Motivação para empreendedores

A jornalista do Expresso, Ana Campos, questionou quatro jovens empresários e empreendedores – que são duas coisas distintas – sobre os motivos que os levou a tornarem-se empresários. Um arquitecto, uma nutricionista, uma engenheira e um dentista, com idades compreendidas entre os 24 e os 30 anos.

As respostas foram surpreendentes:

  • “É um desafio coordenar e desenvolver novas competências e conhecimentos, e puder aplicar à nossa actividade criatividade e inovação.”
  • “É importante criar riqueza.”
  • Satisfação pessoal.”
  • Aventura.”
  • Ajudar o próximo no sentido de criação de novos postos de trabalho.”
  • Afirmação pessoal, que é diferente de satisfação pessoal, pois consigo provar aos familiares que tenho a capacidade de andar sozinho e sem apoios.”
  • Reconhecimento, que tem os dois lados. Quando as coisas correm bem somos todos reconhecidos, mas quando correm mal somos olhados como falhados… situação que não acontece em muitas outras culturas e são vistos como uma pessoa que teve a coragem de tentar… engraçado como a visão de alguns Portugueses mudou tanto desde os descobrimentos!”
  • Ter consciência das capacidades como comunicador e de gerir grupos e ambientes de trabalho.”
  • Motivação pessoal e profissional, porque quando o sucesso depende mais de nós próprios há melhores resultados e maior qualidade no trabalho.”

Referiram também que o objectivo não era “serem empresários” mas o que os motivou realmente foi a enorme vontade de criar algo de novo e acrescentar valor ao mercado, gostar daquilo que fazem e tirar prazer disso, apesar de estarem conscientes de todos os riscos inerentes.

Perante estes exemplos desta geração, podemos questionar como é que se ouve diversas vezes classificar negativamente toda uma geração, como se os jovens fossem todos iguais, como se tivessem saído dum molde pré-formatado em que, ao passarem no controlo de qualidade vinham todos com o tal defeito?

 

São jovens que investem bastante na formação, porque a competição é cada vez maior , exige-se mais qualificações e formação contínua, não têm empregos seguros, ou emprego sequer.
 
  “Destes exemplos devemos ter orgulho, orgulho destes Portugueses que lutam em e para Portugal!” 

 

  In, Expresso de 28 de Outubro

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