Social Innovation World Forum

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A edição de 2015 tem como tema “Investimento social: uma agenda para 2020”, e é promovida pela Fundação Calouste Gulbenkian e pela Portugal Inovação Social, com o apoio do Laboratório de Investimento Social.

Este fórum internacional pretende promover a discussão sobre os temas emergentes do investimento social, através de testemunhos inspiradores de empreendedores sociais nacionais e internacionais articulados com propostas de caminho para o futuro pela voz dos principais actores do mercado: investidores, organizações sociais e entidades do sector público.

Ao longo dos dois dias, o evento contará com oradores internacionais de renome, dos quais se destacam Marianne Thyssen (Comissária Europeia para o Emprego e Assuntos Sociais), Nick Hurd (ex-Ministro para o Terceiro Sector no Reino Unido), Pamela Hartigan (Diretora no Skoll Centre for Social Entrepreneurship da Universidade de Oxford), Mary Gordon (Fundadora do programa Roots of Empathy) e Uli Grabenwarter (Deputy Director no European Investment Fund).  A nível nacional, o evento terá a participação de Miguel Poiares Maduro (Ministro Adjunto e do Desenvolvimento Regional), Pedro Mota Soares (Ministro da Solidariedade, Emprego e Segurança Social) e Filipe Santos (Presidente da Comissão Directiva da Portugal Inovação Social).

O programa inclui ainda, no primeiro dia (25 de Junho), a participação de empreendedores internacionais como Chris Sheldrick, da What3words – um projecto que ganhou o reconhecimento da Wired; Stan Karpenko, fundador da Give Vision e que pretende revolucionar a forma como cegos e amblíopes se relacionam com pessoas e objectos; e, Miguel Neiva, criador da ColorADD – o primeiro código universal para daltónicos.

Para mais informações consulte: www.siwf15.com

 

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Ideia inovadora – Risco Sobre Rodas: APP que é o anjo da guarda dos condutores

O empreendedorismo no seu melhor!

Seis estudantes de Engenharia de Computadores e Telemática da UA desenvolveram uma aplicação que permite aos condutores saberem, em tempo real, qual o risco de terem um acidente. O ‘anjo da guarda’ dos condutores esteve em destaque no Primeiro Jornal da SIC.

Confira a notícia em http://uaonline.ua.pt/pub/detail.asp?lg=pt&c=42786

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Inteligência de Risco – Abordagem de Nelson S. Lima

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Achei interessante  a abordagem do Prof. Universitário Nelson S. Lima sobre  a INTELIGÊNCIA DE RISCO (apresentada no seu facebook), uma competência essencial a ser  “explicada e treinada nas escolas a partir dos 14 anos de idade”.

Aqui fica a partilha para reflexão! 

“Como alguns amigos já devem saber eu sou um fervoroso adepto da Teoria Triárquica da Inteligência de Robert Sternberg, o qual defende a existências de três inteligências humanas: a analítica, a criativa e a prática (ou executiva). É uma teoria que faz mais sentido do que a das Inteligências Múltiplas de H. Gardner, a maioria das quais são mais habilidades do que propriamente inteligências (o próprio autor o reconhece num dos seus livros).

A Risk Intelligence (inteligência de risco) permite-nos, em última análise, fazer uma avaliação das consequências de decisões antes de as tomarmos. É então uma inteligência que se processa através de intrincadas conexões entre diversos factores: capacidade de visualização, previsão, antecipação, recolha e cruzamento de dados, definição de objetivos, pré-avaliação, preparação de alternativas (plano A, plano B, etc.), estratégias, execução e monitorização. Processa-se, sobretudo, nos chamados “Lobos Frontais”, a região mais recente e mais evoluída do nosso cérebro.

É uma inteligência do tipo lógico-matemático mas é-lhe superior porque exige outros predicados cognitivos (ou intelectuais). Foi muito bem descrita por autores como David Apgar e Dylan Evans.

Deveria ser explicada e treinada nas escolas a partir dos 14 anos de idade e na universidade (especialmente em cursos como Gestão, Medicina, Engenharia, etc.).

Nelson S Lima

Fonte: https://www.facebook.com/nelson.s.lima?fref=tl_fr_box&pnref=lhc.friends

 

A magia das palavras com Jorge Ventura (cont.)

Aventureiro das palavras, qual empreendedor crítico e criativo, que tem o poder  das palavras certas, palavras diferentes.  

