Exposição “A Filosofia do Dinheiro”

Recomendo uma visita a esta exposição que tem como pano de fundo a actual crise financeira e a visão de artistas plásticos nacionais e estrangeiros sobre o dinheiro como “Deus da época moderna”.

Vai estar até 5 de Setembro no Pavilhão Branco do Museu da Cidade, em Lisboa.

A exposição reúne obras de 28 artistas nacionais e internacionais. Os portugueses Mariana Silva, Joana Bastos, Sara & André, Sparring Partners, Rita GT e Yonamine, e os estrangeiros Cildo Meireles, Michael Elmgreen & Ingar Dragset, Mads Lynnerup e Alfredo Jaar, entre outros.

O comissário Miguel Amado inspirou-se no livro “A Filosofia do Dinheiro”(1900). Partindo da obra do filósofo alemão Georg Simmel,  onde o autor expõe as suas teses sobre o predomínio do capitalismo, esta exposição reflecte e questiona os pressupostos deste sistema económico à luz da vigente crise financeira. As obras expostas, várias das quais resultaram de encomendas para esta exposição, perspectivam o dinheiro nas suas múltiplas vertentes simbólicas, desde meio de troca a ícone, passando pela significação da presente recessão económica. Através da visão crítica dos artistas participantes, perspectiva-se o dinheiro como o Deus da época moderna, para usar as próprias palavras de Simmel.

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Museu da cidade

Museu da Cidade de Lisboa

«A Filosofia do Dinheiro»

De: 2010-06-23 a 2010-09-05

Horários: 3ª,4ª,5ª,6ª,Sábado,Domingo

Apoios ao empreendedorismo…

Despacho n.º 10554/2010, de 24 de Junho 

No âmbito das medidas de promoção da empregabilidade, foi publicado este despacho  que define o regime de acesso aos apoios concedidos no âmbito da tipologia de intervenção n.º 5.4 «Apoio à inserção de desempregados», do eixo n.º 5 «Apoio ao empreendedorismo e à transição para a vida activa», do Programa Operacional Potencial Humano.
Destinado a desempregados que se encontrem abrangidos pelo subsídio de desemprego, pelo subsídio social de desemprego ou pelo rendimento mínimo de inserção, estes apoios visam:

  • promover a empregabilidade junto daqueles, através da melhoria das suas competências socioprofissionais;
  • evitar o risco de isolamento, marginalização e desmotivação dos desempregados, levando, para isso, a cabo o seu contacto com trabalhadores e actividades profissionais;
  • apoiar actividades indispensáveis ao normal funcionamento da sociedade, nomeadamente aquelas que satisfaçam necessidades locais ou regionais.

De referir que este regulamento é apenas aplicável às regiões Norte, Centro e Alentejo.

Fonte:E-Newsletter Novas Oportunidades nº 17