Incubadora de Indústrias Criativas …

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A Incubadora de Indústrias Criativas IN SERRALVES, criada no espaço físico da Fundação de Serralves, está em plena actividade, acolhendo sete empresas das áreas do design, vídeo, cinema, arquitectura, tecnologias da informação, conteúdos, conservação e restauro. Esta iniciativa tem como principal objectivo o estímulo ao desenvolvimento de empresas ou indivíduos com actividades criativas e inovadoras e com potencial comercial.

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Aos projectos seleccionados, a Fundação de Serralves disponibiliza espaço de trabalho, assim como o acesso aos seus serviços, nomeadamente na formação, monitorização de resultados, estabelecimento de parcerias, elaboração de planos de negócio, entre outros.

Fonte: Ciência Hoje

Biblioteca digital – Divulgação científica…

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A biblioteca online CLASSICA DIGITALIAVNIVERSITATIS CONIMBRIGENSIS visa criar um grande espaço de difusão da cultura científica para a área dos Estudos Clássicos e Humanísticos abrangendo campos diversificados como a literatura, a história de arte ou a filosofia, entre outros.

Os cibernautas podem recolher informação em português ou inglês. O sítio contempla ainda um link para um género de arquivo da revista “Humanitas”, onde estão digitalizadas mais de 30 mil páginas das edições antigas, algumas com várias décadas.

Para além dos muitos livros poderem ser consultados os downloads  são todos gratuitos.

 

A nova inteligência do século XXI

Int. ArtificialDaniel Pink no seu livro, “A Nova Inteligência”  mostra que o futuro e o sucesso pessoal e profissional pertencem a um novo perfil de pessoas: os designers, os inventores, os criativos, contadores de histórias, ou seja, todos aqueles cujo raciocínio privilegia o lado direito do cérebro. São pessoas imaginativas, intuitivas, capazes de gerar empatia e emoções.

Como o raciocínio emocional está a ser considerado a nova inteligência do século XXI,  a boa  nova  é que todas as pessoas podem desenvolver  essas competências, mesmo as que têm um perfil mais racional e lógico.

Neste livro é apresentado exercícios simples para treinar o lado direito do cérebro e uma lista interminável de fontes de informação e explicação sobre os novos seis pilares do sucesso que Daniel Pink considera serem os principais: Design, História, Sinfonia, Empatia, Diversão e Sentido.

Um livro revelador, controverso e algo surpreendente!

PinkDaniel H. Pink é hoje uma referência no mundo da Gestão e do Comportamento. Autor de três livros traduzidos em dezenas de países, Pink é colaborador regular do New York Times, Harvard Business Review, Fast Company, CNN, CNBC, ABC, e participa em inúmeras conferências e palestras sobre inovação, transformação económica e novas formas de trabalho.

Fonte: www.wook.pt/

Está desempregado? Crie o seu próprio negócio…

10092263Os beneficiários do subsídio de desemprego podem obter apoios adicionais do IEFP – Instituto de Emprego e Formação Profissional, caso optem por investir num projecto próprio, que lhes assegure emprego a tempo inteiro.

Para se habilitarem a estes apoios, os beneficiários das prestações de desemprego necessitam de apresentar projectos com viabilidade económica e financeira. Tal apresentação pode ser feita de forma individual ou colectiva.

Os apoios concedidos são de diversas índoles, sendo feita a destrinça entre apoios financeiros, apoios técnicos, apoios à criação de postos de trabalho e ainda ao investimento.

A nível financeiro, destaca-se, desde logo, a possibilidade de o candidato receber, de uma só vez, o montante global das prestações de desemprego devidas. Os apoios técnicos são também patrocinados pelo IEFP, envolvendo a selecção e recrutamento de trabalhadores desempregados, a formação empresarial de dirigentes e a consultoria especializada nas áreas financeira, comercial, de recursos humanos, marketing, publicidade e de gestão da produção. Caso este suporte técnico seja assegurado por entidades exteriores ao IEFP é concedido um subsídio não reembolsável.

Caso se trate de um projecto que se enquadre no conceito de ILE – Iniciativa Local de Emprego (negócios que contribuem para a dinamização da economia local) é concedido um subsídio não reembolsável num valor equivalente a 18 vezes o Indexante dos Apoios Sociais por cada posto de trabalho criado. A esse valor são acrescidas majorações por cada posto de trabalho preenchido por desempregados de longa duração, desempregados com idade igual ou superior a 45 anos, jovens à procura do primeiro emprego, beneficiários do rendimento social de inserção e ainda pessoas portadoras de deficiência. Nesse caso, o investimento é apoiado com um subsídio não reembolsável que pode atingir os 60 mil euros. Em projectos que não reúnam os requisitos de investimento de uma ILE os apoios concedidos são ligeiramente mais baixos.

As candidaturas processam-se mediante entrega nos Centros de Emprego de um formulário disponível em www.iefp.pt, onde é possível encontrar informações pormenorizadas sobre esta tipologia de apoios.

