Dia Europeu da Justiça Civil

Dia Europeu procura familiarizar os cidadãos europeus com o sistema judicial

diajustcivil O Dia Europeu da Justiça Cível, assinalado nos Estados-membros da União Europeia (UE) todos os anos a 25 de Outubro, surgiu em 2003 por iniciativa do então comissário europeu da Justiça e Assuntos Internos, o português António Vitorino.
Este Dia Europeu foi estabelecido conjuntamente pela UE e pelo Conselho da Europa a 5 de Junho de 2003, para familiarizar os cidadãos europeus e a Justiça Cível, procurando dar-lhes a conhecer o sistema judicial, os seus direitos e como ter acesso à Justiça.

“Tudo no sentido de tornar a Justiça mais compreensível e mais próxima dos 800 milhões de cidadãos pertencentes aos 47 Estados que fazem parte do Conselho da Europa”, segundo o portal na Internet Portal da Justiça da Direcção-Geral da Política de Justiça, organismo do Ministério da Justiça.

Para mais informações, consultar: comissão Europeia para a Eficiência da Justiça

“Consumo – Que Futuro?” – Congresso

56504452No dia 27 de Outubro, alguns dos maiores especialistas nacionais e internacionais do sector reúnem-se no auditório do IPAM, em Aveiro, para analisar e perspectivar as novas tendências do consumo.

Perante um cenário de grande imprevisibilidade económica, em que muitos mercados ainda se ressentem da crise económica, mais do que nunca é vital estimular o consumo. Muitos especialistas acreditam que esta pode mesmo ser a solução para satisfazer as necessidades de quem produz e de quem consome. Neste sentido, além de traçar o perfil do consumidor em tempos de crise, peritos no domínio do consumo vão debruçar-se sobre questões de fundo como a possibilidade de prever os comportamentos do consumidor e de combater ciclos de crise no consumo.

“Consumo, logo existo”

Considerado um dos maiores intelectuais ao nível da sociologia do consumo, Gilles Lipovetsky é a figura que mais atenções desperta. Professor na Universidade de Grenoble e membro do Conselho de Análise da Sociedade em França, Lipovetsky propõe-se a dar a conhecer as novas características do homo consumericus, assim como a explicar a máxima “consumo, logo existo” por si defendida nas diversas obras já publicadas.

Søren Askegaard é outro dos nomes com presença também assegurada no congresso. Durante a conferência, este especialista dinamarquês irá abordar as diferentes culturas do consumo e a relação que os consumidores estabelecem com as marcas. Além de co-autor do livro mais vendido na Europa na área do consumo “Consumer Behaviour – a European Perespective”, Askegaard é também editor de duas das mais prestigiadas publicações do sector como é o caso do “Journal of Consumer Research” e do “Journal Consumption, Markets”.

Notícia retirada do site: cienciapt.net

Dia das Nações Unidas

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  A Organização das Nações Unidas (ONU) foi fundada oficialmente a 24 de Outubro de 1945 em São Francisco, Califórnia por 51 países, logo após o fim da Segunda Guerra Mundial. A primeira Assembleia Geral celebrou-se a 10 de Janeiro de 1946 (em Westminster Central Hall, localizada em Londres). A sua sede actual é na cidade de Nova Iorque.
A precursora das Nações Unidas foi a Sociedade de Nações (também conhecida como “Liga das Nações”), organização concebida em circunstâncias similares durante a Primeira Guerra Mundial e estabelecida em 1919, em conformidade com o Tratado de Versalhes, “para promover a cooperação internacional e conseguir a paz e a segurança”.Em 2006 a ONU tem representação de 192 Estados-Membros – cada um dos países soberanos internacionalmente reconhecidos, excepto o Vaticano, que tem qualidade de observador, e países sem reconhecimento pleno (como Taiwan, que é território reclamado pela China, mas de reconhecimento soberano por outros países).
Um dos feitos mais destacáveis da ONU é a proclamação da Declaração Universal dos Direitos Humanos, em 1948.

