelmente Irracional não é apenas uma leitura fascinante. Tem o poder de mudar a forma como interagimos com o mundo, com uma decisão pequena de cada vez.

 

Previsivelmente Irracional – as palavras do autor