2ª.Sessão sobre Empreendedorismo e formação em criação de empresas em Estarreja

No âmbito do Contrato Local de Desenvolvimento Social do concelho de Estarreja “7 Desafios em Rede” vai-se realizar no dia 17 de Fevereiro de 2010 uma Sessão de Sensibilização  sobre  o  Empreendedorismo  e de Formação ao nível da Criação de Empresas. 

 A sessão  será  realizada nas instalações da Incubadora de Empresas de Estarreja,  no edifício do Antigo Colégio  pelas  14h30m. Esta Sessão de Sensibilização destina-se a todos os desempregados  ou pessoas  à  procura do primeiro emprego.  

 

Todas as pessoas interessadas em participar na sessão, devem-se  inscrever  até  dia 16 às 12h00m e basta enviar um e-mail para o seguinte endereço:

Tenha em conta as seguintes informações:

 Nome, Data de Nascimento, Idade, Nº BI ou Cartão de Cidadão, Habilitações Literárias e Situação Profissional. 

Para mais informações:       

E-Mail: clds7desafiosemrede@gmail.com   

 

Telefone: 234 197 941      

Inscreva-se, a participação é gratuita!   

  

 

Portal – Royal Society com a biografia de Isaac Newton …

Mais um excelente portal, este da Royal Society onde se encontra digitalizada a biografia manuscrita de Isaac Newton onde é possível confirmar que foram as maçãs que o inspiraram a desenvolver a Teoria da Gravitação Universal. Até agora o manuscrito tinha permanecido escondido nos fundos da Royal Society, que comemora em 2010 o seu 350º aniversário e quer marcar a data com a publicação do manuscrito através do site www.royalsociety.org/turning-the-pages. Mas outras obras, também aqui podem ser consultadas.

Livro do dia – O Empreendedorismo como tema…

Em vez de um,  serão referenciados 2 livros sobre a mesma temática, “O EMPREENDEDORISMO”, da mesma colecção e editora…

 Num mundo em vertiginosa mudança, o conhecimento é a principal arma dos jovens que cultivam os valores do empreendedorismo empresarial. Este livro afigura-se, por isso, como uma excelente ferramenta para todos os que, animados por uma constante atitude de desafio, demonstram dinamismo e criatividade para concretizar as suas ideias de negócio.

Este livro é identificado como um guia para estimular a energia de qualquer empreendedor. Aborda temas como trabalhar melhor e não mais; relacionar-se com os clientes actuais e futuros; promover a empresa no mercado, e outros temas práticos que ajudarão os jovens estudantes e empresários a enfrentar os desafios de qualquer novo negócio.

 

Autor: Simon Tupman
Título: “Por que é que os empreendedores devem comer bananas”
Editora:  
Actual Editora

Este segundo livro,  relata a experiência de dois irmãos que fundaram a famosa marca de cafetarias do Reino Unido, “Coffee Republic”. Os autores abandonaram vidas profissionais de sucesso para apostar num sonho – construir a melhor cadeia de cafetarias do Reino Unido.

Oito anos depois, Sahar e Bobby Hashemi eram já dois dos mais bem sucedidos jovens empreendedores do país. Num discurso informal e prático, os autores, e protagonistas desta história de sucesso, conduzem o leitor pelas etapas, nem sempre fáceis, que levaram à construção do seu negócio. Do brainstorming aos business plans, partilham a sua experiência e oferecem dicas e conselhos úteis a quem pretenda enfrentar desafios semelhantes.

Autores: Bobby Hashemi e Sahar Hashemi
Título: “Qualquer um consegue”
Editora:  Actual Editora

ESE abre as portas à Europa – Programa Leonardo da Vinci, Inscrições abertas

Escola Secundária de Estarreja, escola viva, de qualidade, aberta à reflexão, à sociedade e à mudança, abre as portas à Europa cumprindo “a finalidade essencial do ensino que continua a ser a de conduzir cada jovem tão longe quanto lhe permitam as suas aptidões, considerada a necessidade de construir o futuro das sociedades democráticas e cada vez mais pluralistas sobre os múltiplos e variados talentos dos jovens” (OCDE -1984).

 No âmbito do Programa Leonardo da Vinci, mais de 6000 jovens realizam todos os anos um estágio numa empresa europeia, que constitui uma experiência única para todos os que deles beneficiam.  Valorizar e desenvolver competências profissionais e de adaptação a novas organizações, melhorar a sua capacidade de resposta a novos desafios, estimular o empreendedorismo e a capacidade de trabalhar em contextos multiculturais, reforçando a sua preparação para enfrentar um mercado de trabalho complexo e exigente, são os principais objectivos do programa Leonardo da Vinci.