 Objectivos da ONU (art. 1º da Carta das Nações Unidas):

  •  Manter a paz e a segurança internacionais;
  • Desenvolver relações de amizade entre os Estados;
  • Realizar a cooperação com vista à resolução de problemas internacionais de carácter económico, social, cultural ou humanitário e com vista à promoção do respeito pelos direitos do homem e pelas liberdades fundamentais, sem distinção de raça, sexo, língua ou religião;
  • Constituir um centro destinado a harmonizar a acção dos Estados para a prossecução destes objectivos comuns .

Princípios que regem a ONU (art. 2º da Carta):

  • Princípio da igualdade soberana dos Estados;
  • Princípio da boa fé no cumprimento das obrigações internacionais pelos Estados ;
  • Princípio da solução pacífica de conflitos entre os Estados;
  • Princípio da renúncia, pelos Estados membros, ao recurso à ameaça ou ao uso da força.

 Factos relativos a Portugal nas Nações Unidas

  •  Portugal foi admitido na ONU em 14 de Dezembro de 1955 ;
  • Portugal foi eleito membro do Conselho de Segurança para o período de 1979-80;
  • Portugal foi eleito membro do Conselho Económico e Social para o período de 1994-96;
  • O Tribunal Internacional de Justiça pronunciou-se em 30 de Junho de 1995 sobre o litígio conhecido por “Timor Gap”;
  • Em 1995 foi eleito Presidente da Assembleia Geral o português Freitas do Amaral;
  • Em 21 de Outubro de 1996, Portugal foi eleito membro do Conselho de Segurança, para o período de 1 de Janeiro de 1997 a 31 de Dezembro de 1998.

 “A ONU está fazendo o possível para responder  e para abordar as  questões essenciais, em todo o mundo . Estamos a fomentar um novo multilateralismo que pode trazer resultados concretos para todas as pessoas, especialmente os mais necessitados.”

Secretário-Geral Ban Ki-moon
Mensagem do Dia das Nações Unidas, 24 de outubro de 2009
 

Cidadania empresarial

GRACE,  Grupo de Reflexão e Apoio à Cidadania Empresarial  é uma associação sem fins lucrativos que está essencialmente direccionada para as empresas, procurando disseminar práticas de gestão empresarial socialmente responsáveis.

Esta Associação, assenta num palco privilegiado para a reflexão e fomento do tema da Responsabilidade Social das Empresas, promovendo o conceito de cidadania e Responsabilidade Social Empresarial, sensibilizando e ajudando as empresas a gerir seus negócios de forma socialmente responsável, caminhando para a construção de uma sociedade sustentável e justa.

Os projectos da GRACE  assumem diferentes formas, como por exemplo:

  • Acções de voluntariado:
  • Participação em conferências;
  • Organização de conferências;
  • Lançamento de manuais;

Grace

Consulte aqui,  o manual “As Empresas pela Educação “ ,  que  aborda questões diferentes como sejam a Educação dentro da empresa e o apoio ao ensino, desde o pré-escolar ao universitário. No que respeita à Educação dentro da própria organização, são sugeridas medidas que englobam o desenvolvimento de competências, a educação para a segurança e saúde, acções de apoio à educação na família, entre outras. Em relação ao apoio ensino, o documento enumera 9 passos na criação de um projecto de apoio aos diversos níveis de ensino, desde a identificação do estabelecimento de ensino e respectivo diagnóstico de necessidades até ao compromisso social e reconhecimento.

São ainda apresentadas várias áreas de colaboração possíveis ente empresas ( Exps. Nestlé, Fundação PT, BP  Portugal) e estabelecimentos de ensino, ilustradas com casos práticos empresariais de sucesso, de onde se destacam os Prémios e Protocolos, a Disseminação da Sociedade de Informação, a Doação de bens e o Desporto Escolar.

 Fonte: Portal GRACE