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Nada, como eu

“Confesso que me comovem os Homens simples, de imagem e postura esculpidas no ateliê do sorriso fácil e olhar expressivo, ávidos de atenção, de momentos de subversão do status da ausência, dolorosa, porque decorrente da indiferente presença de outros, de confusa proveniência, mas de diversa proeminência, postura, e até, prepotência.

Esses, os que me comovem, cujo tempo socalca o rosto, endurece a pele, subtrai o esmalte e ofusca o brilho, mendigam o tempo, de partilha, comunhão, participação.

Presentes, estão ausentes, ocupados em tarefas importantes, relevantes, que não dispensam o uso da mão, gretada e forte, desses, ausentes, sempre presentes, mendigos do tempo, de atenção, reconhecimento, gratidão.

Esses, os que me comovem, ocupam o espaço, vazio, na multidão da indiferença, olham em redor, com olhar expressivo, e percebem a ausência da consciência da sua presença, são nada, nadas, numa solitária existência, individual ou adicionada, mas cuja soma é, invariavelmente, nada.

Suceder-se-ão os dias, os meses, os anos, e esses, os que me comovem, limitados no tato, no afeto, na atenção, continuarão a ver subtraída a razão adstrita à nobre ilusão de, sendo o que são, serem, como os outros, parcelas de uma mesma adição.”

Aos Homens simples

UA cria mosaicos que reduzem a fatura energética

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A Universidade de Aveiro está na vanguarda da investigação universitária em Portugal e no mundo.

Deixo-vos com mais um exemplo, disso mesmo.

“O Departamento de Materiais e Cerâmica da Universidade de Aveiro (UA) criou uma série de novos materiais que estão a ser incorporados em pavimentos e revestimentos cerâmicos, que demonstram um comportamento mais eficiente do ponto de vista energético que os pavimentos ou revestimentos convencionais. Estes novos materiais atenuam as transferências de energia com o exterior e diminuem a amplitude térmica no interior dos edifícios – que se traduz numa poupança na factura da electricidade mas também em menores emissões de gases com efeito de estufa para a atmosfera.

Os novos mosaicos, que já estão testados para aplicação em pavimentos, são compostos por duas camadas: uma camada densa que pode assumir aspectos e cores diversas e uma camada inferior, mais porosa, composta por um material com mudança de fase que tem como característica principal a capacidade de reter durante o dia a energia que será dissipada à noite, sob a forma de calor.

Estes novos materiais cerâmicos “demonstram um comportamento mais eficiente, do ponto de vista energético, do que os pavimentos/revestimentos convencionais, tendo-se verificado uma atenuação das transferências de energia com o exterior e uma diminuição da amplitude térmica no interior dos edifícios”.

Fonte:http://greensavers.sapo.pt/

Inovação sustentável – Telhas fotovoltaicas

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Mais uma inovação sustentável no mercado da construção civil que está a ser divulgado na Europa e Estados Unidos. São as telhas solares mais conhecidas por telhas fotovoltaicas, fabricadas apenas no Brasil. Estas telhas  substituirão os painéis solares.

As telhas fotovoltaicas possuem no seu corpo, células solares ou fotovoltaicas encapsuladas ou sobrepostas, não produzindo um custo suplementar, pois as telhas são colocadas à semelhança do que se faz para as telhas normais.

Fonte: http://www.fazfacil.com.br/

Primeira edição do Prémio Literário Nortear – decorre até 30 de setembro

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A primeira edição do Prémio Literário Nortear, no valor de dois mil euros, foi lançada a 12 de junho e decorre até 30 de setembro, para incentivar a criatividade dos jovens escritores da Eurorregião Galiza – Norte de Portugal.

Esta iniciativa corresponde ao «primeiro ato concreto de cooperação» cultural transfronteiriça, aceita candidaturas dos residentes na Eurorregião «menores de 36 anos» e insere-se num projeto de colaboração mais abrangente que pretende, no futuro, ter «implicações no turismo, no emprego e na economia» das duas regiões, notou Anxo Lourenço, conselheiro da Cultura da Junta da Galiza, na cerimónia de apresentação do prémio que decorreu hoje na Casa Allen, no Porto.

Dedicado a obras originais escritas nas línguas portuguesa e galega, no género de relato curto/conto, o regulamento do galardão prevê, para além do prémio pecuniário de dois mil euros ao vencedor do concurso, «a publicação da proposta criativa ganhadora numa edição portuguesa e noutra em galego, acrescentou Anxo Lourenço.

Fonte: Diário Digital