Nova porta aberta ao Empreendedorismo – Aveiro

“A Universidade de Aveiro, o IAPMEI e mais 12 instituições, entre elas a Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia, assinaram um protocolo para a constituição da plataforma FINICIA – Eixo 2, um projecto que incentiva  o empreendedorismo com o financiamento para a criação de novas empresas.[…]

O Eixo 2 é uma nova acessibilidade para a criação de empresas, direccionada à promoção de empresas da base zero, daí a participação de uma rede tão alargada de parceiros, nomeadamente ligados ao Ensino Superior, como é o caso da academia aveirense, que já faz parte da plataforma Finicia Aveiro/Viseu.

Realça-se o facto de a UA já integrar a rede de associados da Inovagaia, um Centro de Incubação da Base Tecnológica, de Vila Nova de Gaia, que tem como missão acolher projectos de investigação e desenvolvimento, bem como a criação de novas empresas de base tecnológica.” […]

In Diário de Aveiro, 18 de Janeiro de 2010

PROGRAMA FINICIA – EIXO 2

O Programa FINICIA tem como objectivo promover a concretização de projectos inovadores e facilitar o acesso ao financiamento pelas empresas de menor dimensão, proporcionando-lhes recursos essenciais ao desenvolvimento da actividade nas fases iniciais do seu ciclo de vida.

Através de uma rede de centenas de entidades, o Programa desenvolve desde actividades de sensibilização para o empreendedorismo e divulgação das condições de apoio à transformação de ideias de negócio em projectos empresariais, e a empresas em fase de arranque, até ao apoio à execução de planos para ideias de negócio com carácter inovador.

Para se submeter uma candidatura a um plano de negócios, os interessados podem fazê-lo através da Bolsa de Ideias e de Meios online, ou através de um dos parceiros que integre uma das Plataformas FINICIA, nomeadamente a Universidade de Aveiro.

Consulte:

PME PORTUGUESAS: Doze pequenos e médios desejos para 2010

Actualmente, existem em Portugal, cerca de 350 mil PME, com uma média de seis trabalhadores por empresa. Se cada uma dispensar um trabalhador, o aumento do desemprego sobe para 360 mil desempregados.

Business angels

A manutenção dos postos de trabalho é uma principais preocupações de José Alves da Silva, recentemente eleito presidente da PME Portugal – Associação das PME – Pequenas e Médias Empresas de Portugal. 

Falhas de segurança, é outro dos problemas apontados por José Alves da Silva. Segundo diz, deveria haver um maior policiamento das empresas, um processo que, regra geral, envolve muita burocracia e é custoso. O vice-presidente da PME Portugal, Paulo Peixoto, acrescenta que “os principais problemas das PME continuam a ser, e cada vez mais, a falta de liquidez e de alavancagem financeira, que lhe permitam manter-se competitivas”. As empresas estão assim, “estranguladas” na sua tesouraria e a carga fiscal é uma séria ameaça à sua competitividade. A falta de apoios reais ao empreendedorismo é outra das dificuldades apontadas por Peixoto. As ideias necessitam de maturação e é preciso que se criem mecanismos de ajuda para que os empreendedores possam dedicar-se a elas. “Para os empreendedores, o mercado nacional está perfeitamente esgotado (…). Uma das solução passa pela actuação no mercado internacional.” “O desenvolvimento e a competitividade só devem poder ser atingidos num ambiente sócio-cultural nacional e europeu, que privilegia o diálogo social”, acrescenta Alves da Silva.

Por isso, deviam ser aceites modelos de relações de trabalho que respeitem as regras da conservação do ambiente e da responsabilidade social das empresas. 

A associação, vai propor ao Governo medidas nacionais, regionais e locais sobre todos os temas sociais e económico-financeiros que directa ou indirectamente estejam relacionados com as micro, pequenas e médias empresas.

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Os 12 desejos das PME

Para a PME – PORTUGAL, o governo devia integrar já, no orçamento de Estado para 2010, determinadas medidas destinadas  a  ajudar as micro, pequenas e médias empresas a enfrentarem as dificuldades que a crise trouxe. Para tal, propõem 12 medidas:

1. Reduzir impostos

A PME Portugal defende a redução do IRC para pequenas empresas a uma taxa global de 15%.

