Vasco Graça Moura – 1942/2014

VASCO GRAÇA MOURA, um vulto da nossa literatura, deixou-nos hoje. Formado em Direito, além de escritor, poeta, tradutor e ensaísta, Graça Moura foi, também, político e uma das vozes mais críticas do novo Acordo Ortográfico.

«Autor de quase 30 livros de poemas, de Modo Mudando (1963) a O Caderno da Casa das Nuvens (2010), foi ainda um tradutor épico, que parecia ter particular prazer em impor-se desafios colossais, como o de verter em português a Divina Comédia e a Vita Nuova de Dante, ou as Rimas e Triunfos de Petrarca, ou os Testamentos de François Villon, ou ainda a integral dos Sonetos de Shakespeare.

É por estas duas dimensões, a de poeta e a de tradutor, que é mais reconhecido, e foram elas que lhe valeram as principais distinções atribuídas à sua obra, a começar pelo Prémio Pessoa, em 1995, e incluindo a criteriosa Coroa de Ouro do Festival de Struga, na Macedónia, que recebeu em 2004 – entre os vencedores das três edições anteriores contam-se dois prémios Nobel: Tomas Tranströmer e Seamus Heaney – e o Prémio Nacional de Tradução atribuído em 2007 pelo Ministério da Cultura italiano.»

Recordemo-lo  em, Ler Mais, Ler Melhor (programa televisivo) – Livro da vida de Vasco Graça Moura, Os Lusíadas de Luís Vaz de Camões.

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