Pensamento do dia

De todas as características que são vulgares na natureza humana a inveja é a mais desgraçada; o invejoso não só deseja provocar o infortúnio e o provoca sempre que o pode fazer impunemente, como também se torna infeliz por causa da sua inveja. Em vez de sentir prazer com o que possui, sofre com o que os outros têm. Se puder, priva os outros das suas vantagens, o que para ele é tão desejável como assegurar as mesmas vantagens para si próprio. Se uma tal paixão toma proporções desmedidas, torna-se fatal a todo o mérito e mesmo ao exercício do talento mais excepcional.

Bertrand Russell, in “A Conquista da Felicidade”

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10 razões para investir nos mercados emergentes

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O termo “mercados emergentes” já tem 25 anos. Refere-se ás economias que estão em fase de rápida expansão económica. Dezenas de países podem ser considerados “emergentes”, mesmo que estejam acrescer a um ritmo próprio e tenham oscilações durante o processo.

Este conceito começou por se aplicar às economias asiáticas, os chamados NIP’S – Novos Países industrializados,  que apresentavam uma taxa de crescimento acelerada, tendo sido aplicada também, às economias dos países do leste europeu depois da queda do Muro de Berlim. À medida que crescia o interesse pelas economias de mercado, os investidores começaram a olhar para a América Latina, procurando mercados emergentes e, por fim, para países como Indonésia, Tailândia, China, Índia e Rússia.

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São vários os motivos para investir nos mercados emergentes. Desde as elevadas taxas de crescimento, passando pelo consumo em expansão, até à elevada necessidade de infraestruturas.

1 – Elevadas taxas de crescimento
À semelhança dos últimos anos, os mercados emergentes deverão continuar a registar taxas de crescimento bastante superiores às das economias desenvolvidas. Países como a China, Índia e Brasil deverão reportar este ano subidas do PIB próximas dos dois dígitos.

2 –  Melhor demografia
Um dos pontos fortes das economias emergentes é a demografia. Para os analistas do Citigroup, as questões demográficas apresentam um “outlook” atractivo no Médio Oriente, África e no Sul da Ásia.

3 –  Menor exposição à crise do crédito
Embora não tenham escapado imunes à crise financeira que se abateu sobre os mercados no Verão de 2007, esta é uma crise que foi gerada no seio da banca dos países desenvolvidos. Assim sendo, os bancos dos emergentes surgem com balanços livres dos problemas do “subprime”.

4 – Necessidade de infraestruturas
Um dos principais problemas dos países emergentes é a grande necessidade de infraestruturas. Auto-estradas, hospitais ou escolas são algumas das infraestruturas em défice nestes países. Para o Citigroup, os mercados emergentes vão precisar de investir fortemente na construção de infraestruturas nos próximos anos.

5 –  Consumo interno em expansão
Durante vários anos, o consumo das populações dos mercados emergentes limitavam-se aos bens de necessidade primária e à alimentação. No entanto, em países como o Brasil ou a China, a população tem vindo a ganhar poder de compra. Banca, telecomunicações ou retalho são alguns dos sectores que podem beneficiar.

6 –  Ricos em recursos naturais
Os mercados emergentes controlam a maioria dos recursos naturais a nível mundial. Petróleo, metais e outros recursos naturais abundam nestes países. Esta posição dominante abre oportunidades para as empresas de matérias-primas bem colocadas nestes mercados.

7-  Intensificação dos negócios de Fusões & Aquisições
Depois de um ano de fortes ganhos nas bolsas, a expectativa dos analistas aponta para um regresso do movimentos de fusões e aquisições. Um movimento que deverá ser liderado pelas empresas dos mercados emergentes.

8 – Elevado potencial das acções
Um dos temas de investimento para 2010 é, sem dúvida, a aposta nos mercados emergentes. A maioria dos analistas acredita que continua a haver potencial de valorização nestes mercados, apesar da escalada dos últimos meses.

9 – Empresas com balanços sólidos
A rápida intervenção dos governos dos países em desenvolvimento, através da implantação de programas de estímulo, permitiu aos emergentes recuperarem mais rapidamente. Além dos planos de apoio, as empresas adoptaram programas de contenção de custos rigorosos para preservar resultados.

10 – Perspectivas de recuperação
A retoma económica deverá consolidar-se em 2010, impulsionando a economia global.
Os mercados emergentes vão liderar o crescimento.

Fonte:Jornal de Negócios on line

Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa

O Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa afigura-se como algo  inevitável nas nossas vidas.

Pois é bom que nos vamos habituando às novas regras. Concorde-se ou não, teremos até 2012 para nos acostumarmos a tudo isso.

O acordo ortográfico começa a entrar nos media portugueses. Fiquem atentos a esta nova realidade…

Desde o dia 30 de janeiro,  que a agência Lusa já  aplica o Acordo Ortográfico em todas as notícias. Os jornais Expresso e Diário Económico vão adotar nos próximos meses as normas do Acordo Ortográfico, à semelhança do que a agência Lusa começou a fazer hoje, disseram os diretores destes títulos.

“Faz sentido a comunicação social portuguesa adotar o Acordo Ortográfico. O Expresso vai, seguramente, adotá-lo e só ainda não o fez porque temos alguns problemas técnicos relacionados com o sistema editorial e com o corretor ortográfico que estamos neste momento a tentar superar”, disse à Lusa o diretor do semanário, Henrique Monteiro.

O diretor do Expresso prevê, no entanto, que “seja uma questão de meses” até que o jornal adote as normas do Acordo Ortográfico.

Opiniões:

O (des)acordo ortográfico, segundo Vasco Graça Moura  ( consulte, clicando na frase)

Saramago disse algo interessante: “Gosto da minha língua tal qual a escrevo mas não posso impor a 150 milhões de pessoas os meus gostos pessoais… Mas recordo que aprendi a escrever mãe com ‘e’, depois mandaram escrever com ‘i’ e depois voltaram a mandar escrever com ‘e’, quando a mãe era sempre a mesma.”

Consulte, aqui, o Guia prático para perceber o Acordo Ortográfico.

( clique na imagem )

Fonte: Visão online

Não deixe de consultar, também: 

  • O Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa, publicado em Outubro pela Porto Editora, está disponível gratuitamente na Internet. A obra teve orientação científica do linguista João Malaca Casteleiro e está disponível em,

  http://www.infopedia.pt.