2. Novos créditos para as empresas
Paulo Peixoto chama a atenção para as elevadas taxas de imposto de selo que incidem sobre os empréstimos bancários. Além do acesso ao crédito ser restrito, quem o tem, tem também uma maior necessidade de o renovar, obtendo um maior impacto dessas taxas.
3. Regime Simplificado para Pequenas Entidades
O pagamento do IVA ao Estado deve ser efectuado após o recebimento da factura. Alves da Silva considera que as empresas contempladas com o Sistema de Normalização Contabilística – Pequenas Entidades (SNC -PE) deveriam ter as mesmas condições das pessoas singulares, que são dispensadas da obrigatoriedade de pagar o SNC. Para isto, bastaria contemplar as pequenas entidades (com menos de 20 trabalhadores), que não “realizem na média dos últimos três anos um volume de negócios superior a 150 mil euros”.
4. Criar mais emprego
“É fundamental o apoio à contratação”, diz Paulo Peixoto. Se cada uma das PME empregar um trabalhador, o desemprego baixa sensivelmente para metade. Por outro lado, se prescindir de um, o desemprego chegaria perto de um milhão de desempregados.

5. Apoiar a investigação

Tem de existir mecanismos paralelos de apoio que permitem esse mesmo investimento.

6. Fomentar uma política para a internacionalização

Para o vice-presidente da PME Portugal, é urgente definir uma política para a internacionalização, que catapulte as PME para uma actuação global, não apenas circunscrita ao mercado português. Este perde, diariamente, poder de investimento e de compra.

7. Apoiar a tecnologia e formação profissional
Devem ser atribuídas verbas para apoios destinados à formação e aquisição de equipamentos relacionados com as Tecnologias de Informação, bem como o reforço dos incentivos da iniciativa Novas Oportunidades.

8. Fazer investimentos de curto prazo

“Impõe-se a moderação salarial e investimento público de proximidade, com efeitos de curto prazo e que envolva tecnologia, ‘know-how’ e capital humano portugueses”, adianta Francisco Balsemão.

9. Incentivar a segurança

A atribuição de verbas ao reforço dos quadros de pessoal das Policias e do seu equipamento, nomeadamente instrumentos de defesa e de vídeo vigilância em todos os postos e viaturas policiais, é outro dos desejos de Alves da Silva.

10. Combater a pobreza

Para o presidente da PME Portugal, o Estado deve definir verbas que combatam todas as formas de pobreza, detectando e punido todos os que recorrerem a fraudes, para a obtenção deste tipo de subsídios. Também é importante que reforce as verbas para a saúde, tendo presente os benefícios sociais e económicos decorrentes dos diagnósticos preventivos.

11. Capitalizar a Segurança Social
Outro dos aspectos é o reforço do orçamento da Segurança Social, melhorando a sua capitalização.

12. Descer a despesa pública

Fonte: PME-Portugal

Certificação “Ética e Social” para as melhores empresas…

Uma boa notícia. O antigo ministro das Finanças e do Trabalho, Bagão Félix, espera que dentro de alguns anos as empresas de sucesso no mercado português, serão aquelas que obtiverem certificação  “ética e social”.

“As empresas não podem ser fábricas mecânicas, frias e impessoais. No futuro o que vai distinguir as empresas boas, com sucesso, das fracassadas, é a capacidade social e ética de entender o futuro, afirmou.

Para este economista, as empresas com maior sucesso serão aquelas que cumpram as regras, tenham um bom equilíbrio e harmonia entre os trabalhadores e os proprietários, adoptem preocupações ambientais, ecológicas e sociais com os seus clientes e que saibam compreender as culturas dos países para onde exportam. A questão da certificação ética e social vai despir as empresas e as organizações no mercado e na sociedade, sendo o aspecto mais positivo que se pode retirar desta crise. Para Bagão Félix, esta crise veio despertar as consciências contra o egoísmo geracional, contra as questões éticas que não estão vertidas na lei como a malvadez, a ganância, a deslealdade e o individualismo excessivo.”

Bagão Félix falava aos jornalistas no final do jantar/palestra sobre “Economia hoje, vida e ética sempre”, promovido pelo Conselho de Empresários de Coimbra e cuja receita reverteu para a Associação Portuguesa de Crianças Desaparecidas.

In Diário de Aveiro, Economia, 17 de Janeiro de 2010