Fonte: Quero Mais

Grupo familiar – um exemplo de empreendedorismo

Em tempo de crise, um grupo familiar de Sever do Vouga é mais um excelente exemplo de empreendedorismo.

 COMO SER EMPREENDEDOR

O Secretário de Estado do Comércio e Inovação visitou a empresa “ A. Silva Matos”, elogiando aposta da empresa no mercado internacional. Foi convidado para a inauguração formal da A. Silva Matos – Equipamentos de Transporte, S.A., deste grupo industrial de Sever do Vouga.

O empreendedorismo da família Silva Matos foi elogiado por Castro Guerra, assim como a sua aposta no mercado internacional e no sector energético.
“É deste tipo de empresários que precisamos, que avançam sem a protecção do Estado”, referiu o governante, recordando que a A. Silva Matos
“recuperou uma empresa fechada e toda a sua força de trabalho” – referindo-se à Metalicis, que entrou em processo de falência em 2008.

Castro Guerra salientou ainda a aposta do grupo, que detém um total de 11 empresas em Portugal e no estrangeiro, que teve “visão de futuro” e “colocou a metalomecânica ao serviço do sector energético”. É, actualmente, considerado “o melhor produtor de torres eólicas do mundo”, assegurou.

 

Como vê, senhor secretário de Estado, este país não é só desgraças e ainda há alguns loucos que resolvem avançar, mesmo sem os apoios que vemos serem dados a outros”, apontou Adelino da Silva Matos. Agora com 61 anos, foi o fundador da empresa e, mais especificamente, da área da produção de cisternas.

O empresário anunciou ainda a construção de uma nova fábrica de caldeiraria metálica, para alargar a produção das instalações existentes no lugar de Senhorinha, e que ficará instalada nas traseiras desta fábrica. “O terreno já foi adquirido”, revelou, elogiando os apoios da Câmara de Sever do Vouga, com o objectivo de fixar as fábricas do grupo no concelho.

Adelino da Silva Matos revelou ainda a existência de um negócio em curso sem, no entanto, entrar em pormenores. “Há a oportunidade de, eventualmente, comprar uma empresa europeia da área da metalomecânica, importante pela sua proximidade com outros mercados”, adiantou.

 Fonte: Diário de Aveiro

 

A Arte de criar … na nossa Escola ( cont. )

Foi a partir de uma visita de estudo à exposição de Raúl Perez  ao CCB, que o Ivo Neves ( aluno do 9º Z – Electromecânica de Equipamentos industriais), desafiado pelo seu professor António Neto, decidiu redesenhar numa cartolina amarela e com lápis de cera um quadro deste pintor, dando a sua visão singular de  um universo plástico e estético muito peculiar.

Raúl

 Podem apreciar mais alguns trabalhos deste nosso aluno.

Cruzeiro Sixas

Miniatura criada a partir de uma chapa de aço zincado e de fotos de um “Autobianchi A112” de colecção particular, propriedade do mesmo professor.

 Carro

Devemos reflectir e observar “as necessidades” de certos alunos. Ensinar é mais do que transmitir conteúdos… É poder e saber gerir um conjunto de circunstâncias, ajudando os jovens na procura e realização dos seus projectos de vida.

Competitividade das Economias

– Portugal está mais competitivo mas com menos resistência para enfrentar a crise –World

Portugal aumentou a competitividade da sua economia, mas está com muito menor capacidade para resistir às adversidades da conjuntura económica.

De acordo com o estudo, Portugal tem vindo a aumentar a competitividade da sua economia nos últimos três anos, chegando em 2009 à 34.ª posição em 2008 era 37.º e em 2007 39.º. Este ranking pretende responder à questão de como é que os países e as empresas estão a gerir a totalidade das suas competências para atingir uma maior prosperidade, e é calculado através da análise de quatro factores de competitividade distintos: desempenho económico, nível de infra-estruturas, eficiência empresarial e eficiência do Governo.

A melhor performance de Portugal foi ao nível das infra-estruturas, onde subiu quatro lugares, para a 28.ª posição; mais modesto foi o desempenho económico, onde passou do 44.º para o 42.º (graças aos números da inflação e às receitas do turismo) e a eficiência empresarial, que se manteve ao mesmo nível, no 43º lugar; a pior performance foi ao nível da eficiência do Governo, com os custos dos despedimentos e a dívida pública a empurrarem a descida de dois lugares na tabela. Está em 29.º lugar.

No cômputo geral, Portugal continua abaixo de países como a Eslovénia e a Eslováquia, que ocupam respectivamente as 32.ª e 33.ª posições, mas que conseguiu ultrapassar Espanha, que está em 39.º lugar. Em termos de países europeus, a competitividade nacional ultrapassa ainda a Itália, que aparece em 50.º lugar e a Grécia, que está em 52.º lugar. Na liderança deste ranking permanecem Estados Unidos, Japão e Reino Unido, os países nórdicos, a Suíça, e pequenas economias abertas como Hong Kong e Singapura.

Notícia retirada do Jornal Público de 20/05/2009