Momentos históricos do 25 de abril …

Ao celebrar-se hoje o 39.º aniversário da Revolução dos Cravos, deixo aqui uma interessante série de imagens publicadas pelo EXPRESSO online, que mostra alguns dos melhores momentos que ficaram na história das comemorações do DIA DA LIBERDADE.

( clique na imagem para aceder à galeria de imagens) 
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Fonte: http://expresso.sapo.pt/ 

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Mais momentos…  Faces que ficam pra a história…

Capas de jornais (25 de Abril de 1974)

1.ª Página do jornal “República”

1.ª Página do jornal  “A Capital”

1.ª Página do jornal  “Diário Popular”

1.ª Página do jornal  “Diário de Notícias”

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Educação Financeira – Ei – Novo portal do Montepio

Muito do nosso futuro é previsível, mas pode surpreender-nos. Pare para pensar no seu futuro, pensar no que quer para a sua vida, pensar nos seus sonhos e nos seus objetivos de vida.

Refletir sobre finanças é algo simples. Basta começar …

Consulte o Ei,  o portal de Educação Financeira do Montepio, que pretende informar, esclarecer e responder às suas questões. Não se esqueça que todos somos o resultado das nossas ações.

(clique na imagem e aceda ao site)

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5 ideias para Portugal vencer a crise

Segundo Sérgio Rebelo, economista e professor,  na Kellogg School of Management nos Estados Unidos, existem caminhos de saída para a crise nacional.

O professor foi o convidado da terceira sessão dos Encontros da Junqueira, organizados pela Associação Industrial Portuguesa.

O principal objetivo foi refletir sobre os principais temas da atualidade.  Portugal precisa de aprender a vender aquilo que os mercados procuram, e não aquilo que as empresas nacionais consideram que é bom.

O reputado economista apresentou 5 ideias que considera serem solução para ajudar a ultrapassar a crise:

1. Vender o que o mercado procura
"Os portugueses querem vender aquilo que funciona no mercado interno", defendeu Sérgio Rebelo. "Acham que sabem o que é a qualidade e é isso que querem vender", continuou o professor, "mas o mercado português é pequeno e idiossincrático, por isso a ideia não funciona". O economista deu o exemplo do vinho, defendendo que este é um sector onde as empresas precisam de apostar em marcas mais fáceis de internacionalizar.

2. Apostar mais nos extremos da cadeia de valor
Com a emergência da produção chinesa e da tecnologia, a cadeia de valor de um produto alterou-se, explicou o professor. A produção propriamente dita perdeu valor, enquanto os dois extremos – a criação e desenvolvimento do produto, mais o design, o branding e venda a retalho – ganharam valor. A economia portuguesa "precisa de colocar mais ênfase nos extremos da cadeia de valor", defendeu Sérgio Rebelo.

3. Ser a porta de entrada das multinacionais na Europa
A grande vantagem de produzir localmente é gerir o risco cambial, já que permite ter os custos e as vendas na mesma moeda, explicou o economista. Assim sendo, "por que é que Portugal não há-de criar as condições para que as multinacionais que querem produzir em euros, produzam em Portugal", questionou.

4. Tornar os produtos mais simples e baratos
"Nos próximos 20 anos, os países em vias de desenvolvimento vão procurar luxo, mas os países desenvolvidos vão procurar valor", sublinhou Sérgio Rebelo. O professor explicou que uma saída possível é olhar para os produtos ou serviços que já existem, mas que são caros porque têm um grau de complexidade e de funcionalidade muito levados, e simplificá-los. Desta forma, podem tornar-se mais baratos e responder à procura dos mercados emergentes.

5. Ser uma economia mais amiga do investimento
"A economia portuguesa precisa de melhorar o ambiente económico e de se tornar mais amiga do investimento", defendeu o professor. Sérgio Rebelo frisou que para que haja investimento é preciso resolver o problema da incerteza, que continua por ser eliminada.

In http://economico.sapo.pt/noticias

Programa FAME (apoios) – Empreendedorismo no feminino

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“O FAME é um Programa de Formação e Consultadoria de Apoio à Criação de Empresas, destinado a apoiar mulheres empreendedoras. O programa destina-se a mulheres, que pretendam integrar o mercado de trabalho através da criação do próprio emprego e que queiram apostar na concretização das suas ideias de negócio.

O modelo de actuação do FAME promovido pelo IFDEP assenta na combinação de vários eixos de apoio. A necessidade de intervenção ao nível do desenvolvimento das competências das pessoas ligadas aos novos projectos, assume-se como factor central para o alcance dos objectivos estabelecidos e para a promoção do espírito empreendedor e da capacidade de iniciativa individual.

Para que este trabalho inicial dê bons resultados É necessário ir mais além. A formação é indispensável mas não suficiente por si só. O apoio ao nível dos primeiros passos da vida das empresas reveste-se da maior mportância, altura em que o apoio de um consultor experiente é decisivo para o vingar das iniciativas.

Destinatários:

Mulheres empregadas ou desempregadas que pretendam integrar o mercado de trabalho, designadamente por via da criação do próprio emprego. Será dada preferência a Formandas que possuam projectos de criação de empresas já delineados e que se apresentem coerentes.

Grande parte do sucesso do Programa estará intimamente ligada com a capacidade de seleccionar correctamente as formandas. A forte promoção do Programa FAME junto dos principais órgãos de comunicação e o envolvimento de parceiros locais estratégicos são aspectos de grande importância”.

Fonte: http://fame.ifdep.pt/ 

Ideias inovadoras – Papel reciclado que pode ser plantado

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A integração do conceito de sustentabilidade no processo de inovação empresarial,  é sempre  uma mais valia,  uma oportunidade de novos negócios,  que se pretendem ver envolvidos na criação de um mundo mais sustentável.

Deixo-vos, na íntegra, uma notícia da www.quererarriscar.com.

“Chama-se Papel Florescente, é uma empresa portuguesa e pioneira no fabrico e comercialização de papel reciclado que pode ser plantado e dar origem a plantas vivas.

“Produzimos, de forma completamente artesanal e ecológica, folhas de papel reciclado que recebem sementes de flores e plantas durante o seu processo de fabrico. Isso permite que elas possam ser plantadas, gerando plantas vivas”, explicou ao Green Savers Nuno Bernardes, responsável pela Papel Florescente“.

Contorne a CRISE – Casos de sucesso

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Apreender. Empreender. Aprender fazendo. Criar, sentir e respirar um conceito. Fazer acontecer e perdurar, evoluindo. Ser empreendedor é isto mesmo. Está na moda, sobretudo por causa da crise.

Nada como perceber, na prática, o que é com quem o faz. Bons exemplos. Histórias de vida, mais do que empregos. Trabalho. Muito trabalho, com todo o gosto.

Fonte: http://www.tvi24.iol.pt/503/economia

Aqui ficam alguns casos de desempregados que deram a volta e contornaram a crise criando negócios de sucesso.

Leia  as reportagens e deixe-se contagiar:

De assessor do Governo a cozinheiro, com todo o gosto

Esta Horta é uma agência de criatividade

Uma rede social para dois, um negócio para o mundo

A padaria de bairro que respira portugalidade

Ponto por ponto, a costurar pelos animais

Do amargo desemprego a doces desafios

Guesthouse Sweet Lisbon River: trabalhar só das 9 às 5 ou ser feliz?

NATA Lisboa, o franchising já estava no forno antes do ministro falar

A «febre» de ideias que contagiou 9 amigos